A Cavalgada já é

Na foto acima, cavaleiros de Chapada do Norte.
É um movimento também de resgate de tradições populares, de paradas em pontos estratégicos para confraternização com comunidades,com muita bebida, comidas típicas de tropeiros, churrascos, cantorias e danças.
Nem sempre a música de raiz, a verdadeira caipira, prevalece. Em vez de viola, sanfona, triângulo, pandeiro e zabumba, prevalece um sonzão instalado em algum carro onde rola a música sertaneja - caipira da cidade, com duplas e cantos de saudades rurais - a preferida de agroboys, migrantes, fazendeiros profissionais dedicados ou de ocasião, vaqueiros e agricultores familiares.

Muitas pequenas cavalgadas vem acontecendo em Minas Novas, Chapada do Norte, José Gonçalves de Minas, Berilo, Francisco Badaró, Araçuaí, Itinga, Joaíma, Jequitinhonha, Almenara, Rubim e em vários municípios do Vale.
Longas cavalgadas

Uma outra com longo trecho foi a realizada pela turma do Programa Turismo Solidário.
Cavaleiros de todo o Brasil se encontraram, Alto Jequitinhonha, para mais uma etapa do Campeonato Sela de Ouro, da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador. Acontecida na segunda semana de julho/09, a cavalgada saiu de Diamantina, percorreu cerca de 200 km pelas antigas trilhas usadas pelos tropeiros, num roteiro paralelo à Estrada Real. Cerca de 150 p

A cavalgada vem se firmando como uma prática de esporte e momento de lazer principalmente por aqueles que “saíram da roça, mas a roça não saiu deles”.(Foto acima, em frente à Igreja do Rosário de Chapada do Norte - Encontro de Cavaleiros do Jequitinhonha).
Nenhum comentário:
Postar um comentário