Protagonismo Juvenil domina Encontro de Comunicadores do Vale
Mesa de debate: "Possibilidades de Mídias Digitais". Participação de Álbano Silveira Machado, do Blog do Banu, professora Beatriz, da UFMG, Will Nascimento e Rafael Matos, da Rede de Comunicadores Jovens do Semiárido. Foto: Marcus Vinicius Costa.
A juventude vem invadindo literalmente alguns setores do Vale. A área de comunicação é uma delas. Os jovens vem produzindo jornais, TV de Rua, videos, teatro de rua, rádio, ipod cast e ocupando quase todos os espaços das mídias das redes sociais (blogs, facebook, orkut, twitter, ning e outros).
Em Itaobim, nesta sexta e sábado, 27 e 28.01, no Encontro de Comunicadores do Vale do Jequitinhonha este fenômeno ficou patente. A maioria dos participantes tinha entre 15 e 24 anos. Seja nos debates, seja nas 4 oficinas.
Destaque para a Rede de Comunicadores Jovens do Semiárido, coordenado por Will Nascimento, de 20 anos, de Pedra Azul. Esta rede possui 500 jovens conectados debatendo os mais diversos temas na rede colaborativa, com conteúdo diversificado. Ela surgiu a partir do Movimento de Jovens e Adolescentes que participam de atividades em munícípios vinculados ao Selo UNICEF.
Esta rede teve início em 2008, com a formação de 40 jovens pela ONG Oficina e Imagens, em parceia com o Polo Jequitinhonha/UFMG. Em 2010, em nova oficina houve formação de disseminadores. Organizou-se dois polos: Pedra Azul e Franciscópolis. O próximo núcleo deve ser instalado em Itaobim, segundo informação do próprio Will, no Encontro. E novos serão implantados em cidades onde o movimento juvenil estiver articulado.
Quem quiser acessar a Rede acesse jovenscomunicadores.ning.com
Will Nascimento avaliou o Encontro como revolucionário: "Muito bacana o encontro de
Comunicadores. Como disse no ínicio da fala, isto foi algo
revolucionário na comunicação contemporânea na nossa região! Estivemos
compartilhando experiências o tempo todo, e fortalecendo a nossa rede".
Muitas intervenções e mesmo na participação nas duas mesas de debate, assim como nas oficinas, os jovens também se mostraram presentes e colocando posições críticas e avançadas para a comunicãção no Vale. Rafael Matos, de 22 anos, de Jequitinhonha, falou sobre a experiência do grupo de comunicação colaborativa, na programação de 200 anos de Jequitinhonha, com a produção de blogs, jornal mural e programas de rádios.
Hélio Silva, de 21 anos, de Capelinha, moderador do Blog Jornal A Cidade, disse que a comunicação deve ser exercida como forma de modificar a sociedade, levando "informação para o coração e mente das pessoas", utilizando não só o lado técnico, mas também o emocional. Propôs a existência de mais oficinas e momentos de formação daqueles que desejam praticar a atividade de comunicação.
O Encontro dos Comunicadores do Vale do Jequitinhonha teve a promoção do Polo Jequitinhonha/UFMG e apoio da Prefeitura de Itaobim, dentro da programação Itaobim 50 anos.
Vale do Jequitinhonha - Blog do Banu
Berilo - MG
domingo, 29 de janeiro de 2012
Araçuaí: Peça "A Princesa Engasgada" enche teatro Luz da Lua
Como vem acontecendo em todas as apresentações teatrais do Festival de Teatro de Araçuaí, a manhã de sábado, 28.01, foi a vez do espetáculo teatral A
Princesa, do Grupo Farroupilha, de Ipatinga, do Vale do Aço, em Minas, atrair muita gente. A peça foi apresentada no Teatro Luz da Lua, na programação do 5º K-iau em Cena.
Na montagem, o Farroupilha conta a divertida
história da camponesa que quer dar uma lição no marido, do camponês que vira
médico e da pobre princesa que deixa todo o reino em alvoroço por causa da sua
doença. Sendo sempre um prato cheio de diversão para crianças e
adultos.
O texto é assinado pela dramaturga carioca Márcia Frederico, e foi inspirado livremente em “O Médico à força”, de Molliere. A direção é do saudoso ator e diretor Ipatinguense Antonio Guarnieri que, com o auxilio do Farroupilha, deu ao espetáculo um visual cheio de cor e alegria.
Não Perca: Espetáculo concebido para o público infantil.
«A princesa engasgada» é ainda hoje, 12 anos depois de sua estréia, o trabalho mais conhecido do Farroupilha. Tendo sido apresentado nas diversas bandas de Minas Gerais e outros estados com significativo sucesso. No elenco Didi Peres, Sinésio Bina, Claudiane Dias e Torosca Silvestre.
Marcadores:
Araçuaí,
cultura,
k-iau em cena,
teatro
MÉDIO E BAIXO JEQUITINHONHA TERÃO GERENCIAMENTO DAS ÁGUAS
MÉDIO E BAIXO JEQUITINHONHA TERÃO GERENCIAMENTO DAS ÁGUAS
![]() |
| PLANO DIRETOR DE RECURSOS HÍDRICOS NA REGIÃO |
A empresa responsável pela execução do projeto
é a GAMA Engenharia. A previsão é que este plano seja concluído até maio de
2012, contando com um investimento de cerca de um milhão de reais do Fundo de
Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do
Estado de Minas Gerais (FHIDRO).
Em 21 de junho de 2011, ainda na fase
preliminar do Plano Diretor, uma primeira reunião foi organizada em Salto da
Divisa, onde foram levantados dados e informações sobre a bacia, a partir da
contribuição dos participantes. Em seguida, os estudos e pesquisas disponíveis
na bacia foram levantados e processados pela GAMA Engenharia, permitindo a
elaboração do Diagnóstico dos Afluentes Mineiros do Médio e Baixo Jequitinhonha
– JQ3. Esse primeiro produto foi apresentado e discutido em uma Consulta Pública
organizada no dia 21 de setembro na cidade de Salinas.
Dando prosseguimento aos trabalhos de
elaboração deste Plano Diretor, uma segunda Consulta Pública foi realizada em 14
de dezembro de 2011 na cidade de Itaobim, para apresentação e discussão do
Prognóstico da bacia. A GAMA Engenharia apresentou os resultados das simulações
do cenário otimista para a região do Médio e Baixo Jequitinhonha. Os cálculos
indicam que, construindo duas barragens já previstas pela RURALMINAS em
afluentes do rio Jequitinhonha (Itinguinha e Giru), seria possível incrementar
as áreas irrigadas entre 7.560 e 17.700 há (dependendo da eficiência de
irrigação), sem prejudicar os outros usos da água como abastecimento público,
pecuária e indústria.
Na construção do Plano Diretor dos Afluentes
Mineiros do Médio e Baixo Jequitinhonha existem diversos desafios,
principalmente, em relação à dificuldade de manutenção do processo participativo
em todos os setores: poder público, usuários e sociedade civil, agregando,
assim, pessoas à gestão das águas. De acordo com o presidente do Comitê de Bacia
CBH-JQ3, Sr. Wanderley Miranda, o trabalho é para o interesse coletivo da
população, e ele conta com o apoio de todos os prefeitos nesse processo de
divulgação e mobilização dos municípios.
As próximas consultas públicas deverão ocorrer
a partir de março, aguardando confirmar data e local. Enquanto isso, serão
realizadas oficinas em três cidades da bacia JQ3 para levar as informações sobre
o Plano Diretor para a população da bacia, e incentivar a participação de todos
nas Consultas Públicas de elaboração do Plano Diretor. As oficinas irão
acontecer no mês de fevereiro de 2012, nas seguintes datas e localidades: dia
06/02 em Jordânia, 08/02 em Jequitinhonha, e dia 10/02 em Ponto dos Volantes.
Nos dias que antecedem as oficinas, uma equipe formada por membros do Comitê de
Bacia CBH-JQ3 e GAMA Engenharia, estará visitando Municípios e Comunidades da
bacia.
Mais informaçõesNo site Internet do Projeto: www.planos-jq-pa.com.br;
Com o Comitê de Bacia CBH-JQ3 (Presidente Wanderley Miranda da Silva):
Email wanderley.silva@copasa.com.br – Fone (31) 8481 7145;
Com a equipe de mobilização da GAMA Engenharia: Fone (82) 8882-4674;
No IGAM Norte: Fone (38) 3213-7931.
FONTE: LARISSA RODRIGUES - JORNALISTA
Publicado no Radar do Vale
Marcadores:
bacia hidrográfica,
Rio Jequitinhonha,
Água
sábado, 28 de janeiro de 2012
Minas Novas: Carnaval Bom D+ terá 5 bandas
Compartilhar
E-mail
Earn
diHITTFacebookTwitterGoogle+Lockerz GrabDeliciousDiggGoogle BookmarksMySpaceStumbleUponRedditMessengerVodpodYahoo BookmarksBeboMister-WongWordPressGoogle ReaderOrkutXINGEvernoteNetvibes ShareStrandsPosterousBusiness ExchangeArtoTipdSmakNewsPlurkAIMYahoo MessengerIdenti.caMozillacaBlogger PostTypePad PostBox.netPinterestNetlogTechnorati FavoritesCiteULikeJumptagsHemidemiFunPInstapaperPhoneFavsXerpiNetvouzWinkDiigoBibSonomyBlogMarksTailrankStartAidKledyKhabbrMeneameYoolinkBookmarks.frTechnotizieNewsVineMultiplyFriendFeedPlaxo PulsePingSquidooProtopage BookmarksBlinklistFavesYiGGWebnewsSegnaloPushaYouMobSlashdotFarkAllvoicesJamespotImera BrazilTwiddlaLinkaGoGounalogHuggDiglogNowPublicTumblrLiveJournalCurrentHelloTxtSpurlYampleOneviewLinkatopiaSimpyLinkedInBuddyMarksAsk.com MyStuffViadeoMapleWistsConnoteaBackflipMyLinkVaultSiteJotSphinnDZoneCare2 NewsHyvesSphereBitty BrowserGabbrSymbaloo FeedsTagzaFolkdNewsTrustAmazon Wish ListPrintFriendlyRead It LaterTuentiEmailRediff MyPage
By Lockerz
O carnaval na cidade vai do dia 17 à 21 de fevereiro, com os shows de Barco a Vela, Guig Ghetto, Axé Pirô, Axé Cleteiros e D'Balada
Saiba mais sobre Minas Novas Clique aqui
Marcadores:
carnaval,
Minas Novas
Carta do Movimento a "UFVJM É NOSSA!' ao CONSU UFVJM
Carta do Movimento a "UFVJM É NOSSA!' ao CONSU UFVJM
Vale do Jequitinhonha 24 de janeiro de 2012
Ao Conselho Universitário da Universidade Federal
dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – Diamantina.
Prezados (as) Senhores (as),
O Vale do Jequitinhonha vive uma ebulição
sócio-política desde agosto/2011 cujo epicentro se localiza na administração do
REUNI da UFVJM, ou seja, em torno da forma como se processa a expansão da sua
Universidade e de como a região será contemplada nesse processo. Ao longo desses
sete meses, várias frentes empenharam suas forças reivindicando a construção de
três campi a serem instalados nas microrregiões do vale.
Em outubro último, diante deste mesmo conselho,
uma comissão, representante da sociedade civil da região, reforçou os protestos
feitos ao reitor Pedro Ângelo, via email. Desde então, os movimentos sociais,
grupos políticos e população do Vale aguardam ansiosos pelo pronunciamento do
CONSU, que nomeou uma equipe com o propósito de, após estabelecimentos de
critérios e estudos geo-referencidos, indicar quais cidades postulantes revelam
condições exigidas pelo MEC/REUNI.
A sinalização de que seria viável atender a
demanda acarretou uma emulação política ímpar em todas as cidades que serão
beneficiadas, direta e/ou indiretamente, pela expansão da UFVJM. No entanto,
fatores exógenos acarretaram um profundo estresse na população e lideranças do
movimento “A UFVJM É NOSSA!”. Políticos oportunistas vêm se apresentando como
bastiões do interesse público, prometendo viabilizar que diferentes cidades do
vale sejam contempladas sem que haja condições para tanto. Já foram prometidos
mais campi do que a universidade pode implantar a curto-médio prazo. Tememos
ainda que esse estresse se agrave, pois, como se sabe, esse é um ano eleitoral,
e certamente políticos locais farão promessas eleitoreiras, valendo-se da
expectativa de um campus para suas respectivas cidades.
Fica claro, portanto, que a questão adquiriu uma
tendência política que interfere nas relações sociais causando fadiga aos que
mais carecem de uma definição: a população do Vale, principalmente jovens que
esperam ansiosos pela oportunidade de estudar próximo de sua residência. Sendo
assim o movimento “A UFVJM É NOSSA!”, reconhecendo nesse conselho a instância
depositária dos valores humanos e estatutários da comunidade acadêmica dessa
universidade, afirma a urgência de se ter uma resolução sobre quais cidades
serão contempladas em seu planejamento de expansão.
Sendo assim, o Movimento vem, muito
respeitosamente, sugerir que o CONSU indique, na sua próxima reunião, neste dia
10/02/2012, quais as cidades que atendem os critérios técnicos para sediarem
campus no Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha, condição para que a convivência
entre as cidades demandantes possa voltar à sua normalidade.
Movimento "A UFVJM É NOSSA!"Anna Angélica Soares – Senador
Modestino
Álbano Silveira Machado - Berilo
Eric Renan Ramalho – Coronel Murta
Higino Pedro - Araçuaí
Nádia Paulino - Araçuaí
Itamar Rodrigues - Araçuaí
Zinelma Calheiros - Almenara
Eric Renan Ramalho – Coronel Murta
Higino Pedro - Araçuaí
Nádia Paulino - Araçuaí
Itamar Rodrigues - Araçuaí
Zinelma Calheiros - Almenara
Marcadores:
campus,
educação,
Movimento A UFVJM é nossa,
UFVJM
Diamantina quer se tornar polo de vinhos
Diamantina quer se tornar polo de vinhos
Um grupo de 20 empreendedores locais querem iniciar a produção da bebida na cidade histórica
Diamantina, na região Central de Minas Gerais, vai
ganhar novo atrativo turístico. Um projeto idealizado por 20 empreendedores
locais deve movimentar a economia, por meio da plantação de uvas e produção de
vinhos. Com um investimento inicial da ordem de R$ 40 mil por hectare plantado,
a expectativa é a de que, em até um ano, haja retorno financeiro, consolidando
ainda a cidade histórica como um polo para o enoturismo nacional.
De acordo com a Secretaria de Cultura, Turismo e
Patrimônio do município, a cidade recebe, anualmente, cerca de 100 mil turistas,
que movimentam R$ 50 milhões na alta temporada. Enquanto isso, dados da
Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), no
Rio Grande do Sul, mostram que, somente em 2010, cerca de 200 mil pessoas
estiveram nas vinícolas gaúchas. O crescimento, em nove anos, foi de 344%, uma
vez que, em 2001, o circuito contou com 45 mil visitantes.
Diante desse cenário, o coordenador do Polo de
Inovação Tecnológica de Diamantina, órgão vinculado à Secretaria de Estado de
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), e idealizador do
projeto, Luiz Eustáquio Lopes Pinheiro, acredita que a atividade irá fortalecer
tanto o turismo quanto a economia local. “O mercado de vinhos é extremamente
concorrido no Brasil e no mundo todo. Por isso, imaginamos que o novo negócio
irá dominar a cidade”, avalia.
A ideia é que, a longo prazo, as maiores
propriedades deverão ser transformadas em pequenas pousadas, voltadas para o
enoturismo. Mas, até agora, na primeira etapa do projeto, foram plantados 21
módulos em 16 propriedades rurais. Das 10 mil mudas de uva cultivadas, 210
correspondem à variedade Syrah, 131 são Pinot Noir, 42, Malbec, e outras 42,
Merlot.
Cada módulo correspondem a mil metros quadrados.
Em dois anos, a expectativa é a de expandir as áreas plantadas para 10 mil
metros quadrados. “Seguindo essa lógica, em 2013, o grupo terá uma área de
plantio de 20 hectares e, em 2016, capacidade de produzir mais de 100 mil
garrafas de vinho por ano, o que viabilizará a construção de uma vinificadora
privada”, pontua Pinheiro.
O equivalente a 10% do investimento total do
projeto foi custeado pela Sectes, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa
do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O percentual equivale a R$ 250 mil. O
precursor da ideia, João Francisco Meira, que mora em Belo Horizonte, mas mantém
sua propriedade em Diamantina, revela que, em seis anos de atividade, já foram
investidos cerca de R$ 400 mil. Ele ressalta, porém, que novos investimentos
serão necessários a médio e longo prazo e prevê que os lucros chegarão
rapidamente. “É uma atividade muito trabalhosa, que exige atenção permanente e
cuidado intensivo. Certamente não faria nenhum sentido imaginar esse tipo de
projeto sem perspectiva de retorno”, pontua.
Na propriedade dele já foram gerados, pelo menos,
seis empregos diretos. No primeiro ano de atividades, a perspectiva é a de que
sejam produzidas de quatro a cinco mil garrafas de vinho. “A ideia não é
produzir em larga escala, mas conseguir vinhos de boa qualidade, um produto
competitivo, que possa gerar atrativos para o enoturismo da região”,
enfatiza.
Atividade deve aquecer empregos no município
O vice-prefeito da cidade, Miguel Pontes, afirma
que a atividade deverá aquecer as contratações e a economia do município. “Já
foram contratados ao menos dois funcionários para cada área plantada. A
expectativa é a de que a atividade gere ainda mais empregos, uma vez que serão
necessários trabalhadores especializados, de nível superior”, acrescenta. Na
primeira fase, 60 famílias estão sendo beneficiadas pela viticultura em
Diamantina.
A meta do grupo é beneficiar o município com uma
rede de pousadas rurais, que ofereçam a modalidade mais demandada pelos turistas
modernos, conforme o vice-prefeito: o enoturismo de alto nível. Além do vinho,
as propriedades já se preparam para oferecer atrativos complementares, entre
eles azeites e licores de frutas regionais.
Marcadores:
cultura,
Diamantina,
vinho
K-iau em Cena: Espetáculo: Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mário Quintana
5º K-iau em Cena - Festival Nacional de Teatro de Araçuaí
Dia 28 - Espetáculo: Sobre Anjos & Grilos
- O Universo de Mario Quintana +(Small).JPG)
Espetáculo:
Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana
Grupo:
Companhia de Solos & Bem Acompanhados
Porto Alegre/RS 28 de janeiro de 2012 - Sábado às 20h
Porto Alegre/RS 28 de janeiro de 2012 - Sábado às 20h
no Teatro Luz da Lua, no centro de Araçuaí
Este é um espetáculo híbrido - cômico /
lírico / poético - no qual a atriz Deborah
Finocchiaro, numa junção entre a fala, o gesto, a poesia, as artes plásticas e a
música, conta, interpreta e canta textos, poemas e trechos de entrevistas de
Mario Quintana, falando sobre o amor, a morte, os acordos sociais, a guerra, o
progresso, a destruição do meio ambiente, o consumo, a mídia, as religiões e,
principalmente, a valorização da vida.
A
interpretação investe na pesquisa da linguagem corporal e vocal, reforça climas
e intenções, valorizando os textos e as imagens criadas pela artista plástica
Zoravia Bettiol, que são projetadas no palco.
Não
Perca:
Estreado em 2006, vem participando de temporadas, projetos e festivais
nacionais e internacionais, entre eles o CENACONTEMPORÂNEA (Brasília/DF), FILO -
FESTIVAL INTERNACIONAL DE LONDRINA, PORTO ALEGRE EM CENA, GOIÂNIA EM CENA,
JANEIRO DOS GRANDES ESPETÁCULOS (Recife/PE), FESTCAMP (Campo Grande/MS) e MOSTRA
SESC CARIRI - Crato/CE. Além disso, foi um dos quatro espetáculos convidados do
Brasil no evento DIÁLOGOS CÊNICOS BRASIL-ESPANHA: LINGUAGENS HÍBRIDAS no Centro
Cultural São Paulo, em 2008. Espetáculo solo de Deborah Finocchiar
Marcadores:
artes cênicas,
cultura,
teatro
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Capelinha: TRE decide a favor de três vereadores que deixaram PR
Capelinha: TRE decide a favor de três vereadores que deixaram PR
O julgamento e a decisão unânime a favor dos três vereadores pelo TRE foram acompanhados pelos advogados José Roberto Mendonça, de Belo Horizonte, e Rodrigo Bebiano Pimenta, de Capelinha. O processo também teve o acompanhamento do advogado capelinhense Dr. Nicodemos Evaristo Cordeiro.
Aconteceu nesta
quinta-feira, dia 26.01, o julgamento sobre infidelidade partidária, pelo TRE-Tribunal Regional Eleitoral dos vereadores de Capelinha Laerte
Barrinha, Cleuber Luiz e Zezinho da Vitalina.
A Côrte do Tribunal Regional Eleitoral, em Belo
Horizonte, decidiu por 5 votos a zero pela permanência dos três vereadores na
Câmara Municipal de Capelinha. Com essa decisão, os juízes do TRE entenderam que
os três vereadores tiveram razão em sair do Partido da República – PR de
Capelinha, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas, caracterizando, assim, que eles foram prejudicados com a troca de
comando do partido de forma repentina e sem qualquer comunicado prévio ou chance
de defesa junto ao Diretório Estadual do partido.
O julgamento e a decisão unânime a favor dos três vereadores pelo TRE foram acompanhados pelos advogados José Roberto Mendonça, de Belo Horizonte, e Rodrigo Bebiano Pimenta, de Capelinha. O processo também teve o acompanhamento do advogado capelinhense Dr. Nicodemos Evaristo Cordeiro.
Os vereadores Laerte Barrinha, Cleuber Luiz e
Zezinho da Vitalina foram denunciados pelo Partido da República, no final do ano passado, acusados de infidelidade partidária por
terem desfiliados do PR. Em sua defesa, os três vereadores justificaram a
impossibilidade de permanecerem no partido, pois estariam ameaçados de
perseguição e sujeitos a serem prejudicados em suas candidaturas nas eleições
deste ano.
No decorrer do caso, o Procurador do Tribunal
Eleitoral e o Juiz Relator do processo deram parecer a favor dos vereadores e
contra o PR, inclusive propondo o arquivamento do processo sem julgamento do
Mérito. No entanto, o julgamento foi marcado para hoje e os juízes do TRE
acompanharam os dois pareceres e votaram por unanimidade pela permanência dos
três vereadores em suas cadeiras na Câmara Municipal de Capelinha.
A decisão do TRE coloca a Câmara dos Vereadores com a maioria dominante do grupo apoiador do Prefeito Pedro Vieira. Caso a decisão fosse contrária tomariam posse os vereadores Jailson Pereira, do PSD, Carlito da Chapadinha e Pepe Legal, do PR, do grupo político adversário ligado ao ex-prefeito Gelson Cordeiro.
A noite deste quinta-feira, em Capelinha, foi de festa de vitória política, em pleno ano eleitoral. Mesmo com o resultado de 5 a zero e arquivamento do processo, representantes do grupo político adversário dos vereadores falam em recorrer de qualquer forma, como um jeito de manter a tensão e amneaçar cassar os vereadores.
Fonte: Blog Capelinha_MG
Marcadores:
Capelinha,
política,
Vereadores
Diamantian: O olhar eterno de Chichico Alkmim
Diamantina:O olhar eterno de Chichico Alkmim
Fonte: Blog Teleobjetiva - Til Pestana ( clique aqui)
Francisco Augusto Alkmim, apelidado de Chichico
(1886-1978), foi um importante fotógrafo mineiro que trabalhou na cidade de
Diamantina, aproximadamente, entre 1917 e 1955. Exatamente neste período, a
cidade reviveu um novo impulso econômico, com a mineração mecanizada de
diamantes recebendo diversas companhias estrangeiras. Estas companhias se
instalaram principalmente no rio Jequitinhonha, com bombas centrífugas para
extração de areia e água, máquina de lavagem, guincho, escavadora mecânica, etc.
para exploração de diamantes. Assim, se retomou a mística da preciosa pedra com
sonhos de enriquecimento como no início do século XVIII e que, progressivamente,
construiu o imaginário do antigo arraial do Tijuco. A disputa pelos diamantes e
os diversos interesses em jogo que representava foram definindo as intricadas
relações sociais e culturais. As pedras raras eram cobiçadas por todos eram
fonte de riqueza e poder. Para resgatá-las, os homens trabalharam,sofreram e
morreram.
Neste período, o universo urbano da cultura diamantina
adotou algumas atividades e modos de fazer típicos da cidade relacionados
diretamente à cultura do garimpo. Por exemplo, o trabalho de lapidação das
pedras preciosas e joalheria com coco e ouro, característico desta época, cuja
técnica foi sendo transferida familiarmente. Por outro lado, o ambiente cultural
era enriquecido com as inúmeras festas religiosas tradicionais, que, juntamente
com as manifestações musicais de Diamantina, constituíram um forte elo na vida
comunitária desde o século XVIII. A animação da cidade se dava, especialmente
com as procissões e festas religiosas consagradas como, a Festa do Divino e seu
tradicional Cortejo do Império contando os símbolos e dons do Espírito Santo com
a representação da corte real portuguesa e a banda tocando a marcha do Divino.
Também merece destaque, a famosa Festa do Rosário, com novena e repique de
sinos, o levantamento do mastro de N.S. do Rosário e o desfile do reinado. De
fato, as casas e igrejas representavam mais do que a rua, a urbanidade cultural.
A música era a manifestação artística de destaque de toda sociedade e foi
ganhando às ruas com as famosas serestas e diversos grupos de seresteiros
animando a vida boêmia. Todo este ambiente denso de história e cultura da saga
mineradora de diamantes fez parte da vida de Chichico Alkmim e foi matéria-prima
de sua produção fotográfica. O seu precioso acervo fotográfico compõe um
importante período da história de Diamantina. Chichico Alkmim sabia que sua
fotografia era um recorte particular da realidade, representando apenas o
congelamento de um momento, especialmente aquelas produzidas em estúdio O seu
trabalho em estúdio e nas ruas da cidade nos revela grande diversidade
temática.
Se Chichico Alkmim não fez concessões quanto ao seu olhar
documental, também não abriu mão de seu senso estético. Suas fotografias parecem
querer demonstrar todo o tempo que a imagem se constrói sobre as formas como o
fotógrafo a constitui: enquadramento, controle da luz, organização das formas e
volumes, todo um cuidadoso trabalho para que a fotografia expresse as intenções
e sentimentos do fotógrafo. Na sua fotografia, a cuidadosa elaboração, demonstra
um olhar que expressa um legado de testemunho, permitindo-nos hoje enxergar suas
fotografias de uma forma muito mais próxima à complexidade que certamente as
compôs.
Fonte: Blog Teleobjetiva - Til Pestana ( clique aqui)
Francisco Augusto Alkmim, apelidado de Chichico
(1886-1978), foi um importante fotógrafo mineiro que trabalhou na cidade de
Diamantina, aproximadamente, entre 1917 e 1955. Exatamente neste período, a
cidade reviveu um novo impulso econômico, com a mineração mecanizada de
diamantes recebendo diversas companhias estrangeiras. Estas companhias se
instalaram principalmente no rio Jequitinhonha, com bombas centrífugas para
extração de areia e água, máquina de lavagem, guincho, escavadora mecânica, etc.
para exploração de diamantes. Assim, se retomou a mística da preciosa pedra com
sonhos de enriquecimento como no início do século XVIII e que, progressivamente,
construiu o imaginário do antigo arraial do Tijuco. A disputa pelos diamantes e
os diversos interesses em jogo que representava foram definindo as intricadas
relações sociais e culturais. As pedras raras eram cobiçadas por todos eram
fonte de riqueza e poder. Para resgatá-las, os homens trabalharam,sofreram e
morreram.
No início do século XX a cidade de Diamantina e
sua arquitetura colonial, que a mineração de diamantes deixou de herança, foi
incorporando novos tempos artísticos com a construção de alguns prédios
ecléticos como, a Estação Ferroviária de Diamantina (1914); Catedral
Metropolitana de Diamantina (1932-1938); antiga Cadeia (1936). Estas novas
soluções construtivas buscavam reviver o passado e ao mesmo tempo, em alguns
casos, renovaram o espaço urbano. Também foram realizados diversos melhoramentos
de serviço urbano como, o ensaio de iluminação à gás acetileno (1903), vários
reparos e execução de calçamento em pedra das ruas, construção de passeios e
ajardinamento de praças. Em 1910, a cidade começou a receber luz elétrica e, em
1914, foi inaugurado o ramal de Diamantina da Estrada de Ferro Central do
Brasil, desativado, em 1973. A rede telefônica foi inaugurada, em 1917, e se
prosseguiram as melhorias dos serviços urbanos. Todo o conjunto
urbano-arquitetônico preservado da cidade proporcionou seu reconhecimento, em
1938, como monumento histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional. O casario foi enriquecido, a partir de 1950, com a
arquitetura moderna de Oscar Niemeyer e com a iniciativa do diamantinense
Juscelino Kubitschek, Governador de Minas (1950-1955) e Presidente da República
(1956-1960). Foram construídos os prédios Diamantina Tênis Clube (1950), Hotel
Tijuco (1951) e a Escola Estadual Júlia Kubitschek (1952). Estas edificações,
exemplares modernistas de valor excepcional, se integram harmoniosamente à
paisagem da cidade.
O fotógrafo retratou crianças, adultos,
“anjinhos”, garimpeiros, policiais militares, padres, freiras e membros de
famílias tradicionais de Diamantina. Talvez, esta diversidade temática em sua
obra nos revele sua consciência ou intenção de registrar para a posteridade como
era a vida em sua época, entendendo com lucidez que a sua versão da história era
de modo fragmentado representando pequenas parcelas das complexas relações
coletivas. Suas fotografias apresentam objetos de bandas de música, construções
arquitetônicas e paisagísticas, instrumentos e ferramentas de trabalho,
vestimentas que expressam os sentidos culturais, estéticos, técnicos e
históricos. Registrou também a arquitetura urbana e a vida social da época, ruas
e edificações, procissões e festas religiosas, solenidades cívicas e formas de
lazer típicas da cidade, reunindo um variado acervo iconográfico sobre a
sociedade e a evolução urbana em Diamantina. O resultado deste extenso trabalho
fotográfico nos revela os seus anseios de ter cristalizado impressões e olhares
daquilo que se tinha como passageiro. Aí está o “olhar eterno” de Chichico
Alkmim.
Publicado no Blog Passadiço Virtual, de Diamantina.
Marcadores:
Diamaniina,
fotografia,
memória
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Capelinhense ausente já começou
Capelinhense ausente já começou
Postado no Portal Aranãs, de Capelinha
Pelo menos para os internautas, nas redes sociais já começou o "ti ti ti" de quem seriam os prováveis nomes para a festa deste ano. Ao contrário de 2011, em que os organizadores montaram a programação da festa sem pesquisar a aceitação dos artistas pelo público, este ano tudo indica que haverá uma pesquisa de popularidade entre os capelinhenses.
Nomes já circulam na internet, como Gustavo Lima e Michel Teló, cantores que estão no auge no momento. Mas, a realidade é que estes cantores não têm agenda até o final do ano. E conseguir um espaço na agenda deles requer desistências e dinheiro pra quem dá mais.
O lado positivo é que cantores que estavam no auge no ano passado, estão acessíveis agora, como Fernando e Sorocaba e Luan Santana. E já falando no assunto, esta foi a reclamação de 2011: muitos shows sertanejos, dos cantores de renome Claudia Leite (axé) foi a exceção.
Os internautas esperam que todos os gêneros musicais sejam levados em consideração e que, no minimo, abra espaço também para o pagode e pop rock, além do tradicional sertanejo.
No ano passado, a organização foi da IBIZA Eventos, que é forte candidata a organizar este ano. A Prefeitura de Caelinha deve abrir licitação. Outras empresas querem organizar a festa deste ano. A Minas Eventos e a DA produções Artísticas tmabém são candidatas.
Deixe- nos comentários as sugestões de artistas que você quer ver no Capelinhense deste ano!
Alguns comentários postados no Portal Aranãs, de Capelinha:
DILTON CARLOS disse:
20/01/2012 às 14:58
Sou de santa maria do suaçuí e gostaria de ver o show do pixote. Vcs não tem ideia de como é bom um show de pagode.
Fica aí nessa sertanejada danada! ninguém merece. Gostos paralelos ficam à deriva!!!!
Eloisio disse:
19/01/2012 às 21:46
Acho que além dos grandes nomes da “farofa” musical nacional, a administração do município deveria abrir espaço para os movimentos culturais do Vale do Jequi. São capazes de pagar 250 mil reais ou até mais para um artista de fora, que vem e leva o suado dinheiro do cidadão capelinhense e vai embora na mesma noite sem deixar um centavo na cidade. E dificilmente paga um cachê de 5 mil pra um artista local. Um absurdo.
Até quando as prefeituras de todo o Vale vão financiar a colonização cultural de seus cidadãos?? Afinal, axé, pagode e até mesmo o tal sertanejo universitário não tiveram sua origen no Vale.
Em ano eleitoral a coisa piora, gastando mais para trazer para a festa os artistas que estão mais em evidência e portanto, mais caros.
Vamos deixar de oba oba e vamos pensar gente! Diverssão sim, mas sem deixar de dar o devido valor da cultura local.
Sem radicalismo, eu sou a favor de nomes locais para um dia do evento, para que o povo do Vale possa ver o talento que há aqui e possa sentir orgulho disto.
José Balotelli disse:
19/01/2012 às 16:52Poderia mudar o nome da Festa pra CAPELINHENSE SERTANEJO!
Capelinha curte PAGODE , POP , ROCK, FUNK, SAMBA , HIP-HOP TBM.Postado no Portal Aranãs, de Capelinha
Marcadores:
Capelinha,
Capelinhense Ausente,
Festa
Diamantina: Homem é preso após ser flagrado com 73 pedras de crack e mais de mil reais
Diamantina: Homem é preso após ser flagrado com 73 pedras de crack e mais de mil reais
Fonte: Jornal O Temnpo de 23/01/2012 – clique aqui.
Um homem foi preso em Diamantina, na região do
Jequitinhonha, em Minas Gerais, acusado de envolvimento com o tráfico de drogas.
Segundo militares do 3º Batalhão, na casa do suspeito foram apreendidos R$ 1,2
mil, 73 pedras de crack, buchas de maconha e material de dolagem. O dinheiro
apreendido seria proveniente da venda de drogas. De
acordo com a polícia, o homem e o material apreendido foram levados para uma
delegacia da cidade.
O fato, divulgado nesta segunda-feira (23), ocorreu na sexta (20).
O fato, divulgado nesta segunda-feira (23), ocorreu na sexta (20).
Marcadores:
crack,
Diamantina,
drogas
Naji Nahas, preso pela Polícia Federal, é o maior interessado em deslojar famílias de Pinheirinho
Naji Nahas, preso pela Polícia Federal, é o maior interessado em deslojar famílias de Pinheirinho
Da Carta Capital - 23.01.12
A expulsão à força dos moradores de uma área ocupada em São José dos Campos (SP) trouxe à tona um personagem conhecido das páginas sobre escândalos financeiros e policiais: o ex-megaespeculador Naji Nahas.
No caso do assentamento Pinheirinho, Nahas surge indiretamente como pivô de confusões, marca de sua biografia nos últimos 23 anos, graças a pendengas na Justiça.
O terreno ocupado por quase 6 mim famílias pertence oficialmente à Selecta, holding que englobava 27 empresas pertencente a Naji Nahas desde 1981. A Selecta, e o império de Nahas, começaram a ruir a partir do fim dos anos 1980.
Os representantes dos moradores do assentamento argumentam que a Selecta se apropriou indevidamente das terras, que antes pertenciam a um casal de alemães assassinado em 1969.
O caso Pinheirinho é só mais um na longa lista de problemas de Naji Nahas. Libanês de família oriunda do Egito, Nahas casou com uma brasileira nos anos 1960 e aportou no País trazendo ao menos 50 milhões de dólares para investir. Começou com a criação de cavalos e coelhos. Terminaria a década seguinte como um dos grandes nomes do investimento da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e figura fácil das colunas sociais. Na década de 1980, era a autêntica visão do capitalista vencedor: charuto na boca, roupas caras, amigos influentes, Rolls-Royces e muita, mas muita coluna social.
A figura pública de Naji Nahas começou a se deteriorar em 1989, com a quebradeira da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro que o teve como artífice. Nahas foi acusado de tomar dinheiro emprestado para negociar ações para si próprio por meio de laranjas.
Com as falsas negociações, conseguiu inflacionar o valor das ações até vendê-las a um preço lucrativo. A margem de lucro pagava os bancos a quem emprestou dinheiro e ainda embolsava a diferença. Quando os bancos perceberam a artimanha, Nahas ficou sem o crédito e virou devedor de primeira grandeza na praça.
Quem embarcou na bolha junto com ele também ficou inadimplente. Seis empresas quebraram na sequência. A Bolsa carioca quase quebrou e nunca mais se recuperou até ser incorporada nos anos 2000 pela BMF e pela Ibovespa. Nahas fugiu da polícia por mais de três meses, até ser preso sob regime domiciliar.
A própria Justiça tomou decisões distintas nas sentenças. O primeiro veredito, posteriormente anulado, condenava Naji Nahas a quatro anos de prisão. O segundo, em 1997, a 24 anos e oito meses de prisão, além de multa de 730 mil reais. Em 2004, ele foi inocentado.
A partir do episódio, o nome Naji Nahas virou sinônimo de especulador topa-tudo e de ricaço falido que mantinha a pose nababesca. Mas seu nome só voltaria às manchetes anos depois, durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.
Comanda pelo então delegado Protógenes Queiroz e autorizado pelo juiz Fausto De Sanctis, a Satiagraha visava quebrar um esquema de gestão fraudulenta de empresa, evasão de divisas públicas e sonegação fiscal envolvendo o publicitário Marcos Valério e o esquema de corrupção denominado Mensalão.
Conseguiu prender, além de Naji Nahas, o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, e o banqueiro Daniel Dantas, dono do banco Opportunitty.
Segundo a Polícia Federal, o esquema operava em dois núcleos distintos. O primeiro usava os recursos públicos desviados pelo esquema do Mensalão ao utilizar empresas de fachada, tudo, segundo a PF, sob a égide de Daniel Dantas. O segundo núcleo tinha a participação de Nahas, que fazia a lavagem de dinheiro em paraísos fiscais.
Nahas não se pronuncia sobre o caso.
Da Carta Capital - 23.01.12
A expulsão à força dos moradores de uma área ocupada em São José dos Campos (SP) trouxe à tona um personagem conhecido das páginas sobre escândalos financeiros e policiais: o ex-megaespeculador Naji Nahas.
No caso do assentamento Pinheirinho, Nahas surge indiretamente como pivô de confusões, marca de sua biografia nos últimos 23 anos, graças a pendengas na Justiça.
O terreno ocupado por quase 6 mim famílias pertence oficialmente à Selecta, holding que englobava 27 empresas pertencente a Naji Nahas desde 1981. A Selecta, e o império de Nahas, começaram a ruir a partir do fim dos anos 1980.
Os representantes dos moradores do assentamento argumentam que a Selecta se apropriou indevidamente das terras, que antes pertenciam a um casal de alemães assassinado em 1969.
O caso Pinheirinho é só mais um na longa lista de problemas de Naji Nahas. Libanês de família oriunda do Egito, Nahas casou com uma brasileira nos anos 1960 e aportou no País trazendo ao menos 50 milhões de dólares para investir. Começou com a criação de cavalos e coelhos. Terminaria a década seguinte como um dos grandes nomes do investimento da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e figura fácil das colunas sociais. Na década de 1980, era a autêntica visão do capitalista vencedor: charuto na boca, roupas caras, amigos influentes, Rolls-Royces e muita, mas muita coluna social.
A figura pública de Naji Nahas começou a se deteriorar em 1989, com a quebradeira da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro que o teve como artífice. Nahas foi acusado de tomar dinheiro emprestado para negociar ações para si próprio por meio de laranjas.
Com as falsas negociações, conseguiu inflacionar o valor das ações até vendê-las a um preço lucrativo. A margem de lucro pagava os bancos a quem emprestou dinheiro e ainda embolsava a diferença. Quando os bancos perceberam a artimanha, Nahas ficou sem o crédito e virou devedor de primeira grandeza na praça.
Quem embarcou na bolha junto com ele também ficou inadimplente. Seis empresas quebraram na sequência. A Bolsa carioca quase quebrou e nunca mais se recuperou até ser incorporada nos anos 2000 pela BMF e pela Ibovespa. Nahas fugiu da polícia por mais de três meses, até ser preso sob regime domiciliar.
A própria Justiça tomou decisões distintas nas sentenças. O primeiro veredito, posteriormente anulado, condenava Naji Nahas a quatro anos de prisão. O segundo, em 1997, a 24 anos e oito meses de prisão, além de multa de 730 mil reais. Em 2004, ele foi inocentado.
A partir do episódio, o nome Naji Nahas virou sinônimo de especulador topa-tudo e de ricaço falido que mantinha a pose nababesca. Mas seu nome só voltaria às manchetes anos depois, durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.
Comanda pelo então delegado Protógenes Queiroz e autorizado pelo juiz Fausto De Sanctis, a Satiagraha visava quebrar um esquema de gestão fraudulenta de empresa, evasão de divisas públicas e sonegação fiscal envolvendo o publicitário Marcos Valério e o esquema de corrupção denominado Mensalão.
Conseguiu prender, além de Naji Nahas, o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, e o banqueiro Daniel Dantas, dono do banco Opportunitty.
Segundo a Polícia Federal, o esquema operava em dois núcleos distintos. O primeiro usava os recursos públicos desviados pelo esquema do Mensalão ao utilizar empresas de fachada, tudo, segundo a PF, sob a égide de Daniel Dantas. O segundo núcleo tinha a participação de Nahas, que fazia a lavagem de dinheiro em paraísos fiscais.
Nahas não se pronuncia sobre o caso.
Aécio no páreo
Aécio no páreo
Fui coordenador em
campanha presidencial, de campanha para governador, deputado, prefeito e
vereador.
Posso afirmar que nenhum estrategista de campanha diria que Aécio é uma decepção porque não apareceu muito no ano passado. Vou até mais longe: quem diz isto joga água no moinho de Serra.
Com o que um estrategista de Aécio teria preocupação, neste momento? Com o aprofundamento ou crescimento vertical da campanha. O que significa isto? Que ele precisa criar raízes em seu próprio partido (para garantir a legenda sem desgaste) e em alguns territórios onde não tem lastro (como o nordeste). E, obviamente, se preocupar com a vitória em cidades-polo de sua terra natal, Minas Gerais.
Não se trata, portanto, de um momento para criar fatos políticos, dois anos antes do pleito e em ano de eleições municipais. Seria um desgaste desnecessário e que dificilmente reforçaria seu nome na memória dos eleitores.
Neste sentido, a entrevista de FHC para o The Economist foi providencial. Destruiu o nome de Serra (jogou toda a culpa da derrota no seu colo e, ainda, o chamou de arrogante) e sinalizou para todo partido que a bola da vez é Aécio Neves. Um presente e tanto às vésperas do carnaval, uma das festas brasileiras mais queridas pelo senador mineiro.
Posso afirmar que nenhum estrategista de campanha diria que Aécio é uma decepção porque não apareceu muito no ano passado. Vou até mais longe: quem diz isto joga água no moinho de Serra.
Com o que um estrategista de Aécio teria preocupação, neste momento? Com o aprofundamento ou crescimento vertical da campanha. O que significa isto? Que ele precisa criar raízes em seu próprio partido (para garantir a legenda sem desgaste) e em alguns territórios onde não tem lastro (como o nordeste). E, obviamente, se preocupar com a vitória em cidades-polo de sua terra natal, Minas Gerais.
Não se trata, portanto, de um momento para criar fatos políticos, dois anos antes do pleito e em ano de eleições municipais. Seria um desgaste desnecessário e que dificilmente reforçaria seu nome na memória dos eleitores.
Neste sentido, a entrevista de FHC para o The Economist foi providencial. Destruiu o nome de Serra (jogou toda a culpa da derrota no seu colo e, ainda, o chamou de arrogante) e sinalizou para todo partido que a bola da vez é Aécio Neves. Um presente e tanto às vésperas do carnaval, uma das festas brasileiras mais queridas pelo senador mineiro.
Publicado pelo cientista político Rudá Ricci no seu Blog
Marcadores:
Aécio,
política,
presidencia
7 Maravilhas da Estrada Real: Diamantina disput com Mercado Velho e Caminho dos Escravos
7 MARAVILHAS DA ESTRADA REAL: Diamantina disputa com Mercado Velho e Caminho dos Escravos
No dia 31 de janeiro
de 2012 serão conhecidas as Sete Maravilhas da Estrada
Real. Escolhidas por voto popular, através do site do Instituto Estrada Real (IER), de um
grupo de 21 lugares, as belas atrações serão premiadas em uma festa. Foram
computados até agora mais de 35 mil votos. Um dos objetivos da iniciativa,
explicou o diretor-geral do IER, Baques Sanna, é divulgar as belezas menos
conhecidas do destino turístico. "Além de promover a Estrada Real, o objetivo
desta campanha é exaltar suas belezas e divulgar seu percurso, que inclui
cidades como Petrópolis, Aparecida do Norte, Paraty, entre outras, e não somente
a já consagradas, como Ouro Preto, Mariana, Diamantina e
Tiradentes".
| Caminhos dos
Escravos, em Diamantina-MG é um dos lugares que concorrem às Sete Maravilhas da Estrada Real |
Os critérios adotados para a eleição foram relevância
histórica e natural, beleza cênica, inserção em um dos quatro caminhos e ser
georreferenciado pelo SITGEO (ferramenta completa de informações turísticas
sobre a Estrada Real. Trata-se de uma viagem digital pelo Google Maps e Google
Earth com atrativos, novidades e dicas - www.estradareal.org.br).
Foi criado um hot site com descrição e imagens dos 21 lugares pré-selecionados. A cerimônia de premiação será realizada na antiga sede da Fiemg e terá a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Olavo Machado Jr., do secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho, e do diretor-geral do IER, Baques Sanna.
Ainda dá tempo de votar, basta informar nome e e-mail.
Clique aqui e
participe.Foi criado um hot site com descrição e imagens dos 21 lugares pré-selecionados. A cerimônia de premiação será realizada na antiga sede da Fiemg e terá a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Olavo Machado Jr., do secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho, e do diretor-geral do IER, Baques Sanna.
Ainda dá tempo de votar, basta informar nome e e-mail.
Abaixo, a lista das maravilhas que concorrem.
* Igreja São Francisco -- Ouro Preto
* Igreja Santo Antônio – Tiradentes
* Igreja do Pilar - Ouro Preto
* Teatro de Sabará – Sabará
* Basílica Bom Senhor do Matosinhos e os Passos da Paixão de Cristo - Congonhas
* Praça Minas Gerais -- Mariana
* Santuário do Caraça -- Catas Altas
* Prédio do Museu Imperial -- Petrópolis
* Caminho dos Escravos -- Diamantina
* Sítio Histórico Ecológico do Caminho do Ouro -- Paraty
* Fazenda da Pedra -- Santana dos Montes
* Parque Nacional da Serra do Cipó -- Serra do Cipó
* Parque Estadual do Ibitipoca -- Lima Duarte
* Maria Fumaça de Tiradentes
* Cachoeira do Tabuleiro -- Distrito de Tabuleiro
* Bicame de Pedra -- Catas Altas
* Santuário da Aparecida do Norte -- Aparecida
* Parque das Águas de Caxambu -- Caxambu
* Gruta da Lapinha -- Lagoa Santa
* Mercado Velho -- Diamantina
* Pedra Pintada -- Barão de Cocais
Fonte: Blog do Jequi
Marcadores:
Diamantina,
Estrada Real,
turismo
Datas: Bombeiros encontram duas vítimas por afogamento
Datas: Bombeiros encontram duas vítimas por afogamento
Bombeiros do Sétimo Batalhão, através do 3º Pelotão BM em Diamantina/MG, foram acionados na tarde do dia 21 de Janeiro, para o resgate de vítima de afogamento na localidade conhecida como Cubas, zona rural de Datas, aproximadamente 33 km da cidade de Diamantina, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas.
Os trabalhos de busca da equipe de Bombeiros iniciaram no dia 21 de Janeiro e encerraram no dia seguinte por volta das 10:00 horas, quando as duas vítimas foram encontradas.
Segundo relato de testemunhas, a vítima, Rosângela de Fátima Silveira, de 44 anos, nadava em um rio local quando veio a submergir e não foi mais vista. Após seu corpo ter sido encontrado às margens do rio, uma segunda testemunha afirmou que no local também tinha se afogado Ademir da Silveira, de 77 anos, que adentrou no rio a fim de salvar a senhora Rosângela.
Uma equipe de bombeiros efetuou as buscas submersas, utilizando-se de técnicas de mergulho livre e uso de equipamentos de mergulho autônomo, realizando uma varredura pelas margens do rio. O corpo de Rosângela Silveira foi encontrado às margens do rio. O corpo de Ademir da Silveira encontrado cerca de 3 metros de profundidade. Logo após, os corpos foram entregues aos cuidados da perícia civil local.
Fonte: Jornal Montes Claros , via Blog do Jequi
Fonte: Jornal Montes Claros , via Blog do Jequi
Marcadores:
acidente,
afogamento,
Datas
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O primeiro ato (ou foco?) do novo ministro da Educação
O primeiro ato (ou foco?) do novo ministro da Educação
Mercadante anuncia programa para alfabetizar crianças na idade certa
Amanda Cieglinski - Repórter da Agência Brasil
Mercadante também abordou, em seu discurso de posse, a questão da valorização do professor. Ele defendeu que as políticas precisam estar centradas nesse objetivo. “Não iremos a lugar nenhum sem bom professores, sem um magistério bem estruturado e motivado, desde a educação infantil até o ensino superior”, disse.
“Nós sempre vamos trabalhar em um regime de responsabilidade compartilhada. As adesões são sempre voluntários, mas nós temos visto que os bons programas você tem a adesão dos prefeitos e governadores. Você trabalha isso de forma suprapartidária, educação permite isso”, disse. Mercadante também citou o programa que já estava sendo preparado pelo MEC para melhorar a qualidade do ensino nas escolas do campo que deverá ser lançado em breve.
Sobre as possíveis mudanças que serão feitas na equipe do ministério, o ministro disse que irá se reunir com o atual secretariado para avaliar quais alterações serão feitas.
Mercadante anuncia programa para alfabetizar crianças na idade certa
Amanda Cieglinski - Repórter da Agência Brasil
Brasília – O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou durante cerimônia de transmissão de cargo, que vai criar um programa para garantir a alfabetização de crianças na idade apropriada. De acordo com ele, o programa incluirá materiais didático adequado, avaliação permanente e mais recursos direcionados para o que chamou de “fase crítica do aprendizado”.
“Temos que ter consciência que se uma criança não aprende a ler e a escrever até no máximo 8 anos de idade, todo processo de aprendizado futuro fica comprometido e o custo depois de você recuperar pedagogicamente esse aluno é muito, além do risco de perdermos essa criança e ela simplesmente abandonar a escola”, disse.
Mercadante também abordou, em seu discurso de posse, a questão da valorização do professor. Ele defendeu que as políticas precisam estar centradas nesse objetivo. “Não iremos a lugar nenhum sem bom professores, sem um magistério bem estruturado e motivado, desde a educação infantil até o ensino superior”, disse.
O ministro anunciou que o MEC quer criar políticas de incentivo para alocar os melhores professores nas escolas com baixo desempenho nas avaliações ou ainda aquelas localizadas na periferia dos grandes centros urbanos. Um dos mecanismos para recrutar esses professores, citado por Mercadante, é a Prova Nacional de Ingresso na Carreira Docente.
O projeto, que já está sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), será uma espécie de concurso nacional para professores. Os profissionais interessados participarão da prova e as redes de ensino municipais e estaduais poderão contratar esses docentes sem a necessidade de que cada uma realize seu próprio concurso. Segundo ele, a proposta será discutida com as centrais sindicais.
Sobre as possíveis mudanças que serão feitas na equipe do ministério, o ministro disse que irá se reunir com o atual secretariado para avaliar quais alterações serão feitas.
Marcadores:
educação,
gestão pública,
MEC
Na Igreja Católica de Capelinha: sai Cônego Ricardo, entra Padre Darci
Na Igreja Católica de Capelinha: sai Cônego Ricardo, entra Padre Darci
Na noite de domingo 22/01/2012, aconteceu na Igreja Matriz de Capelinha, a última celebração do Cônego Ricardo Luiz dos Santos, como pároco da paróquia Nossa Senhora da Graça.
Após 5 anos, o Cônego Ricardo deixa Capelinha para ir servir em Três Marias, no centro-oeste de Minas.
Na noite de domingo 22/01/2012, aconteceu na Igreja Matriz de Capelinha, a última celebração do Cônego Ricardo Luiz dos Santos, como pároco da paróquia Nossa Senhora da Graça.
Após 5 anos, o Cônego Ricardo deixa Capelinha para ir servir em Três Marias, no centro-oeste de Minas.
Cônego Ricardo se despede com um bom trabalho na questão do alcoolismo e a reforma da Igreja matriz de Capelinha.
Ele sempre foi muito ligado aos jovens. Em entrevista ao jornal Acontece, Cônego Ricardo disse: "O jovem não quer um Deus que vigia, mas um Deus amigo, que não concorda com seus erros, ma te ama e te perdoa. A partir daí ele volta para o Senhor, ele volta para Deus. O importante é buscar Deus independente da religião. Enquanto o jovem estiver perto de Deus , ele estará longe das drogas , do crime, da vida errada", finalizou
Na próxima quinta feira dia 27/01/12 ás 19:30, acontecerá na Igreja Matriz a missa de posse do Padre Darci Rodrigues, que vem para substituir o Cônego Ricardo Luiz dos Santos.
Fonte: Capelinha.net e jornal Acontece
Marcadores:
Capelinha,
igreja católica,
religião
FHC declara preferência por Aécio na disputa com Serra
Já era bem claro, para quem sabe, pelo tal “Brado Retumbante” da Rede Globo, que foi “casualmente” lançado.
Já era bem claro, para quem sabe, pelo tal “Brado Retumbante” da Rede Globo, que foi “casualmente” lançado.
Mas FHC, o decano do tucanato, tratou de explicitar, na entrevista à revista inglesa The Economist, que a Folha de S. Paulo reproduz.
A tática para 2014 está montada: Aécio para a presidência, que livrará o PSDB do quarto massacre, pois, pela idade e candidatura inédita amenizara a vergonha da quarta derrota sequida; Alckmin para o Governo de São Paulo, para tentar fazer com que o provável naufrágio nas eleições paulistanas deste ano atinja o convés superior.
José Serra é impiedosamente moído pela fraternidade de tamanduá do ex-presidente. Que, aliás, “prevê” o obvio: “uma briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio”.
Briga na qual, agora, ele assume publicamente o lado de Aécio.
Serra, a esta altura, é pura bile.
Ele atribui a Aécio o inferno astral que enfrenta com as denúncias da “privataria”.
E não admite a ideia de se tornar o “boi de piranha” para que FHC atravesse o rio com Aécio de grumete.
Enquanto ele, inservível como candidato futuro, é destroçado como o grande beneficiário dos negócios da privatização.
Serra não enfrentará isso de forma aberta, polemizando.
Não é da sua natureza o combate, mas a intriga e a perfídia.
Fernando Henrique julga-se Luís XV, conhecido como “o Bem-Amado”, que arruinou a França.
Serra de outra natureza, é o homem (de)formado na penumbra, nas negaças, no jogo palaciano.
Sente que há uma pinça se fechando sobre ele, para removê-lo de cena.
Não lutará como o leão que não é. Mas como a víbora que sempre foi.
Do Blog de Alberto Bouchardet
Marcadores:
política,
Presidência,
psdb
Assinar:
Postagens (Atom)









