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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Greve dos trabalhadores da Petrobrás cresce e atinge todas as unidades do país

Greve dos petroleiros alcança 21 mil trabalhadores e 121 unidades.

Usina termelétrica, em São Paulo, e campo terrestre no Amazonas foram as últimas unidades a aderir à paralisação, que atinge 121 unidades, entre plataformas (58), campos terrestres (8), refinarias (14).
Rede Brasil Atual - Cerca de 21 mil trabalhadores da Petrobras estão em greve em todo o país contra as demissões em massa na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) e o descumprimento de cláusulas do acordo coletivo de trabalho (ACT). A paralisação atinge 121 unidades, entre plataformas (58), campos terrestres (8), refinarias (14), segundo novo balanço da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
Nesta segunda-feira (17), trabalhadores da Usina Termelétrica Nova Piratininga, na zona sul de São Paulo, aderiram à greve. No final da noite de domingo (16), foi a vez dos petroleiros da Província Petrolífera de Urucu, no Amazonas, o maior campo de produção terrestre da Petrobras, entregaram a operação da unidade. “Não estamos à venda”, gritavam ao desembarcar no terminal aquaviário de Coari.
Também no domingo (16) os petroleiros de Belo Horizonte chamaram a atenção para a greve com uma bicicletada na Lagoa da Pampulha, chamada “pedal da resistência”. Além das cláusulas trabalhistas, os petroleiros protestam contra o desmonte promovido na estatal, com a venda de ativos importantes como a privatização de oito refinarias – quatro em estágio avançado.
Os petroleiros também contestam a política da Petrobras, instituída durante o governo Temer e mantida durante o governo Bolsonaro, que atrela o preço dos combustíveis à variação do mercado internacional. Por isso, os petroleiros vem realizando venda de botijões de gás a preços populares, não apenas para angariar o apoio da população, como para mostrar que a política de preços poderia ser diferente daquela adotada atualmente.
‘Greve perigosa’
Para o professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Bercovici, trata-se de uma greve perigosa  “porque ela demonstra que os trabalhadores podem lutar de forma organizada em defesa não só dos seus interesses, mas em defesa do Brasil”. E também serve para conscientizar a população contra a política de desmonte.
Em artigo no portal Disparada, o jurista também afirma que a greve serve para desmontar a campanha de desinformação, fake news e mentiras propagadas para defender a política de privatização e entrega do patrimônio nacional pelo atual governo e seus apoiadores na mídia comercial, nos tribunais e no sistema político.
Fonte: Brasil Atual

terça-feira, 5 de junho de 2018

Preço da gasolina e soberania nacional. Por que os preços sobem?


Interesse dos golpistas é privatizar a Petrobrás

Greve de caminhoneiros contra o preço do diesel é assunto em todo o Brasil / Rafaella Dotta/Brasil de Fato MG

Nesta semana, o Brasil acompanha uma mobilização de caminhoneiros contra o preço do diesel. A principal reivindicação que aparece é contra os impostos que incidem no combustível. A mídia comercial dá grande destaque à mobilização, anunciando paralisação de serviços e tentando criar um clima de caos no país.
Um debate de fundo sobre essa paralisação não pode envolver apenas o tema dos impostos. Aliás, vira e mexe volta para a pauta o tema sobre o grande absurdo que é a carga tributária brasileira, como se esse fosse o maior vilão.
É certo que o país precisa de uma reforma tributária, mas não da forma como geralmente é apresentada: o que é preciso é que os ricos paguem mais e os pobres paguem menos. Simples assim.
Outro aspecto importante que a paralisação de caminhoneiros traz é o aumento dos preços de todos os derivados de petróleo. Não é uma coincidência que a partir de 2016 – depois do golpe do impeachment – a direção da empresa tenha instituído uma nova política de preços, pautada pela variação da cotação do petróleo no mercado internacional. Associado à venda de poços, refinarias e outras medidas entreguistas, a nova gestão da estatal não esconde que deixou de se preocupar com o público e com o desenvolvimento para apenas agradar ao mercado e ao capital.
Encarte especial
Nesta edição, encartamos um especial que relaciona o aumento abusivo dos preços do gás de cozinha, gasolina e diesel com o interesse em privatizar a Petrobras. Não nos enganemos: foi com interesse nessa imensa reserva de recursos que se deu um golpe no Brasil. E esse golpe é responsável por fazer com que quase 20% das residências de Minas Gerais tenha trocado o gás pela lenha para cozinhar.
Estamos assistindo à volta da miséria, do desemprego, do aumento absurdo do custo de vida – energia, transporte, saúde, educação – da ausência de políticas públicas. Chegaram ao ponto de prender – sem provas convincentes ante qualquer tribunal sério do mundo – a maior liderança popular da história do país, o ex-presidente que inclusive celebrou a descoberta do pré-sal e criou com essas reservas o fundo para saúde e educação. Que não existe mais.
A privatização da Petrobrás é um sonho dos golpistas brasileiros que atendem servilmente aos interesses imperialistas. Não devemos poupar esforços para denunciar essas manobras e lutar pela soberania nacional.
O preço da gasolina é a ponta de um projeto que precisamos debater para o país.
Fonte: Brasil de Fato | Belo Horizonte (MG)

sábado, 2 de junho de 2018

Petroleiros denunciam: Petrobrás deu R$ 250 bilhões para o sistema financeiro, em dois anos.


A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou em nota, que o legado deixado por Pedro Parente à frente da presidência da Petrobrás foi o desmonte da estatal, a entrega do pré-sal às multinacionais, o encarecimento dos preços dos combustíveis e do gás de cozinha, políticas que resultaram na paralisação nacional dos caminhoneiros que levou o desabastecimento à todas as regiões do país.
"Desde que o nome de Pedro Parente foi cogitado para assumir a presidência da Petrobrás, a FUP se posicionou, alertando a sociedade brasileira para os riscos da empresa passar a ser administrada pelo mercado financeiro e não mais pelo Estado. Em carta aos acionistas e ao Conselho de Administração, os petroleiros deixaram claro que o passado de improbidades de Pedro Parente como gestor público não o qualificava para o cargo e denunciaram o Teste de Integridade ao qual foi submetido", diz o texto.
"Parente assumiu a Petrobrás desdenhando do Pré-Sal, principal ativo da companhia. Logo em seguida, passou a defender enfaticamente o projeto de lei do senador José Serra (PSDB) para abrir a operação do Pré-Sal para outras petrolíferas" e assumiu pessoalmente o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, reduziu drasticamente os investimentos da Petrobrás e iniciou a maior privatização da história da empresa".
"Em outubro de 2016, Parente anunciou ao mercado a nova política de reajustes dos derivados nas refinarias, estabelecendo a paridade de preços com o mercado internacional, sem qualquer mecanismo de proteção para o consumidor. A FUP denunciou que quem pagaria a conta seria o povo brasileiro e que o País estaria refém das crises internacionais de petróleo", ressalta a nota da FUP.
Esse é o legado desastroso da gestão Pedro Parente, que a FUP e seus sindicatos vêm denunciando desde 2016. Por isso, a greve dos petroleiros para baixar os preços do gás de cozinha e dos derivados teve como um dos eixos principais sua saída do comando da Petrobrás e mudanças estruturais na gestão da empresa. Essa luta só está começando. Que fique claro para os próximos gestores que o principal acionista da Petrobrás é o povo brasileiro e não o mercado", finaliza o texto.
Leia a íntegra da nota.
Desde que o nome de Pedro Parente foi cogitado para assumir a presidência da Petrobrás, a FUP se posicionou, alertando a sociedade brasileira para os riscos da empresa passar a ser administrada pelo mercado financeiro e não mais pelo Estado. Em carta aos acionistas e ao Conselho de Administração, os petroleiros deixaram claro que o passado de improbidades de Pedro Parente como gestor público não o qualificava para o cargo e denunciaram o Teste de Integridade ao qual foi submetido.
Dito e feito. Parente assumiu a Petrobrás desdenhando do Pré-Sal, principal ativo da companhia. Logo em seguida, passou a defender enfaticamente o projeto de lei do senador José Serra (PSDB) para abrir a operação do Pré-Sal para outras petrolíferas, acabando com a exclusividade da Petrobrás e sua participação mínima de 30% nos consórcios.
Arrotou para o mercado que não admitiria indicações políticas na empresa, mas já chegou rodeado de apadrinhados. Passou a gerir a Petrobrás com a ajuda de executivos da concorrência, que ganharam acesso livre às informações estratégicas da companhia, enquanto os trabalhadores eram submetidos a medidas policialescas.
O desmonte só estava começando. Pedro Parente assumiu pessoalmente o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, reduziu drasticamente os investimentos da Petrobrás e iniciou a maior privatização da história da empresa.
Em outubro de 2016, Parente anunciou ao mercado a nova política de reajustes dos derivados nas refinarias, estabelecendo a paridade de preços com o mercado internacional, sem qualquer mecanismo de proteção para o consumidor. A FUP denunciou que quem pagaria a conta seria o povo brasileiro e que o País estaria refém das crises internacionais de petróleo.
Não satisfeito, Pedro Parente assumiu o compromisso com "a não garantia integral do abastecimento do mercado brasileiro por entender que, em sua lógica de negócios, há a previsão do ingresso de mais agentes para o atendimento total da demanda", como revela o estudo do Ministério de Minas e Energia, Combustível Brasil.
A redução das cargas das refinarias, a reestruturação dos efetivos de trabalhadores e a entrada em massa no País das importadoras de combustíveis davam as pistas do que estava por vir: o projeto de privatização do parque de refino e da logística de distribuição de derivados.
As digitais de Pedro Parente estão também entranhadas no processo de desindustrialização, agravada pelo fim da política de conteúdo local, uma das mais perversas ações deste governo. Ele atuou diretamente para reduzir a pó a indústria naval brasileira, ao passar a encomendar no exterior as plataformas e equipamentos dos campos do Pré-Sal.
Enquanto o mercado aplaudia o esfacelamento da Petrobrás como medida necessária para reduzir a dívida da empresa, Parente em troca beneficiava o sistema financeiro, que recebeu cerca de R$ 250 bilhões nesses dois anos em que esteve à frente da empresa. Garantiu também mais de R$ 11 bilhões aos fundos abutres norte-americanos, que se refastelaram com o acordo que ele costurou pessoalmente.
Esse é o legado desastroso da gestão Pedro Parente, que a FUP e seus sindicatos vêm denunciando desde 2016. Por isso, a greve dos petroleiros para baixar os preços do gás de cozinha e dos derivados teve como um dos eixos principais sua saída do comando da Petrobrás e mudanças estruturais na gestão da empresa.
Essa luta só está começando. Que fique claro para os próximos gestores que o principal acionista da Petrobrás é o povo brasileiro e não o mercado.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Recuperar a Petrobrás para o Brasil

MDB e PSDB querem entregar Pegtrobrás para estrangeiros.
É preciso retomar o refino de petróleo no Brasil, pela própria Petrobrás, e baratear os preços do gás, gasolina e diesel.

O PT destacou, em nota, que "não basta trocar o presidente da Petrobras para enfrentar a crise dos combustíveis. É necessário mudar radicalmente sua política privatista e entreguista, que privilegia os interesses das petrolíferas estrangeiras, do capital financeiro e dos acionistas privados (em grande parte estrangeiros), em detrimento do maior acionista que é o povo brasileiro. É preciso resgatar a Petrobras para o Brasil; para o PT é preciso rever a política entreguista e voltada à privatização implantada pelo MDB e PSDB e levada à cabo por Parente.
"Em dois anos de governo golpista, perdemos a soberania da Petrobras sobre as reservas do pré-sal, que estão sendo vendidas a preços irrisórios. As sondas e plataformas voltaram a ser importadas (e com isenção de impostos!), destruindo o que restou da nossa indústria naval. Puseram à venda a Liquigás, que distribui gás de cozinha a preços justos, e a BR Distribuidora. Anunciaram a venda de nossas refinarias, resultado de mais de 50 anos de investimentos", denuncia o texto. 
Para o PT, " a saída para a para a profunda crise política, social e econômica do país passa necessariamente pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças politicas. Por isso, no próximo dia 8 vamos lançar oficialmente a pré-candidatura do companheiro Lula à Presidência da República e vamos lutar por sua liberdade e pelo direito do povo votar livremente num projeto de país melhor, mais justo e soberano".
Leia a íntegra da nota:
A demissão do presidente da Petrobras, Pedro Parente, escancarou a inviabilidade da política de reajustes e de importação de combustíveis que faz sofrer a população brasileira, especialmente os trabalhadores e os mais pobres. Os resultados dessa política entreguista e criminosa levaram à paralisação dos transportes rodoviários, que durou dez dias pela inépcia do governo golpista, gerando pânico, desabastecimento e graves prejuízos à economia.
A queda de Parente expõe também a profunda crise interna do governo golpista, que não tem mais autoridade nem condições políticas de continuar implantando a pauta antinacional e antipovo do golpe do impeachment de 2016. É um governo ilegítimo e incapaz de lidar com suas próprias contradições.
O Partido dos Trabalhadores afirma que não basta trocar o presidente da Petrobras para enfrentar a crise dos combustíveis. É necessário mudar radicalmente sua política privatista e entreguista, que privilegia os interesses das petrolíferas estrangeiras, do capital financeiro e dos acionistas privados (em grande parte estrangeiros), em detrimento do maior acionista que é o povo brasileiro. É preciso resgatar a Petrobras para o Brasil.
Pedro Parente, ministro do apagão no governo FHC, foi o mais notório representante dos interesses do capital internacional no governo golpista. Foi colocado à frente da Petrobras para executar o plano de privatização da empresa do povo, que não foi politicamente possível no governo tucano, e a entrega do pré-sal aos estrangeiros. Contra a soberania nacional, atuou em sinistra parceria com José Serra e seu preposto no Itamaraty, Aloysio Nunes Ferreira.
Em dois anos de governo golpista, perdemos a soberania da Petrobras sobre as reservas do pré-sal, que estão sendo vendidas a preços irrisórios. As sondas e plataformas voltaram a ser importadas (e com isenção de impostos!), destruindo o que restou da nossa indústria naval. Puseram à venda a Liquigás, que distribui gás de cozinha a preços justos, e a BR Distribuidora. Anunciaram a venda de nossas refinarias, resultado de mais de 50 anos de investimentos.
Sob a a direção de Parente, as refinarias brasileiras reduziram a produção em 30%, abrindo nosso imenso mercado para os estrangeiros, que ganharam ainda uma criminosa isenção de impostos sobre importação do diesel. As importações de óleo diesel dos Estados Unidos passaram de 41% do consumo interno para 82%. Essa política antinacional produziu 229 aumentos dos combustíveis em 24 meses, contra 16 reajustes em 12 anos de governos do PT.
Parente fez manobras contábeis e divulgou balanços mentirosos para aumentar os lucros dos acionistas privados e desvalorizar o patrimônio da Petrobras. A Rede Globo e os grandes jornais censuram essas denúncias que vêm sendo feitas corajosamente pela Federação Única dos Petroleiros e seus sindicatos. São os trabalhadores que historicamente defendem a Petrobras.
Por tudo isso, o PT apoia a criação de uma CPI para investigar quem ganhou com a gestão criminosa da estatal nos últimos dois anos. E defende a imediata revisão da política da Petrobras que resultou nos aumentos abusivos do gás de cozinha, do diesel e da gasolina.
O Brasil pode e deve empregar toda sua capacidade de produzir combustíveis, gerando empregos e favorecendo a economia popular. A Petrobrás pode e deve voltar a exercer seu papel estratégico para o desenvolvimento, atuando inclusive como reguladora dos preços internos.
Mostramos que isso é possível nos governos do PT, quando a Petrobras se tornou a segunda maior petrolífera do mundo e os preços internos dos combustíveis foram reajustados em prazos longos, equilibrando as necessidades da empresa aos interesses do povo brasileiro.
A saída para a para a profunda crise política, social e econômica do país passa necessariamente pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças politicas. Por isso, no próximo dia 8 vamos lançar oficialmente a pré-candidatura do companheiro Lula à Presidência da República e vamos lutar por sua liberdade e pelo direito do povo votar livremente num projeto de país melhor, mais justo e soberano.

É preciso mudar a política de preços da Petrobrás

Não basta trocar o nome, é preciso pensar a Petrobras para o povo brasileiro, diz FUP.


Depois da greve dos caminhoneiros e de protestos de petroleiros em todo o país, presidente da estatal pede para sair

Brasil de Fato | São Paulo
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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) comemorou a demissão de Pedro Parente do comando da Petrobras. Essa era uma das principais reivindicações da categoria, que realizou paralisações e protestos nessa semana em diversas cidades do país. 
Em um comunicado divulgado à imprensa na manhã desta sexta-feira (1), a empresa informou a saída do executivo da presidência. “A Petrobras informa que o senhor Pedro Parente pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã de hoje. A nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras ao longo do dia de hoje. A composição dos demais membros da diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração. Fatos considerados relevantes serão prontamente comunicados ao mercado”, disse o comunicado.
Para a diretora da FUP, Cibele Vieira, apesar da vitória, não basta mudar o nome de quem preside. É preciso uma mudança substancial na política de gestão da estatal. “A gente considera uma grande vitória das mobilizações, da greve de alerta. Agora, não adianta nada vir outro e continuar fazendo a mesma coisa. O que a gente quer é alguém que volte a pensar a Petrobras para o povo brasileiro. Não adianta colocar outra pessoa e manter o preço atrelado ao preço internacional”.
Segundo Vieira, outra grande vitória do movimento grevista foi a ampliação do debate com toda a sociedade, que sofre com a política de preços da Petrobras. “Quando começou a greve dos caminhoneiros as pessoas não sabiam o que estava acontecendo dentro da Petrobras. Que a empresa estava reduzindo carga, para aumentar a importação de propósito, para conseguir vender as refinarias. Conseguimos colocar isso em pauta, debater com o povo e agora a gente pede soluções permanentes”. 
Depois de serem multados em R$ 2 milhões diários pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), os petroleiros anteciparam a retomada dos trabalhos na quinta-feira (31). Mas prometem seguir mobilizados rumo a uma greve por tempo indeterminado, caso não haja mudanças concretas na política de gestão da estatal. 
“A paralisação é contra o desmonte da Petrobras. Se eles cancelarem as vendas de refinarias, por exemplo, se mudarem a política de preços, podemos repensar. A gente não faz paralisação porque gosta, mas por um objetivo. Se for necessário, vamos sim fazer a greve por tempo indeterminado”, afirmou Cibele.
A Petrobras deve anunciar ainda nesta sexta o nome da pessoa que irá presidir a empresa.  
Fonte: Jornal Brasil de Fato

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Araçuaí: Reabastecimento de postos provoca longas filas

Situação poderá se normalizar no início da semana.

Foto: Gazeta de AraçuaiReabastecimento de postos provoca longas filas em Araçuai
Filas começaram a ser formadas logo pela manhã
A paralisação dos caminhoneiros completa onze dias, mas os seus efeitos começam a ser menores. Com a negociação do Governo Federal e o desbloqueio das rodovias, o abastecimento começa a ser normalizado.

Desde a manhã de quinta-feira (31.05) motoristas se enfileiravam nas proximidades de postos de combustíveis em Araçuai, no Vale do Jequitinhonha, no nordeste de Minas, na tentativa de reabastecer seus veículos. Uma imagem  nunca vista  antes na cidade que  possui cinco postos. Em um deles, o combustível começou a ser vendido por volta das 5 horas da manhã,  mas durou pouco mais de 4 horas.

Os postos começam a receber combustíveis aos poucos, mas as filas ainda são grandes.  

Posto no centro da cidade está disponibilizando apenas etanol; vendido a R$ 3,80
Posto no centro da cidade está disponibilizando apenas etanol; vendido a R$ 3,80

Em um  posto na região central, só havia etanol; vendido a R$ 3.80 o litro. De acordo com um dos frentistas, foram disponibilizados 16 mil litros do combustível. Não há limites para a venda.; mas a compra com galão, somente à tarde, informou a gerente. Em outro posto do centro da cidade, a previsão é que o abastecimento seja feito no início da noite; com preços de tabela. A gasolina deverá permanecer a R$ 5.20.

Motoristas de cidades vizinhas, como Coronel Murta, Itinga e Francisco Badaró, também se deslocaram até Araçuai, na tentativa de conseguir combustível.


Polícia Militar dá cobertura ao abastecimento para evitar tumulto. Até o momento situação é tranquila.
Polícia Militar dá cobertura ao abastecimento para evitar tumulto. Até o momento situação é tranquila.



Posto Cristal, no centro da cidade, deverá iniciar abastecimento nesta noite de quinta-feira (31), disponibilizando gasolina e diesel
Posto Cristal, no centro da cidade, deverá iniciar abastecimento nesta noite de quinta-feira (31), disponibilizando gasolina e diesel

Postos da Organização Rezende impôs regras de abastecimento, mas combustível acabou poucas horas após bombas serem reabertas.
Postos da Organização Rezende impôs regras de abastecimento, mas combustível acabou poucas horas após bombas serem reabertas.
Gás

A  maior parte das distribuídoras estão sem botijão de gás e algumas deram folga para os funcionários. Carregamentos começaram a chegar, mas a situação só deverá ser normalizada em uma semana, segundo as distribuidoras.

Nos supermercados a situação não é diferente. Há falta de alguns itens, principalmente hortifrutigranjeiros. A previsão é que o abastecimento se normalize ao longo do início da semana.
  
Sérgio Vasconcelos Repórter, na Gazeta ded Aracuai

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Medidas do Governo podem parar a greve, mas preços continuarão a subir


Medidas para pôr fim à greve dos caminhoneiros ignoram política de preço da Petrobras

Anunciado por Temer neste domingo (27), pacote não altera valores de gasolina e gás

Read in English | Lea en español | Brasil de Fato | São Paulo (SP)
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Petrobras reajusta gasolina em 19 centavos (ou 4,5%)

O diesel vai ficar mais barato, mas a gasolina já aumentou 19 centavos, a parti de meia-noite.
O combustível que chegou agora à noite a postos do Distrito Federal traz um aumento de 19 centavos (ou 4,5%), que será naturalmente repassado ao consumidor final.
Você sempre pagará a conta.
Greve dos caminhoneiros afetou o abastecimentos de postos de gasolina pelo país / Marcelo Casal /Agencia Brasil

Após um dia de reuniões com ministros e representantes dos caminhoneiros, neste domingo (27.05), o presidente golpista Michel Temer anunciou pacote de medidas visando encerrar a greve da categoria, que completou uma semana e afetou o abastecimento de combustíveis e alimentos pelo país.  
Entre as medidas, está a redução do preço do diesel em R$ 0,46 por 60 dias, que se obterá por meio do corte das cobranças do PIS-Cofins e da Contribuição no Domínio Econômico (Cide).  A Cide já estava prevista em outra proposta feita pelo governo aos caminhoneiros na última quinta-feira (24), mas foi considerada insuficiente por parte das representações da categoria. Após o período de 60 dias, o dobro do proposto inicialmente, os reajustes serão mensais.
Além da redução do preço do diesel, três Medidas Provisórias (MP) foram anunciadas: a isenção da cobrança de eixo suspenso em pedágios em rodovias estaduais e municipais, assim como já acontece nas federais; a garantia de que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) contrate 30% de seus fretes com caminhoneiros autônomos e a definição de uma tabela mínima de fretes para o transporte rodoviário de cargas.
O ministro Carlos Marun, da Secretaria do Governo, afirmou, logo após o anúncio das medidas, que a redução no preço do diesel custará ao governo R$ 10 bilhões, cobertos pelo Tesouro via crédito extraordinário. Segundo ele, o detalhamento do impacto aos cofres públicos será divulgado pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, nesta segunda-feira (28).
Reações
Mesmo atendendo às reivindicações dos caminhoneiros, as medidas anunciadas por Temer não impactam no problema real da política do preço dos combustíveis, segundo parlamentares e as principais frentes populares do país, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo.
Em nota, as frentes apontam que a política de preços dos combustíveis adotada pelo governo federal nos últimos anos é a principal responsável para o aumento do custo de vida da população brasileira, em especial dos alimentos e transportes. Para os movimentos populares, "os responsáveis diretos são Pedro Parente e Michel Temer que, desde 2016, iniciaram a nova política de preços tendo como um dos eixos a paridade com os preços internacionais, o que na prática abriu a possibilidade de ajustes diários". 
Parlamentares seguem a mesma linha e se manifestaram em suas redes sociais após o anúncio de medidas para conter a greve. Jandira Feghali, do PCdoB, afirma que “Temer engana o povo. Em pronunciamento, acena com redução no diesel e incentivos aos caminhoneiros, mas passa ao largo da questão gasolina. Não muda a política da Petrobras e mantém combustível nas alturas”.
O pré-candidato à Presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, também responsabiliza a “desastrosa política de preços da Petrobras”. E defende que “Temer precisa explicar para a sociedade como ficará o preço da gasolina. #ForaTemer #ForaParente”.
Durante pronunciamento oficial do governo, foram registrados panelaços nas principais capitais como Salvador, Recife, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.
Confira abaixo as medidas anunciadas
1) A redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel. Isso corresponde aos valores do PIS/Cofins e da Cide, somados. Segundo Temer, o governo irá cortar do orçamento, sem prejuízo para a Petrobrás;
2) A garantia de congelamento do preço do diesel por 60 dias. Depois disso, o reajuste será mensal, de 30 em 30 dias;
3) Será editada uma Medida Provisória para a isenção de eixo suspenso em praças de pedágios, tanto em rodovias federais, como nacionais;
4) O estabelecimento de uma tabela mínima de frete, conforme previsto no PL 121, em análise no Congresso;
5) A garantia de que não haverá reoneração de folha de pagamento no setor de transporte de carga;
6) A reserva de 30% do transporte da carga da Conab para motoristas autônomos
Edição: Nina Fideles, no Brasil de Fato

domingo, 27 de maio de 2018

PROJETO PSDB-MDB ACABOU, diz ex-Ministro da Educação

Filósofo Renato Janine Ribeiro, ministro da Educação no governo Dilma, escreveu duas breves reflexões sobre a situação do país; 
Na primeira, anota: "o apoio aos caminhoneiros é grande mesmo por parte de quem é prejudicado por eles"; 
Na segunda, afirma: "A ruína do projeto PSDB-PMDB é total. Fica exposto justamente o tucano mais importante do governo, Pedro Parente"; 
Leia os textos completos 
27 DE MAIO DE 2018 ÀS 17:07 // INSCREVA-SE NA TV 247 
247- O filósofo Renato Janine Ribeiro, ministro da Educação em 2015 no governo Dilma, produziu duas breves reflexões sobre a situação do país em sua página no Facebook. 

Na primeira, anota: "o apoio aos caminhoneiros é grande mesmo por parte de quem é prejudicado por eles." E completa: "Isso é raro, bem raro." 

Na segunda reflexão, que ele qualifica de "fragmentos", diz que todos devem reconhecer: "ninguém está sabendo exatamente o que acontece". 
E alinha o que qualifica de sete "certezas pequenas". Em uma delas, afirma: "A ruína do projeto PSDB-PMDB é total. Fica exposto justamente o tucano mais importante do governo, Pedro Parente." 
Em outra, ressalta: "Desabastecimento andando a pleno vapor. Impossível prever quando se volta ao normal. Fome e mortes a caminho." 
Na última, o fracasso das elites: "Ruína total da autoridade. Depois que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário perderam o respeito da sociedade - e a imprensa com eles - ninguém confia em ninguém. É desolador. 
Caminhoneiros dizendo que só voltam quando sair decreto. Não acreditam na palavra do atual governo. Quem há de lhes dizer que estão errados?"  
 A íntegra da primeira reflexão:
"Devemos prestar atenção no seguinte: o apoio aos caminhoneiros é grande mesmo por parte de quem é prejudicado por eles.
Esse é o ponto principal.
As coisas ficaram tão ruins que mesmo gente sem combustível ou comida aceita a privação porque vê, no movimento paradista, uma chance de mudar as coisas.
Isso é raro, bem raro."

 A íntegra da segunda reflexão:
"Vamos reconhecer: ninguém está sabendo exatamente o que acontece.
Podemos ter um monte de certezas pequenas, das quais exporei algumas, mas elas não completam o quadro. Nem respondem a perguntas como: no que vai dar tudo isso? num golpe militar, na vitória de Bolsonaro, na queda do governo ilegítimo, em eleições que devolvam o poder ao povo?
As certezas pequenas são:

1) O movimento tem vozes pró Bolsonaro, mas ele vai além disso. Parece que a "pauta dos caminhoneiros", clamando pela intervenção militar, exprime a opinião de uma parte, não de todos os participantes.
2) Há uma greve, de caminhoneiros autônomos, e um locaute, de empresas. Parece que Temer negociou com as empresas , não com os trabalhadores. Normal...
3) Mesmo os autônomos, em boa parte, assumem o discurso Bolsonaro. Experiência histórica ensina: quando as vias emancipadoras, pela esquerda, são barradas (por N razões, a começar pelo golpe e pela dificuldade da esquerda de entender o momento pós-2013), o descontentamento vai para a extrema direita. Daí que tenham razão os de esquerda, como os anarquistas, que querem dialogar com os paralisados.
4) A ruína do projeto PSDB-PMDB é total. Fica exposto justamente o tucano mais importante do governo, Pedro Parente. Ou seja, os tucanos negociaram com o PMDB para este tirar as castanhas do fogo, mas fica visível - e devemos apontar isso bem claramente - que o jogo do atual governo é apenas para preparar o chão para Alckmin chegar à presidência bonitinho, com o trabalho sujo já feito.
5) Duvidoso que o Exército vá bater ou matar caminhoneiros. Alguma possibilidade remota, até, de que a corporação armada ou segmentos dela confraternize com eles. Li texto dos policiais federais do Paraná dando-lhes apoio. Isso é pólvora.
6) Desabastecimento andando a pleno vapor. Impossível prever quando se volta ao normal. Fome e mortes a caminho.
7) Ruína total da autoridade. Depois que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário perderam o respeito da sociedade - e a imprensa com eles - ninguém confia em ninguém. É desolador. Caminhoneiros dizendo que só voltam quando sair decreto. Não acreditam na palavra do atual governo. Quem há de lhes dizer que estão errados?
Mas nada disso compõe um quadro completo. São fragmentos, apenas isso."

Greve dos caminhoneiros cria desabastecimento nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

A paralisação nacional dos caminhoneiros entrou no sexto dia neste sábado (26/05/2018) e provocou o desabastecimento em cidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Em Teófilo Otoni, a prefeitura decretou situação de calamidade pública; em Araçuaí,  os postos não tem um litro de combustível; e em Governador Valadares, maior cidade da região, as aulas na rede municipal foram suspensas.
A manifestação dos caminhoneiros permanece nas BR-381, em Ipatinga; na BR-116, em Governador Valadares e Teófilo Otoni; na MGC-120, em São João Evangelista e Capelinha; na MGC-367, em Turmalina. O protesto ocorre de forma pacífica e o trânsito não está bloqueado porque os caminhoneiros estão às margens da rodovia.

Teófilo Otoni
A prefeitura decretou estado de calamidade pública por conta da falta de combustível nos postos locais que alimentam a frota de veículos municipais.
De acordo com o decreto, será dada prioridade aos serviços de urgência e emergência, como no transporte de pacientes feito via tratamento fora domicílio, cuja paralisação pode representar risco de morte dos pacientes que necessitam do serviço.
O transporte coletivo urbano também foi impactado pela ausência de combustíveis nos postos. A empresa responsável pelo serviço informou que houve redução nos horários de sete das dez linhas de ônibus: Belvedere/Tabajaras, Funcionários, Eldorado, São Jacinto via Rio Bahia, Alto Bela Vista, Palmeiras/Vila Betel, e Turma 38.
A prática de preços abusivos foi punida com fechamento de alguns Postos de gasolina.

Timóteo
O município de Timóteo também decretou situação de emergência após ter acabado o estoque de combustíveis no posto que prefeitura possui contrato, impedindo que a frota municipal seja abastecida.
O serviço de coleta de lixo que estava sendo impactado desde o início da greve porque o acesso ao aterro sanitário foi bloqueado, voltou a ser feito após um acordo entre a prefeitura e os manifestantes que liberaram a passagem dos caminhões.
No transporte coletivo urbano, a empresa que presta o serviço informou que mantém a redução de 50% da frota em horários de menor demanda. Entre 4h10 às 9h40 e de 16h às 20h os ônibus funcionam em horário normal. Já o transporte intermunicipal permanece com redução de 25% da frota.


Caminhoneiros protestam na MGC-120, próximo a Resplendor (Foto: Gazeta dos Vales)


Ipatinga
Os serviços de transporte e escolar e as aulas na rede municipal foram suspensas em Ipatinga na sexta-feira (25.05). O transporte coletivo urbano municipal permanece funcionando normalmente, enquanto o transporte intermunicipal no Vale do Aço segue com redução de 25% da frota.
As cirurgias eletivas e a coleta domiciliar estão suspensas no Hospital Márcio Cunha devido à falta de combustível. Segundo o hospital, serão priorizados serviços de oncologia, hemodiálise e os atendimentos de urgência e emergência.
Coronel Fabriciano
O serviço de transporte de saúde fora do domicílio foi suspenso devido à falta de combustível. Também foi adiado um mutirão de cirurgias de cataratas por falta de medicamentos que não chegaram a tempo. Segundo a prefeitura, uma nova data será agendada para a realização das cirurgias.
O transporte escolar está suspenso nessa sexta-feira, mas a previsão é que seja retomado na segunda-feira (28) caso haja combustível. Já o transporte coletivo urbano já sofreu alteração de linhas de horários. A empresa que atua no transporte coletivo informou que permanece a diminuição de 50% das frotas nos horários de menor demanda. Já entre 4h10 às 9h40 e de 16h às 20h os ônibus circulam normalmente.
Governador Valadares
As aulas da rede municipal foram suspensas na sexta-feira (25.05) por falta de itens para a merenda escolar, mas a Prefeitura informou que até então a previsão é de as aulas sejam retomadas na próxima segunda (28). Ainda de acordo com o órgão, toda a frota municipal está abastecida e serviços como coleta de lixo e transporte coletivo urbano estão funcionando normalmente.


Com greve de caminhoneiros falta combustivel em Araçuai e região

A cidade possui 5 postos de combustíveis. Gasolina começou a faltar desde a noite de quarta-feira.

Foto: Gazeta de AraçuaiCom greve de caminhoneiros começa a faltar combustivel em Araçuai e região
Uma grande fila de veículos foi formada na quinta-feira (24.05) em posto de combustível no centro da cidade.

 A greve de caminhoneiros em protesto pela  alta do diesel já afeta o abastecimento dos postos de combustíveis no Vale do Jequitinhonha, sobretudo em Araçuai,  maior cidade do Médio Jequitinhonha, onde desde a noite de quarta-feira (23) os postos já estavam com  suas reservas se esgotando. Até o final da manhã de quinta-feira (24.05) apenas um posto na região central estava abastecendo . “ O  estoque está acabando”, informou um frentista. “ Estamos limitando 50 litros para carros e 20 para motos. Mas até o início da tarde já não mais teremos gasolina”, disse ele.

Desde quarta-feira, Posto Cristal, no centro de Araçuai, já não disponha de gasolina.
Desde quarta-feira, Posto Cristal, no centro de Araçuai, já não disponha de gasolina.


A cidade possui 5 postos. Em apenas três ainda era possível encontrar diesel, cujo preço estava variando de R4,14 a R$ 4.99. A gasolina estava sendo vendida a R$ 5.20.

Pelo 4º dia seguido, caminhoneiros  realizam nesta quinta-feira (24) protestos em rodovias federais e estaduais, além de vias importantes em 23 estados do país mais o Distrito Federal. Os atos são contra a disparada do preço do diesel que faz parte da política de preços da Petrobras, em vigor desde julho.

Fontes: Diário de Teófilo Otoni, Gazeta de Araçuai e Prefeitura de Teófilo Otoni