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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Coronavírus: Universidades federais têm 823 pesquisas de vacinas, medicamentos e equipamentos

Universidades federais combatem o coronavírus em várias frentes

Só na área de pesquisa são 823 estudos em andamento.

UFMG está mobilizada desde o início da pandemia

João Carlos Salles, em evento na UFMG no ano passado:
João Salles, em evento na UFMG em 2019: respostas satisfatóriasFoca Lisboa / UFMGAs universidades federais permanecem mobilizadas para colaborar com pesquisas e ações de extensão no combate ao coronavírus. Dados sobre as ações foram divulgados nesta segunda, 11.05, em entrevista coletiva de imprensa promovida pela Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino (Andifes) por meio de videoconferência. Os números impressionam, pela quantidade e pela diversidade de ações.
“As universidades públicas, assim como o SUS, têm dado as respostas mais eficazes no combate à pandemia. Mas estão dando as respostas com os recursos que têm. Se contassem com mais recursos, poderiam oferecer mais respostas. É isso o que esses números mostram”, afirmou o presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal da Bahia, João Carlos Salles Pires. 
Os dados foram compilados pelo Colégio de Gestores de Comunicação da Andifes (Cogecom) e reúne informações de 46 das 67 instituições federais de ensino superior, incluindo a UFMG. O levantamento será atualizado de forma permanente pelo grupo. Na área de pesquisa, são 823 estudos em andamento, que vão do mapeamento do vírus ao desenvolvimento e reposicionamento de medicamentos e criação de vacina contra a Covid-19. São 79 parcerias com governos estaduais e 198 com gestões municipais. Uma frente importante dessas parcerias é a disponibilização de laboratórios para detecção do coronavírus, que realizaram 55 mil testes, com média diária de 2,6 mil testes. Na UFMG, são sete os laboratórios credenciados para o diagnóstico. A rede hospitalar das universidades também está à disposição da população, com 2.228 leitos normais e 489 de unidades de tratamento intensivo (UTIs).
A fabricação de álcool e de EPIs também conta com participação das universidades. São 1,9 milhão de litros de álcool líquido e em gel produzidos nos laboratórios. Em relação aos equipamentos de proteção individual (EPIs), são 162.964 protetores faciais, 85.514 máscaras de tecido, seis mil aventais, dois mil capuzes e 20,2 mil unidades diversas de outros materiais. Na UFMG, são três frentes de produção de álcool e outras três de equipamentos, sendo duas delas em parceria com o Senai. Além dessas ações, foram realizadas 697 campanhas educativas e 341 campanhas de solidariedade junto à comunidade. 
"A ciência, como já era esperado, tem apresentado as respostas necessárias  para o enfrentamento da pandemia. E no Brasil quem faz ciência são principalmente as universidades públicas e institutos federais, responsáveis por mais de 90% das pesquisas”, afirma a reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida.
Auxílios, defesa do isolamento, medicamentos e vacina
A UFMG mantém mobilização permanente desde o início da pandemia. Apesar da suspensão das aulas presenciais, ações de pesquisa e extensão avançam, reforçando o compromisso da instituição com Belo Horizonte, Minas Gerais e o Brasil. Estudantes de baixa renda seguem recebendo auxílio para alimentação no período em que restaurantes universitários estão fechados. A importância do isolamento social vem sendo sistematicamente sustentada por pesquisadores da Universidade. E pesquisas avançam na busca por medicamentos e no desenvolvimento de vacina contra a Covid-19

No total, são mais de 60 frentes de pesquisa e extensão na UFMG, além de nove campanhas educativas, 17 ações de direitos humanos e seis na área de saúde mental. Todas as ações desenvolvidas até o momento pela universidade estão disponíveis na página especial sobre o coronavírus.

"As universidades federais estão empenhadas e mobilizadas, em seus mais diversos campi e nas mais diferentes áreas do conhecimento para encontrar respostas para a Covid-19 e para os seus desdobramentos. Na UFMG, não é diferente. São inúmeras ações no campo da pesquisa e da extensão em todas as áreas do conhecimento. Mas a sociedade precisa colaborar. O momento é de ficar em casa, de contribuir para o achatamento da curva de transmissão e evitar a sobrecarga no setor da saúde, preservando o Sistema Único de Saúde (SUS)”, defende Sandra Goulart Almeida.
 Fonte: site da UFMG

domingo, 4 de setembro de 2016

UFMG é uma das 400 melhores universidades do mundo

A instituição mineira subiu no ranking das 500 mais conceituadas, que tem a norte-americana Harvard na primeira posição. Entre as brasileiras, a Universidade de São Paulo (USP) está à frente e aparece entre as 150 em destaque da lista mundial de 2016.

Cristina Horta/EM/D.A Press
A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está entre as três instituições de ensino superior do país na faixa que agrupa as 301 a 400 melhores do mundo, conforme o Ranking Acadêmico das Universidades de Classe Mundial (ARWU) de 2016. Na edição passada, a universidade mineira estava no grupo entre 401 a 500. 

Desde 2003, o ARWU lista as melhores 500 instituições de ensino superior do mundo. A norte-americana Harvard University lidera a lista, com a nota 100, pontuação máxima nos critérios para confecção do ranking. Em segundo, a Stanford University, também dos Estados Unidos, atingiu 74,7 pontos. 

As universidades brasileiras em destaque no mundo



A Universidade de São Paulo (USP) é a mais bem colocada das instituições do Brasil e aparece na lista do grupo 101 a 150. Na lista da faixa de 301 a 400, primeiro aparece a UFMG, seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Entre 400 e 500, vêm a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Campinas (Unicamp). 

O ranking da 500 melhores universidades mundiais considera critérios como qualidade na educação, premiações alcançadas pelo corpo docente, publicações nas revistas Nature e Science e publicações indexadas nas áreas de ciências sociais.
Fonte: jornal Estado de Minas

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Diamantina - Conheça a programação cultural da IV Semana da Integração: Ensino, Pesquisa e Extensão da UFVJM



A comissão organizadora da IV Semana da Integração: Ensino, Pesquisa, Extensão (Sintegra), da UFVJM, que será realizada no período de 10 a 12 de junho, divulga a programação cultural do evento. 

Entre as atrações, destacam-se as oficinas culturais que serão ministradas no período da manhã, antes do início da programação de temas, palestras e apresentação de trabalhos.

Oficinas (Abertas à comunidade universitária e ao público externo à UFVJM)

Para se inscrever, os interessados devem enviar e-mail para o endereço  sintegra.cultura@gmail.com e informar nome completo, e-mail e contato telefônico.

A programação cultural contempla, ainda, intervalos culturais (com artistas e grupos locais), lançamentos de livros, exposição de objetos astronômicos, performances e apresentações na abertura do evento (projetos Encontros Literários e Grupo Ginástica de Diamantina) e no encerramento (Núcleo Pé de Zamba).

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ranking destaca UFMG como a 3ª universidade do país e a 10ª da América Latina

A Universidade Federal de Minas Gerais é referência no mundo


A UFMG desenvolve importantes trabalhos de pesquisa e extensão no Vale do Jequitinhonha, há mais de 15 anos
O primeiro QS University Rankings: América Latina apontou a UFMG em décimo lugar na lista das principais universidades da região e na terceira posição entre as brasileiras, depois da USP e Unicamp. 
"Isto reflete o reconhecimento que o trabalho da UFMG tem pela comunidade científica internacional", afirmou o pró-reitor de Pesquisa, Renato de Lima Santos, ao destacar que a avaliação do QS não é só quantitativa, ou seja, não considera apenas o volume de publicações, mas também o número de citações. 
"A UFMG está com um número de citações acima da média brasileira e a expectativa é que a UFMG melhore ainda mais nos próximos rankings", salientou.
A lista foi divulgada pela Quacquarelli Symonds World University Rankings (QS), empresa especializada em estudos sobre ensino superior e que produz o ranking TopUniversities. Ele mostra também que entre as 20 primeiras da América Latina, oito são universidades brasileiras e das 200 que compõem o ranking, 65 são do Brasil. 
De acordo com a QS, os resultados refletem os novos dados publicados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em setembro de 2011, que revelam que a proporção do PIB investido em educação cresceu mais no Brasil do que em qualquer outro país da OCDE entre 2000-2008.
"A economia brasileira já é a sétima maior do mundo. O incremento da educação superior de alto nível será fundamental para o desenvolvimento e os novos rankings QS demonstram que o país já começa a colher seus frutos", disse Ben Sowter, chefe de pesquisas da QS.
"O ranking QS demonstra como o Brasil tem priorizado a investigação. Surpreendentemente, 8 em cada 10 dos melhores trabalhos acadêmicos publicados são brasileiros, que além disso apresenta uma proporção de 90% de acadêmicos com doutorado", atesta Danny Byrne, editor do site que fez o levantamento. 

Depois do Brasil, os países com maior número de instituições citadas são México (35), Argentina e Chile (ambos com 25).
As top 10 do ranking são:
Universidade de São Paulo (USP) - Brasil
Pontificia Universidad Católica do Chile
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Brasil
Universidad de Chile
Universidad Nacional Autónoma (México)
Universidad de Los Andes (Colômbia)
Instituto Tecnológico de Monterrey (México)
Universidad de Buenos Aires (Argentina)
Universidad Nacional de Colombia
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Brasil
Confira a lista completa aqui.
Mais informações: http://www.topuniversities.com/

Fonte: Site UFMG - com Agência Fapesp
Comentário do Blog:
Nós, mineiros, e principalmente quem estudou na UFMG, ficamos muito orgulhosos em ler tal notícia.
A UFMG tem feito um trabalho de pesquisa e extensão universitárias há mais de 15 anos na região através do Polo Jequitinhonha/UFMG.  São vários projetos que contribuem na educação, cultura, saúde, comunicação, diagnóstico sócio-econômico e inclusão produtiva.
Quase todo o Vale conhece a Marizinha, a Pró-Reitora de Extensão da UFMG, uma  apaixonada por nossa região, que coordena várias ações da Universidade, no nosso Vale. Na próxima semana, ela estará com sua turma agregando as mulheres no II Fórum da Mulher do Jequitinhonha, em Capelinha, nos dias 6 e 7 de junho. 
Professores e pesquisadores da UFMG também merecem destaque em várias frentes de trabalho e luta do Vale:  João Valdir de Sousa, de Turmalina, da Faculdade de Educação; Eduardo Ribeiro e Flávia Galizoni, do campus de Ciências Agrárias, de Montes Claros; Márcio Simeone, do Cruso de Comunicação, de BH, e muitos outros.
Pessoalmente, fico feliz, por ter me formado academicamente, profissionalmente e como cidadão na UFMG, no curso de Psicologia, de 1976 a 1981, na FAFICH. Onde também fiz diversos outros cursos na área de Ciências Humanas. 
Foi no interior da UFMG, nos movimentos estudantis, que forjamos a derrubada da ditadura militar. Aprendemos muito nas aulas das ruas, dos grupos de estudos, nas articulações dos movimentos sociais e no engajamento de estudantes e professores faficheiros.
A UFMG éramos todos nós, juntos e misturados!

Muitos desta geração é que fizeram da instituição o que ela é hoje. A grande maioria está na gestão, no ensino, pesquisa e extensão da nossa UFMG, fazendo-a se destacar cada vez mais. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

UFVJM realizou Semana de Integração de Ensino, Pesquisa e Extensão


Evento foi bem participativo por estudantes e professores, mesmo em clima de greve geral
Mesmo com uma greve de professores e estudantes estourando na semana passada,  a UFVJM conseguiu realizar com sucesso a SINTEGRA – Semana de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão, entre os dias 15 e 18 de maio, 
no campus JK, na cidade de Diamantina, no Alto Jequitinhonha, em Minas Gerais.
O evento contou com 1.704 inscrições,com uma participação ativa de 800 participantes, embora a greve deflagrada ameaçasse esvaziar as atividades de toda a programação.
Foram apresentados 857 trabalhos, sendo 256 de forma oral e 601 em pôster. Estes trabalhos foram realizados por alunos de graduação e pós-graduação, com a orientação atenta dos professores.
O prédio de auditórios teve uma movimentação intensa de estudantes e professores, além de alguns cidadãos interessados na produção cientifica da  nossa UFVJM.
A produção de projetos de extensão e pesquisa apresentou a seguinte distribuição  por grandes áreas:
Agricultura – 132
Água e Energia – 11
Ciências Biológicas e Biotecnologias – 92
Ciências da Saúde – 295
Ciências Exatas e Matemática – 88
Ciências Humanas, Humanidades, Letras e Artes – 182
Medicina Veterinária e Zootecnologia - 51
Recursos Naturais, Ciências e Tecnologias Ambientais – 54

Nos intervalos e finais de turnos de apresentação de trabalhos havia uma programação cultural que animava ainda mais os participantes com música, poesia, teatro e dança.
Foram 64 palestras com temas variados que suscitaram debates profundos entre os participantes, notadamente quando eram apresentados resultados de pesquisas e projetos de extensão da UFVJM.   
A I Semana surpreendeu pelo número de inscritos, variedades das temáticas, seriedade e competência dos estudantes expoentes, palestrantes, somados ao entusiasmo dos alunos participantes, demonstrando a necessidade de repetir a dose em 2013,  aproveitando a experiência e aprendizado deste primeiro evento.
Como participante ouvinte e observador, representante do Movimento A UFVJM é nossa!, confesso que fiquei surpreso com a quantidade e qualidade dos trabalhos apresentados.  
Fica a sugestão para o próximo evento: a comunidade do Vale do Jequitinhonha deve ser convidada a participar, principalmente pessoas, grupos e movimentos sociais, econômicos, políticos e culturais envolvidos nos projetos de pesquisa e extensão. 
O evento pode se transformar em um grande momento da UFVJM para analisar-se a si mesma, debater seu papel e missão no desensolvimento sustentável dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

UFVJM divulga programação da Semana de Intregração

Semana da Integração da UFVJM divulga programação

No próximo mês de maio, a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) promoverá a I Semana da Integração do Ensino, Pesquisa e Extensão (I SINTEGRA) da UFVJM. Relizado no período de 15 a 18 de maio de 2012, o evento reunirá graduandos, pós-graduandos, pesquisadores da UFVJM e demais profissionais da área para divulgar os trabalhos de ensino, científicos, tecnológicos e extensionistas desenvolvidos nesta instituição. O objetivo da I SINTEGRA é estimular a integração entre as áreas de pesquisa, ensino e extensão e promover o encontro de pesquisadores, estudantes e profissionais
Hoje foi divulgada toda a programação de palestras, conferências e atividades 
culturais.
Entre as atividades diversas atrações culturais destaque para o Sarau com o 
GIED – Grupo de Incentivo ao Escritor Diamantinense; o Cine Mercúrio;  o 
Grupo de Teatro Ícaros do Vale; a banda paulista Metá Metá  que, 
segundo a crítica especializada, lançou um dos melhores discos  brasileiros
de 2011;  e para fechar com uma grande festa  a apresentação do grupo
diamantinense Batcaverna.
Conheça um pouco mais do Metá Metá no vídeo abaixo.
Com a colaboração do Passadiço Virtual

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Programa nas férias: Você já conhece o Vale?

Programa Polo Jequitinhonha nas férias
Você já conhece o Vale?

O Polo Jequitinhonha da UFMG recruta voluntários para o seu Programa de Férias em Janeiro de 2012. Se você tem interesse em conhecer o Vale do Jequitinhonha, ou saber como funciona um projeto de extensão universitária, não perca essa oportunidade!

O estágio de férias já é tradição no programa Polo Jequitinhonha e, sem dúvida, é uma experiência marcante para todos os que dele participam.

Serão realizadas seleções de voluntários para trabalharem junto aos projetos Vozes do Vale, Agência de Comunicação Solidária no Vale do Jequitinhonha (ACS-Jequi) e Suporte de Comunicação do Programa Polo. Os voluntários selecionados vão participar de oficinas de formação de jovens em comunicação, em diferentes cidades do Vale.

As formações serão realizadas nas áreas de jornalismo impresso, web, produção em rádio, produção em audiovisual e criação visual. Além disso, os selecionados para o programa de férias também terão oportunidade de trabalhar com produção jornalística, planejamento de comunicação e assessoria de comunicação para mobilização social.

O programa de férias acontecerá entre os dias 14 a 29 de janeiro de 2012.

Os custos com transporte, alimentação e hospedagem são de responsabilidade do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha.

Interessados devem enviar currículo e uma carta de intenção para o e-mail: polojequitinhonhaufmg@gmail.com, até o dia 30 de novembro.

Será realizada uma reunião com os candidatos ao programa de férias no dia 05/12 às 11h15, no Laboratório de Relações Públicas - LARP.

Participe!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Estudantes ajudam a combater pobreza do Vale

Estudantes ajudam a combater pobreza do Vale
Projeto Universitário Cidadão encerra edição beneficiando 12 municípios
O Projeto Universitário Cidadão foi encerrado essa semana, beneficiando 12 municípios do Norte (Pedras de Maria da Cruz, Bonito de Minas, Montezuma, Mamonas e Nova Belém) e do Vale do Jequitinhonha (Palmópolis, Rubelita, Santo Antônio do Jacinto, Virgem da Lapa, Itaipé e Setubinha).
Iniciado em 14 de julho, o projeto visa aproximar as instituições de ensino superior e seus alunos do trabalho de enfrentamento à pobreza nas cidades com baixo IDH, o projeto teve duração de 14 dias, durante o período das férias acadêmicas.

O balanço das atividades, realizadas por 210 jovens e 30 professores, vinculados a um total de 13 instituições de ensino superior atuantes nas regiões, é positivo.


Desenvolvido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e do Norte de Minas, o projeto propiciou a oportunidade para que os estudantes vivenciassem o dia a dia das comunidades.
"Na bagagem de volta, os estudantes levam acervo de grande valor, que não pode ser adquirido apenas nas salas de aula das faculdades e universidades. São vivências relacionadas às futuras profissões que decidiram seguir.


O estudante Sillas Barbosa, do curso de Biomedicina da Faculdade de Saúde Ibituruna, de Montes Claros, que atuou em Virgem da Lapa, lembra que não só ensinou, como aprendeu também. Ele explica que foram montadas tendas da saúde em diversos pontos para atender à população.

"Houve dosagem de glicose, aferição de pressão e Índice de Massa Corporal, tudo para orientar as pessoas na busca por melhores condições de saúde. Já as palestras abordaram temas como diabetes e hipertensão, tabagismo e parasitoses. Tivemos assim a oportunidade de compartilhar nosso conhecimento, para proporcionar noções de prevenção a várias doenças", conta Barbosa.

"Aplicamos nossos conhecimentos, aprendidos em sala de aula, na prática, no cotidiano, com pessoas de verdade. E não apenas ensinamos, mas aprendemos muito com a população. Aprendemos o valor do trabalho, o valor de um sorriso, valores ensinados por um povo que nos acolheu de braços abertos e com muita alegria", completa ele, que representou seus colegas de curso durante o evento.

Sillas Barbosa também destaca a importância do projeto para a trajetória de vida. "Hoje terminamos essa fase com a certeza de que o projeto não termina, pois segue na vida de cada um dos acadêmicos, dos professores e da população. Todos irão levar essa experiência para suas famílias e amigos. Com orgulho digo que somos agora mais cidadãos, mais alegres e mais brasileiros", finaliza.


Troca de experiências
A troca de experiências entre estudantes e comunidades promovida pelo projeto também foi vivenciada por Laércio Rocha, 19 anos, do 4º período de Engenharia Química da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros.


Atuando na cidade de Pedras de Maria da Cruz, ele e os colegas ensinaram a comunidade a produzir um amaciante com produtos baratos e de fácil acesso. Em troca, aprenderam a fazer sabão utilizando processos antigos. "Foi muito interessante. Além disso, a afetividade das pessoas e o calor humano fazem dessa experiência, única", afirma.

sábado, 23 de julho de 2011

Universitários participam de projetos Sociais no Vale

Universitários participam de projetos Sociais no Vale
Projeto lançado pelo governo de Minas recebeu R$ 1 milhão em investimentos
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Desde sábado, 16.07, acadêmicos de 13 instituições de ensino superior (pública e privada), entre elas a Funorte e UFVJM, estão participando do Projeto Universitário Cidadão. O projeto lançado pelo governo de Minas nesta sexta-feira, no auditório do Colégio Tiradentes, de Montes Claros, será realizado em parceria entre o governo de Minas e instituições de ensino superior do Norte e Nordeste de Minas com o objetivo de desenvolver ações para reduzir a pobreza em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Acadêmicos da Funorte do curso de Serviço Social vão participar do Projeto nas cidades de Rubelita e Virgem da Lapa

O projeto recebeu R$ 1 milhão de investimento. As atividades serão desenvolvidas durante 14 dias, durante as férias escolares de julho.


Serão atendidos 12 (doze) municípios de menor Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), localizados no Norte do Estado e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri: Pedra de Maria da Cruz, Bonito de Minas, Mamonas, Montezuma, Virgem da Lapa, Rubelita, Palmópolis, Santo Antônio do Jacinto, Itaipé, Setubinha, São João do Manteninha e Nova Belém.


As atividades previstas serão desenvolvidas por 120 alunos e 30 professores de instituições de ensino superior do Norte e Nordeste de Minas.


Os universitários receberão ajuda de custo do Governo de Minas de R$ 150, pagos em parcela única. Antes de irem a campo, os alunos serão capacitados e conhecerão a metodologia de trabalho, os objetivos dos projetos, as propostas de ações e as localidades de atuação. Cada município receberá uma equipe interdisciplinar de 35 acadêmicos.


Os acadêmicos desenvolverão atividades diversas, como orientação familiar sobre prevenção de doenças, alimentação saudável, necessidade de atividade física; palestras educativas sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e capacitação dos conselheiros tutelares; campanhas contra abuso de álcool e outras drogas; cursos de produção de sabão e detergente; palestras sobre o uso racional dos recursos hídricos e ambientais; capacitação para cultivo racional de abacaxizeiro tendo por princípio o uso econômico da pouca água disponível, entre outros.


As universidades participantes do projeto são: Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha, Mucuri (UFVJM); Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes); Faculdades Unidas do Norte de Minas (FUNORTE), Faculdade de Cidade e Tecnologia de Montes Claros (FACIT); Faculdade de Saúde Ibituruna (FASI); Faculdade Prisma; Faculdade Vale do Gorutuba (FAVAG); Faculdades Integradas Pitágoras; Faculdades Santo Agostinho (FASA); Faculdade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC/Bocaiúva – Teófilo Otoni); Instituto de Ciências Agrárias (ICA/UFMG); Instituto Federal de Educação (IFNMG/ Januária – Salinas) e Faculdades Unificadas Doctum.

Fonte: Site Funorte
Foto: Lucilene Porto

sábado, 25 de setembro de 2010

Diamantina: Noite de atrações culturais na UFVJM

Diamantina: Noite de atrações culturais na UFVJM
Como parte da programação do II Simpósio de Extensão da UFVJM, a noite de 06 de outubro, quarta-feira, será marcada por expressões culturais.

Às 19h00 haverá a exposição-debate: Interfaces entre a Cultura e a Extensão Universitária, com a presença do prof. Alberto Tibaji (UFSJ) e de Xavier Ladeira, do Ponto de Cultura de Diamantina.

Às 21h00 acontecerá o lançamento do livro Na Trilha Guerreira dos Borun, da pedagoga e pesquisadora Geralda Chaves Soares (Gêra).

Em seguida, o cantor e compositor Josino Medina se apresenta ao lado de Dener Pinheiro e da poeta Sônia Anja, no lançamento do CD Sumidouro.

Confiram a programação completa do II Simpósio de Extensão da UFVJM www.ufvjm.edu.br/proexc

Informações da UFVJM e Passadiço Virtual

terça-feira, 27 de julho de 2010

Enfermagem de Catanduva participa de projeto em Pedra Azul

Enfermagem de Catanduva participa de projeto em Pedra Azul
Estudantes de enfermagem fazem trabalho educativo com as famílias da zona rural Alunos do quarto ano do curso de enfermagem de Catanduva estão desde o dia 24, na cidade de Pedra Azul, Baixo Jequitinhonha, para participar do Projeto Vamos ao Meio.

A turma de Catanduva, coordenada pela professora Márcia Maria Anselmo Correa, permanecerá
na cidade até o dia 2 de agosto.
“As estudanes da Enfermagem, com orientação da professora Márcia Correa, fazem trabalho educativo com as famílias da zona rural sobre controle de natalidade, exame de mama, coleta de papanicolau, gravidez na adolescência, cuidados com a água, pois elas ficam praticamente isoladas. Entre as atividades assistenciais, a equipe faz o controle de glicemia e da pressão arterial, curativos e cuidados com puérperas e recém nascidos.

Os casos de urgência são encaminhados, através da Pastoral da Saúde, para atendimento médico na cidade de Teófilo Otoni”, explicou Mauro Assi, assessor de imprensa da faculdade que já participou do projeto outras quatro vezes.

A atuação dos estudantes em Pedra Azul também englobará atendimento domiciliar, com “atividades educativas e assistenciais, abordando temas sobre saúde da mulher, como auto-exame de mama, prevenção de câncer ginecológico e DST/AIDS, saúde ambiental, orientando sobre cuidados com a água e parasitoses, assim como saúde e higiene corporal e bucal”, completa Assi que informa que no ano passado, os estudantes de Catanduva atenderam a 640 pessoas.

Fonte: Noticia da Manha e Diário do Jequi

sexta-feira, 17 de julho de 2009

FÉRIAS DE ESTUDOS E TRABALHO
75 estudantes fazem extensão em Berilo
Os estudantes universitários da UFMG, da PUC/MG e os secundaristas do Colégio John Kennedy, de Pirassununga-SP, estarão em Berilo, no Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas, nesta segunda quinzena de julho, a partir de hoje, 17 de julho.
Eles trazem a expectativa de conhecerem o povo de Berilo e Vale do Jequitinhonha para contribuírem com seus conhecimentos científicos em projetos sociais e prestar solidariedade humana.
A ação dos estudantes de curso superior é conhecida como extensão universitária. A Universidade junta um grupo de estudantes, sob coordenação de um professor, para testarem na realidade os conhecimentos teóricos ensinados nas salas de aulas. Muitos conhecem estas ações como Projeto Rondon.

A UFMG traz 20 estudantes de Engenharia Civil que pretendem desenvolver trabalhos na área de engenharia sanitária. Os estudantes da PUC/MG são da área social e reforçarão as ações do Projeto Travessia.
Já os estudantes de ensino médio, de Pirassununga, através da ARAI, são solidários com o trabalho social que a entidade vem desenvolvendo nas comunidades rurais.
Os estudantes ficarão alojados na Escola Estadual de Berilo, no Jason de Morais e no Centro Comunitário. As ações têm apoio da Prefeitura Municipal de Berilo.
Estejamos de braços e corações abertos para recebê-los.