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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Cavaleiros de Capelinha completam terceiro dia de romaria com quase 150 quilômetros percorridos.

Neste feriado de Independência, 7 de setembro, cavaleiros de Capelinha percorrem a quarta etapa da Cavalgada da Fé. A comitiva cavalgou cerca de 150 quilômetros nos três primeiros dias da romaria rumo ao Santuário Nacional de Aparecida, no interior do Estado de São Paulo.
Os romeiros saíram de Capelinha na sexta-feira (4/9) e cavalgaram 49 quilômetros até o distrito de Padre João Afonso, no município de Itamarandiba. No sábado foram 55 quilômetros até a Fazenda do Senhor Ismar, no município de Coluna. No terceiro dia, domingo (6/9), foram mais 43 quilômetros até o local de pouso no município de Paulistas.
A comitiva retomou a cavalgada na manhã desta segunda-feira e seguirá até a Fazenda Dodoca, no município de Sabinópolis, na região do Vale do Rio Doce.
Cavalgada da Fé
A expectativa dos cavaleiros é chegar ao Santuário Nacional no dia 25 de setembro. Serão aproximadamente 1100 quilômetros de estradas, picadas e trechos da estrada real.
De acordo com Gérson Cordeiro de Oliveira, conhecido como Gérson Poeira, que esteve preparando a rota, o trecho mais difícil será entre os municípios de Congonhas e Carandaí, com cerca de 60 quilômetros de muita serra. Já o trecho que mais chamou a atenção pelas belezas naturais foi o de Santana do Garambéu até a Alagoa, próximo ao Circuito das Águas.
Os 16 cavaleiros serão acompanhados por uma equipe de apoio formada por cozinheiros, motoristas, equipe de trato e ferrageador. Cada integrante da comitiva conta com dois animais, que serão revezados no trecho.

Fonte: Aconteceu no Vale

sexta-feira, 22 de março de 2013

Diamantina: Estandartes da Fé são expostos na Semana Santa




Marcelo Brant expõe estandartes sobre a Fé,

no Teatro Santa Izabel


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Almenara reúne 15 mil pessoas na 15ª Romaria das Águas e da Terra



Almenara reúne 15 mil pessoas com fé, amor e luta



Diocese organizou a 15ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais
A Diocese de Almenara realizou a 15ª Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais tendo como tema: “Água e Terra: Dádiva de Deus” e como lema: “Lutas Populares a Serviço da Vida no Campo”.

“As Romarias das Águas e da Terra são momentos fortes de manifestações religiosas, onde fé e vida movem o povo de Deus na busca pela transformação da atual sociedade excludente para o Reino de Deus. A instauração desse Reino passa pela organização do povo que se coloca a caminho. E foi neste clima de grande alegria que celebramos neste dia 28 de agosto de 2011 a XV Romaria das Águas e da Terra na cidade Almenara-MG; tendo São Francisco de Assis como patrono, símbolo da sociedade que queremos, onde tudo e todos são irmãos; tornando assim, a irmã terra e a irmã água um grande bem que deve ser partilhado e preservado para as gerações futuras.

Nesta Romaria, foi denunciada a privatização das águas, a concentração da terra, os projetos que destroem e estão servindo de lucro para uma minoria à custa da vida do povo e do meio ambiente. E foi anunciada a vitória da vida que vem da organização do povo motivado pela força da memória dos nossos ancestrais que ‘tombaram suas vidas na defesa da vida’ e foram conduzidos pelo Deus da Vida”.

A Romaria na Diocese de Almenara começou na sexta-feira, dia 19 de agosto de 2011 com a chegada de diversos missionários(as) vindos(as) dos próprios municípios da diocese e de várias outras dioceses do Estado de Minas Gerais. Entre os missionários(as) estavam diversos padres, religiosos(as) e leigos(as) envolvidos nas lutas sociais. Várias comunidades da Diocese de Almenara receberam a visita dos romeiros(as) missionários(as) que desenvolveram diversas celebrações e atividades de sensibilização acerca da preservação da terra e das águas como dádivas de Deus e bem de todos. Estas atividades missionárias foram realizadas até a sexta-feira do dia 26 de agosto de 2011, quando todos os missionários(as) retornaram para a cidade de Almenara.

No sábado do dia 27 de agosto de 2011, aconteceu uma linda “Noite Cultural” na Avenida Olindo de Miranda, próximo ao Aeroporto Cirilo de Queiroz. A “Noite Cultural” foi aberta com as palavras de “Cidona”, membra do Movimento dos Trabalhadores(as) Rurais sem Terra (MST) do Assentamento Franco Duarte de Jequitinhonha-MG. O Missionário Paulo, da cidade de Medina, participou do momento contando alguns “Causos Populares” da região do Vale do Jequitinhonha. Em seguida, a Escola de Música CRIARTE, com a presença de alguns jovens, adolescentes e crianças, apresentou-se tocando as músicas: “Asa Branca”, “O Rio e o Vale” e “Bem-Te-Vi”. No decorrer da programação, também houve apresentações musicais de Pelé e Joãozinho, do Grupo Santos Reis; de Zé Pisca e de outros cantores populares de Almenara.



No domingo, dia 28 de agosto, foi o dia da Grande Celebração. A preparação para receber os romeiros começou desde as 2 horas da manhã com o preparo do café da manhã pelas equipes de voluntários(as) das paróquias São Pedro e São João Batista, de Almenara. A partir das 5 horas da manhã, os romeiros começaram a chegar vindos de todos os 17 municípios da Diocese de Almenara e também de várias outras dioceses do Estado de Minas Gerais. Todos os que chegavam eram recepcionados pelos jovens e conduzidos para tomarem o café da manhã partilhado.


Por volta das 9 horas da manhã, iniciou-se a Celebração onde o Bispo Dom Hugo invocou a Santíssima Trindade e pediu ao Deus da Vida que acompanhasse a todos naquela caminhada. Grande foi a beleza do momento em que todos os romeiros começaram a descer na Avenida Olindo de Miranda. Trajados com camisas e fitas próprias da Romaria, chapéus de palha e grandes faixas com frases, caminharam debaixo do forte sol daquela manhã de domingo rezando, cantando, anunciando e denunciando as injustiças sociais que acirram a vida do povo sofrido do Vale do Jequitinhonha.




A avenida ficou cheia de milhares de romeiros que desciam em direção ao Rio Jequitinhonha. Ao chegarem a sua margem, foram ao encontro das imagens de Nossa Senhora D’Ajuda e de São Francisco de Assis que vinham descendo o Rio Jequitinhonha trazidas por dois escalés. Ao chegarem à praia, os romeiros carregaram os andores até o local da Celebração da Eucaristia.
Durante o percurso até o Estádio Lisboão, no bairro Cidade Nova, a caminhada passou pela ponte do Rio Jequitinhonha e ali foi feito um momento de parada para afixação da Cruz da Romaria das Águas e da Terra, nas margens do rio.




Chegando ao estádio, realizou-se um almoço fraterno e por volta das 14 horas, Dom Hugo deu continuidade à Celebração co-celebrada por Dom José Alberto Moura (Arcebispo da Arquidiocese de Montes Claros), Dom Aloísio Jorge Pena Vitral (Bispo da Diocese de Teófilo Otoni) e vários padres da Diocese de Almenara e de outras dioceses mineiras. No decurso da Celebração, foi lida a “Carta da Romaria” e dois grupos se apresentaram: O Coral das Lavadeiras de Almenara que fez a procissão das oferendas com as águas do Rio Jequitinhonha que foram aspergidas sobre todos os fiéis e quatro jovens da Paróquia São Pedro que fizeram um momento de ação de graças.


Por fim, Dom Hugo deu a bênção final a todos os romeiros e sobre as 15 cruzes que vieram de todas as dioceses e locais onde já aconteceu a Romaria. Com muita emoção, todos se despediram e partiram para suas comunidades, paróquias e dioceses levando no coração uma alegria por terem participado de um momento tão bonito da Diocese de Almenara e também por estarem voltando mais sensibilizados da importância de preservar a terra e a água como dádivas de Deus à humanidade.
Pastoral da Comunicação da Diocese de Almenara - PASCOM

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

“O PADRE, O POETA E O CANTADOR – UM CONCERTO PARA FRANCISCO"

O PADRE, O POETA E O CANTADOR
– UM CONCERTO PARA FRANCISCO
É um espetáculo de paz num templo de fé, uma obra de caridade da poesia, da música e da religiosidade para com as pessoas carentes da boa emoção, baseada na vida de são Francisco de Assis e realizada em interior de igrejas.

Este “concerto franciscano”, reunindo o padre Nereu Pacífico, o poeta Gonzaga Medeiros e o cantador Saldanha Rolim, um franciscano que foi seminarista, representa para os três “um conforto para almas e corações sonhadores, uma celebração de fé na paz do mundo, um manifesto musical e poético de esperança em tempos melhores para aqueles que acreditam no sonho e nos princípios de vida de São Francisco de Assis.

É também um louvor à cultura popular.
O concerto tem a intenção de que a arte, impregnada do sentimento de amor entre os humanos, possa tocar profundamente o coração das pessoas.
Coroado de pleno sucesso, o espetáculo foi apresentado quatro vezes em Diamantina, sendo a primeira na véspera do fechamento da Igreja de São Francisco de Assis, para a reforma do templo, há aproximadamente dois anos, repetindo-se o espetáculo depois, na reabertura da Igreja e no mesmo local houve a terceira apresentação, na abertura do Festival de Inverno da UFMG, em julho de 2010.
A quarta apresentação se deu na Basílica do Sagrado Coração de Jesus.
O concerto foi apresentado também no Festivale, em Joaima, em julho de 2008 e nas cidades de Virgem da Lapa, Araçuaí, Carbonita, Turmalina, São Gonçalo do Rio das Pedras (Serro), Ferros e Belo Horizonte.

Contatos para shows: 31-3423-1940 – (31)9631-7818 e (31)9914-7711.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Araçuaí recebeu Pagador de Promessa

Araçuaí recebeu Pagador de Promessa
Cruz de 50 quilos é carregada de Pernambuco a Goiás Pouco antes do Natal, Araçuaí, no Médio Jequitinhonha, recebeu uma visita inusitada. O pagador de promessa de Caruaru, no agreste de Pernambuco, passou pela cidade rumo ao Santuário do Divino Pai Eterno, localizado em Goiás, no Centro-Oeste.

Pedro Guedes da Costa, conhecido também como o homem da cruz, é natural da cidade de Caruaru, Pernambuco. Ele tem 62 anos e já percorreu milhares de quilômetros passando por mais 150 cidades, em oito estados brasileiros. Seu objetivo é cumprir uma promessa feita, segundo ele, quando foi curado de uma trombose.

Essa cruz pesando cerca de 50 kg é sua única companheira de viagem. Para facilitar o cumprimento da promessa Pedro adaptou a cruz com um rolamento. Neste local, ele carrega todos os seus pertences: barraca, rede, comida e até uma garrafa de café.

Em praticamente todas as cidades percorridas Pedro faz questão de pegar um documento para provar que passou por elas.

Fonte: TV ARAÇUAÍ, pelo repórter André Sá

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Berilo: Festa do Rosário fortalece fé católica

Berilo: Festa do Rosário fortalece fé de católicos
Renasce a maior festa popular do lugar
Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos do Arraial da Água Suja, antigo nome de Berilo, tem tradição de mais de 200 anos. Porém, em 1981, este costume de comemoração religiosa foi interrompido. Depois, em 1990, a Igreja “tombou” literalmente, foi jogada no chão. O livro de atas da Irmandade do Rosário sumiu ou sumiram com ele.

Muitos choraram calados, de forma contida, principalmente os mais pobres, os negros moradores das mais de 27 comunidades quilombolas do município.
No ano passado, a festa ressurgiu. O povo saiu das comunidades e de suas casas, indo pra rua cantar e dançar em louvor à Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Berilo. Sem a Igreja e sem a imagem original que estava sendo restaurada pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
Arrepio do tambor
“Agora eu entendo o arrepio ao bater do tambor”, registrou o cantor cafuso Pereira da Viola. O som dos tambores e caixas da congada de Minas Novas, de Chapada do Norte e Virgem da Lapa se fez acompanhar por um grupo da comunidade de Lagoa Ezequiel e levantou os espíritos adormecidos, mas não vencidos, dos devotos. Foi muito bonita a festa.
Mas, neste ano, de 01 a 17 de outubro, o povo católico berilense renasceu ainda mais na grande festa popular. A expectativa era que a imagem da santa reaparecesse, bonita, restaurada.
O prefeito Lázaro Pereira Neves que tinha solicitado a restauração da imagem ao IEPHA pediu ao Conselho de Patrimônio Cultural que fosse buscar a imagem ainda na festa.
E assim foi. O rei, Raimundo de Dona Araci, e a Rainha, Betinha de Luzia, haviam trabalhado durante um ano na organização da grande festa. A Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida, do Caititu do Meio, se envolveu de corpo e alma, na coordenação geral do movimento de renascimento da fé católica com a alegria popular. Foram tantos que participaram da organização dos festejos que seria desmerecer alguém se começasse a fazer citações. Reza, cantos e danças
Durante 17 dias, foram rezas, cantos e danças em louvor à Senhora do Rosário. O Largo, no inicio da Rua do Porto, perto da Copasa, onde a igreja existiu por mais de 200 anos era ocupado, todas as noites. Uma multidão descia a ladeira, saindo da praça principal, a Praça da Prefeitura, tocando tambores, dançando, cantando, cheia de alegria em direção ao lugar da Senhora do Rosário. Não importava se não havia igreja ou imagem, a fé existia e poderia reconstituí-las ou reconstruí-las. Renascimento católico
Parecia que o catolicismo renascia. Os católicos, - tão sumidos de dentro das igrejas, dos cultos, das pastorais que iniciavam mas não tinham apoio para continuar -, apareciam de todos os cantos, de todas as idades, de todas as casas. A juventude e a criançada olhavam embevecidas aquele movimento com mulheres vestidas com longos vestidos brancos rodados, cheios de renda e colares multicoloridos, com turbantes enrolados na cabeça. Homens dançando, balançando os ombros, negaceando a cabeça, batendo os pés, rodopiando. Uns equilibrando litros de água ou cachaça na cabeça. Outros equilibrando a fé no ritmo eletrizante do batuque.
Girando, girando, girando...
Batucando, batucando, batucando...
Em cada dia uma instituição organizava a festa: Escolas, Prefeitura, comunidades, voluntários individuais ou coletivos, davam a sua contribuição. Nunca se viu tanta participação popular movida pela fé cristã católica.
A imagem restaurada foi trazida de Belo Horizonte pelos conselheiros Álbano Silveira Machado e Míria Ramalho Amaral, do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural.
Nossa Senhora reapareceu.
Viva Nossa Senhora!
No dia do levantamento do Mastro, no sábado, dia 16.10, à noite, a imagem foi apresentada à comunidade em frente ao Centro Comunitário, em carro aberto, pelo rei e rainha do Rosário, Raimundo e Betinha de Luzia. Quando o carro apareceu na curva do bambu, vindo da Avenida Geraldo Alves Martins, foguetes começavam a anunciar a novidade.
A população chorava, tirava fotos, dava vivas à Nossa Senhora.
A Banda da Vila de Santo Isidoro puxava um dobrado.
A congada arrebanhava seus animados congadeiros para fazerem cortejo à santa e entoavam: "Pro Rosário, vamusimbora!"
Um som à frente emitia músicas religiosas.
Outros soltavam foguetes.
Todos presentes queriam homenagear a Santa do povão, demonstrando a alegria e a esperança despertadas por sua presença . Em cada rua que passava mais o cortejo aumentava. Alguns calcularam mais de 3 mil pessoas caminhando, dançando e cantando. No Largo do Rosário, mais gente esperava a santa, principalmente os mais idosos, em frente a um grande palco armado para a festa.
Os reis festeiros entregaram a imagem do Rosário ao Padre José Nuno de Castro que pedia uma salva de palmas para os fiéis. Após a missa e bandeira do mastro levantada ao alto, os cangadeiros subiam a ladeira mais alegres ainda, sentindo-se com a alma leve, sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Berilo. No dia seguinte, de manhã, no domingo, dia 17.10, missa campal no Largo do Rosário, com a santa presente. Após a missa e a transmissão da coroa para o rei e rainha, de 2.011, Afonso de Nata e Marlene Machado, ouviram-se gritos de viva e renovação da fé católica.
Agora só falta a gente construir a igreja que deixaram tombar, era o comentário e sentimento geral.
“A fé remove montanhas”, alguns afirmaram.
Pode construir montanhas também, concluiu outro devoto. Viva Nossa Senhora do Rosário!
Viva!
Viva!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Chapada do Norte - Vale do Jequitinhonha
Fiéis fazem ato público de veneração à Santa Cruz
No dia 03 de Maio, segundo a tradição antiga, é o dia dedicado à invenção da Santa Cruz, que é a padroeira da nossa cidade. Nossa paróquia tem o nome de Santa Cruz. Houve muitas festas em toda a paróquia, com muita animação; missas, novenas, leilões, procissões, dedicadas à Santa Cruz.
Este ano, outra coisa melhor aconteceu. Há dois anos atrás, o nosso Cruzeiro, colocado no alto, à entrada da cidade por Padres Redentoristas, caiu. Algumas pessoas dizem que foi por um vento forte que houve. Houve muitos comentários; até as coisas erradas que foram acontecendo, falamos na falta do Cruzeiro.
Este ano, com grande alegria, foi colocado outro Cruzeiro, doado por pessoas da nossa comunidade, com a participação da Prefeitura Municipal.
No sábado, dia 02 de maio, houve uma concentração de homens para carregar o Cruzeiro até o local a ser levantado. Foi uma procissão belíssima, acompanhada das mulheres que cantavam os benditos à Santa Cruz.
Na manhã do domingo, dia 03, foi então levantado o cruzeiro. Às 18:30 h ele recebeu a bênção pelo nosso querido padre Luciano. Foi uma cerimônia linda, com pregação, incenso, água benta e logo após, as luzes do Cruzeiro foram acesas, para a alegria de todos nós.Obrigado Padre Luciano, pelo seu carinho e cuidado com suas ovelhas de Chapada do Norte.
C hapada do Norte, 05 de maio de 2.009.
Relato de Dona Maria Inês, Ministra da Comunhão Eucarística na Paróquia de Santa Cruz, em Chapada do Norte - MG, Vale do Jequitinhonha
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