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sábado, 12 de dezembro de 2015

Coronel Murta retoma obras em Unidades de Saúde após liberação de recursos

Obras estavam paralisadas desde o final do ano passado.

Recursos foram liberados no final de agosto de 2015.

Foto: Ascom/prefeituraCoronel Murta retoma obras em Unidades de Saúde após liberação de recursos
No bairro Palmeiras será concluída a construção de uma UBS
 A prefeitura Municipal de Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha (MG) retomou as obras de ampliação e construção de Unidades de Saúde que estavam paralisadas por conta de atraso no repasse dos recursos do Ministério da Saúde. 

Ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) do distrito de Barra do Salinas
Ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) do distrito de Barra do Salinas

 No distrito de Barra do Salinas, a 18 km da sede do município , será concluída a ampliação da UBS da localidade, cujas obras foram orçadas em R$ 100 mil.
  
Já na sede do município,  estão previstas as obras  finais de construção da Unidade Básica de Sáude do bairro Palmeiras e ampliação da UBS do bairro Maria da Glória. As obras foram reiniciadas na quarta-feira (09.12)

Conclusão das obras de construção da UBS do bairro Palmeiras está prevista para junho de 2016
Conclusão das obras de construção da UBS do bairro Palmeiras está prevista para junho de 2016


A ampliação das Unidades de Saúde do bairro Maria da Glória e do Distrito de Barra do Salinas, têm previsão de entrega para março de 2016.
  
“ Isso se não ocorrer novos atrasos por parte do Ministério da Saúde”, espera o prefeito do município Eletâncio Freire (PMN)
UBS do bairro Maria da Glória está sendo ampliada
UBS do bairro Maria da Glória está sendo ampliada

  
As empresas Akla Engenharia e Onnis e Onnis, são as responsáveis pelas obras que tiveram início em 2013.

“ A conclusão dessas obras depende do repasse de verbas para o município. Se tem atraso no repasse, ocorre atrasos  na entrega da unidade. As novas Unidades de Saúde têm ótimas estruturas e vão abrigar consultórios dentário e médico, sala de vacina, cozinha, sala de curativo, recepção e banheiros. São ambientes amplos para melhor atendimento à sáude da  população”,informa Horácio Aguilar, secretário municipal de Saúde .


Em setembro, foi concluída a reforma da UBS Carlito Murta
Em setembro, foi concluída a reforma da UBS Carlito Murta


Em setembro foram  finalizadas as reformas da Unidade de Saúde Carlito Murta cujas obras, orçadas em  R$ 275 mil,  ficaram paralisadas por um ano.

Coronel Murta possui .9.400.habitantes,segundo o IBGE.

Os recursos foram liberados, no final de agosto deste ano.
Fonte: Gazeta de Aracuai

terça-feira, 23 de junho de 2015

CEMIG ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 38,4 MILHÕES NO VALE DO JEQUITINHONHA

Construção de linhas de transmissão beneficiam consumidores das cidades de Jequitinhonha, Almenara, Bandeira, Palmópolis, Rio do Prado, Rubim, Santo Antônio do Jacinto, Jordânia, Salto da Divisa e Santa Maria do Salto.

Dinheiro será usado em obras de expansão da capacidade energética e também para preservação de nascentes (Foto: Divulgação)

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Mauro Borges Lemos, firmou na última quinta-feira (18.06), durante a reunião do Fórum Regional do Governo de Minas, realizado em Araçuaí, dois convênios no valor de R$ 38,4 milhões para investimentos no Vale do Jequitinhonha.

O dinheiro será investido em obras de expansão da capacidade energética na região. "Essas obras vão triplicar a capacidade de atendimento e melhorar a confiabilidade e a qualidade do serviço no Vale do Jequitinhonha, além de possibilitar o atendimento para um maior número de consumidores", afirmou o dirigente da Cemig.

No plano de investimentos da Cemig estão obras para a ampliação de distribuição de 69 (kv), com extensão de 54 quilômetros. A linha vai interligar a subestação Jequitinhonha à de Rio do Prado. 

A outra obra prevista é a construção da linha de distribuição Almenara-Jequitinhonha, também de 69 (kv), que terá 47 quilômetros de extensão. A expectativa é que a intervenção seja concluída em novembro de 2016.

Conforme a Cemig, essas linhas vão beneficiar os consumidores das cidades de Jequitinhonha, Almenara, Bandeira, Palmópolis, Rio do Prado, Rubim, Santo Antônio do Jacinto, Jordânia, Salto da Divisa e Santa Maria do Salto.

Preservação

A Cemig vai investir ainda R$ 280 mil para o cercamento de 61 nascentes e realizar o monitoramento e acompanhamento de ações ambientais implantadas pela Prefeitura Municipal de Jequitinhonha.

Fonte: ASCOM da CEMIG

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Itamarandiba avança em infraestrutura urbana

Itamarandiba avança em infraestrutura urbana
Parceria firmada entre o BDMG e Município amplia os investimentos na cidade
Pedro Afonso

Após o início das obras de esgotamento sanitário da COPASA, que se encontram a todo vapor na cidade, outra parceria firmada pelo município de Itamarandiba, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas, com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais-BDMG amplia os investimentos em infraestrutura urbana.

Com o apoio do banco de fomento mineiro, a prefeitura adquiriu 03 novos caminhões basculante, 01 retro escavadeira, 01 pá carregadeira e 01 caminhão compactador de lixo.

O resultado é a melhoria e celeridade dos serviços prestados, além de uma economia de 350 mil para os cofres do município. Antes, havia gastos com alugueis de maquinário.

Outro fator a salientar foi a melhoria das condições e segurança no trabalho para os servidores públicos.

A parceria de sucesso que tem somado para o desenvolvimento urbano e afirmado a cidade como um atrativo a novos investimentos foi exibida, no último 29/07, pela Rede Minas e pode ser acessada clicando aqui


Com informações da Prefeitura de Itamarandiba e BDMG.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

BDMG: 7 municípios do Vale investem R$ 7,167 milhões

7 municípios do Vale recebem R$ 7,167 milhões
Financiamentos do BDMG são para infra-estrutura e aquisição de máquinas pesadas
O BDMG – Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais liberou no dia 23.05, por meio do programa Novo Somma, o valor de R$ 7,167 milhões de investimentos para a infra-estrutura e aquisição de máquinas pesadas, beneficiando 7 municípios do Vale do Jequitinhonha.

Os municípios beneficiados com o financiamento foram: Cristália com R$ 550 mil; Olhos D´Água com R$ 800 mil; Itinga com R$ 547 mil; Jacinto com R$ 620 mil; Mata Verde com R$ 1,2 milhão; Minas Novas com R$ 2,5 milhões; Veredinha, com R$ 910 mil.

O Novo Somma liberou R$ 100 milhões contratados nos primeiros cinco meses do ano, beneficiando 104 municípios. No total, foram contratados R$ 325 milhões, com 617 máquinas e ônibus escolares entregues e diversas obras de infraestrutura financiadas.


Os recursos do Novo Somma destinam-se a obras de infraestrutura urbana e de tratamento de resíduos sólidos, compra de máquinas e equipamentos e de veículos escolares.


- Essa assinatura de contratos é muito positiva, porque somente os municípios que estão com suas contas em dia, que têm a aprovação rigorosa do Banco Central, participam do programa. Ao mesmo tempo que concedemos o crédito, estimulamos a boa gestão pública nos municípios. Então, isso é muito positivo e por isso o programa vai continuar, disse o governador Antonio Anastasia, em cerimônia de liberação de recursos.


O BDMG analisa pleitos que somam R$ 760 milhões, em 404 municípios, sendo R$ 688 milhões para obras de infraestrutura e R$ 72 milhões para aquisição de máquinas e ônibus escolares.


Com informações do site do BDMG

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Por um PAC Rural

Por um PAC Rural
Artigo publicado no jornal Estado de Minas: José Silva Soares - Agrônomo, extensionista rural, ex-presidente da Emater-MG, deputado federal eleito (PDT-MG)

O Brasil vive uma oportunidade única, dessas que acontecem muito raramente em nosso país.

Trata-se da possibilidade de iniciarmos um processo abrangente de mobilidade social, com a elevação da qualidade de vida das pessoas, conforme anunciado pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso de posse, de criar no Brasil as condições objetivas para o surgimento de uma classe média forte e empreendedora.

As populações rurais precisam estar incluídas nesse processo, superando uma história secular de estar sempre à margem das políticas públicas voltadas para a melhoria das condições sociais e de vida dos brasileiros.

E para isso precisamos pensar grande para vencer definitivamente essas históricas diferenças de oportunidades para populações urbanas e rurais.

Precisamos de um PAC Rural. Digo com a experiência de quem veio do campo e dirigiu uma equipe exitosa na Extensão Rural de Minas Gerais (Emater), além do exercício de seis anos na presidência da Associação das Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rurais (Asbraer), trabalhando com a agricultura familiar de todas as regiões do país.

A agricultura familiar é um setor econômico e social de fundamental importância para nosso desenvolvimento. Ela responde, por exemplo, pela produção de cerca de 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa, emprega em torno de 70% da mão de obra rural e responde por 38% do valor bruto da produção agrícola brasileira.

Mas, apesar dessa força econômica e social da agricultura familiar, tocada basicamente por quem vive nas comunidades rurais, estamos ainda longe de poder falar da existência de uma forte classe média rural, mesmo se levarmos em conta apenas os indicadores de renda familiar.

Apenas um dado para exemplificar: em Minas Gerais, que aqui retrata bem o país inteiro, num esforço de criatividade e desafios tecnológicos o governo estadual, por meio da extensão rural e em parceria com a União, levou abastecimento domiciliar de água para 43 mil famílias rurais no semiárido mineiro, nos últimos quatro anos. Entretanto, ainda vivem sem esse direito
elementar de cidadania pelo menos outras 200 mil famílias. Isso, apenas em Minas.

E, no Brasil, quantas famílias no meio rural não têm água dentro de casa? Ocorre que praticamente a totalidade dos recursos de investimentos em áreas sociais vão para as cidades, em seus perímetros urbanos. É por isso que em comunidades ou distritos rurais não se vê um conjunto habitacional ou um programa de saneamento básico.

É bem verdade que vem aumentando de forma até vigorosa o apoio, o crédito e os recursos para infraestrutura de produção agrícola, com várias políticas públicas nessa direção. Mas, para as questões sociais, o quadro permanece desolador.

Tornamo-nos a segunda potência econômica da América, ultrapassando o Produto Interno Bruto (PIB) do Canadá e do México. Pouco se comenta, contudo, como essas oportunidades do desenvolvimento chegam ao meio rural.

Segundo Marcelo Neri (FGV), de 2003 até 2009, 3,7 milhões de pessoas passaram a fazer parte da agora predominante classe C. E diz ainda o economista: “Temos 7,8 milhões de brasileiros do campo que podem virar classe média em breve”. Uma oportunidade de ouro.

Contudo, para quem vive da roça, esta oportunidade de modernizar e mudar as condições sociais do campo é ainda distante. Principalmente para os agricultores familiares. Porque uma coisa são números, a outra é o dia a dia das pessoas.

Os jovens rurais, por exemplo, ressentem-se de modo contundente da falta dessas condições para uma melhor qualidade de vida e saem do campo em busca de melhores oportunidades.

Estudos de universidades federais do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro revelam que grande parte dos estudantes rurais que passam da quarta para a quinta série abandona o meio rural porque aprendem que o lugar em que nasceram é sinônimo de atraso.

As desigualdades entre a realidade educacional do campo e a cidade são evidentes. Para estudantes do meio rural, a dificuldade em dar prosseguimento aos estudos é nítida, quando se compara a escolaridade dos jovens brasileiros.

Entre a população urbana de 25 a 34 anos, 52,5% têm ensino médio ou superior. No meio rural esse percentual é de apenas 17%. A situação é ainda mais grave quando sabemos que os pequenos municípios, de até 20 mil habitantes e tipicamente rurais, são os que mais sofrem com a penúria orçamentária, diminuindo sua capacidade de investimento.

Portanto, é mais que hora de tratar o campo não apenas como espaço para a produção e geração de riquezas, mas, principalmente, como uma geografia humana que não pode mais ficar à margem das políticas públicas de inclusão e mobilidade social.

Na Câmara dos Deputados, vamos levar ao governo federal a proposta de um PAC Rural como instrumento de resgate dessa dívida social histórica com as populações rurais.

Nessa formulação, construída em debates e convivência com a agricultura familiar nos últimos 20 anos de nossa vida como produtor e extensonista rural, o programa contemplaria investimentos em infraestrutura social, em estradas, armazéns coletivos, melhorias na educação e na saúde, investimentos em tecnologias de comunicação, em estruturas para esportes,
cultura e lazer, em habitação e saneamento básico, entre outros, como condições indispensáveis para a promoção da mobilidade social e econômica no meio rural brasileiro.

Finalmente, nossa proposta é de que os recursos para o PAC Rural venham do Fundo Social do Pré-Sal, em percentuais definidos para aplicação exclusivamente em comunidades rurais.

Lavrado em lei, para não repetirmos os erros cometidos nos últimos 500 anos de nossa história, quando apenas migalhas de investimentos sociais chegaram às populações rurais, quando chegaram.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Governador promete asfalto em final de Governo

Governador lança projeto Caminhos de Minas em final de Governo
Programa eleitoral depende de financiamento do BID e Banco Mundial
O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta segunda-feira, 14.06, o Programa Caminho de Minas. Trata-se de pontos de um programa eleitoral que pretende levar asfalto a 223 trechos de estradas que fazem ligação entre as cidades mineiras.
O programa beneficiará diretamente 297 municípios, com a pavimentação de 7,6 mil quilômetros de extensão, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de milhares de mineiros que utilizam as estradas de terra. Como o próprio Governador afirmou “o Caminhos de Minas é a continuidade do Proacesso".
Durante a solenidade o governador Antonio Anastasia afirmou que no início de julho irá a Washington (EUA), apresentar o novo programa do Governo do Estado aos dirigentes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial (Bird). Segundo ele, passará dois dias nos Estados Unidos para apresentar tal projeto e negociar financiamento.
Nós, contribuintes, pagaremos depois, em suaves prestações.Participaram da solenidade 203 prefeitos de cidades mineiras, deputados estaduais e federais, secretários de Estado e outras autoridades.
No Caminho de Minas e no PAC: BR 367 agora vai?
A BR 367 virou bandeira de campanha eleitoral. Antes, o governo Aécio-Anastasia dizia que não podia mexer na BR pois ela é federal. Agora, anuncia em Almenara e Belo Horizonte que vai fazer. E tem prefeito e correligionário soltando foguete com mais uma promessa eleitoral.
Lula e Dilma anunciaram em 19 de janeiro, em Jenipapo de Minas, e em 29 de março, em Brasília, que a BR 367 erá asfaltada e que foi incluída no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento.
Com duas promessas de governador e Presidente os trechos da BR 367 que faltam ser asfaltados talvez agora saem do papel. Mas, pergunto: por que não asfaltaram durante os mais de 7 anos que ficaram à frente do governo de Minas e do Brasil?
Em 05 de maio, o DNIT – Departamento de Infra-estrutura Terrestre, do Ministério dos Transportes, e o DER – Departamento de Estradas e Rodagens de Minas Gerais, assinaram um Termo de Compromisso em pavimentar os trechos de Almenara-Jacinto-Salto da Divisa, de 61,6 km; e de Virgem da Lapa-Berilo-Chapada do Norte – Minas Novas, de 59,7 km.
Ou seja, são 121,3 km que deverão ser asfaltados na próxima gestão do Governo Federal. Mas, se José Serra for o Presidente, não acredito nessa possibilidade. O seu sentimento de paulista que só quer pra si não deixará.Eu creio que agora vai, mas isso se deve a muita pressão e cobrança de todo o Vale do Jequitinhonha.
CAMINHOS DE MINAS - VALE DO JEQUITINHONHA
Estes são os trechos relacionados no programa Caminhos de Minas que são reivindicações antigas da população dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri:
Capelinha - Itamarandiba - Sen Modestino Gonçalves 99 km;

Carlos Chagas – Pavão - 56 km;
Chapada do Norte - Leme do Prado - 18 km;
Curral de Dentro - Entrº Berizal - 20 km;
Diamantina – Monjolos - 63 km;
Entrº Araçuai - Novo Cruzeiro - Ladainha - 132 km;
Entrº Virgem da Lapa - Entrº Cel Murta - 36 km;
MG/406 - Pedra Azul - Almenara (Pedra Grande) 32 km;
Pedra Azul, Almenara - 61 km;
Rio do Prado – Rubim - 31 km;
Salto da Divisa - Almenara - 61,6 km;
Serra Azul de Minas-Rio Vermelho–Coluna - 50 km;
Setubinha – Capelinha - 50 km;
Taiobeiras - Fruta de Leite - 54 km;
Virgem da Lapa-Lelivéldia- Buriti(José Gonçalves de Minas) - 40 km;
Virgem da Lapa.Berilo. Chapada do Norte. Minas Novas ( BR 367)-59,7 km.


Com informações da Agência Minas

domingo, 13 de junho de 2010

Comerciantes de Araçuaí reclamam de obras do mercado municipal

Comerciantes de Araçuaí reclamam de obras do mercado municipal
Reclamações sobre problemas acarretados pelo atraso da obra de cobertura da área externa
Os comerciantes da parte interna do mercado estão reclamando do atraso na obra da cobertura e ampliação do prédio mercado municipal. Segundo eles há situação tem causado muito prejuízo e diminuindo o movimento no local.

A obra teve inicio em fevereiro deste ano e esta orçada em cerca de 763 mil reais provenientes do Ministério do Turismo e uma parte da prefeitura. A obra é uma antiga reivindicação dos feirantes e usuários. Além da cobertura externa esta sendo feito uma área para os camelôs. Está previsto ainda a construção de alojamentos, salas para administração, enfermaria e novos banheiros. Antonieta Luiz Soares, dona desta banca no mercado (foto), é uma das mais prejudicadas com o atraso da obra. O movimento neste local diminui bastante por causa do fechamento desta porta.

Antonieta também reclama das constantes falta de água no seu estabelecimento e o aumento das contas. Reclamação idêntica de Sebastião Antonio Casaes.
A obra foi iniciada com 20 trabalhadores, em abril eram cinco e segundo os comerciantes esta semana a obra ficou a maior parte do tempo parada. As obras estão se arrastando trazendo muito prejuízo aos comerciantes que querem uma solução rápida para o problema.
O açougueiro João Modeste reclama ainda dos banheiros localizados no mercado. Segundo ele esta impossível de usá-los.
Fonte: Com informações do Portal Ara

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Almenara recebe recursos para infra-estrutura e saúde

Almenara recebe recursos para infra-estrutura e saúde
Convênios beneficiam pavimentação de ruas, construção de UBS e reforma do Mercado Municipal
A prefeita interina de Almenara, Fabiane Ferraz, recebeu com entusiasmo o anúncio de convênios entre o Governo de Minas e a Prefeitura Municipal para a realização de obras no município.
O Governador Antonio Anastasia destacou as parcerias entre o Estado e a prefeitura, fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do município. O convênio para obras de infraestrutura prevê a aplicação de R$ 1 milhão para o melhoramento de vias públicas. Os recursos serão investidos em calçamento em ruas de diversos bairros e distritos.
"Vamos passar recursos para o município de Almenara realizar obras de asfaltamento, recuperação do mercado municipal e também para a construção de mais uma UBS”, disse o Governador.

Para a Unidade Básica de Saúde, serão liberados R$ 270 mil. A nova unidade será construída no bairro Cidade Nova e atenderá quatro mil pessoas/mês. Serão oferecidos serviços de promoção e proteção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento e o encaminhamento para outras especialidades, além de apoio a equipes de saúde da família.

O convênio para a conclusão das obras do Mercado Municipal de Almenara terá o valor de R$ 500 mil. Os recursos serão destinados à cobertura do espaço e o término das obras do mercado novo, que abriga diversos feirantes.

Com informações da Agência Minas e Diário do Jequi, de Almenara