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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Atenção, professores e professoras! Para o Bolsonaro, educação e conhecimento são muito perigosos!

domingo, 30 de dezembro de 2018

Video "A facada no Mito" viraliza, pois levanta suspeitas que não foram explicadas

Vídeo organiza imagens do atentado a Bolsonaro e levanta questões sem resposta

Postado há uma semana pelo canal no YouTube "True Or not", documentário começa a ampliar audiência por levantar dúvidas e suspeitas que nem autoridades, nem mídia se empenham em resolver

por Redação RBA publicado 29/12/2018 15h55
Da Rede Brasil Atual – 
O documentário A Facada no Mito, postado há uma semana no canal True Or Not, no YouTube, está se espalhando por meio das redes sociais. O trabalho, que não identifica seus autores, praticamente não traz imagens inéditas do episódio que vem sendo tratado como "atentado" contra o então candidato Jair Bolsonaro, em 6 de setembro. Mas traz apontamentos minuciosamente elaborados em torno das cenas que antecederam à facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira.
Mostra o comportamento da equipe de segurança, levanta questões relacionadas à "logística" em torno do autor, relembra dúvidas em torno do atendimento e contradições em torno das reações de pessoas próximas a Bolsnoaro. Adélio agiu sozinho mesmo para organizar e executar o atentado? Por que tinha tantos celulares e laptop se usava lan house? São coincidências as mortes de pessoas ligadas a sua hospedagem? E o fato de o escritório de advocacia que o defende atender também envolvidos em confronto entre policiais de Minas e de São Paulo? São listadas, enfim, muitas perguntas sem respostas, como qual teria sido o desempenho de Bolsonaro se não tivesse ocorrido o crime.
"Não somos direita ou esquerda. Não estamos acima e nem abaixo. Somos nós, somos vocês, somos eles, somos todos... ...e merecemos respostas", dizem os responsáveis pelo canal, que abrem o documentário explicando não se tratar de uma "acusação", mas de levantamento de pontos de vista que permitam "uma narrativa diferente da divulgada".
Os responsáveis observam que até o momento a Polícia Federal apresentou uma conclusão que "deixa de fora muitas questões". "Questões que queremos dividir com o público para que possamos exigir as devidas respostas."
Para eles, o assunto não pode ser tratado como crime comum. "Trata-se de um crime de segurança nacional contra um candidato eleito presidente. Além de, como veremos, pode tratar-se de um crime de falsidade ideológica que poderia levar à cassação do mandato presidencial."
Assista ao filme A Facada no Mito (57 minutos)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Bolsonarismo: O novo poder teocrático-militar quer impedir a democracia

Militares e evangélicos são 

a nova fonte de poder no 

Brasil dos Bolsonaro

Por Ricardo Kotscho, para o Balaio do Kotscho e Jornalistas pela Democracia 
Os generais estão voltando, sob o comando de um capitão reformado, mas não estão sozinhos para dar as ordens em Brasília.
Junto com eles, chegam ao poder os bispos da grana das igrejas evangélicas neo-pentecostais, que já nomeiam e vetam ministros.
Nada muito diferente de 1964.
Só mudaram as igrejas: naquela época, quem açulou os militares a tomar o poder foram bispos da igreja católica apostólica romana, que promoveram as Marchas da Família, com Deus pela Liberdade, e acenderam o pavio do golpe.
Igrejas e Forças Armadas sempre tiveram muito poder no Brasil. Juntas, podem eleger e derrubar presidentes.
Na semana em que os nostálgicos da ditadura militar comemoram os 50 anos do Ato Institucional Nº 5, o golpe dentro do golpe de 64, Jair Bolsonaro será diplomado pelo TSE ao final do processo eleitoral mais sujo e manipulado da nossa história.
Desta vez, não foi preciso colocar tanques nas ruas: o serviço foi feito nas redes sociais e nos tribunais, “tudo dentro da lei e da ordem, com as instituições em pleno funcionamento”.
Na manhã de sábado, reunido na Agência Pública, um grupo de jornalistas que já passaram pelas principais redações do país discutiu o papel da mídia que foi surpreendida pela onda conservadora bolsonariana nas eleições de outubro.
Nós, repórteres, não vimos germinar nos becos, nas quebradas, nos templos eletrônicos e nos quartéis, muito menos nos algoritmos das redes sociais, as novas fontes de poder.
Nas nossas agendas de fontes, já não havia militares nem religiosos como em outros tempos.
Sabíamos de cabeça os nomes dos generais do Alto Comando do Exército e dos principais líderes da CNBB, agora substituídos pelos cardeais do STF e cruzados da Lava Jato, que viraram astros da televisão ao vivo.
(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela democracia)
São difusos os interesses dos novos donos do poder, mas o objetivo é o mesmo de 50 anos atrás: tolher as liberdades públicas e rifar os direitos dos trabalhadores, para vender as nossas riquezas naturais na bacia das almas, e atender ao projeto dos grandes interesses multinacionais na Amazônia e no pré-sal.
Ao abdicar de uma política externa independente, para se oferecer como ponta de lança de Donald Trump na América Latina, os senhores proprietários de terras, gado e gente se uniram em torno do capitão para varrer do mapa os movimentos sociais e implantar seu projeto de concentração de renda e de poder.
Até o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador eleito de São Paulo, João Doria, fiéis aliados da nova ordem, já convocaram generais para suas equipes.
Nestes dias de reminiscências do AI-5, voltam as lembranças da época em que a segurança pública em São Paulo era comandada pelo famigerado coronel Erasmo Dias, que tinha tara para bater em estudantes, professores e operários.
Agora, em lugar do coronel, teremos um general e, em lugar dos generais-presidentes, assume um capitão reformado pelo Exército aos 33 anos, que virou deputado do baixo clero e em três décadas de atuação parlamentar nunca passou de uma figura folclórica, defensor da ditadura militar e seus torturadores.
Como a imprensa vai lidar com estas velhas novas fontes de poder, que já tratam repórteres como inimigos da pátria, a exemplo do que faz o presidente americano?
Repórteres, como sabemos, são esses tipos inconvenientes que querem saber: de onde veio e para onde foi o R$ 1,2 milhão do caixa eletrônico da família do PM motorista dos Bolsonaro?
Uma coisa é certa: não será fácil a lida dos jornalistas daqui para a frente para contar o que está acontecendo nos subterrâneos deste poder teocrático-militar.
E vida que segue.
(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela democracia)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Governo Bolsonaro é ficha-suja: mais da metade dos ministros estão enrolados

O futuro governo Bolsonaro, surgido no bojo de uma onda "contra a corrupção", tem mais da metade dos ministros anunciados envolvidos em  denúncias e investigações.
Seis dos dez nomes indicados por Bolsonaro estão enrolados: Onyx Lorenzoni, deputado (Casa Civil); Paulo Guedes, economista (Economia); Marcos Pontes, tenente-coronel (Ciência e Tecnologia); Tereza Cristina, deputada (Agricultura); Luiz Henrique Mandetta, deputado e médico (Saúde); e Sérgio Moro, agora ex-juiz federal (Justiça).
www.brasil247.com, em 21 DE NOVEMBRO DE 2018 ÀS 09:28 
O futuro governo Bolsonaro, surgido no bojo de uma onda "contra a corrupção", tem mais da metade dos ministros anunciados envolvidos em  denúncias e investigações. Seis dos dez nomes indicados por Bolsonaro estão enrolados: Onyx Lorenzoni, deputado (Casa Civil); Paulo Guedes, economista (Economia); Marcos Pontes, tenente-coronel (Ciência e Tecnologia); Tereza Cristina, deputada (Agricultura); Luiz Henrique Mandetta, deputado e médico (Saúde); e Sérgio Moro, agora ex-juiz federal (Justiça).
Até o momento, não há investigações em curso contra quatro ministros anunciados: Augusto Heleno, general (Segurança Institucional); Fernando Azevedo e Silva, general (Defesa); Ernesto Araújo, diplomata (Relações Exteriores); e Wagner Rosário, atual ministro (Controladoria-Geral da União). 
As acusações e denúncias contra cada um:
Onyx Lorenzoni: recebimento comprovado de doações ilícitas em campanha eleitoral (caixa 2); para o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, o uso de caixa 2 em campanhas eleitorais, é "pior que corrupção".
Paulo Guedes: há investigações por fraudes contra fundos de pensão e fundos de investimentos em valores que podem chegar a mais de R$ 1 bilhão. 
Marcos Pontes: acusado de ser sócio oculto de uma empresa quando era militar da ativa -aos militares é vedado serem sócios de empresas.
Tereza Cristina: investigada por conceder incentivos fiscais à JBS quando era secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul, na mesma época em que arrendou para si uma propriedade ao grupo.
Luiz Henrique Mandetta: o deputado não reeleito é investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa 2 no contrato para implementar um sistema de informatização na saúde em Campo Grande, no período no qual foi secretário. O futuro ministro teve os bens bloqueados em uma ação civil pública relativa ao caso.
Sérgio Moro: responde a diversos processos disciplinares no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre eles estão: vazamento para a imprensa da delação premiada de Antonio Palocci; a divulgação da conversa gravada entre a então presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula; a aceitação do convite para se tornar ministro da Justiça do presidente eleito Jair Bolsonaro, diante da revelação que o convite fora feito ainda durante a campanha eleitora; a interferência indevida de Moro para impedir o cumprimento de um habeas corpus que determinava a soltura de Lula, em julho passada; viagem ao exterior patrocinada por entidade privada (Lide) para participar de evento a convite de João Doria.
A qualidade do ministério de Bolsonaro está surpreendendo até setores da mídia que vinham manifestando neutralidade e até simpatia a Bolsonaro. 
Gilberto Dimenstein, proprietário do site Catraca Livre, manifestou-se nesta terça com um tweet sobre o assunto:
Os Investigados:

Luiz Henrique Mandetta (Saúde) por suposta fraude em licitação, tráfico de influência e caixa 2
Tereza Cristina,( Agricultura) supostamente beneficiar a JBS
Onyx Lorenzoni, suposto recebimento de caixa 2
Paulo Guedes,supostas irregularidades em fundos de pensão


402 pessoas estão falando sobre isso
Além dos futuros ministros enrolados com a Justiça, Bolsonaro, que havia prometido um ministério desvinculado da política tradicional está compondo um governo alicerçado no DEM. O partido é o único com parlamentares no ministério até o momento e, mesmo com um desempenho pífio nas eleições, já abocanhou 30% do lote já anunciado: três dos dez indicados são "democratas",  Lorenzoni, Tereza Cristina e Mandetta. O DEM é o sucessor do PFL, por sua vez sucessor do PDS, que surgiu da Arena, o partido que deu sustentação ao regime militar e reúne a casta política mais arraigada no aparelho de Estado e à política clientelista, especialmente no Nordeste. 

Em termos de representação parlamentar, o DEM terá uma bancada no máximo média em 2019. Elegeu apenas 29 deputados federais, muito atrás do PT (56), do PSL (52), PP (37) ou MDB e PSD (cada um com 33). A bancada do DEM é menor até que as do PR, PSB e PRB. É apenas a nona banbada na Câmara, empatada com a do PSDB. No entanto, é a força política predominante até agora no Ministério Bolsonaro.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Sergio Moro aceita ser Ministro da Justiça do governo Bolsonaro

URGENTE: MORO ACEITA CONVITE DE BOLSONARO PARA SER MINISTRO DA JUSTIÇA

Fotos: Reuters
Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (01.11) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o superministério da Justiça. Moro divulgará uma nota detalhando os termos da proposta que aceitou. 
Ele deixou o condomínio onde mora o presidente eleito, no Rio, às 10h45, após cerca de 1h30 de reunião
1 DE NOVEMBRO DE 2018 ÀS 11:17 h, no www.brasil247.com
Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o superministério da Justiça. Moro divulgou uma nota confirmando que aceitou o "honrado convite".  Ele deixou o condomínio onde mora o presidente eleito, no Rio, às 10h45, após cerca de 1h30 de reunião "na qual foram discutidas políticas para a pasta". 
Durante o voo de ida para o Rio de Janeiro, Moro afirmou que a motivação de seu encontro com Bolsonaro ocorreria em função de o País precisar de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado.
“Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, disse ele à Globo. Durante o voo, ele chegou a dizer que ainda não há nada definido. “Ainda vai haver a conversa”, emendou.
 Leia a íntegra da nota divulgada por Moro. 
"Nota oficial: Fui convidado pelo sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a pespectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operacao Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juizes locais. De todo modo, para evitar controversias desnecessarias, devo desde logo afastar-me de novas audiencias. Na proxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes. Curitiba, 01 de novembro de 2018. Sergio Fernando Moro

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Haddad só perdeu em um município dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Fernando Haddad ganhou as eleições nas regiões do Vale do Jequitinhonha/Mucuri, norte de Minas e Zona da Mata. 
Chapada do Norte, o município com mais de 90% de população negra, deu 83,5% dos votos para Haddad. 
Bolsonaro venceu em todas as outras macrorregiões: Central, Alto Paranaíba, Centro Oeste, Sul de Minas, Rio Doce, Noroeste e Triângulo Mineiro obtendo 58,19% dos votos mineiros.
Haddad obteve 67,53% no Jequitinhonha, 57,81% no Mucuri e 60,07% no norte de Minas.
Confira a votação de cada município dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Repetindo os resultados  eleitorais de 2002 e 2006, com Lula,  2010 e 2014, com Dilma, em campanhas presidenciais, o candidato do PT, Fernando Haddad, venceu as eleições nos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e norte de Minas. Na região Jequitinhonha/Mucuri, Bolsonaro só ganhou na cidade de Teófilo Otoni.

Haddad obteve 197.804 votos no Jequitinhonha ou 67,53% dos  votos válidos.Os municípios com maior votação de Haddad foram em Chapada do Norte ( 83,55%), Minas Novas (79,86%), Presidente Kubitschek (79,46%),  Bandeira (79,71%), Rio do Prado (79,01%), Comercinho (76,59%), Jequitinhonha  (75,49%) e Ititnga (75,68%).
Bolsonaro obteve 95.105 votos ou 32,47% do total dos válidos.

No Vale do Mucuri, Bolsonaro só venceu na cidade de Teófilo Otoni com 33.470 votos ou 54,65%. Haddad obteve 28.194 votos ou 45,35%.

No Vale do Mucuri, Haddad obteve 105.561 votos ou 57,81%. Bolsonaro obteve 77.026 votos ou 42,19% dos votos válidos.
Os municípios com maior votação para Haddad, no Mucuri, foram: Setubinha (82,84%), Fronteira dos Vales (77,98%),  Crisólita (76,89%), Caraí ( 76,04%) , Santa Helena de Minas ( 74,68% ), Catuji (73,09% ), Novo Oriente de Minas ( 71,52% ) e Frei Gaspar (71,99%).

VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE, NO SEGUNDO TURNO – 2018,
 EM MUNICÍPIOS  NO BAIXO JEQUITINHONHA, NORDESTE DE MINAS
Nº:
Município
Eleitorado
2018
Haddad

%
Bolso
%
01
Almenara
29.714
12.687
70,07
5.418
29,93%
02
Bandeira
4.244
1.981
79,71
506
20,29
03
Divisópolis
6.118
2.856
69,19
1.272
30,81
04
Felisburgo
5.182
2.145
68,68
978
21,32
05
Jacinto
8.754
3.264
63,68
1.862
36,32
06
Jequitinhonha
17.836
7.581
75,49
2.462
24,51
07
Joaíma
11.158
4.454
74,96
1.488
25,04
08
Jordânia
7.936
2.911
64,02
1.636
35,98
09
Mata Verde
5.550
2.348
57,58
1.730
42,42
­­­­­­10
Palmópolis
6.216
2.222
67,95
1.048
32,05

11
Rio do Prado
4.112
2.018
79,01
536
20,99
12
Rubim
6.656
2.673
71,13
1.075
28,87
13
Salto da Divisa
4.893
1.876
64,82
1.018
25,18
14
Santa Maria do Salto
4.375
1.491
62,41
898
27,59
15
Santo Antônio  Jacinto
8.743
3.009
59,56
2.018
40,14
TOTAL

130.919
53.507
69,08
23.945
30,92


VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE, NO SEGUNDO TURNO – 2018,
EM MUNICÍPIOS NO MÉDIO JEQUITINHONHA, NORDESTE DE MINAS
Nº: Município Eleitorado Haddad

%
Bolso
%
01 Araçuaí
27.790
9.420
60,01
6.278
39,99
02 Berilo
9.700
3.534
75,97
1.118
24,03
03 Cachoeira do Pajeú
6.726
2.698
65,79
1.403
34,21
04 Chapada do Norte
9.928
3.895
83,55
767
16,45
05 Comercinho
6.900
2.951
76,59
902
23,41
06 Coronel Murta
6.898
3.276
74,79
1.104
25,21
07 Francisco Badaró
7.333
2.468
66,02
1.270
33,98
08 Itaobim
16.740
5.010
52,76
4.485
47,24
09 Itinga
10.891
4.933
75,68
1.585
24,32
10 Jenipapo de Minas
5.658
1.948
71,62
772
28,38
11 José Gonçalves de Minas
3.719
1.384
68,65
632
31,35
12 Medina
15.737
6.181
65,09
3.315
44,91
13 Monte Formoso
3.992
1.784
74,43
613
25,57
14 Novo Cruzeiro
24.580
8.607
73,00
3.183
27,00
15 Padre Paraíso
14.286
4.333
56,92
3.280
43,08
16 Pedra Azul
18.985
5.718
56,22
4.453
43,78
17 Ponto dos Volantes
8.256
3.304
65,40
1.748
34,90
18 Virgem da Lapa
10.243
3.540
66,27
1.802
33,73
TOTAL

222.460
66.377
65,14
35.527
34,86


VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE, NO SEGUNDO TURNO -2018,
 EM MUNICÍPIOS  NO ALTO JEQUITINHONHA, NORDESTE DE MINAS
Nº:
Município
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
01
Angelândia
6.254
1.938
56,62
1.485
43,38
02
Aricanduva
4.286
1.907
71,53
759
28,47
03
Capelinha
25.442
8.898
54,54
7.417
45,46
04
Carbonita
7.705
2.774
59,85
1.861
40,15
05
Couto Magalhães Minas
3.779
1.713
73,99
567
26,01
06
Datas
4.732
2.090
73,88
739
26,12
07
Diamantina
35.810
13.966
61,88
8.605
38,12
08
Felício dos Santos
4.753
1.317
52,51
1.191
47,49
09
Gouveia
10.089
3.741
60,74
2.418
39,26
10
Itamarandiba
23.299
8.541
58,47
6.067
41,53

11
Leme do Prado
3.978
1.581
67,08
776
32,92
12
Minas Novas
22.475
8.750
79,86
2.206
20,14
13
Presidente Kubitschek
2.594
1.360
79,49
351
20,51
14
S. Gonçalo Rio Preto
2.908
1.105
66,33
561
37,67
15
Sen Modestino Gonçalves
4.580
1.563
65,34
829
34,56
16
Serra Azul de Minas

3.609
1.278
70,30
540
29,70
17
Serro
16.552
6.278
71,81
2.475
28,19
18
Turmalina
14.162
6.891
70,43
2.893
29,57
19
Veredinha
4.701
2.229
71,40
893
28,60
TOTAL

189.439
77.920
68,62
35.633
31,38
TOTAL
Vale do Jequitinhonha
542.818
197.804
67,53
95.105
32,47

REGIÃO
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
VOTOS VÁLIDOS
Vale do Jequitinhonha
542.818
197.804
67,53
95.105
32,47

292.909


VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE, NO SEGUNDO TURNO - 2018,
 EM MUNICÍPIOS  DO VALE DO MUCURI, NORDESTE DE MINAS
Nº:
Município
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
01
Águas Formosas
14.623
5.099
56,07
3.995
43,93

/02
Ataléia
11.716
4.321
70,18
1.836
29,82
03
Bertópolis
3.687
1.704
68,16
796
31,84
04
Caraí
14.868
5.871
76,04
1.850
23,96
05
Carlos Chagas
16.704
5.086
56,71
3.882
43,29
06
Catuji
7.248
3.374
73,09
1.242
26,91
07
Crisólita
4.464
2.182
76,89
656
23,11
08
Franciscópolis
4.834
1.697
66,89
840
33,11
09
Frei Gaspar
4.883
2.048
71,99
797
28,01
10
Fronteira dos Vales
4.134
1.891
77,98
534
22,02
11
Itaipé
8.409
3.126
63,23
1.818
36,77


12
Ladainha
12.207
3.900
67,32
1.893
32,68
13
Machacalis
5.476
2.261
63,85
1.280
36,15
14
Malacacheta
15.699
5.125
62,88
3.026
37,12
15
Nanuque
31.293
9.270
53,01
8.216
46,99
16
Novo Oriente de Minas
8.869
3.303
71,52
1.315
28,48
17
Ouro Verde de Minas
6.460
2.185
59,25
1.503
40,75
18
Pavão
6.167
2.306
65,05
1.239
34,95
19
Poté
12.208
3.941
56,42
3.044
43,58
20
Santa Helena de Minas
4.703
2.189
74,68
742
35,32

21
Serra dos Aimorés
5.850
1.899
58,00
1.375
42,00
22
Setubinha
8.305
3.501
82,84

725
17,16
23
Teófilo Otoni
102.765
28.194
45,35
33.970
54,65
24
Umburatiba
2.420
1.088
70,65
452
29,35
TOTAL

321.346
105.561
57,81
77.026
42,18



REGIÃO
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
VOTOS VÁLIDOS
Vale do Mucuri
321.346
105.561
57,81
77.026
42,18

182.587


REGIÕES
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
Votos Válidos

01

JEQUITINHONHA
542.818
197.804
67,53
95.105
32,47

292.909

02

MUCURI
321.346
105.561
57,81
77.026
42,18

182.587



TOTAL
864.163
303.365
63,80
172.131
36,20

475.496

VOTAÇÃO NO SEGUNDO TURNO 2018, POR MACRORREGIÕES DE MINAS

MACRORREGIÕES
Eleitorado
Haddad

%
Bolso
%
Votos Válidos

01

JEQUITINHONHA E MUCURI
864.163
303.365
63,80
172.131
36,20

475.496

02
NORTE DE MINAS
1.268.937
473.973
60,07
315.043
39,93
789.015
03
MATA
1.765.708
610.638
51,58
573.219
48,42
1.183.857

04
NOROESTE
294.359
78.073
41,61
109.541
58,39
187.614
05
RIO DOCE
1.307.601
324.221
39,54
495.840
60,46
820.061
06
ALTO PARANAÍBA
533.550
122.053
34,62
230.539
65,38
352.592
07
TRIANGULO MINEIRO
1.157.725
327.452
39,60
499.504
60,40
926.956
08
CENTRO OESTE
914.001
204.202
33,13
412.132
66,87
616.334
09
SUL DE MINAS
2.117.140
467.889
32,93
952.890
67,07
1.420.779
10
CENTRAL
5.554.080
1.497.928
38,97
2.346.298
61,03
3.844.226

TOTAL
15.695.210
4.382.952
41,81
6.100.107
58,19
10.483.059