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terça-feira, 11 de junho de 2019

Artesãos do Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas vendem mais de R$ 300 mil de produtos do artesanato

Grupo de lojistas percorreu 2,5 mil quilômetros, 12 municípios e 39 núcleos de produção de artesanato mineiro

Artesãs que trabalham o barro na Comunidade de Campo Alegre, no município de Turmalina.
O artesanato mineiro é reconhecido nacional e internacionalmente pela riqueza que se manifesta nas peças trabalhadas em matérias-primas diversas. O Governo de Minas Gerais, em parceria com Sebrae Minas, se esforça para garantir o apoio para estimular essa atividade econômica e cultural.
A expedição “Trip to Origin”, com lojistas comprando diretamente dos artesãos do Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas, totalizou R$ 325,360,00 mil. Os números foram divulgados, nesta sexta-feira (31/5), pela Diretoria de Desenvolvimento e Promoção do Artesanato Mineiro, da Secretaria de Estado de DesenvolvimentoEconômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SEDECTES).
O grupo, que reuniu 15 lojistas, veio de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Alagoas, Minas Gerais e Distrito Federal. Eles percorreram 2,5 mil quilômetros, 12 municípios e 39 núcleos de produção de artesanato com o apoio de dois técnicos do Sebrae.
Os locais visitados foram Diamantina, Datas, Presidente Kubistchek, Turmalina, Minas Novas, Chapada do Norte, Ponto dos Volantes, Caraí, Salinas, Taiobeiras, Grão-Mogol, Capitão Enéas e Pirapora.
Avanço
A primeira expedição pelo artesanato de Minas Gerais ocorreu há cinco anos, beneficiando o Vale do Jequitinhonha; já em outra ocasião contemplou o Campo das Vertentes.
Essa ação é considerada fundamental, porque no primeiro semestre do ano o número de feiras é menor, com menos oportunidade de vendas. A compra direta dos lojistas possibilita um contato mais estreito com o artesão na sua origem, onde ele realiza o seu trabalho carregado de história e identidade.
De acordo com Maria do Carmo Cavalcante, lojista de Maceió, que integrou o grupo, houve surpresa e realização de sonhos na expedição. “Em cada atelier que passávamos, vivíamos emoções diferentes. Produtos variados, de uma mesma tipologia, mas cheios de nuances e riquezas únicas, representando a inspiração e as mãos habilidosas de cada artesão. Além do barro, adquirimos produtos de madeira, couro e tecelagem”, destaca. 
Para o subsecretário de Desenvolvimento Regional da Sedectes, Fernando Passalio, a missão com grandes compradores que o Sebrae capitaneia, com o apoio do Governo de Minas, é muito importante para a economia. “É uma forma eficaz de gerar negócios e renda para aquelas regiões que precisam muito desses novos caminhos. Os artesãos precisam ter uma renda perene, por isso vamos estimular novas missões que levam o nosso artesanato para o Brasil e para o mundo”, afirma.
O Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene) é parceiro da Sedectes na logística de recolhimento das peças adquiridas. Elas serão deixadas em Belo Horizonte e São Paulo. “O artesanato contempla a economia e o Idene é parceiro em todas as atividades de desenvolvimento econômico e social dessas regiões”, ressalta o diretor-geral, Nilson Borges. 
De acordo com o analista do segmento de artesanato do Sebrae, Vinicius Carvalho, a expedição foi significativa para todos e citou a parceria com o Governo do Estado na logística, o que facilita a venda de mais peças. “Em todos os lugares, víamos a felicidade no olhar dos artesãos e aprendemos muito com os lojistas”, celebra.
Os artesãos reconhecem que o apoio do Estado e de outras instituições é imprescindível à comercialização dos produtos. “A vinda dos lojistas a nossa comunidade muito nos motivou e produzimos mais peças. Somos pequenos, por isso, precisamos dessa ajuda para vender mais e melhor”, resumiu a artesã da Comunidade de Campo Alegre (Turmalina), Maria Aparecida Gomes. 
Fonte: Agência Minas

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Artesanato em cerâmica do Vale do Jequitinhonha é reconhecido como patrimônio imaterial.

Estudo realizado entre 2017 e 2018, mapeou artesãs e artesãos de 21 municípios da região.

Em sua última reunião de 2018, realizada nesta quarta-feira (19.12.18), na sede do Iepha-MG, o Conselho Estadual de Patrimônio Cultural – Conep – aprovou por unanimidade o reconhecimento do Artesanato em barro do Vale do Jequitinhonha: saberes, ofício e expressões artísticas como patrimônio cultural de natureza imaterial de Minas Gerais.
A pesquisa, que durou cerca de um ano, teve como metodologia a realização de um mapeamento, por meio de uma plataforma online disponível no site do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais recebeu 122 cadastros de artesãs e artesãos, de 21 municípios do Vale Jequitinhonha, no nordeste de Minas. Além disso, foram realizadas pesquisas de campo nas principais comunidades produtoras, com registro fotográfico e audiovisual, que, por sua vez, contribuiu para a elaboração do dossiê de Registro intitulado “Artesanato em Barro do Vale do Jequitinhonha: saberes, ofício e expressões artísticas em Minas Gerais”.
"Este trabalho foi bastante desafiador. Para viabilizar esse reconhecimento, primeiro tivemos que fazer uma composição de  várias mãos. E o segundo desafio foi, em tão pouco tempo, ter que dar conta de tanto conteúdo e saberes, que não se esgotam nesse período de estudo", diz a presidente do Iepha-MG, Michele Arroyo. "Encerramos aqui uma etapa, que é importante, de reconhecimento, mas a principal conclusão a que chegamos é que o conhecimento deste saber é algo contínuo. A própria ação de salvaguarda vai pressupor a continuidade deste estudo e a discussão de medidas tanto físicas quanto imateriais em relação à proteção do modo de fazer deste fazer cultural", conclui.
A produção de cerâmica está espalhada por todo o Vale, sendo que os principais polos produtores são os municípios de Turmalina, Minas Novas, Araçuaí, Itinga, Itaobim, Caraí e Ponto dos Volantes.
"Este trabalho foi bastante desafiador. Para viabilizar esse reconhecimento, primeiro tivemos que fazer uma composição de várias mãos. E o segundo desafio foi, em tão pouco tempo, ter que dar conta de tanto conteúdo e saberes, que não se esgotam nesse período de estudo" Michele Arroyo, Presidente do Iepha-MG


A reunião do Conep foi acompanhada por diversos artesãos mineiros. Maria do Carmo Barbosa fez questão de vir de Turmalina, no Vale do  Jequitinhonha, para estar presente neste momento, que ela disse ser "histórico" para os artistas do barro da região. Ela, que é oficineira há oito anos veio representando as 39 mulheres que compõem a Associação dos Artesãos de Coqueiro Campo. "Isso é um marco fundamental para nós e vai ficar na história daqueles que vierem. Vamos deixar um legado para nossos filhos", comemorou a artesã.
Para o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, a proteção da arte da cerâmica é vital para a região. “O mais impressionante e significativo é a diversidade da produção autoral. O Jequitinhonha está repleto de mestres, sendo notável exatamente pela originalidade das criações”, ressalta Angelo.
O modo de fazer e as expressões artísticas do artesanato do Vale do Jequitinhonha somente são possíveis diante da existência do ofício de artesã, e que, na região, é predominantemente desempenhado pelas mulheres, cujos conhecimentos e técnicas de produção cerâmica são transmitidos de geração em geração. Esse ofício exige uma série de conhecimentos tradicionais, e todo o processo aprendido é atualizado na medida em que as artesãs experimentam, pesquisam e criam suas próprias estruturas e formas de fazer o artesanato em barro sem, contudo, deixarem de seguir a tradição.
Um dos elementos importante e definidores do artesanato do vale do Jequitinhonha é a existência de várias tonalidades de barro. Esse conjunto de cores está disponível na natureza, mas sua aplicação nas obras é fruto de contínuo aprimoramento e experimentação das artesãs e artesãos, que ao longo do tempo buscaram a criação de distintos pigmentos. A pintura das peças demonstra o profundo conhecimento dos artistas em relação às cores, pois a coloração da peça final somente é adquirida depois que a peça vai ao forno, ou seja, pinta-se de uma cor, sabendo que ela terá outra após a queima.
Artesãs do Vale do Jequitinhonha presentes na última reunião do CONEP 2018    . 
  Foto: Acervo Iepha-MG
Agora, o Artesanato em barro do Vale do Jequitinhonha: saberes, ofício e expressões artísticas é o sétimo bem cultural de natureza imaterial junto com o Modo Artesanal de Fazer o Queijo da Região do Serro (2002), à Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte (2013), à Comunidade dos Arturos (2014), às Folias de Minas (2017), às Violas e ao quilombo Manzo Ngunzo Kaiango (2018).

sábado, 2 de setembro de 2017

Secretaria de Esportes aprova 8 projetos de Incentivos ao Esporte no Jequitinhonha, Mucuri e norte de Minas.


Publicada classificação de pré-projetos protocolados no edital 02 da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.


A Secretaria de Estado de Esportes de Minas Gerais aprovou 10 pré-projetos na Lei de Incentivo ao Esporte e divulgou na sexta-feira, 01.09, a relação de pré-projetos esportivos aprovados no edital 02/2017 do Minas Esportiva Incentivo ao Esporte.

Oito pré-projetos são do norte e nordeste de Minas. 

O Vale do Jequitinhonha teve 4 municípios aprovados:  Prefeituras Municipais de Mata Verde, Presidente Kubitschek, Chapada do Norte e Jenipapo de Minas. 

Do norte de Minas, Bocaiúva e Bonito de Minas. 

Do Vale do Mucuri, Novo Oriente de Minas. 

E do Vale do Rio Doce, Água Boa.

R$ 80 mil para cada projeto aprovado
Cada Prefeitura apresentará um projeto no valor de R$ 80 mil a ser repassado pela Secretaria de Esportes, através da assinatura de um Convênio.

Para servir como Cadastro de Reserva, a região norte e nordeste contribuiu com 5 municípios: Rubelita, Francisco Badaró, Caraí, sendo os 3 do Vale do Jequitinhonha. O norte de Minas completa a lista com Verdelândia e Jaíba.
  

Ao todo, 274 executores constam na lista, sendo 216 prefeituras e 58 entidades sem finalidade lucrativa. A cada iniciativa foi atribuída uma nota, que pode ser consultada no site incentivo.esportes.mg.gov.br.


Todos os pré-projetos classificados entre os 10 primeiros são de prefeituras, para atender grupos priorizados pelo edital, em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) baixo e em territórios com baixo ou nenhum valor captado até o momento na Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.


Além deles, a Seesp está convocando também os executores classificados entre as posições 11 e 25 para apresentação do projeto, visando formar um cadastro de reserva, que não gera qualquer obrigação de formalização de parceria entre a Secretaria e os proponentes.


Segundo o diretor de Gestão de Lei de Incentivo ao Esporte da Seesp, Thiago Santana, o novo edital atingiu o objetivo esperado. “Fica demonstrado o caráter descentralizador do edital, cumprindo sua função e beneficiando municípios e territórios com menor número de projetos na Lei de Incentivo”, afirma.


Pelo edital 02/2017 serão destinados R$ 800 mil para a execução de projetos esportivos até o limite de 10 iniciativas de até R$ 80 mil. 

Ao contrário dos editais anteriores, este não exige a captação de recursos por parte do executor, uma vez que o recurso financeiro já está disponível para a execução das ações selecionadas e serão repassados pela Seesp por meio de convênio ou termo de colaboração. Para prefeituras municipais e órgãos da Administração Pública Indireta que tiverem as iniciativas aprovadas, haverá uma contrapartida obrigatória com base no valor do repasse a ser efetuado.



Próximos passos
Na próxima etapa do edital 02/2017, os executores que tiveram o pré-projeto classificado deverão enviar o projeto esportivo completo, em até 21 dias corridos a contar da divulgação da classificação, conforme formulário e orientações disponíveis no site da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.


A equipe técnica e o Comitê Deliberativo passam então à análise e deliberação dos projetos, considerando o interesse público e desportivo, qualidade e mérito, atendimento à legislação vigente, capacidade de execução, compatibilidade dos custos com os objetivos e metas do projeto para que, na quinta etapa do processo, sejam formalizados os convênios e termos de elaboração para execução das iniciativas classificadas e aprovadas, mediante envio pelo Executor da documentação necessária em até cinco dias úteis a contar da comunicação da aprovação do Projeto Esportivo. Os Executores devem se atentar para a necessidade de regularização no Cagec para a formalização da parceria.


A sexta e última etapa contempla a execução e prestação de contas dos projetos pelo executor. Dúvidas podem ser sanadas junto à equipe técnica pelo e-mail incentivo@esportes.mg.gov.br.


Edital tem número recorde de protocolos


O edital 02/2017 foi o que teve o maior número de iniciativas protocoladas, desde a criação da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, em 2013. Foram, ao todo, 359 iniciativas cadastradas, contra 209 do edital 01/2015, até então aquele que havia tido maior adesão.


Dos 359 pré-projetos protocolados, 81 foram reprovados por pendências documentais e quatro por não obedecerem ao edital. 
Ao todo, 262 prefeituras e 97 entidades sem finalidade lucrativa participaram do edital 02/2017.



Edital 01 está aberto


A Secretaria de Estado de Esportes (Seesp) publicou, no dia 14 de julho, o edital 01/2017 para seleção de projetos esportivos do Minas Esportiva Incentivo ao Esporte. Neste ano, o prazo para protocolo das iniciativas que era em média três meses, foi ampliado para 130 dias – até o dia 20 de novembro –, uma vez que, para acessar o Sistema de Informação e cadastrar projetos, os proponentes devem se adequar às novas exigências do Cadastro Geral de Convenentes do Estado (Cagec).


A seleção no edital nº 01/2017 contemplará projetos de até R$ 300 mil que tenham como característica essencial a promoção e o fomento do esporte e da prática de atividade física em Minas Gerais e que sejam de acesso gratuito ao público, isentos de taxa de inscrição ou qualquer outra forma de contribuição, ou cujo acesso seja por meio de doação de alimentos ou similares.


Para efetuar a inscrição do projeto esportivo, o executor deverá estar previamente cadastrado no Sistema de Informação Minas Esportiva Incentivo ao Esporte, disponível no endereço eletrônico: incentivo.esportes.mg.gov.br.


Ao final do cadastro, será emitido formulário Cadastro do Executor, que deverá ser impresso, assinado pelo representante legal e digitalizado para inserção no sistema, conforme passo a passo disponível no site do programa.


Aprovado o cadastro do executor pela Seesp, estará liberado o acesso para inscrição do projeto esportivo, que deverá ser elaborado de acordo com o edital, bem como a inserção de todos os dados e documentos descritos. Em seguida, o executor deverá finalizar e protocolar o projeto no Sistema de Informação. O Formulário de Protocolo do Projeto Esportivo, assinado pelo representante legal do executor - que é quem atestará a veracidade das informações prestadas -, deverá ser digitalizado e inserido no Sistema antes da finalização do Projeto. Todo o processo será realizado via Sistema de Informação, não cabendo envio de qualquer documento físico à Seesp.


O projeto esportivo regularmente inscrito será encaminhado, então, para análise técnica e decisão do Comitê Deliberativo.

A Lei Estadual de Incentivo ao Esporte

Mecanismo da Secretaria de Estado de Esportes, o Minas Esportiva Incentivo ao Esporte é um programa de fomento à prática esportiva pelo qual 0,05% da receita líquida anual do ICMS que coube ao Governo de Minas Gerais podem ser direcionados pelas empresas contribuintes para apoiar atividades esportivas ou paradesportivas.


Desde 2013, quando a Lei nº 20.824 que regulamenta a ação foi sancionada, foram aprovados 488 projetos que proporcionaram benefícios tanto para a população atendida quanto para as empresas apoiadoras. Desse total, 142 projetos já foram executados ou estão em execução com recursos captados que ultrapassam os R$ 40 milhões. Já são mais de 76 mil beneficiários entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, de 56 municípios mineiros.



RESULTADO PUBLICADO NO MINAS GERAIS, NA PÁGINA 4, DE 01.09.2017.

Resultado Classificação Pré-Projetos Edital de Seleção de Projetos Esportivos 02/2017 Conforme subitem 4.1.2 e critérios estabelecidos no Anexo I do Edital 02/2017, Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Esportes – SEESP, publica a classificação dos Pré-Projetos recebidos no prazo estabelecido e sem pendência de documentos.

A nota detalhada dos Pré-Projetos sem pendência e os motivos de reprovação dos Pré-Projetos estão disponíveis no endereço incentivo.esportes.mg.gov.br.

Os 10 (dez) Executores com Pré-projetos com melhor nota deverão encaminhar os Projetos Esportivos em até 21 (vinte e um) dias corridos a contar dessa divulgação, conforme subitem 4.1.3 do Edital 02/2017.

Adicionalmente, a Secretaria de Estado de Esportes convoca os Executores com Pré-projetos das posições 11 a 25 para encaminhamento dos Projetos no mesmo prazo de até 21 (vinte e um) dias corridos a contar dessa divulgação, para formação de cadastro de reserva, não gerando qual- quer obrigação de formalização de parceria entre o Governo do Estado de Minas Gerais e o Executor.
Pré-projetos aproados sem pendência documental, ordenados pela nota de classificação:
1) Prefeitura Municipal de Novo Oriente de Minas-94,588;
2) Prefeitura Municipal de Bocaiúva-94,37;
3) Prefeitura Municipal de Água Boa-93,993;
4) Prefeitura Municipal de Mata Verde-93,851;
6) Prefeitura Municipal de Bonito de Minas-93,364;
8) Prefeitura Municipal de Presidente Kubitschek-92,458;
9) Prefeitura Municipal de Chapada do Norte-92,373;
10) Prefeitura Municipal de Jenipapo de Minas-91,675;

Aprovados que farão Cadastro de Reserva:
13) Prefeitura Municipal de Rubelita-91,53;
14) Prefeitura Municipal de Verdelândia-91,473;
17) Prefeitura Municipal de Francisco Badaró- 91,173;
18) Prefeitura Municipal de Caraí-91,167;
21) Prefeitura Municipal de Jaíba- 90,501.

Projetos aprovados, mas não conseguiram a classificação:
26) Prefeitura Municipal de Janaúba-89,813;
27) Prefeitura Municipal de Felício dos Santos-89,766;
31) Prefeitura Municipal de São Pedro do Suaçuí-89,352;
38) Prefeitura Municipal de Ladainha-88,47;
39) Prefeitura Municipal de Diamantina-88,469;
40) Prefeitura Municipal de Frei Lagonegro- 88,414;
41) Prefeitura Municipal de Unaí-88,382;
48) Prefeitura Municipal de Santa Helena de Minas-87,733;
54) Prefeitura Municipal de Santa Maria do Suaçuí-87,178;
57) Prefeitura Municipal de Curral de Dentro-87,003;
66) Prefeitura Municipal de Patis-86,181;
70) Prefeitura Municipal de Urucuia-86,039;
75) Prefeitura Municipal de Catuti-85,424;
78) Prefeitura Municipal de Glaucilândia-85,295;
89) Prefeitura Municipal de Catuji-84,057;
90) Prefeitura Municipal de Nanuque-83,933;
96) Prefeitura Municipal de Itinga- 83,312;
101) Prefeitura Municipal de Pedra Azul-82,547;
105) Prefeitura Municipal de Santa Cruz de Salinas-82,23;
107) Prefeitura Municipal de Cristália-82,06;
109) Prefeitura Municipal de Ouro Verde de Minas- 81,939;
112) Prefeitura Municipal de Senador Modestino Gonçalves-81,749;
113) Prefeitura Municipal de José Gonçalves de Minas-81,448;
118) Prefeitura Municipal de Padre Carvalho-81,048;
119) Prefeitura Municipal de Carlos Chagas-80,995;
121) Prefeitura Municipal de Ubaí-80,765;
127) Prefeitura Municipal de Salinas-80,295;
129) Prefeitura Municipal de Francisco Sá-80,047;
132) Prefeitura Municipal de Setubinha-79,957;
133) Prefeitura Municipal de Buenópolis-79,841;
134) Prefeitura Municipal de Divisa Alegre -79,749;
140) Prefeitura Municipal de Turmalina-79,433;
154) Prefeitura Municipal de Rio Vermelho-77,949;
169) Pre- feitura Municipal de Luisburgo-75,982;
178) Prefeitura Municipal de Rio Pardo de Minas-75,339;
179) Prefeitura Municipal de São João do Pacuí-75,311;
180) Prefeitura Municipal de Itacambira-75,226;
217) Independente Esporte Clube- Capelinha - 69,025;
259) Liga Desportiva do Alto Rio Pardo-56,095;
Belo Horizonte, 01 de setembro de 2017.

Fontes: Agência Minas e Minas Gerais

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Caraí é ouro! Atleta vence Mundial Escolar de Atletismo, na França

O jovem de Caraí campeão mundial já disputou inúmeras 

edições dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG).


Atleta de Caraí é ouro no Mundial Escolar de Atletismo disputado na França
Competição foi realizada em Nancy região de Lorena, na França
A trajetória marcada por muitas dificuldades não foi obstáculo para o jovem 
Víttor Matheus, natural de Caraí, no Vale do Jequitinhonha, que ganhou 
duas medalhas no Mundial Escolar de Atletismo disputado em Nancy, 
na França. 
O talentoso atleta conquistou, no dia 27 de junho, a medalha de ouro nos 
110 metros com barreiras e o bronze no salto em distância, no dia 26.



O jovem já disputou inúmeras edições dos Jogos Escolares de Minas 
Gerais (JEMG) e tem uma trajetória de lutas e perseverança para 
chegar aonde chegou. Em 2014, foi o 19º no JEMG, mas o seu 
grande interesse em vencer obstáculos fez com que ele conquistasse 
os títulos subsequentes na competição escolar de Minas e caminhasse
para os Jogos Escolares da Juventude. Em 2015, foi prata nos 110 
metros com barreiras e, no ano seguinte, conquistou o ouro na etapa 
nacional.


Para o professor Aurimar de Matos, treinador de Víttor em Caraí, o 
ouro no mundial foi muito gratificante para todos. “Um orgulho 
para nós treinadores que fizemos parte dessa trajetória. 
Ao lado do professor Áquila Daniel, o lançamos no JEMG, que abre 
portas para o surgimento de grandes atletas”, destacou o professor. 
“O Víttor sempre foi um aluno disciplinado, perspicaz e com uma 
vontade de ir bem mais longe. Com essas conquistas ele provou a 
sua força”, conclui o professor Aurimar, o professor Mazinho, como 
é conhecido no atletismo.


Da Escola Estadual de Caraí I para a Escola Estadual Azarias Ribeiro de 
Lavras, de Lavras para São Paulo e de São Paulo para a França. 
Uma mudança gradual na carreira esportiva que deu ao aluno-atleta 
revelado nos JEMGs um reconhecimento internacional. 
De Minas para o mundo. 
A paixão pela barreira o fez um grande vencedor e a ele os nossos 
parabéns por essa grande conquista. Um talento revelado nos Jogos 
Escolares e que pouco a pouco vai conquistando espaços em busca 
do sonho olímpico.


Fonte: JEMGS

domingo, 11 de junho de 2017

Professores levam educação empreendedora para sala de aula em Caraí

O objetivo é atingir o número de 140 professores capacitados em um total de 22 escolas do município, diz o Sebrae

Foto: divulgaçãoProfessores levam educação empreendedora para sala de aula em Caraí
Ação desenvolvida pelo Sebrae Minas estimula a formação de agentes transformadores
Mais de 100 educadores de 19 escolas de Caraí, no Vale do Jequitinhonha, foram capacitados pelo Sebrae Minas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. A ação faz parte das atividades desenvolvidas pelo Programa Nacional de Educação Empreendedora, iniciativa do Sebrae que tem como objetivo ampliar, promover e disseminar a educação empreendedora nas instituições de ensino. 

As atividades aconteceram entre os dias 25 de maio a 03 de junho e vão continuar nos próximos meses. O objetivo é atingir o número de 140 professores capacitados em um total de 22 escolas do município. 

De acordo com a analista do Sebrae Débora Constantino, as ações do Programa Educação Empreendedora abrem novas oportunidades para os alunos. “Os jovens são estimulados a desenvolver características empreendedoras importantes, como persistência, comprometimento, criatividade e autoconfiança. Eles passam a enxergar o mercado de trabalho de uma forma diferente, em que podem ser donos do seu próprio negócio”, enfatiza. 

Professora da Escola Municipal Castro Alves, Elisangela Vasconcelos Santos considera que o curso oferecido pelo Sebrae é uma novidade que irá contribuir para o crescimento dos alunos. “O curso abriu os horizontes para nós educadores. Não é comum inserirmos o empreendedorismo na sala de aula, mas agora podemos passar para os alunos o que aprendemos e despertar a consciência empreendedora de forma que eles poderão aprender e também ensinar aos seus pais”, ressalta.
Fonte: Ideia Comunicação

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Febre amarela leva a estado de emergência em Caraí, Malacacheta, Novo Cruzeiro, Padre Paraíso e Setubinha.

Febre amarela leva Governo Federal a reconhecer situação de emergência em 64 cidades.

O Governo Federal reconheceu situação de emergência em 64 cidades devido ao surto de febre amarela. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (20) pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração Nacional.
Embora situadas em regiões afetadas pelo surto, três das quatro cidades mineiras beneficiadas pela medida, e que são sedes regionais de saúde, não têm nenhum caso confirmado de febre amarela. Conforme o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, divulgado na sexta-feira (17), Coronel Fabriciano, Governador Valadares e Manhumirim contabilizam juntas sete casos em investigação e três foram descartados. Também não há mortes suspeitas entre os moradores destas cidades. Por outro lado, como são municípios mais estruturados, suas unidades de saúde estão recebendo pacientes de cidades vizinhas.
De acordo com o Ministério da Integração Nacional, entre os critérios para reconhecimento da situação de emergência, estão a dificuldade no controle da doença, a existência de danos humanos consideráveis e a possibilidade de se normalizar a situação a partir do apoio complementar dos governos estaduais ou federal. No início do mês passado, o governador mineiro Fernando Pimentel também havia decretado situação de emergência em saúde pública em uma área que abrange 152 municípios.
O outro município de Minas Gerais com situação de emergência reconhecida pelo governo federal é Teófilo Otoni (também é cidade de referência), que tem nove confirmações para a doença e mais 24 casos em investigação. O município também confirmou sete mortes por febre amarela e há mais 17 sendo analisadas.
Próximos a Teófilo Otoni estão as duas cidades com maior quantidade de óbitos confirmados. Ladainha, a cerca de 70 quilômetros, registra 12 mortes por febre amarela. Em Itambacuri, distante 35 quilômetros, oito vítimas morreram em decorrência da doença.
Além das cidades mineiras, o município capixaba Ibatiba também teve reconhecida a situação de emergência. Não há nenhuma confirmação da doença entre seus moradores, mas há oito casos suspeitos e, em cinco deles, os pacientes estão em estado grave.
As portarias listam as cidades de Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Manhumirim e Teófilo Otoni, em Minas Gerais, e Ibatiba, no Espírito Santo, para que solicitem apoio emergencial para ações de socorro e assistência à população. No final do dia, o Ministério da Saúde informou esses municípios são sedes das unidades regionais de Saúde, que abrangem mais cidades com casos registrados ou suspeitos de febre amarela.
As cidades em situação de emergência são: Água Boa, Aimorés, Alpercata, Alvarenga, Bom Jesus do Galho, Caraí, Caratinga, Chalé, Conceição de Ipanema, Conselheiro Pena, Coronel Fabriciano, Durandé, Entre Folhas, Espera Feliz, Frei Gaspar, Frei Lagonegro, Governador Valadares, Imbé de Minas, Inhapim, Ipaba, Ipanema, Ipatinga, Itaipé, Itambacuri, Itanhomi, Itueta, José Raydan, Ladainha, Lajinha, Malacacheta, Manhuaçu, Manhumirim, Martins Soares, Mutum, Nanuque, Novo Cruzeiro, Orizânia, Padre Paraíso, Peçanha, Piedade de Caratinga, Pocrane, Poté, Reduto, Resplendor, Santa Bárbara do Leste, Santa Maria do Suaçuí, Santa Rita de Minas, Santa Rita do Itueto, Santana do Manhuaçu, Santana do Paraíso, São João do Manhuaçu, São João da Manteninha, São João Evangelista, São José do Jacuri, São José do Mantimento, São Pedro do Suaçuí, São Sebastião do Maranhão, Setubinha, Simonésia, Taparuba, Tarumirim, Teófilo Otoni e Ubaporanga.
Dados
A Secretaria de Saúde de Minas anunciou que passará a divulgar boletins epidemiológicos apenas duas vezes por semana, às terças-feiras e às sextas-feiras. Até agora, segundo os dados da semana passada, Minas Gerais soma 1.012 notificações para febre amarela. Destes, 57 foram descartadas e 220 são casos confirmados. As mortes que tiveram confirmação para a doença são 78. Mais 96 mortes continuam sendo investigadas.
A febre amarela é causada por um vírus da família Flaviviridae e ocorre em alguns países da América do Sul, América Central e África. No meio rural e silvestre, ela é transmitida pelo mosquito Haemagogus. Já em área urbana, o vetor é o Aedes aegypti, o mesmo da dengue, do vírus Zika e da febre chikungunya. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão da febre amarela no Brasil não ocorre em áreas urbanas desde 1942. Até o momento, nenhum dos casos em Minas Gerais são considerados urbanos pelos órgãos públicos.
O surto atual já registra casos confirmados em 42 municípios mineiros. Em mais 84 cidades do estado há pacientes com suspeitas. A principal medida de combate à doença é a vacinação da população. O imunizante é ofertado gratuitamente nos postos de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A aplicação ocorre em dose única, devendo ser reforçada após dez anos. No caso de crianças, o Ministério da Saúde recomenda a administração de uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos.
Fonte: Agência Brasil