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terça-feira, 1 de julho de 2014

Copanor envia conta de R$ 132 mil para moradora de Itaipé





















Uma moradora da Rua Novo Cruzeiro, em Itaipé, na região do Vale do Mucuri, teve uma surpresa nada agradável quando recebeu e abriu a conta para pagamento do serviço de fornecimento de água prestado pela Copasa Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais (COPANOR).

Acostumada a pagar em média R$ 30,00 mensais, neste mês de junho, a conta chegou para pagamento no próximo dia 11/07/2014, apresentava o incrível taxa de R$ 132.477,26. De acordo com o relatório especificado na tarifa, esse valor representa o consumo de 9.961.000 de litros em 29 dias de medição.
De acordo com um amigo da família, a responsável pelo imóvel quase teve um infarto quando viu a conta. Uma filha da senhora procurou imediatamente o escritório da Copanor na cidade para resolução do problema. Um funcionário da empresa informou que iria verificar o que teria acontecido.
Aparentemente esse não é um caso único na cidade. O morador que enviou a conta para o Portal Aconteceu no Vale relatou que existe outros casos na cidade de pessoas que pagavam uma média de R$ 50,00 mensais e que neste mês de junho receberam contas no valor de R$ 600,00 ou mais.
Entramos em contato com a COPANOR através do telefone divulgado no site da empresa, mas não conseguimos encontrar ninguém para falar sobre o assunto. Aparentemente, o super valor na conta da moradora da Rua do Cruzeiro já foi corrigido, já que na segunda via emitida no site da empresa o valor para o vencimento do dia 11/07/2014 é de apenas R$ 34,48.
Conta enviada para a casa da cliente:


Segunda via da conta com o valor correto:


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Polícia Ambiental embarga 350 hectares de áreas desmatadas e prende 16 pessoas, em 8 municípios dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Multas aplicadas em operação contra desmatamento no superam R$ 2 milhões.


Equipes percorreram locais em área de cerca de 300 mil hectares em busca de crimes ambientais – Foto: Wellington Pedro / Imprensa/MG

Balanço preliminar da operação de fiscalização contra o desmatamento no bioma Mata Atlântica, realizada no Nordeste de Minas Gerais, indica que serão aplicadas, no total, multas que superam R$ 2 milhões. A ação acontece desde o dia 22 de abril em oito municípios da região de Teófilo Otoni e é coordenada pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema).
No total, foram embargados 350 hectares de áreas desmatadas ilegalmente e 16 pessoas foram presas. Também foram apreendidos 10 mil metros cúbicos de lenha e 300 de carvão provenientes de madeira nativa, o que corresponde a 1.300 caminhões de transporte do tamanho mais comum encontrado em Minas Gerais.
O superintendente de Fiscalização Ambiental Integrada da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marcelo da Fonseca, afirma que o grande tamanho das áreas surpreendeu as equipes. “Observamos áreas desmatadas de até 60 hectares, enquanto o tamanho médio das propriedades investigadas era de 50”, destaca.
Fonseca observa que, inicialmente, a operação investigaria áreas de desmatamento indicadas pelo monitoramento por satélite. “Durante as buscas as equipes encontraram diversas outras áreas de desmate”, afirma. “Também foram fiscalizados caminhões de carvão, comércio, empresas empacotadoras e empreendimentos embargados em operações anteriores”, completa.
As equipes que integram a Operação Macaco Muriqui percorrem os municípios de Ladainha, Novo Cruzeiro, Itaipé, Malacacheta, Caraí, Poté, Teófilo Otoni e Catuji. No local, estão localizadas duas unidades de conservação estaduais, a Área de Proteção Ambiental (APA) Alto Mucuri e a Área de Proteção Especial (APE) Todos os Santos, o que agrava os crimes ambientais cometidos.
Segundo dados do Sisema, Ladainha, Itaipé e Novo Cruzeiro são os três municípios do Estado onde mais se encontram desmatamentos. São 60 técnicos do Sistema e das polícias Civil e Militar na operação, que tem o apoio do Ministério Público Estadual.
Fonte: Hoje em Dia

Municípios do Vale do Mucuri são responsáveis por 15% do desmate irregular em Minas.

Pesquisadores da UFVJM sugerem programas sociais para evitar desmatamento na agricultura familiar.

Força tarefa identificou 350 hectares de propriedades com desmatamento ilegal – Foto: Leonardo Morais/HD

Mandioca, abacaxi, café, capim e eucalipto estão substituindo a Mata Atlântica em Itaipé, no Vale do Mucuri. Crime ambiental também cometido em outros municípios da região, responsável por 15% do desmate irregular em Minas. Especialistas afirmam que faltam políticas sociais e efetivo para a fiscalização.
Durante a Operação Macaco Muriqui, realizada em conjunto pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) e polícias Civil e Militar, semana passada, foram embargados 350 hectares de áreas onde a Mata Atlântica foi suprimida. Em um dos casos, 2,86 hectares viraram lavouras de mandioca e abacaxi.
“Sei que é errado, mas preciso trabalhar”, disse Marcos Pereira dos Santos, de 35 anos, gerente de uma das áreas. Baseado em casos como esse, o pesquisador Alexandre Sylvio, professor na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), afirma que a solução para o desmate no Estado só acabará com programas sociais.
“É uma região muito pobre. É preciso criar alternativas de sobrevivência para os pequenos produtores”, diz. Ele considera as leis ambientais atuais rígidas e restritivas, como também educativas. “Apesar dos altos registros de devastação, a fiscalização tem sido efetiva por aqui”. O pesquisador observa que o desmatamento e a exploração da madeira nativa nos vales do Mucuri e Jequitinhonha reduziram em mais de 85% nos últimos dez anos, conforme o IBGE.
Para a superintendente executiva da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (AMDA), Dalce Ricas, é preciso gerar renda para os pequenos produtores e combater a cultura enraizada de desmate. “Fiscalização também é fundamental. Mas ela não tem sido eficaz por falta de contingente e infraestrutura”, denuncia.
Levantamento feito pela AMDA apontou um policial para cada município da região. Dalce diz que, atuando sozinho, o policial sente-se intimidado diante do poder de fogo de grandes proprietários que exploram os pequenos, em especial na produção do carvão vegetal.
Em abril, a entidade entregou à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) propostas de ações, como melhor distribuição geográfica dos policiais. Segundo a pasta, 68 servidores e 1.200 militares são responsáveis pela fiscalização.
O diretor de Fiscalização dos Recursos Florestais e Biodiversidade da Semad, Bruno Janducci, diz que os desafios para coibir a prática estão associados às dificuldades para encontrar as áreas de desmate. A detecção é feita por imagens de satélite, que na maior parte do ano não consegue “enxergar” a superfície por causa de nuvens. “A Lei Federal 11.428/2006 é muito boa, proíbe o desmatamento. Mas os proprietários suprimem sem autorização do órgão”.
Janducci ressalta que a Semad realiza operações e toma as medidas administrativas cabíveis em caso de constatação de irregularidade. Já as polícias cuidam das medidas criminais. Porém, a educação ambiental também é fundamental.

Força tarefa identifica áreas devastadas

O nome da operação é Macaco Muriqui, mas nenhum exemplar daquele considerado o maior primata das Américas foi encontrado pelos integrantes de uma força-tarefa que percorre o Vale do Mucuri desde 23 de abril deste ano. O motivo é simples: o habitat deles, a Mata Atlântica, está sendo devastado na região.
Além de Ladainha, Itaipé e Novo Cruzeiro, apontadas como as cidades que mais desmatam em Minas Gerais, outros cinco municípios ajudam a engrossar as estatísticas que tornam a região responsável por 15% do desmate irregular no Estado.
Os dados da ONG SOS Mata Atlântica, com base em imagens captadas por satélite no período de 2011 e 2012, embora alarmantes, estão defasados. Foi o que apurou a força-tarefa formada por 60 pessoas, entre técnicos do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) e integrantes das polícias Civil e Militar.
Nos primeiros sete dias de operação, os fiscais embargaram 350 hectares de propriedades, prenderam 16 pessoas e geraram cerca de R$ 2 milhões em multas. Na lista de apreensões estão 10 mil metros cúbicos de lenha (1.250 caminhões) e 300 metros cúbicos de carvão (40 caminhões).
“A cobertura de nuvens prejudica a captação de imagens via satélite. Por terra é diferente, difícil escapar”, justifica o diretor de Fiscalização dos Recursos Florestais e Biodiversidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Bruno Zuffo Janducci, que chefiou uma das equipes. Em apenas um dia de trabalho, esse grupo identificou três propriedades não catalogadas com áreas de supressão vegetal.
Em uma delas, no Córrego Boa Sorte, em Itaipé, o cenário encontrado foi desolador: 26,84 hectares de Mata Atlântica derrubados para o plantio de eucalipto – 30 mil mudas eram cultivadas em um viveiro – e a madeira que não foi queimada no local, para “limpar o pasto”, era estocada para virar carvão vegetal. Os fiscais encontraram ainda um forno em construção e mata ciliar cortada.
“Encontramos um pouco de tudo, como supressão da Mata Atlântica, queimada e o escoamento de material lenhoso”, explica Janducci.
Fone: Hoje em Dia

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ladainha, Itaipé e Novo Cruzeiro, são as cidades que mais desmatam em Minas.

Os dados são da ONG SOS Mata Atlântica, com base em imagens captadas por satélite no período de 2011 e 2012.

Foto: Leonardo MoraisLadainha, Itaipé e Novo Cruzeiro, são as cidades que mais desmatam em Minas
Força-tarefa identificou 350 hectares de propriedades com desmatamento ilegal
O nome da operação é Macaco Muriqui, mas nenhum exemplar daquele considerado o maior primata das Américas foi encontrado pelos integrantes de uma força-tarefa que percorre o Vale do Mucuri desde 23 de abril deste ano. O motivo é simples: o habitat deles, a Mata Atlântica, está sendo devastado na região.

Além de Ladainha, Itaipé e Novo Cruzeiro, apontadas como as cidades que mais desmatam em Minas Gerais, outros cinco municípios ajudam a engrossar as estatísticas que tornam a região responsável por 15% do desmate irregular no Estado.

Os dados da ONG SOS Mata Atlântica, com base em imagens captadas por satélite no período de 2011 e 2012, embora alarmantes, estão defasados.

Foi o que apurou a força-tarefa formada por 60 pessoas, entre técnicos do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) e integrantes das polícias Civil e Militar.

Nos primeiros sete dias de operação, os fiscais embargaram 350 hectares de propriedades, prenderam 16 pessoas e geraram cerca de R$ 2 milhões em multas.

Na lista de apreensões estão 10 mil metros cúbicos de lenha (1.250 caminhões) e 300 metros cúbicos de carvão (40 caminhões).

“A cobertura de nuvens prejudica a captação de imagens via satélite. Por terra é diferente, difícil escapar”, justifica o diretor de Fiscalização dos Recursos Florestais e Biodiversidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Bruno Zuffo Janducci, que chefiou uma das equipes. Em apenas um dia de trabalho, esse grupo identificou três propriedades não catalogadas com áreas de supressão vegetal.

Em uma delas, no Córrego Boa Sorte, em Itaipé, o cenário encontrado foi desolador: 26,84 hectares de Mata Atlântica derrubados para o plantio de eucalipto – 30 mil mudas eram cultivadas em um viveiro – e a madeira que não foi queimada no local, para “limpar o pasto”, era estocada para virar carvão vegetal. Os fiscais encontraram ainda um forno em construção e mata ciliar cortada.

“Encontramos um pouco de tudo, como supressão da Mata Atlântica, queimada e o escoamento de material lenhoso”, explica Janducci.

Fonte: Hoje em Dia.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Secretaria de Saúde investiga 7 mortes por ingestão de medicamentos

Secretaria de Saúde investiga 8 mortes por ingestão de medicamentos manipulados
A Fórmula Pharma, de Téofilo Otoni, foi interditada pela Vigilância Sanitária Remédio genérico, Senicdazol, ilustração
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais está investigando 8 óbitos registrados na região de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Uma das vítimas, uma jovem de 22 anos, morreu na madrugada desse domingo (11.12) e um casal está internado em um hospital da cidade.
A investigação epidemiológica, iniciada no dia 1º de dezembro pela Superintendência de Vigilância Sanitária da SES, pela Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Teófilo Otoni e pela Secretaria Municipal de Saúde de Teófilo Otoni, aponta para uma possível relação entre os casos e a ingestão do medicamento Secnidazol 500mg, produzido pela farmácia de manipulação Fórmula Pharma, com sede na cidade.

Na inspeção, foi constatada, de acordo com relatórios emitidos pelo próprio estabelecimento, a manipulação de 180 cápsulas do medicamento Secnidazol 500mg no dia 14 de novembro de 2011.
A investigação avalia também a possibilidade de contaminação cruzada por outro medicamento manipulado na mesma data. Outra suspeita é que na fórmula do Secnidazol 500mg, medicamento antiparasitário, tenha sido utilizado anti-hipertensivo.

Ainda restam 62 cápsulas para serem localizadas e o pedido aos cidadãos é que caso tenham comprado medicamentos da Fórmula Pharma entreguem à Secretaria Municipal de Saúde.

Estabelecimentos em Novo Cruzeiro, Ladainha e Itaipé que estavam comercializando medicamentos manipulados pela Fórmula Pharma foram interditados, bem como uma drogaria do proprietário da empresa. Na manhã do sábado (10.12), técnicos da SES e da Secretaria Municipal de Saúde de Teófilo Otoni, acompanhados por militares da PMMG, voltaram à Fórmula Pharma com o objetivo de coletar mais provas que comprovem as suspeitas de manipulação incorreta do medicamento. Ao chegarem ao local, constataram que, apesar da interdição cautelar, o estabelecimento continuava a dispensar medicamentos manipulados. Decidiu-se então pela interdição total da Fórmula Pharma e pelo registro de um boletim de ocorrência contra o responsável pelo estabelecimento.

Alerta à população
A SES alerta que durante o período de investigação as pessoas não usem o medicamento Secnidazol 500mg e outros medicamentos produzidos pela Fórmula Pharma. Alerta, ainda, que outros 11 pacientes, inclusive de municípios vizinhos a Teófilo Otoni, podem ter usado o mesmo medicamento, como relata o próprio estabelecimento em documentos encontrados no local. Caso estejam de posse do medicamento, todos os 11 pacientes devem interromper, imediatamente, o uso do Secnidazol 500mg.

Os sintomas de intoxicação medicamentosa são: hipotensão (queda da pressão arterial), braquicardia (batimento cardíaco reduzido), dor toráxica (dor no peito), cianose (arroxeamento da pele) e sensação de desmaio.

O início da investigação se deu a partir de uma notificação de dois casos suspeitos de intoxicação exógena feita em 30 de novembro 2011 à Superintendência Regional de Saúde de Teófilo Otoni pelo Núcleo de Investigação Hospitalar do Hospital Santa Rosália. Os casos relatados pelo Hospital Santa Rosália referem-se ao paciente M.B.V, que juntamente com a sua esposa, ingeriram quatro cápsulas do medicamento Secnidazol 500mg, sob prescrição médica e manipulado pela farmácia Fórmula Pharma.

O casal relatou que os sintomas se iniciaram pouco tempo depois de ingerirem o medicamento. Após a internação, o quadro clínico dos dois agravou-se, o que levou à transferência de ambos para a Unidade de Terapia Intensiva do mesmo hospital.

Em 2 de dezembro, a Secretaria Municipal de Saúde de Teófilo Otoni recebeu uma denúncia anônima, que relatava a existência de dois pacientes internados na UTI do Hospital Santa Rosália (os mesmos notificados em 30/11), por terem ingerido o medicamento Secnidazol 500mg adquiridos na farmácia de manipulação Fórmula Pharma.

No dia 3 de dezembro, foi realizada a Interdição Cautelar (proibição de manipulação e venda de medicamentos na farmácia), pela Vigilância Sanitária Municipal. Ainda foram coletadas amostras do produto acabado e das matérias-primas utilizadas na produção do medicamento Secnidazol 500mg.

Todo o material coletado foi encaminhado para o Instituto Otávio Magalhães, da Fundação Ezequiel Dias (IOM/Funed), para que sejam feitas as análises necessárias.
Ações tomadas pela SES
- Boletim de ocorrência;
- Instauração de processo administrativo;
- Notificação de auto de infração;
- Encaminhamento do processo administrativo ao ministério público para adoção das medidas pertinentes de competência deste órgão.
Agência Minas
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Protesto cobra promessas do Tribunal de Justiça para Comarca de Novo Cruzeiro

Protesto cobra promessas do Tribunal de Justiça para Comarca de Novo Cruzeiro
O objetivo da manifestação é reivindicar melhor acesso à justiça da comarca, que abrange os municípios de Caraí, Catuji e Itaipé NOVO CRUZEIRO–Populares e autoridades participaram de um protesto, na terça-feira (18/10), para pedir acesso à justiça no município. A ação ocorreu no Tribunal do Júri e foi liderada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


Segundo os organizadores, a falta de três profissionais do Judiciário tem causado transtornos. Há quase um ano, a cidade não possui juiz titular, 18 meses sem Promotor de Justiça e mais de três anos não conta com serviços de um defensor público.


Atualmente, a população tem sido atendida por juízes voluntários, entre eles, o magistrado Flávio Prado Kretli que é feito uma vez por semana. “Está mais do que na hora da Justiça atender os anseios da população. A situação é muito triste. Eu tenho em meu gabinete cerca de 2.500 processos aguardando tramitação. È inadmissível que um juiz que atenda uma vez por semana tenha condições atender um número semelhante a este”, completa.


São mais de 350 novos processos por mês, pelo menos sete mil estão acumulados, outros cinco em fase de espera de um juiz que dê prosseguimento a tramitação legal.


Prazo
O presidente da OAB de Teófilo Otoni, Reynaldo do Carmo, pediu um prazo para que seja designado um juiz para Novo Cruzeiro. Se isso não ocorrer, os populares e autoridades do município, com apoio da ordem, devem organizar uma manifestação em Belo Horizonte.
Fonte: Diário de Teófilo Otoni

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Banco do Brasil aprova novas agências em cidades do Vale

Banco do Brasil aprova novas agências em cidades do Vale
A direção do Banco do Brasil aprovou a criação de várias agências em cidades do Vale do Jequitinhonha, no nordeste de Minas. As primeiras a serem instaladas ainda este semestre de 2011 estão relacionadas abaixo:

Chapada do Norte


Itaipé

Jenipapo de Minas

Jordânia

Rio Vermelho

Setubinha

Virgem da Lapa
Outras agências serão abertas em outras regiões: Bom Jesus do Galho , Caparaó , Montalvânia,
São Sebastião do Maranhão e Ubaporanga.

O Banco do Brasil estabeleceu como meta atender a todos os municípios do País. Para isso, criou um novo modelo de agência, a +BB, com um número reduzido de funcionários, que atua em parceria com um correspondente. É a agência “complementar”.

A primeira já está em funcionamento no município de Anhembi, no interior de São Paulo. Segundo Aldemir Bendine, presidente do BB, até o final de 2011, serão 500 agências no novo modelo. “Em quatro anos, serão 2,2 mil agências”, prevê.