sábado, 19 de fevereiro de 2011

Araçuaí inicia curso superior em Gestão Ambiental

Araçuaí inicia curso superior em Gestão Ambiental Instituto Federal, público e gratuito realiza aula inaugural Plenário da aula inagural de Gestão Ambiental
Na noite do dia 07.02,2011, foi realizada, no Instituto Federal do Norte de Minas, a aula inaugural do curso superior de tecnologia em gestão ambiental, o primeiro do IFNMG, campus Araçuaí. Participaram do evento histórico lideranças políticas, religiosas e civis do município.

A aula inaugural teve início com uma apresentação cultural dos índios Cinta Vermelha Jundiba, acompanhada com bastante atenção pelos presentes. Em seguida foi formada a mesa de honra com representantes do instituto, lideranças políticas e religiosas.

Na oportunidade eles discursaram sobre a importância deste dia histórico que marcou o início da implantação de cursos superiores no IF campus Araçuaí. O reitor substituto o do instituto federal do norte de minas professor Kléber Carvalho dos Santos afirmou que a excelência na formação vai ser buscada a todo momento.
Deputado federal Leonardo Monteiro - PT-MG (segundo da direita para esquerda).
O Deputado federal Leonardo Monteiro também fez uso da palavra durante o evento. Em seu discurso ele realizou um breve relato sobre o árdo processo de implantação do instituto aqui em Araçuaí e prometeu recursos para a pavimentação da via municipal que dá acesso ao campus.

Maria do Carmo da Silva, a Cacá, ex-prefeita de Araçuaí, representante do Ministério da Igualdade Racial, discorreu sobre as potencialidades do Vale e a necessidade de mudança da mentalidade do povo que vive aqui no sentido de mostrar para todo o país que o Jequitinhonha não é o vale da miséria e sim o vale da esperança e da certeza de dias melhores.

Durante o evento, os alunos aprovados no vestibular para o curso superior de gestão ambiental receberam as boas vindas e tiveram palestras sobre motivação e estrutura do curso, que será ministrado no período noturno, com duração de 3 anos e vestibular anual com quarenta vagas.

A implantação de cursos federais de nível superior vem preencher uma grande lacuna no Vale. A a maioria dos estudantes tinha que ir para os grandes centros em busca de formação. Agora, abre-se uma nova oportunidade. Os estudantes estão bastante animados com o início das aulas.

O curso superior de tecnologia em gestão ambiental do campus Araçuaí foi o segundo mais procurado do Instituto Federal do Norte de Minas que engloba mais seis campus.

Fonte: TV ARAÇUAÍ, com o repórter André Sá

Minha pequena elite agridoce

Minha pequena elite agridoce
Autor: Saul Moreira, Micuim.org

Lembro-me de quando ouvi a palavra pela primeira vez. Melhor: quando a aprendi. Melhor ainda: apreendi. Foi no meio de um pequeno tumulto em frente a “A Baiúca”. Ousado líder estudantil, depois de invadir o Acayaca, onde pronunciara discurso desaforado contra o que ele chamara de “elite diamantinense”, contava acalorado o que teria dito.

Condenara veementemente a não participação de alunos da Escola Normal Oficial em evento sobre educação, que se realizava naquele clube. Na segunda série do que se chamava ginásio (não confundir com o Ginásio, escola particular dos padres), eu freqüentava com gosto aquele colégio (não confundir com o Colégio das irmãs), depois de aprovado no angustiante Exame de Admissão. Daí, no meio daquele zunzunzum, acho que me senti, também pela primeira vez, um tanto discriminado, “enquanto” (epa!) aluno de escola pública.

Fiquei encantado. Nunca prestara atenção à palavra “elite”, embora já estivesse começando a perceber, com esquisito incômodo, que fazia parte da diamantinense da época. Entusiasmado com a palavra e com a situação, estava pronto para também invadir o clube, no peito e na raça, se fosse preciso. Logo eu, imagina!, que lá podia entrar quando quisesse, e com aquele físico que inspirara o Dr. Pina a tratar-me por Meio-Quilo.

Ah, também não havia escutado ainda a expressão “inocente útil” – e ali, aos doze anos, representava agitadamente tal papel. Bom, mas como era de se esperar, logo logo tudo se acalmou, fui comprar um picolé de groselha no Bazar Suez, e a “invasão” ficou para as calendas gregas, como se dizia na época. Restou-me na cabeça a palavra teimosa: elite, elite, elite… Sinônimo de escol, soube mais tarde.

Comecei a desconfiar que havia mesmo coisas estranhas nas relações sociais do dia-a-dia da molecada. Por mais amigos, por mais que, meninos, fôssemos física, mental e religiosamente quase indistinguíveis, mesmo na escola havia os “mais iguais”. Fora da escola, então, era ainda mais patente a “igualdade” de alguns.

Tido, com razão, como um povo civilizado à beça, o diamantinense em geral sempre foi atencioso com todo mundo; mas receber “uns e outros” em sua própria casa, p. ex., eram outros quinhentos. As filhas namorarem “qualquer um”? Nem pensar. Aprendíamos todos juntos, com o Anatólio e a Luzia, a nadar na Praça de Esportes, mas freqüentar o Acayaca, só os mais brancos, e desde que civis. A ASSEDI surgiu depois, democratizando, pelo menos um pouco, bailes e horas-dançantes.

Se havia preconceitos? Em algumas situações e determinados lugares imagino que não (acudam com algum exemplo, por favor). Além de que havia sempre os negros de “alma branca”, os “escovados”; os pobres “limpinhos” – esses, sim, eram tratados quase como semelhantes. Atritos raciais? Não, até porque os negros reconheciam o “lugar deles”… Portanto, tudo andava nos “devidos lugares”.

Na verdade, acho até que havia, sociogeograficamente, pelo menos duas Diamantinas. Uma que ia mais ou menos do Grupo Júlia até um pouco depois do Matta Machado, numa faixa que englobava da Rua Direita até a do Rosário, ou até a Cavalhada, considerando-se aí margem de erro de uma rua ou duas. A outra, a que talvez se chamaria hoje de entorno. Onde morava a elite branca de então? Adivinha. Algumas exceções? Claro, para confirmarem a regra.

A Diamantina de minha infância, visitada sempre na adolescência, era uma alegria só, sim, mas não pra todos, sequer para a maioria. Apesar de tudo, trago sempre uma saudade grande e doce, embora um pouco acre. E a quase certeza de que hoje só os encantos prevalecem, exorcizados, pelo tempo e pela conscientização, aqueles desencantos. Comemoro com uma Skol (epa, de novo?!)

Publicado no Passadiço Virtual, por Fernando Gripp, de Diamantina

Votação do Salário Mínimo e hipocrisia

Votação do Salário Mínimo e hipocrisia
A hipocrisia é uma característica humana bem presente em disputas de poder. O comportamento dos deputados na votação do Salário Mínimo, nesta semana, mostrou como o jogo político é feito.

O PMDB votou fiel ao governo, com todos os seus deputados. Traição zero. Para que? Para obter um monte de cargos ainda não preenchidos no governo.O PT teve 10 deputados que não votaram com o governo. É menos fiel ao governo do que o PMDB? Parece que não por ter estes 10 deputados sempre brigado pela defesa dos trabalhadores, terem origem sindicalistas. Eles estariam traindo a sua base eleitoral se não votassem na proposta da Central Única dos Trabalhadores de um Salário Mínimo de R$ 560,00.

O PDT que dirige o Ministério do Trabalho passou apertado. Mais de 41% dos seus deputados queriam um valor maior e votaram contra a proposta do governo. A Força Sindical que boa parte segue cobrou deles alguma coerência. Ou eles seguiam o governo ou sua base eleitoral.

Os tucanos e os demos que tanto brigam pelo Salário Mínimo de R$ 600,00 não aprovam nas suas prefeituras nem nos seus governos este valor. Somente São Paulo banca valor igual e até maior.
O venerável senador de Minas, Aécio Neves, nunca bancou salário maior que o mínimo, quando foi governador por aqui. Agora, comanda seus deputados para exigir do governo federal o que ele não garante no seu quintal.
Então, ele poderia sugerir para o Anastasia para enviar à Assembléia projeto semelhante ao que ele defende.

“Nós, prefeitos, ficamos de cabelo em pé quando ouvimos pessoas que defendem o mínimo de R$ 600. Alguns estados mais ricos até podem arcar com este valor, mas seria um aumento incompatível para a maior parte do país. Em Minas, por exemplo, não temos condições de manter este teto, as prefeituras teriam um desequilíbrio em suas contas e podem até ter que demitir funcionários para não quebrar a Lei de Responsabilidade Fiscal”, explica José Milton (PSDB), presidente da Associação Mineira de Municípios e prefeito de Conselheiro Lafayete.
Olha bem quem dá essa declaração. É a maior liderança tucana dos municípios de Minas.

E se houver uma proposta de R$ 600 para o Salário Mínimo em Minas, como os deputados aecistas irão votar?

Estados ricos podem pagar R$ 600? E Minas é pobre? Disputa com o Rio de Janeiro o 2º PIB - Produto Interno Bruto do país. O salário mínimo do Rio, em 2010, foi de R$ 581,88.
Minas pobre é pras bandas do Jequitinhonha e Mucuri, onde esses mesmos governantes não tem a hombridade de investir.

UNDIME reúne secretários de educação do Jequitinhonha e Mucuri

UNDIME reúne secretários de educação do Jequitinhonha e Mucuri
O 5º Seminário de Dirigentes Municipais de Educação da UNDIME- União dos Dirigentes Municipais da Educação realizou-se em Teófilo Otoni, reunindo secretários municipais de educação dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha.
Com o objetivo de promover debates sobre os assuntos educacionais, a Prefeitura de Teófilo Otoni, através da Secretaria de Municipal de Educação e Cultura, apoiou a realização do evento nos dias 16 e 17 de fevereiro, no auditório do Sindicato Único dos Servidores da Educação, (SindUte).

A prefeita Maria José, de Teófilo Otoni, faz abertura do Seminário de Educação

A solenidade de abertura do evento contou com apresentação artística do coral da Secretaria Municipal de Educação, que entoou o hino nacional brasileiro e o hino de Teófilo Otoni.

Na oportunidade estiveram presentes a Prefeita de Teófilo Otoni, Maria José Haueisen Freire, que é professora aposentada, a Secretária Municipal de Educação e Cultura e vice-presidente da Undime Regional dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha, Maria Helena Costa Salim, a Secretária Municipal de Educação do Município de Cláudio e Presidente da Undime/MG, Professora Edna Gonçalves Amorim, o Coordenador do Programa de Educação Fiscal Estadual da Secretaria do Estado da Fazenda de Minas Gerais, Wagner Pinto Domingues, o chefe da administração fazendária de Teófilo Otoni, Arivaldo Rodrigues da Silva, a coordenadora regional das promotorias da infância e juventude dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Paola Reis de Nazaré, e representando a Superintendência Regional de Ensino, Mércia Soares.

A Secretária Municipal de Educação e Cultura, Maria Helena Costa Salim, falou que a finalidade do Seminário é informar, promover debates e sensibilizar o público alvo quanto à importância da discussão acerca dos assuntos educacionais.

“A Undime é a união de todos os secretários municipais de educação, e aqui em Teófilo Otoni, eu estou respondendo pela vice-presidência, sendo responsável por passar todas as informações, organizando as capacitações, orientando os secretários da educação de todo o Vale do Mucuri e Jequitinhonha. Ao todo são 75 municípios. A Undime tem como objetivo dar condições aos secretários de realizar um trabalho com eficiência, eficácia, avaliando os riscos para os secretários que não atentam às questões jurídicas, trabalhando com eles as questões do compromisso do cargo, fomentando a educação de qualidade para todos. Então este é o compromisso da Undime, fazer com que todos os secretários estejam atualizados”, ressaltou Maria Helena.

A Secretária Municipal de Educação do Município de Cláudio e Presidente da Undime/MG, Professora Edna Gonçalves Amorim, explicou a importância da Undime. “A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) é uma instituição que procura articular, mobilizar, fazer a interlocução entre os diversos setores e estreitar o relacionamento entre os secretários, terceiros setores e, principalmente, os programas desenvolvidos pelo Mec, para que cada agente político de educação possa trabalhar com tranqüilidade no seu dia a dia. Lembrando que o secretario de educação não pode ser apenas um articulador político, tem de ter conhecimento do que é educação, compromisso e responsabilidade”, concluiu Edna.

Responsabilidade Fiscal na Educação
O Coordenador do Programa de Educação Fiscal Estadual da Secretaria do Estado da Fazenda de Minas Gerais, Wagner Pinto Domingues, salientou sobre o Programa Educação Fiscal Estadual. “Este é um Programa Nacional que tem o correspondente no âmbito estadual, com a função de fazer com que o cidadão entenda um pouco mais sobre o fenômeno do financiamento do convívio social, saber sobre o tributo, sobre administração publica, controle dos gastos públicos de modo que tenham mais informação”, ressaltou Wagner.

A Prefeita de Teófilo Otoni, Maria José Haueisen Freire, destacou que o evento é importante para a articulação regional, em que se socializa assuntos de políticas públicas de Educação, e realiza o planejamento regional, a organização escolar e ações da educação municipal. "Através desta reunião é possível discutir e buscar soluções para a educação, além de planejá-la também. São ações de consonância com a política pública Estadual e Nacional", salientou a prefeita.

Em sua programação o Seminário abordou os seguintes temas: Sistema de Parceria e a Missão da Undime/MG, Educação Fiscal, Apresentação Cultural, Programa Formação pela Escola, Legislação Orçamentária e Financeira da Educação Municipal, Aplicabilidade do Temário Legislação e Financeira da Educação Municipal.

Com informações da Prefeitura de Teófilo Otoni

Turismo de aventura em Diamantina


Turismo de aventura em Diamantina
Autor: Higor Santos, Loja Terreno Extremo

Aqui na loja eu tenho refletido sobre Diamantina, cidade com sua beleza singular, história fascinante, personagens memoráveis, presente na Serra do Espinhaço, a nossa Cordilheira do Brasil, e mesmo assim ainda tão pouco valorizada como oportunidade única para o Ecoturismo e Turismo de Aventura.

Podemos citar não somente em Diamantina mas em toda região, as inúmeras atrações naturais para o ecoturismo: Parque do Biribirí, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras, Barão de Guaicuí, Conselheiro Mata e suas cachoeiras; Parque Estadual do Rio Preto em São Gonçalo do Rio Preto; Gruta do Salitre, Ponte do Acaba Mundo, Trilha Verde da Maria Fumaça, Quenion do Funil, Caminho dos Escravos Diamantina-Mendanha, Rio jequitinhonha, todos esses lugares entre outros ainda tão pouco conhecidos e reconhecidos como merecem, são palcos de um espetáculo repleto de beleza e história.

Aqui podemos praticar o Mountain Bike, o Montanhismo, Arvorismo, Trekking, Camping, entre outros diversos esportes de aventura. E mesmo assim, eu pergunto:

O que existe de mobilização, informação e infraestrutura para que isso seja possível para a população e para o turista?

Quais eventos ajudam a divulgar e conscientizar sobre a potencial beleza da nossa região?

Não longe daqui vemos a Serra do Cipó, Chapada Diamantina, entre outros lugares com uma estrutura voltada para esse turismo ecológico e claro, consciente. Afinal, conscientização e preservação são essenciais para a prática sustentável do ecoturismo em qualquer lugar do mundo.

Porém, começo a ficar mais esperançoso pois estamos vendo empresas abraçando esta causa de tão grande valor: Veredas do Espinhaço, Quintal Radical, Minhas Gerais, e quem sabe em breve outras apareçam para que definitivamente Diamantina acorde e veja ao seu redor, e até mesmo para dentro de si, em suas ruas, o quão importante é valorizar aquilo que vemos todos os dias ser tratado como comum e abundante.

Nosso patrimônio vai além das fachadas mantidas e conservadas destes casarões... vai além dos muros e calçadas. E
Ele passa pelos vales, montanhas, rios, pela alma e pelo coração!!!

Publicado pelo Fernando Gtipp, do Passadiço Virtual, de Diamantina

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Salinas: empresários elegem nova diretoria da ACISS

Salinas: empresários elegem nova diretoria da ACISS
Uma solenidade especial no Lilia Buffett marcou a posse, em 15 de janeiro, da nova diretoria da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Salinas – ACISS, para a biênio 2011/2012, tendo a frente o jovem empresário Reginaldo Ferreira Tiago que tem a missão de subsidiar a politica comercial, empresarial e econômica do município.

A renovação e uma ação inovadora para a classe são as expectativas, tendo em vista as perspectivas de crescimento econômica e social que apresenta Salinas, em virtude do potencial de exploração mineral que desponta na região, o surgimento de novos investimentos e empresas, a ampliação do setor comercial, bem como a transformação do município, nos próximos anos, num pólo educacional através do Instituto Federal de Tecnologia do Norte de Minas – IFNMG, Unimontes e outras faculdades já em funcionamento, cujo papel da ACISS é fundamental nesses empreendimentos.

Para o presidente Reginaldo a proposta básica é “fomentar o comércio, indústria, serviços e turismo, uma feira regional, promover a identificação de Salinas como Capital Mundial da Cachaça, viabilizar a instalação do SESC-LACES, fortalecimento da rede hoteleira local, influenciar os destinos do município para assegurar as infraestrutura necessárias ao desenvolvimento, criar incentivos e montagem do Parque Industrial e implementar ações de apoio aos associados nas questões contábeis, jurídicas e fiscais, bem como a construção de nova sede da ACISS”, destacou o dirigente.

A nova diretoria é composta por
Reginaldo Ferreira Tiago, presidente;
Nivaldo Gonçalves das Neves, vice-presidente;
Orlando Coelho de Oliveira, 1º secretário;
Sebastião Cezar Nepomuceno, 2º secretário;
Mariadinê Ferreira Costa, 1ª tesoureira;
Carlos Verlânio Santana, 2º tesoureiro;
Luiz Estanislau Martin Veloso, diretor de Departamento Jurídico;
Naira Maria D. Oliveira, diretora para Inclusão de Filiação e Freqüência;
Aroldo Henriques Souza, diretor Bibliotecário;
Ana de Fátima Faria Bittencourt, diretora de Divulgação;
Celso Merbach Chagas, diretor de Incorporação de Industria, Comércio e Serviços;
Aparecido Antonio Vieira, diretor Social e
João Alves dos Santos, diretor de SPC.
Um jantar e baile registraram a confraternização de associados e convidados.

Fonte: Tribuna do Norte, do amigo Tiburcim, 16 a 31.01.2011

Capelinha terá 100% das ruas com iluminação pública

Capelinha terá 100% das ruas com iluminação pública
O Prefeito pretende retomar negociações com a CEMIG para a instalação de postes e luminárias

A Prefeitura de Capelinha com o apoio da Câmara Municipal e com recursos próprios, irá colocar luminárias em 100% das áreas urbanas do município. Nesta terça feira, 15 de fevereiro o Prefeito, o Presidente da Câmara e o representante da Cemig assinaram o contrato para a realização do serviço.

Serão instaladas 147 luminárias até julho deste ano, visando dar mais conforto, segurança e tranquilidade para a população. O valor a ser pago à Cemig é de R$ 54.992,30. A assinatura do contrato contou ainda com apresença dos vereadores Zé Newton, Cleuber Luiz, Gedalvo Fernandes, Zezinho da Vitalina, Edeltônio Gomes Victor, Estevão Marinho, Valdir Gomes e de vários secretários municipais.

Na oportunidade, o Prefeito Pedro Vieira agradeceu à Câmara pelo apoio na aprovação do projeto e disse estar feliz por poder realizar o sonho de muitas famílias que terão suas ruas iluminadas.

Pedro Vieira disse ainda que em breve retomará as negociações com a Cemig para a instalação de postes e luminárias na Alameda Juarez Barbosa próximo ao Mercado Municipal, também na Praça Cruzeiro.

Segundo Wander Lister, qualquer morador que tiver sua casa construída em lote legalizado poderá solicitar à Cemig o prolongamento da rede elétrica até sua residência inteiramente de graça. Após a instalação da rede, a Cemig deve comunicar à Prefeitura que deverá autorizar a instalação de luminárias.

Na oportunidade, Pedro Vieira anunciou que, em até 60 dias, a Prefeitura deverá receber mais uma patrol nova para melhoria e manutenção das estradas do município.

Fonte: Aranas fm

Copam do Jequitinhonha comemora 50ª reunião

Copam do Jequitinhonha comemora 50ª reunião
A solenidade comemorativa será na abertura da primeira reunião do colegiado local em 2011.

A Unidade Regional Colegiada (URC) do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) do Jequitinhonha realizará sua 50ª reunião nesta quinta-feira (17). A solenidade comemorativa será na abertura da primeira reunião do colegiado local em 2011.

O encontro terá início às 13h30 e será realizado no Espaço Científico Cultural Professor Vicente Paulo Almeida, da Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri, na rua da Glória, nº 187, Centro de Diamantina, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas. A solenidade terá a presença do secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães Chaves.

Na reunião, os integrantes da URC serão homenageados pelos serviços prestados na defesa do meio ambiente, com uma condecoração especial para o conselheiro mais antigo, o representante da Associação Caminhos da Serra, Alex Mendes dos Santos. O assessor especial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Ilmar Bastos Santos, também será homenageado.

O Copam reúne, de forma paritária, representantes do governo e da sociedade civil, que decidem sobre a concessão de licenças ambientais no Estado de Minas Gerais. Os conselheiros são assessorados pela equipe técnica das Superintendências Regionais de Regularização Ambiental (Suprams), que são unidades de atendimento da Semad que recebem, analisam e emitem pareceres sobre a viabilidade ambiental dos empreendimentos. De posse dessas informações, os conselheiros votam pela concessão ou não das licenças.

Desde 2003, a concessão das licenças foi distribuída por nove unidades regionais colegiadas em todo o Estado. A do Jequitinhonha foi a sétima criada, tendo sido inaugurada em 28 de maio de 2004.

A pauta da 50ª reunião da URC Jequitinhonha do Copam e os documentos relativos ao que será analisado pelos conselheiros podem ser obtidos na internet, no endereço www.meioambiente.mg.gov.br/copam.

Fonte: Agência Minas

200 mil acessos! Blog do Banu continua bombando!

Blog do Banu continua bombando!
Eu agradeço o apoio de todos e todas que acessam este Blog, pequeno minifúndio da internet, onde procuro divulgar o Vale do Jequitinhonha, principalmente suas riquezas, realizações e potencialidades.

Eu e os colaboradores procuramos mostrar o lado vivo do Jequitinhonha e a luta do seu povo.
Somos muito mais ricos do que pensam muitos governantes e empresários especuladores e sugadores de benesses de desgovernos.

Somos muito menos pobres do que pensa a mídia preconceituosa. A régua de medição não deve ser apenas o PIB – Produto Interno Bruto e outras avaliações econômicas conservadoras.

Nossa região precisa ter vergonha na cara e seu povo perder o medo de dizer e fazer o que quer. Parar de ser lambe-botas de autoridades estaduais e federais que nada ou pouco fazem pelo Vale.

O povo do Vale precisa colocar para andar seu projeto de desenvolvimento sustentável, tantas vezes debatido em diversos espaços e momentos.

Esse Blog tem o objetivo principal de divulgar oportunidades e rumos que o povo segue ou deseja seguir.Somos referência do Vale do Jequitinhonha. Quem assim afirma são outros colegas de blogs e jornalismo. Temos orgulho de estar em links de sites de rádios, TV, jornais, orkut e blogs de companheiros da mesma luta.

Aqui se encontra de quase tudo da região. Mas, há muito o que fazer e melhorar.
Tocamos em algumas feridas abertas do Vale ou de governos irresponsáveis que prometem e pro-mentem.
Procuramos desmascarar falsos discursos de progressos ilusórios e projetos falsamente divulgados como redentores.
Somos responsáveis. Não divulgamos notícias ou opiniões simplesmente para denegrir personagens ou personalidades. Quando criticamos, procuramos mostrar dados e fatos. O internaura é quem julga.

Transformar o Blog em um site é nossa principal meta nos próximos meses. Assim, teremos uma ferramenta mais ágil, dinâmica, mais completa de informações e serviços.

Muitos estão convidados a participar desta empreitada.

Muitos estão contribuindo para construir este Blog. Diariamente o Blog recebe muitos emails, fotos, textos, charge, poesias, notícias, sugestões, denúncias e muitas propostas.

Continuem participando!

Os internautas que acessam o blog têm o perfil de servidores públicos, professores, estudantes (de ensino médio e universitários), profissionais liberais, professores universitários, militantes políticos, agentes culturais, movimentos sociais, pesquisadores, comerciantes e livre pensadores.Balanço:
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O brilho raro de Diamantina

O brilho raro de Diamantina
Fonte: MSN

Dizem que no começo do século 18, os moradores do antigo Arraial do Tijuco usavam diamantes para marcar o jogo de cartas. Talvez a história não seja só lenda, já que naquela época, o povoado, que daria origem a Diamantina, despontava como maior produtor da mais valiosa das pedras em todo mundo.

Nos dois séculos seguintes, estima-se que cerca de duas toneladas de brilhantes saíram dos rios e das grupiaras de garimpo da região, riqueza tamanha que engordou os cofres de Portugal e fez surgir uma das maiores jóias do período colonial do Brasil. A própria Diamantina é uma grande pedra rara. Como se na imensidão dos morros escuros de quartzito cobertas pela vegetação de cerrado, os sobrados brancos de janelões coloridos e as torres pontiagudas das igrejas barrocas ressaltassem na paisagem feito o brilho de um diamante oculto no cascalho do Ribeirão do Guinda, onde até hoje há quem bata peneiras para tentar a sorte.

A comparação com Ouro Preto é inevitável. Todo mundo que chega faz. É fácil constatar que Ouro Preto tem museus e igrejas bem mais ricas, além de oferece melhor infra-estrutura turística, com mais variedade de pousadas e restaurantes. Mas é fácil concluir, que Diamantina é bem mais autêntica. Pelo menos, ainda não foi contaminada pelo turismo de massa, apesar da relativa fama que goza.

Diamantina é uma das seis cidades brasileiras que pertencem a seleta lista de Patrimônio Mundiais da Humanidade reconhecidos pela Unesco em 1999.

Mesmo assim, não há ônibus de excursão estacionados, nem grandes grupos armados de câmeras fotográficas, só um ou outro casal passeando de mãos dadas observando os sobrados.

Diamantina ainda não despertou do passado e segue no presente quase exclusiva de seus próprios moradores. São praticamente deles as mesas dos bares da Rua da Quitanda, a feira no antigo mercado aos sábados pela manhã e os bancos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, cujo som ambiente vem da Ave Maria rezada em coro pelas beatas seja qual for a hora do dia.

Leia o restante da reportagem, clicando aqui:
o.brilho.raro.de.diamantina

Cidades do Vale: a economia do seu lugar forma valores de conviver

As cidades do Vale, suas redes de economia e seus valores
Em qual perfil sua terra se encaixa?
Os pequenos municípios e suas pequenas cidades, no Vale do Jequitinhonha e em outros lugares, se formam em torno do plantio de uma ou mais culturas agrícolas ou criação pecuária. Outros exploram o garimpo, minérios, pedras preciosas.

As cidades mais antigas costumam investir no turismo, uma vez que, naturalmente, pessoas de lugares mais diferentes aparecem no lugar para apreciar construções de outros séculos ou fatos pitorescos.

Algumas investem em estruturas de pousadas e lazer, chamando os turistas para passar uns dias de descanso do stress produzido no dia-a-dia das grandes cidades, explorando as belezas naturais de rios, cachoeiras, grutas e serras.

Junto ao turismo de lazer e motivação cultural como nas cidades coloniais afloram a produção e comércio do artesanato nativo ou regional.

Algumas festas religiosas católicas atraem milhares de romeiros, provocando o comércio de quinquilharias, desdobrando em grandes shows artísticos nas Praças, em Estádios de futebol ou Parque de Exposições. Geralmente, artistas de renome estadual ou nacional fazem crescer o afluxo de visitantes.

Todas as redes de economia de pequenas cidades com as características citadas têm uma determinada linha de produção, de manifestações culturais, de preservação ambiental, de valorização da história, de identidade da vida de um povo.

Os valores sociais e culturais nestes lugares costumam ser mais ricos, de laços estreitos, de relacionamento familiar e comunitário muito envolvente. A cultura permeia todos os momentos da vida das pessoas. Valores como justiça, direitos, solidariedade e viver em comunidade são muito presentes.


Em algumas cidades a presença de um projeto de uma grande empresa chega e muda tudo no lugar. Todos os relacionamentos são desestruturados e monopolizados pelos interesses da empresa. Até a Prefeitura - muitas vezes, o comandante de plantão e seu grupo -, entra no jogo e leva a cidade junto.

Há algumas pequenas cidades que primam pela especulação. São nesses lugares onde os roleiros grassam. Eles vendem e compram tudo. Aí, geralmente, é onde o custo de vida mais sobe e ganhar dinheiro a todo custo é o mais importante na vida. A ética passa longe daí. A esperteza é o destaque do comerciante 24 horas.

Geralmente, a vida social e cultural nesses lugares é muito pobre. Dificilmente, se encontra escolas de música, teatro, coral, danças, pintura, ou mesmo a presença de artesanato. Poucos grupos de cultura tradicional como as folias de reis, catira, congadas ou mesmo artesanato, tendem a desaparecer.


Há pouco incentivo para as pessoas lerem, principalmente para crianças, adolescentes e jovens. Quando há bilbioteca, poucos a frequentam. Nas casas, poucos livros e objetos de arte. O estudo e a educação não são muito importantes. Quando os jovens entram em faculdades, geralmente são da periferia do ensino superior, em escola privada e de baixa qualidade.
Poucos conseguem enfrentar a forte concorrência das universidades públicas, estaduais ou federais.

O diploma tem a simples finalidade de conseguir um bom emprego, não importando a qualificação do profissional. O curso de Medicina tem sido descoberto como o principal filão dos últimos anos, pois os salários desses profissionais na região ultrapassam os R$ 10 mil, independente de concursos públicos. Algumas famílias investem mais de R$ 300 mil na formação do filho, esperando o retorno, seguro, em poucos anos.
Nessas cidades, vê-se poucos estudantes de cursos de ciências humanas e sociais.

Os valores sociais são mediados pela presença do cifrão. Há poucas relações afetivas, de amizade, camaradagem, de forma sincera e desinteresseira. A competição e a contação de vantagens, de auto-elogios, são uma constante. O olhar depreciador de outra pessoa toma conta de quase todos. A fofoca encontra um terreno fértil para prosperar.


Aí, a medida do valor das pessoas passa pelo tamanho do seu patrimônio material.

É claro, que muitas cidades possuem características mescladas, com um tipo de economia e linha de produção mais destacada, convivendo com outras totalmente diferentes.
*****
Analise o seu lugar e discuta com seus amigos e familiares:
qual o perfil de economia real do nosso município?
Em que os fatores econômicos influenciam o nosso modo de ser e viver?

É presidenta, sim!

É presidenta, sim! O Brasil ainda está longe da feminização da língua ocorrida em outros lugares. Dilma Rousseff adotou a forma “presidenta”, que assim seja chamada.

Se uma mulher e seu cachorro estão atravessando a rua e um motorista embriagado atinge essa senhora e seu cão, o que vamos encontrar no noticiário é o seguinte: “Mulher e cachorro são atropelados por motorista bêbado”. Não é impressionante? Basta um cachorro para fazer sumir a especificidade feminina de uma mulher e jogá-la dentro da forma supostamente “neutra” do masculino.

Se alguém tem um filho e oito filhas, vai dizer que tem nove filhos. Quer dizer que a língua é machista? Não, a língua não é machista, porque a língua não existe: o que existe são falantes da língua, gente de carne e osso que determina os destinos do idioma. E como os destinos do idioma, e da sociedade, têm sido determinados desde a pré-história pelos homens, não admira que a marca desse predomínio masculino tenha sido incrustada na gramática das línguas.

Somente no século 20 as mulheres puderam começar a lutar por seus direitos e a exigir, inclusive, que fossem adotadas formas novas em diferentes línguas para acabar com a discriminação multimilenar.

Em francês, as profissões, que sempre tiveram forma exclusivamente masculina, passaram a ter seu correspondente feminino, principalmente no francês do Canadá, país incomparavelmente mais democrático e moderno do que a França.


Em muitas sociedades desapareceu a distinção entre “senhorita” e “senhora”, já que nunca houve forma específica para o homem não casado, como se o casamento fosse o destino único e possível para todas as mulheres. É claro que isso não aconteceu em todo o mundo, e muitos judeus continuam hoje em dia a rezar a oração que diz “obrigado, Senhor, por eu não ter nascido mulher”.

Agora que temos uma mulher na Presidência da República, e não o tucano com cara de vampiro que se tornou o apóstolo da direita mais conservadora, vemos que o Brasil ainda está longe da feminização da língua ocorrida em outros lugares.

Dilma Rousseff adotou a forma presidenta, oficializou essa forma em todas as instâncias do governo e deixou claro que é assim que deseja ser chamada.

Mas o que faz a nossa “grande imprensa”? Por decisão própria, com raríssimas exceções, como CartaCapital, decide usar única e exclusivamente presidente.

E chovem as perguntas das pessoas que têm preguiça de abrir um dicionário ou uma boa gramática: é certo ou é errado? Os dicionários e as gramáticas trazem, preto no branco, a forma presidenta. Mas ainda que não trouxessem, ela estaria perfeitamente de acordo com as regras de formação de palavras da língua.

Assim procederam os chilenos com a presidenta Bachelet, os nicaraguenses com a presidenta Violeta Chamorro, assim procedem os argentinos com a presidenta Cristina K. e os costarricenses com a presidenta Laura Chinchilla Miranda. Mas aqui no Brasil, a “grande mídia” se recusa terminantemente a reconhecer que uma mulher na Presidência é um fato extraordinário e que, justamente por isso, merece ser designado por uma forma marcadamente distinta, que é presidenta.

O bobo-alegre que desorienta a Folha de S.Paulo em questões de língua declarou que a forma presidenta ia causar “estranheza nos leitores”. Desde quando ele conhece a opinião de todos os leitores do jornal? E por que causaria estranheza aos leitores se aos eleitores não causou estranheza votar na presidenta?

Como diria nosso herói Macunaíma: “Ai, que preguiça…” Mas de uma coisa eu tenho sérias desconfianças: se fosse uma candidata do PSDB que tivesse sido eleita e pedisse para ser chamada de presidenta, a nossa “grande mídia” conservadora decerto não hesitaria em atender a essa solicitação. Ou quem sabe até mesmo a candidata verde por fora e azul por dentro, defensora de tantas idéias retrógradas, seria agraciada com esse obséquio se o pedisse.

Estranheza? Nenhuma, diante do que essa mesma imprensa fez durante a campanha. É a exasperação da mídia, umbilicalmente ligada às camadas dominantes, que tenta, nem que seja por um simples – e no lugar de um –a, continuar sua torpe missão de desinformação e distorção da opinião pública.

Escrito por Marcos Bagno, professor de Linguística na Universidade de Brasília.
Publicado originalmente na revista Carta Capital

Itamarandiba inicia as obras de seu Anel Rodoviário

Itamarandiba inicia as obras de seu Anel Rodoviário
Pedro Afonso
O trânsito de carga pesada no centro da cidade terá um outro itinerário

Na segunda-feira, 14.02, iniciaram-se as obras do Anel Rodoviário de Itamarandiba, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas.

Reivindicada pela população desde a decáda de 1980, quando o trânsito de veículos pesados na cidade aumentou - devido ao transporte de carvão vegetal e madeira - a obra fará a ligação entre as rodovias MG-214 à BR-451, desviando assim o trânsito de caminhões e carretas do perímetro urbano da cidade.

Quando concluído, o Anel Rodoviário, além do desvio do trafégo de veículos pesados, trará inúmeros benefícios ao município, como a valorização de novas aréas, a conservação de ruas e imóveis urbanos - muitos tombados pelo patrimônio histórico municipal-, a redução de transtornos aos comerciantes e acidentes, bem como a atração de novos investimentos.
Centro da cidade, muito breve, se verá livre dos transtornos ocasionados pela falta de um Anel Rodoviário. Foto: reproduzidapor Eder.

O município ainda não divulgou a previsão do término das obras, mas comemora seu início e as parcerias firmadas com empresas, instituições e proprietários das aréas próximas à obra, para sua concretização

Fonte: Com informações da ASCOM/Prefeitura de Itamarandiba.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Entrega Parcial

Entrega ParcialBanu
No supermercado do trabalho
vendo barato o meu sangue, meu suor
meus músculos, minha cabeça...

Mas o meu tino de humano nega a entrega prostituta.
E esperneio nos pesadelos cotidianos que fazem rir os normais.
Sem nexo, manifesto o jeito rebelde

E crio,
crendo na fonte da contradição.

Como formiga vou roendo a raiz desse mundo louco,
crescendo o meu valor na solidariedade da companheira,

na comunhão daqueles que transformam o muito e o pouco.
Lutando, plantando, colhendo e vivendo o que sente.
Até que um dia...
a coroa desta moeda só vai dar cara,
rosto de gente.


Este texto foi escrito em 1984, em Coronel Murta, no Médio Jequitinhonha.
Publicado no livro de coletânea de poesias do Vale do Jequitinhonha "Arreunião", do Centro Cultural do Vale do Jequitinhonha - CCVJ.

Diamantina: Adolescentes se destacam no "Caça Talentos"

Diamantina: Adolescentes se destacam no "Caça Talentos"
A equipe do Projeto Escolinha de futebol Toque de Bola comemora a conquista do atleta e aluno Romário de Jesus Soares, classificado para a quarta e última fase do Caça Talentos. Além dele, mais nove adolescentes de Diamantina que estão participando da seleção de novos talentos no futebol, o Caça Talentos, da Rede Alterosa de Televisão.

Esta seleção iniciou-se com aproximadamente 15 mil meninos inscritos de várias cidades e estados, ficando selecionados para a segunda fase cerca de dois mil, e entre eles foram classificados 05 atletas de Diamantina.



Dessa segunda fase foi feita outra peneirada, ficando 232 classificados para a terceira fase. Os pequenos atletas foram submetidos a testes físicos e psicológicos, entre estes está o garoto Romário. Mais uma vez, ele seguiu para a cidade de Belo Horizonte no dia 04 de fevereiro, conseguindo outro excelente resultado. Ele foi um dos classificados para a quarta e última fase do Caça Talentos.

Em março, três finalistas irão para o voto popular para definir o grande vencedor. Também será feita uma outra votação popular, segundo os dirigentes, para definir em qual time, América, Atlético ou Cruzeiro, o grande vencedor irá treinar.

A direção do Projeto Escolinha Toque de Bola e o coordenador geral, Carlos Siqueira, parabenizam os garotos Hugo Ranieli, Alef Henrique, Rubéns Durval e Maximiliano Cruz por terem conseguido chegar até a segunda fase, o que já é uma grande vitória diante de tantos concorrentes e das dificuldades encontradas.



Carlos Siqueira agradece ao Prefeito Padre Gê e à Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude de Diamantina pelo apoio e transporte dos atletas. Ele pede a todos pensamento positivo para que o nosso atleta Romário continue brilhando, tornando-se incentivo a outros adolescentes.
“Temos muitos talentos escondidos que só precisam de uma chance para se mostrar, seja no futebol de campo, futebol de salão, voleibol e outros”, afirmou Carlos Siqueira.

A Escolinha Toque de Bola realiza brilhante trabalho com crianças e adolescentes carentes de Diamantina e região, atuando na formação de cidadãos competitivos e responsáveis, envolvendo assim toda a parte física e psicológica.

Tudo isto contando com ajuda de várias pessoas, uma vez que a escolinha presta serviços gratuitos e acessível a todos que quiserem participar. Não há fins lucrativos.

Mais informações: Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude de Diamantina, fone(38) 3531- 9272.

TCE aprova contas de prefeituras do Vale incriminadas pela PF

TCE aprova contas de prefeituras incriminadas pela Polícia FederalMinas Novas e Medina foram beneficiadasAlmenara, Rubim e Salto da Divisa tiveram contas rejeitadas
A Polícia Federal fez grande operação em Minas, Bahia e no Distrito Federal, em 2006, com apreensão de documentos e prisão de prefeitos, juízes, advogados, servidores públicos e lobistas.

A sensação dos brasileiros de que a prestação de contas públicas é mera peça de ficção é de fácil compreensão, diante da análise de casos que vão desde aquelas apresentadas pelos políticos até a dos estados e municípios. Um bom exemplo é a aprovação pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) do balanço contábil de 2008 de seis cidades alvos da Operação Pasárgada, da Polícia Federal (PF).

A investida policial revelou que, com ajuda de assessoria jurídica contratada sem licitação, municípios devedores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conseguiam a liberação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), por meio da compra de liminares expedidas pela Justiça Federal. E pior: todos os prefeitos dessas cidades foram presos durante a operação da PF e respondem a pelo menos um inquérito por improbidade administrativa.
Tiveram as contas aprovadas os municípios de Juiz de Fora, administrado à época por Carlos Alberto Bejani (PTB); Conselheiro Lafaiete, por Júlio César de Almeida Barros (PT); Timóteo, por Geraldo Nascimento de Oliveira (PT); Minas Novas, por José Henrique Gomes Xavier (PR); Medina, por Walter Tanure Filho (DEM); e Vespasiano, por Ademar José da Silva.

A confusão para o eleitor é ainda maior se considerado que a prestação de contas de outros sete municípios também investigados na Operação Pasárgada foi rejeitada. Em relação a 2008, estão reprovados as contas de 3 municípios do Vale: Almenara, Rubim e Salto da Divisa.
ExplicaçãoA justificativa do TCE para os dois pesos e duas medidas para problemas semelhantes é de que a prestação de contas anual dos municípios, de acordo com a legislação vigente, “é um documento de caráter contábil”. Isso, segundo o tribunal, significa que é verificado apenas se a entrada e a saída de recursos são compatíveis. Ou seja, é feita apenas uma mera conferência de somas e débitos. Detalhes dos contratos como compra de material, tipo, qualidade, pagamento de consultoria, entre outros, são verificados na modalidade de inspeção e processos administrativos.

O prefeito de Medina, Walter Tanure, também encontrou facilidade em razão do parentesco com um dos braços jurídicos do grupo, que atuava em Brasília, que é seu primo. Tanure está entre os administradores municipais que respondem ao maior número de processos: oito ações de improbidade administrativa e três crimes contra a administração pública.

Pontos obscurosO coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores do TCE de Minas, Carlos Frederico Dumont Mamede, confirma que, desde a década de 1990, o tribunal vem optando em receber a prestação de contas por meio eletrônico, sob a alegação da grande quantidade de prefeituras a serem fiscalizadas. Entretanto, Mamede critica a iniciativa: “Desta forma, não há como negar que a fiscalização é feita apenas de forma superficial”.

O Estado de Minas tentou, durante toda a semana passada, localizar os seis prefeitos que tiveram suas contas aprovadas. Recados foram deixados a alguns deles, mas as ligações não foram retornadas. Durante toda a investigação da Polícia Federal, os prefeitos negaram veementemente qualquer irregularidade na contratação das assessorias.

Com informações de Maria Clara Prates, no Estado de Minas

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino)

Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino) Gonzaguinha Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas...

Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura...

Guerreiros são pessoas
Tão fortes, tão frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito...

Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem refeitos...

É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra do seu tempo
Por sobre seus ombros...

Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que tem no peito
Pois ama e ama...

Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E vida é trabalho...

E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata...

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz...

É triste ver meu homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros...

Eu vejo que ele sangra
Eu vejo que ele berra
A dor que tem no peito
Pois ama e ama...

Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E vida é trabalho...

E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata...

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz...

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz...

Veja o video aqui: guerreiro.menino.fagner




Música: Um homem também chora
Intérprete – Fagner/Gonzaguinha
Compositor – Gonzaguinha
Ano de divulgação – 1983
Álbum – Alô, Alô Brasil

Mesmo não sendo a música mais famosa do grande compositor Gonzaguinha, Um Homem Também Chora ( também conhecida como Guerreiro Menino) choca a todo mundo que a ouve pela letra forte, letra esta que retrata o pensamento de um homem, o homem pai de família que só se sente honrado com um bom emprego.

Quem escuta a canção presente no álbum Alô, alô Brasil, de 1983, reflete sobre a reclamação que Gonzaguinha faz diante da forma como o mundo é feito. A canção é sem dúvida uma verdadeira crítica ao capitalismo e ao machismo, temas tão comentados na década de 1980. Outro ponto a ser destacado nessa composição, é que ela vem logo após o sucesso de O que é, O que é?, uma música alegre e que levanta a auto estima de quem a ouve. Porém, Um Homem Também Chora chega a comover ao invés de levantar. Os versos “não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz…” relatam bem a mensagem de Gonzaguinha.
Um Homem Também Chora ficou mais famosa na voz de Raimundo Fagner. Foi a partir daí que a letra tornou-se mais popular.

Araçuaí: Católicos se preparam para a Campanha da Fraternidade

Araçuaí: Católicos se preparam para a Campanha da Fraternidade
Representantes das 27 paróquias da Diocese de Araçuaí participaram na última terça feira, dia 8 de fevereiro, de um curso de formação sobre a Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema este ano é: Fraternidade e Vida no Planeta.

Agentes de pastoral, padres, religiosos e jovens das 27 paróquias da Diocese estiveram reunidos durante um dia no Centro Pastoral para aprofundarem o tema da Campanha da Fraternidade deste ano. O encontro teve como objetivo formar lideranças para serem multiplicadoras do tema em suas diversas comunidades espalhadas pelo Vale.

O tema Fraternidade e Vida no Planeta e o lema "A Criação geme como em Dores de Parto"abordam a questão ecológica, com foco sobretudo, nas mudanças climáticas. O encontro refletiu como estas questões afetam as comunidades e também os principais desafios ecológicos do Vale do Jequitinhonha.
O encontro de formação contou com palestras, orações, trabalhos em grupo direcionados para as realidades locais e dinâmicas. A Campanha da Fraternidade é lançada na quarta feira de cinzas e trabalhada durante todo ano, sempre abordando temáticas atuais e que afetam diretamente as comunidades. Daí a importância da formação.

Fonte: TV ARAÇUAÍ, repórter André Sá

Funorte faz peneirada para jogadores de 15 a 18 anos

Oportunidade para os ¨bons de bola¨
Funorte faz peneirada para jogadores de 15 a 18 anos

O Funorte, clube de futebol de Montes Claros, participante da Primeira Divisão do Campeonato Mineiro de Futebol e da Copa São Paulo Júnior, está abrindo uma oportunidade para jogadores de futebol do norte de Minas e Vale do Jequitinhonha.

Os testes para as categorias de base do Funorte Esporte Clube serão realizados no dia 22 de fevereiro, às 9h, e no dia 24 de fevereiro, às 16h, para atletas nascidos nos anos de 1992, 93, 94 e 95.

A diretoria do Formigão avisa que todos os garotos interessados deverão estar munidos de material esportivo adequado e atestado médico, comprovando que estão aptos a praticarem atividades físicas.

As inscrições serão feitas no dia do teste. Informações:
Fone (38) 3221-9189, com o Gerente Administrativo, Lucas Samuel

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Araçuaí: Polícia Civil prende traficantes com 630 pedras de crack

Araçuaí: Polícia Civil prende traficantes com 630 pedras de crack

Pedras de crack apreendidas com os traficantes, em Araçuaí

A Polícia Civil realizou uma das maiores apreensões de crack no município de Araçuaí, no Mèdio Jequitinhonha, nordeste de Minas, no último 24 de janeiro. Foram presos: Lúcio Ferreira Matos e Sidnei Rolim de Jesus, vulgo Dó, considerado pela polícia como um dos maiores traficantes da cidade. A prisão em flagrante de Dó foi bastante comemorada pela polícia.

Através de uma denuncia anônima a polícia obteve mandado de busca e apreensão e encontrou cerca de 630 gramas de crack na casa de Lúcio Ferreira. A droga estava dividida em 30, 50 e 100 gramas, avaliadas em 18 mil reais. Segundo a polícia era para abastecer bocas de fumo.

Segundo a denúncia e o próprio Lúcio, a droga era de Sidnei Rolim de Jesus, vulgo Dó, que foi preso em flagrante por suspeita de trafico de drogas e associação ao tráfico. A policia apreendeu ainda na sua casa, dois carros e duas motos.
Moto e automóvel aprendidos
Foram cumpridos mais dois mandados de busca e apreensão, um na casa de Sidnei Rolim de Jesus e outra na residência de sua sogra, mas nada foi encontrado. Os investigadores afirmaram que Sidnei foi alvo de várias investigações por suspeita de tráfico de drogas. Segundo os investigadores, Sidnei não possui emprego para justificar seu patrimônio.

Fonte: TV ARAÇUAÍ, repórter André Sá

25ª Festa do Capelinhense Ausente terá Cláudia Leite

25ª Festa do Capelinhense Ausente terá Cláudia LeiteCláudia Leite volta ao Vale, na Festa do Capelinhense Ausente, em Julho. Ela esteve em Almenara, em Janeiro.
Uma das maiores festas da rgião, a 25º da Festa do Capelinhense Ausente deste ano, que acontece no mês de julho, vai contar com shows de Cláudia Leitte na quinta, Amado Batista na sexta e a dupla João Bosco e Vinícios no sábado.

A dupla João Bosco e Vinicius será grande atração da Festa
A organização deve anunciar nos próximos dias a contratação de outras atrações.

Segundo informações, a festa contará com uma mega estrutura com dois palcos, camarotes, standes, parque de diversões.
O cantor Amado Batista com retorno certo, em julho, em Capelinha.

O já tradicional Galpão Cultural que funciona em anexo ao Parque, abrrá suas portas na semana anterior à festa, com programação musical alternativa, comidas e bebidas típicas, além de exposição de trabalhos artesanais.

Com informações da Rádio Aranãs, de Capelinha

Vitória do Galo no clássico esquenta Campeonato Mineiro

Vitória do Galo no clássico esquenta Campeonato Mineiro
América de Teófilo Otoni está na 5ª posição

Diego Tardelli foi o destaque da vitória do Atlético com 3 gols.

A vitória do Atlético no clássico contra o Cruzeiro, neste sábado, 12.02, deu mais animação ao campeonato mineiro. O Atlético assumiu a ponta, isolado. O Cruzeiro caiu para o quarto lugar, sendo ultrapassado pelo América e Guarani, de Divinópolis.

O América, de Teófilo Otoni, contiua sem perder. Venceu uma e empatou duas, estando em quinto lugar.

Galo vence clássico
O Atlético levou a melhor no primeiro clássico da década. Mesmo sem a presença da torcida, o Galo venceu por 4 a 3, neste sábado, em grande partida na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela terceira rodada do Campeonato Mineiro.
O Cruzeiro saiu na frente, com Wellington Paulista, mas os alvinegros viraram no primeiro tempo, com dois gols de Diego Tardelli, um de pênalti.
Na etapa final, os celestes igualaram com Henrique, logo no reinício da partida, mas os atleticanos garantiram o triunfo com mais um de Tardelli e outro de Neto Berola. Gil ainda descontou no fim.

Os grandes jogadores da partida foram Diego Tardelli com três gols e o goleiro Renan Ribeiro que defendeu vários chutes perigosos dos atacantes.

O Cruzeiro reclamou do juiz do pênalti marcado para o Atlético e de um não marcado em cima de Roger para o time celeste. Alem disso, a trave salvou o Galo por duas vezes.
Foi um jogo eletrizante, com muitos lances de gols e jogadas rápidas.

O Atlético, com a vitória no clássico, dispara na liderança. O Cruzeiro caiu para a 4ª posição, atrás do América e Guarani.

América goleia
O América goleou o Ipatinga por 4 x1, com 3 gols de Fábio Júnior. O América assumiu a vice-liderança do Campeonato Mineiro ao golear o Ipatinga, de virada, por 4 a 1, neste domingo, na Arena do Jacaré, pela terceira rodada do Estadual. Já o Tigre continua sem vencer na competição.

Na próxima rodada, o América receberá o Funorte, no próximo domingo. O Ipatinga enfrentará o Cruzeiro no sábado.

A torcida de Teófilo Otoni e região lotou o Estádio para ver o empate do América-TO

América de Teófilo Otoni empata com a Caldense
Jogando em Teófilo Otoni, o América bem que tentou mas a torcida não conseguiu sair comemorando a primeira vitória em casa na temporada 2011.

A torcida do Mecão fez sua parte. Esgotou os 3.500 passaportes e os 1.500 ingressos colocados à venda. Nas arquibancadas a empolgação era total depois do bom início de campeonato.

O empate com o Democrata, em Governador Valadares, na primeira rodada, e a goleada sobre o Uberaba, no Triângulo Mineiro, no último domingo davam aos torcedores a certeza de uma nova vitória, desta vem em casa.

Os jogadores do América prestaram uma homenagem ao ex-jogador do clube, Wallace Monteiro, morto em agosto do ano passado, entrando em campo com o filho dele, Isaque Wallace, de 4,5 meses.

No final, o jogo terminou em 1 x 1. O próximo jogo do América de Teófilo Otoni é em Juiz de Fora, contra o Tupi, no próximo sábado, às 17h. O Mecão etá em quarto lugar no campeonato com cinco pontos,

Classificação:
1º Atlético – 9 pontos
2º - América MG – 7 pontos
3º - Guarani – 6 pontos – 6 gols saldo
4º - Cruzeiro – 6 pontos – 3 gols saldo
5º - América TO – 5 pontos
6º - Villa Nova – 4 pontos, 2 gols saldo
7º - Uberaba – 4 pontos, saldo negativo 01 gol
8º - Tupi – 4 pontos, saldo negativo 2 gols
9º - Democrata GV – 1 ponto, saldo negativo 3 gols
10º Funorte-MOC – 01 ponto, saldo negativo 4 gols
11º - Caldense – 01 ponto, saldo negativo 5 gols
12º - Ipatinga – 01 ponot – saldo negativo 8 gols.

O canto desafinado das oposições

O canto desafinado das oposições
GAUDÊNCIO TORQUATO - O Estado de S.Paulo

Uma nota de pé de página revela traços do ethos nacional: as máscaras de Tiririca e Dilma Rousseff são as preferidas dos brasileiros para o carnaval; já as máscaras de Serra e Marina são as menos vendidas.

A cara de Tiririca, o palhaço que se elegeu deputado, e a de Dilma, a técnica que se elegeu presidente da República, deverão ser as mais vistas na folia carnavalesca.

A explicação? Ambos expressam atributos que emolduram o jeito de ser do brasileiro: a improvisação, o deboche, a irreverência, de um lado; a identificação com o poder, a opção pelos vitoriosos, de outro.

Tiririca encarna a índole bagunceira e pouca afeita à formalidade; já a mulher presidente, além de ser a novidade da estação, projeta a ideia de força e de mando, de respeito e autoridade, valores reconhecidos nos perfis que detêm competência (e tinta na caneta) para nomear, demitir, decidir, ordenar. Puxar personagens com esse estofo para os salões da folia é dar vazão ao sentimento das ruas.

O deputado e a presidente representam, portanto, o verso e o reverso, o poder informal e o poder formal, conjuminados na ampla radiografia da nossa cultura.

Se as máscaras do ex-governador de São Paulo José Serra e da ex-senadora Marina Silva abarrotam estoques, não é por serem feias ou bonitas, bem desenhadas ou extravagantes, mas porque ambos perderam as eleições. O caleidoscópio da paisagem desenhada pelo povo nada mais é que um desfile de personagens e suas representações. Assim, quem perdeu posição na política fica fora de foco, com exceção de quem consegue pular na gangorra, subindo e descendo, como Geraldo Alckmin, por exemplo, ou de figurantes que furam a névoa do tempo, como José Sarney e Paulo Maluf, cujas máscaras continuam à disposição em qualquer loja do ramo.

O que tem chamado a atenção, porém, é a pequena atração exercida ultimamente por Serra, seja no mostruário das máscaras, seja no próprio palco da política. A sensação é de que o ex-candidato a presidente se encontra, agora, num patamar exageradamente baixo no ranking da influência. Ou, em outras letras, atende no balcão de fundo.

O que teria acontecido para distanciamento tão acentuado, considerando que, mesmo derrotado no último pleito, chegou a ter quase 44 milhões de votos?

Tentemos algumas hipóteses, a começar pela onda governista, que, na abertura de ciclos administrativos, invade fronteiras, ampliando territórios e apagando rastros das oposições. Serra, como se sabe, tem sido o alvo mais impactado pela vitória da candidata petista.

Seu afastamento do centro político tem que ver com o ditado "quem é dono da flauta dá o tom". Seu toque é débil. Neste momento, a orquestra tucana parece desafinada ante a regência (precária) de Sérgio Guerra, que pleiteia voltar ao comando do partido. Os acordes mais afinados são dados pelo maestro Fernando Henrique Cardoso, aliás, deixado à margem por ocasião da campanha presidencial, sob o argumento de que poderia ser alvo fácil de bombardeio.

O fato é que o PSDB dá sinais de que o perfil em ascensão na floresta tucana e nas hostes oposicionistas é o do senador Aécio Neves, cujo bom desempenho em Minas Gerais (além de sua eleição, contabiliza a vitória do governador Antonio Anastasia e a do senador Itamar Franco) o habilita a ser o principal jogador no tabuleiro de 2014.

E é fato também que o PSDB atravessa uma das curvas mais fechadas de sua trajetória. Mais que uma disputa envolvendo lideranças, o partido vive uma crise de identidade. Ao longo dos anos foi forçado a repartir o escopo da social-democracia com outras siglas, incluindo o PT.

Desde que foi criado, em 1988, sempre circulou pelo meio da pirâmide - classes médias, profissionais liberais, núcleos acadêmicos e formadores de opinião -, nunca frequentando as margens. Ganhou, com alguma razão, o selo de partido elitista. É visível o esforço do ex-presidente FHC para oferecer um norte aos tucanos desorientados.

Basta ler a orientação tática e estratégica que o ex-presidente fornece nas pistas dos temas prioritários e formas de atuação política, objeto de seu artigo Tempo de muda, neste jornal (6/2). Abrir o verbo e falar forte, conforme sugere o sociólogo à oposição, seria, afinal de contas, bom conselho? Ou será que faltam interlocutores e ouvintes?

Montaigne dizia que o poder da palavra pertence metade a quem fala e metade a quem ouve. Donde se pinça a dúvida: quem está motivado a ouvir a mensagem da oposição? Os milhões de eleitores que votaram em Serra continuam fiéis a ele?

É sabido que a mudança no campo da adesão eleitoral é intensa, principalmente num país de comportamento volúvel como o nosso. Os votos de ontem podem já não ser os de hoje, seja por causa da atração fatal exercida pelo governismo, seja pela identificação do povo com os novos condimentos adicionados ao tempero social. A maioria da população parece contente com os novos ares, sob o abrigo social agora administrado pela nova governante.

Por conseguinte, o anzol oposicionista não consegue fazer boa pescaria, a não ser fisgar um grupo de peixes que habita o centro da lagoa. Se as oposições pretendem botar a locomotiva na linha para puxar um trem social mais comprido, hão de arrumar estratégias que abarquem a reorganização partidária, visando, primeiro, ao pleito municipal de 2012.

Os primeiros tijolos do edifício político são feitos com o barro dos municípios. E, convenhamos, o PSDB deles está distante, enquanto o DEM definha a olhos vistos. Qualquer projeto de poder sem sólida base municipal equivale a castelos construídos na areia.

As querelas internas, por seu lado, estiolam a meta da unidade oposicionista.

Por último, a lembrança de que horizontes mais abertos para as forças oposicionistas passam, necessariamente, pelos bons ventos a serem soprados pelas administrações dos dois maiores colégios eleitorais do País: São Paulo e Minas.

Desafio maior: seus governantes deverão azeitar intensamente as máquinas para evitar o corrosivo desgaste de material.

Gaudêncio Torquato é cientista político.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Programa Minha Casa, Minha Vida realiza sonhos de capelinhenses
Capelinha: Bairro Jardim Aeroporto vira canteiro de obras e a construção civil cresce
Por Hélio Silva

Rua Cinco, bairro Jardim Aeroporto

A Rua 5 do Bairro Jardim Aeroporto virou a rua da construção. Ao todo, 21 casas estão sendo construídas através do projeto Minha Casa Minha Vida.

A expectativa é que o projeto beneficie cerca de 360 famílias de Capelinha e região, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas.

Financiadas pela Caixa Econômica Federal as casas têm subsídios do Governo Federal de até R$ 11 mil reais para pessoas que recebem de 1 até 3 salários mínimos.

A Nova Cozinha

Quem faz o financiamento, pode pagar em até 240 meses.

O casal Vânia e Elizeu mora há 20 dias na casa nova. Eles são casados há 9 anos e sonhavam com a casa própria.

Ela é funcionária pública e prepara o jantar para o marido e o filho. Segundo ela, a cozinha é um sonho de consumo que há muito tempo esperava realizar.
Elizeu ,Vânia e o filho Jeferson

Ele é retificador, e lembra que há anos atrás, trabalhou na topografia do bairro, e mesmo sem saber como se perguntava se um dia estaria morando ali.

A família de Elizeu irá dividir o muro com os irmãos que também conseguiram o financiamento.
Casa da Família

O programa está acelerando o crescimento da cidade. Segundo informações do representante do loteamento, tudo indica que ao fim deste ano, já não haverá mais lotes para ser vendidos, pois quase todos já estão em fase de negociação.

Blog Jornal A Cidade, Capelinha

Estação do Conhecimento implanta projeto em 4 municípios do Vale

Estação do Conhecimento leva Sorriso Solidário a 4 municípios do Vale
De 12 a 23 de fevereiro, projeto acontece nas cidades de Chapada do Norte, Turmalina, Couto de Magalhães e Serro

A partir de hoje, 12.02 até o dia 23 de fevereiro, distritos das cidades de Chapada do Norte, Turmalina, Couto de Magalhães e Serro vão receber a primeira expedição Programa Sorriso Solidário. O projeto é da Estação do Conhecimento, da Fundaçã Vale do Rio Doce, patrocinadora do evento. Tem parceria com o o sistema Sedvan/Idene e Instituto Brasil Solidário (IBS).

Durante a expedição serão desenvolvidas atividades educativas nas áreas de saúde, odontologia, meio-ambiente, reciclagem, arte e cultura, oficinas e apresentações.

Além de possibilitar o acesso ao desenvolvimento sustentável e à educação transformadora, esta primeira visita às comunidades será feita pela equipe do IBS em parceria com o Programa Turismo Solidário e tem como objetivo reconhecer as necessidades da região para ampliar os financiamentos ao programa e fazer pequenas reformas de infraestrutura nos receptivos do programa.

Estações
As Estações Conhecimento são núcleos de desenvolvimento humano e econômico que funcionam na forma de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips), cuja mantenedora é a Fundação Vale, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas (Idene), que conta ainda com a participação da sociedade civil.

O objetivo é fomentar o empreendedorismo, a criatividade, a inovação, a participação e o compartilhamento de ações, respeitando as características de cada região e trabalhando a partir de oportunidades e vocações já existentes nos municípios.

A Vale investirá cerca de R$ 10 milhões nas Estações Conhecimento e a expedição é umas das ações que oferecerão atividades educacionais com cursos em esporte, cultura, qualificação profissional e profissionalização a 1.500 crianças e jovens, de 23 cidades do Vale do Jequitinhonha. Essa é uma iniciativa da Fundação Vale, em parceria com o Governo de Minas Gerais.

Além do Turismo Solidário, as cidades contempladas com a Primeira Expedição Sorriso Solidário são atendidas por outros programas do sistema Sedvan/Idene como o Projeto de Combate à Pobreza Rural (PCPR) e projetos sociais do Governo Federal como o Brasil Alfabetizado e Projovem, todos eles voltados para o desenvolvimento e crescimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas.

Com informações da Agência Minas

Ser ou ter. O que vale mais?


Ser ou ter. O que vale mais?Dirlane Almeida da Silva Silveira

Estamos vivendo a era do ter. Esquecemos o ser. Ser sublime criado por Deus, à sua imagem e semelhança.

Os homens esqueceram o princípio da vida, onde tudo começou.

Viemos do pó e ao pó nos retornaremos.

Deixamos de apreciar a essência do ser, para exaltarmos a essência do ter.
Vivemos uma busca constante do ter mais e mais. Vivemos a era de colecionarmos verdadeiras sucatas com aparência do belo.

Os amores, a amizade, os sentimentos, são descartáveis. Todos frágeis, como as roupas e os móveis que compramos a preço de ouro.

A globalização e os meios de comunicação nos hipnotizam com a oferta do ter...

Quando estamos em uma roda de amigos não compartilhamos os nossos sentimentos, as nossas alegrias, dor e angústia.

Não temos tempo de ser solidários, de dar afagos, de dizer que ainda há esperança no fim do túnel.

Mas, sempre encontramos tempo para exaltarmos: comprei um carro do ano, o mais caro da concessionária; comprei um apartamento no bairro nobre por... Troquei todos os móveis da minha casa, mudei tudo. Comprei, comprei, comprei.
A soma é grande, a subtração maior ainda.

Compramos tanto, juntamos tanto que nos esquecemos de olhar ao nosso entorno e ver o quanto estamos sozinhos. A casa está cheia de tantas coisas fúteis e inúteis. Deparamo-nos com a tão chamada solidão. Temos tudo: casa boa, carro do ano, mas algo nos falta.

Começamos por uma busca incessante, descontrolada, em termos cada vez mais e mais.
Entramos em colapso, piramos, enlouquecemos.

Meu Deus! O que ainda nos falta? Tenho tudo: dinheiro, muito dinheiro. Sou bem sucedido na vida. Mas há um vazio, um buraco que não se fecha...

Somos impulsionados a viver pelo ter.

Esquecemos o ser.

Ser humano, ser amigo, ser companheiro, ser filho, mãe, irmão, pai, família.

Esquecemos de não nos esquecermos da essência de ser.

Dirlane Almeida da Silva Silveira é Asssitente Social. Natural de Coronel Murta, mora em Berilo.