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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Exclusivo: Ministério PÚblico decide processar Perrellas por uso de dinheiro público no Helicoca.

Deborah Secco e Zezé Perrella: carona no helicóptero
Deborah Secco e Zezé Perrella: carona no helicóptero

A família Perrella tem negócios em Minas Gerais que vão da produção de carne e cultivo de sementes de feijão, arroz e milho a negociação no mercado de futebol profissional.
Donos de avião e de helicóptero, mantêm amizades com famosos e são conhecidos pelas festas que oferecem na Fazenda Guará, propriedade cinematográfica no município de Morada de Minas.
A família tem poder e dinheiro, mas, analisada a declaração de bens do senador Zezé Perrella, disponível na Justiça eleitoral, o que se vê é um cidadão de patrimônio relativamente pequeno: R$ 490 mil.
Ele tem cotas de empresas, conta em bancos e um Mereces Benz, seu maior patrimônio declarado, no valor de R$ 180 mil reais. Zezé não declara nem casa para morar.
Mas promotores de Minas Gerais descobriram que o senador mora num imóvel registrado em nome da Limeira Agropecuária e Participações Ltda., empresa que é uma das chaves para entender os segredos das finanças da família Perrella.
A Limeira Agropecuária é também titular do contrato de leasing do helicóptero Robinson 66, apreendido pela Polícia Federal no município de Afonso Cláudio, no Espírito Santo, em novembro do ano passado, com 445 quilos de pasta base de cocaína.
A empresa Limeira, fundada pelo senador Perrella e hoje sob controle acionário de dois filhos, é proprietária da Fazenda Guará, que, além das festas, proporcionou à família um contrato milionário com o governo de Minas Gerais, através de uma empresa de pesquisa agropecuária, a Epamig.
A Epamig deu à Limeira sementes de feijão, arroz, milho e sorgo, com garantia de compra de toda a produção para o Programa Minas Sem Fome, uma versão local do Fome Zero.
Zero era o risco da Limeira nesse contrato. Não houve licitação e, em quatro anos, a empresa recebeu mais de R$ 14 milhões do governo do Estado.
Segundo o Ministério Público, não se sabe quanto da produção foi efetivamente entregue ao Programa Minas Sem Fome. Na única vez em que houve fiscalização, descobriu-se que, numa safra em que se esperavam quase 200 toneladas de grãos, a fazenda entregou efetivamente 27 toneladas.
O caso resultou numa ação por improbidade administrativa movida contra o senador Perrella, o filho Gustavo e os ex-presidentes da Epamig.
Na ação, o Ministério Público afirma: “Suspeita-se que o preço da produção tenha sido superestimado. É desconhecida, ainda, a forma de controle da distribuição dos produtos agrícolas adquiridos e destinados ao programa Minas sem Fome.”
Outra grave irregularidade desse contrato é o fato de que a Limeira não poderia ter contratos com o governo do Estado, por ter, primeiro, o senador Zezé e, depois, Gustavo entre seus acionistas.
A Constituição do Estado de Minais Gerais proíbe contratos entre o governo do Estado e empresas que tenham deputados estaduais entre seus controladores, como é o caso da Limeira.
Em Minas Gerais, o sobrenome Perrella aparece em outros negócios suspeitos com o governo.
Dois dos restaurantes que servem à Cidade Administrativa, vitrine do governo Aécio Neves, foram concedidos sem licitação ao senador Zezé Perrella.
Ao investigar a denúncia, o Ministério Público descobriu que, na área de alimentação, as irregularidades eram bem mais graves.
Alvimar de Oliveira Costa, que sucedeu o irmão Zezé na presidência do Cruzeiro, é um dos proprietários da Stillus Alimentação, a principal fornecedora de refeições para os presídios.
processo perrellas

Em dois desses presídios, a empresa cobrava pelo transporte do marmitex, mas a comida era feita na própria cadeia, em cozinhas clandestinas.
O caso resultou em duas ações na Justiça, uma na área civil, em que  o Ministério Público pede a devolução de mais de R$ 80 milhões, e outra na esfera criminal, em que Alvimar é um dos denunciados por corrupção e fraude em licitação.
Em Minas Gerais, até os gandulas do Cruzeiro sabem que Alvimar agiu sempre à sombra do irmão. Por conta dessas ações, os bens da família foram bloqueados, em decisões recentes da Justiça, tomadas depois da apreensão do helicóptero com cocaína. Coincidência?
No rastro da apreensão de cocaína em Afonso Cláudio, o Ministério Público confirmou, numa inquérito civil público, que o combustível da aeronave foi pago pela Assembleia Legislativa, através de reembolsos solicitados pelo deputado Gustavo Perrella.
Em um ano, a conta ficou em R$ 15 mil. Seria uma despesa legal, não fosse o fato de que o helicóptero era usado para serviços extraoficiais, como viagem para festas na fazenda e passeios em Vitória e Rio de Janeiro.
“Transportei muitos amigos e artistas”, contou o piloto Rogério Almeida Antunes, num depoimento prestado em Minas Gerais, depois que ele foi solto da prisão no Espírito Santo por tráfico de drogas.
Na conversa com os promotores, ele contou que uma das passageiras mais frequentes é a atriz Deborah Secco, que foi namorada do jogador Roger, ambos amigos do senador Perrella.
O inquérito civil público, em fase final, deve resultar em uma denúncia contra o deputado Gustavo Perrella.
“Ele pode pedir reembolso pelo combustível, desde que o helicóptero seja usado em viagens exclusivamente a serviço do mandato. Está evidente que este não era é o caso”, diz o promotor Eduardo Nepomuceno.
A Assembleia legislativa também pagou por outros voos particulares do senador Zezé Perrella. Quando ele era deputado estadual, entre 2007 e 2011, recebeu mais de R$ 100 mil como reembolso de despesas com combustível de seu avião.
Na prestação de contas de Zezé, o Ministério Público encontrou até uma nota do aeroporto de Salvador, num dia em que a capital baiana realizava o seu Carnaval fora de época.
Zezé Perrella deixou a Assembleia em 2011, depois que se elegeu primeiro suplente na chapa ao Senado encabeçada pelo ex-presidente Itamar Franco.
Itamar estava no PMDB e Perrella, no PDT, mas ambos eram aliados de Aécio Neves. Amigos de Itamar contam que ele tentou resistir à inclusão de Perrella na sua chapa, mas cedeu à vontade de Aécio Neves, também candidato ao Senado e, como ex-governador, o principal chefe político do Estado.
Octogenário ao se eleger, Itamar morreu pouco tempo depois de eleito, abrindo espaço para o suplente Perrella.
O promotor Eduardo Nepomuceno diz que não pedirá apenas o reembolso das despesas de combustível tanto de Gustavo quanto de Perrella, mas a condenação de ambos por improbidade administrativa.
Em Belo Horizonte, eu procurei o gabinete do deputado Gustavo e pedi para falar tanto com ele quanto com o senador. Apresentei a lista de assuntos, incluindo o caso da cocaína encontrada no helicóptero da família.
O assessor de imprensa, Davi Teodoro, me recebeu na recepção e, em pé, disse que o deputado não tinha tempo para dar entrevista.
Deixei o telefone para que ele agendasse uma reunião. Não tive retorno.  Insisti no tema do helicóptero e a resposta de Davi: “Esse caso está encerrado. A Polícia Federal inocentou o deputado”.
No dia em que procurei Gustavo, ele tinha participado da convenção do seu partido, o Solidariedade. Quando estourou o caso do helicóptero, o pai de Gustavo, o senador Perrella, chegou a dizer que a família pensava abandonar a política, com frases como “não precisamos disso para viver”.
Passados sete meses da apreensão do helicóptero e com os traficantes soltos e o processo na Justiça Federal do Espírito Santo caminhando para o arquivo, a família decidiu não só permanecer na política como buscar cargos mais elevados
Na convenção do Solidariedade, decidiu-se fechar aliança com o grupo político de Aécio Neves e reservar para Gustavo a legenda de candidato a deputado federal. Ele pretende deixar a Assembleia Legislativa de Minas para ir a Brasília. Por enquanto, sem o helicóptero.
A aeronave continuará no Espírito Santo até que o Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro julgue o pedido de devolução da máquina aos Perrella.
O candidato a governador de Aécio Neves em Minas Gerais é o tucano Pimenta da Veiga, numa coligação de vinte partidos, entre os quais o Solidariedade de Gustavo e o PDT de Zezé.

Aliados na disputa para governador em Minas
Aliados na disputa para governador em Minas
Sobre o Autor
Jornalista, com passagem pela Veja, Jornal Nacional, entre outros. joaquim.gil@ig.com.br,  no Diário do Centro do Mundo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Helicóptero do pó é tema de marchinhas finalistas do carnaval de BH

Duas marchinhas do “helipóptero” disputam final do torneio de carnaval em BH


maizena
O concurso de marchinhas Mestre Jonas, na sua terceira edição, vai confirmando a “nova tradição” mineira de sátira política no Carnaval.
Além do “Baile do Pó Royal”, que virou hit na internet, outra classificada para a final – dia 14, na quadra  do Grêmio Recreativo Escola do Samba Cidade Jardim, – tem o nome de “Afrouxe o Cinto, o Piloto Assumiu”, de Lucas Flainbat que, entre outros, tem os seguintes versos:
No Brasil  Não existe lei
Pra quem é amigo do rei
Você pode até não ser um bom garoto
Se fizer algo de errado, bota a culpa no Piloto!
Ano passado, a vencedora foi uma certa “Na Coxinha da Madrasta”, dizem os intrigantes uma piada com um vereador tucano…
E para não dizerem que estou baixando o nível, vai aqui o link do portal Uai, do Estado de Minas, onde você pode ouvir todas as finalistas.
Ah, e na eleição pela internet, promovida pelo jornal O Tempo, “O Baile do Pó Royal” vai reduzindo seus concorrentes a pó, com 81% dos votos.
 PS. Favor comportarem-se nos comentários, ok? Qualquer semelhança com fatos reais é apenas coincidência carnavalesca…
‘Afrouxem o cinto que o piloto assumiu‘. Autores: Lucas Fainblat e Belisário Nogues. Intérpretes Flávia Falcão, Isadora Falcão e Luisa Falcão (vozes).
 
‘Baile do Pó Royal’. Autores: Alfredo Jackson, Joilson Cachaça e Thiago Dibeto. Intérpretes: Gustavo Maguá, Oleives, Thiago Dibeto e Vitor Velloso.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Farinhaço na Assembléia de Minas: video mostra protesto irreverente da "família do pó"

Manifestantes cantam e gritam:
De quem é o pó?
Queremos uma CPI sobre desmandos da família Perrela
Veja video:

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Políticos Perrelas em apuros: Helicóptero do pó voava movido a dinheiro público

247 – Tornou-se ainda mais grotesto o caso da apreensão, com 450 quilos de cocaína, nesta semana, do helicóptero de propriedade da empresa agropecuária dos filhos do senador Zezé Perrela (PDT-MG) - o deputado estadual Gustavo Perrela (Solidariedade) e sua irmã Carolina Perrela, além do primo André Almeida Costa. Descobriu-se que o chamado helicóptero do pó voava à base de combustível pago com o dinheiro público dos contribuinte mineiros. O piloto Rogério Almeida, preso em flagrante com a impressionante carga da droga, também recebia R$ 1,7 mil da Assembleia, na qualidade de assessor do deputado Perrelinha.

Nada menos que R$ 14 mil foram gastos, entre janeiro e outubro deste ano, pela Assembleia mineira com o combustível para o helicóptero do pó. Com esse dinheiro é possível comprar nada menos que 2,8 mil litros de querosene, o suficiente para voar 6,5 mil quilômetros. Perrelinha confirmou que usava a verba indenizatória dada pela Assembleia para encher o tanque do aparelho, usado, sendo registrou em nota, para missões políticas.

Será mesmo? Agentes da Polícia Federal suspeitam, em razão da expressão da quantidade de cocaína apreendida, que a viagem encerrada na segunda-feira 25, no Espírito Santo, pode não ter sido o único voo do helicóptero com pó. Justificam, nos bastidores da operação, que traficantes dificilmente transportam tanta droga – repita-se, quase meia tonelada – num esquema principiante.
Normalmente, longas viagens com droga são feitas, inicialmente, em quantidades menores, até que se assegure a eficiência dos meios utilizados.

Em relação a essas outras viagens, Perrelinha afirmou que eram todas para compromissos profissionais. É o que se vai apurar. Na terça-feira 26, um dia após a operação da PF, o piloto Rogério Almeida foi exonerado do gabinete de Perrelinha. Tratava-se de um funcionário de confiança, que está sendo ouvido pelos agentes federais. Ele sabe muito sobre a rotina dos voos de Perrelinha.
Ex-presidente do Cruzeiro, o senador Zezé Perrela ainda não se pronuciou sobre o caso.

Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

450 kg de cocaína entre políticos não são notícia? Para a Globo, Veja e Folha de São Paulo não

Leonardo Lucena - Minas 247 – A Polícia Federal realizou na segunda-feira 26 uma das maiores apreensões de cocaína de sua história, ao flagrar nada menos que 450 quilos de cocaína na carga de um helicóptero pilotado pelo assessor parlamentar Rogério Almeida Antunes. O que já seria uma notícia de destaque ganhou mais ênfase pelo fato de o aparelho pertencer à empresa agropecuária do deputado estadual Gustavo Perrela, do partido Solidariedade, de Minas Gerais. Outro componente bombástico está na informação de que Gustavo é filho e protegido político do senador Zezé Perrela (PDT-MG), ex-presidente e sempre manda-chuva no Cruzeiro Esporte Clube, clube que acaba de se sagrar campeão brasileiro de futebol.

Qualquer manual de jornalismo explica que um caso como esse deve, necessariamente, ganhar um grande destaque em qualquer veículo de comunicação que se preze. Nele estão reunidos todos os elementos de uma história de repercussão. Tanto mais pelo histórico de suspeitas e denúncias que cercam a vida dos Perrela, especialmente do senador Zezé. No entanto, o chamado principal veículo de comunicação do País, o Jornal Nacional, da Rede Globo, não divulgou, em sua edição da mesma segunda 26, poucas horas, portanto, depois da divulgação da apreensão, nenhum segundo a respeito do fato. Uma notícia quentíssima virou, ali, uma não notícia.

O jornal O Globo, também da família Marinho, fugiu da história. E o jornal Folha de S. Paulo, da família Frias, que já usou muita tinta para histórias de menor repercussão, noticiou o caso com cuidado e discrição, protegendo nomes e históricos. Perderam os espectadores e leitores, mas, principalmente, perderam esses veículos, cujos critérios de seleção de notícias ferem cada vez mais os interesses do público.
O espanto pelo boicote ao fato é maior ainda quando se verifica o currículo dos Perrela. O deputado Gustavo, que a princípio procurou se afastar de seu piloto, na verdade o havia nomeado assessor na Assembleia Legislativa de Minas. Um cargo de confiança. Prometeu, para hoje, a exoneração de dele, mas, até o início da tarde, nada ocorrera oficialmente.

Quanto ao pai de Gustavo, o conhecido Zezé Perrela, as polêmicas vão ainda mais longe. Em 2011, quando el era suplente do então senador Itamar Franco, o Ministério Público de Minas Gerais deu início a investigações para desvendar como o parlamentar comprou uma fazenda avaliada em cerca de R$ 60 milhões no município de Morada da Minas (vídeo abaixo). A suspeita é a de enriquecimento ilícito.



Primeiro suplente do senador Itamar Franco, cartola e ruralista tem patrimônio invejável que o TRE desconhece.

Ministério Público investiga patrimônio de Zezé Perrella

Promotoria quer saber se o cartola possuía rendimento compatível com os bens que adquiriu no tempo de parlamento.

A Polícia Federal já investiga a suspeita de enriquecimento ilícito de Zezé Perrella. Trata-se de um inquérito referente à gestão do cartola no Cruzeiro Esporte Clube. Em maio do ano passado, o deputado e o irmão dele, Alvimar de Oliveira Costa, foram acusados de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na venda do jogador Luisão.
Em torno de sua gestão na presidência do Cruzeiro, Zezé ainda deve importantes explicações. A venda do zagueiro Luisão, em 2003, levou a PF a indiciar o parlamentar pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, em 2010. O zagueiro teria sido negociado por US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 4,8 milhões) com o empresário Juan Figger. Segundo a PF, um time uruguaio, o Central Espanhol Futebol Clube, teria sido usado pelo empresário como uma espécie de "laranja" para a venda do jogador, que teria ido para o Benfica, de Portugal, por US$ 1 milhão a menos do que o informado no Brasil. O objetivo desta negociação seria a não declaração de dinheiro ao Fisco. O clube uruguaio teria negociado 50% dos direitos do jogador ao Benfica. Por sua vez, Zezé Perrela negou as acusações e disse que vendeu 100% dos direitos de Luisão ao empresário pelo valor de R$ 4,8 milhões.

Em 2011, quando Zezé Perrella já era senador, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Minas Gerais abriu investigação sobre o uso de verba indenizatória da Assembleia de Minas para abastecer os seus jatinhos particulares. Perrela teria apresentado, em um ano e meio, 29 notas fiscais que somavam R$ 26,3 mil para justificar o abastecimento dos seus jatinhos. As notas teriam sido ressarcidas pelo Legislativo mineiro.

Apesar das denúncias, o parlamentar informou que não se sentia constrangido as abastecer seus aviões com dinheiro público, uma vez que, segundo ele, as viagens tinham como finalidade o cumprimento da sua agenda parlamentar.

Ok, pode ser que os Perrela tenham todas as justificativas do mundo para a polêmica trajetória de enriquecimento da família.
Mas isso também não é notícia?

Fonte: Brasil 247

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Piloto de helicóptero com 400 quilos de cocaína é servidor da Assembléia Legislativa

Piloto trabalhava com deputado Alencar Silveira, indicado pelo deputado Gustavo Perrela

Ele e mais três foram presos no Espírito Santo no domingo, em 24.11.

Do G1 MG
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Helicóptero apreendido no Espírito Santo é de empresa da família do senador Zezé Perrella (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Helicóptero apreendido no ES (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
O piloto de helicóptero Rogério Almeida Antunes, suspeito de conduzir uma aeronave com mais de 400 quilos de cocaína, no Espírito Santo, é funcionário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, ele será exonerado nesta quarta-feira (27) com data retroativa desta terça-feira (26). Ele trabalhava na casa em um cargo indicado pelo deputado estadual Gustavo Perrella (SDD), um dos donos da empresa Limeira Agropecuária, que é a dona da aeronave.
Antunes foi nomeado no dia 12 de março deste ano para ocupar o cargo de agente de serviços de gabinete I e recebia um salário mensal de R$ 829,67, mais R$ 400 em vale-alimentação e R$ 200 em vale-transporte. Ele ocupava uma vaga no gabinete do deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT).
Alencar da Silveira Júnior confirmou a nomeação e a indicação e explicou que Antunes foi contratado porque os cargos da 3ª Secretaria são indicados pelos presidentes das comissões. Gustavo Perrella é presidente da Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo.
A informação foi confirmada pela Assembleia. Ainda segundo a ALMG, pelo cargo, Antunes deveria trabalhar quatro horas por dia.
A assessoria de imprensa do deputado Gustavo Perrella informou que todas as informações foram dadas pelo parlamentar, em coletiva, nesta segunda-feira (25), e que não falaria mais sobre o assunto.
Piloto também perdeu emprego
O deputado estadual Gustavo Perrella (SDD), um dos donos do helicóptero apreendido com mais de 400 quilos de cocaína no Espírito Santos, disse que o piloto foi demitido após ser preso na operação policial. A declaração foi dada nesta segunda-feira (25), em entrevista coletiva em Belo Horizonte. Segundo Perrella, que é filho do senador Zezé Perrella, o ex-funcionário havia dito que a aeronave estaria em revisão durante esta semana.
A Polícia Militar (PM) apreendeu mais de 400 quilos de cocaína dentro da aeronave, na zona rural de Afonso Cláudio, na Região Serrana do estado capixaba, neste domingo (24). Quatro pessoas foram presas, entre elas o piloto. A operação descobriu que traficantes estavam usando um helicóptero para transportar cocaína para dentro do Espírito Santo. De acordo com a polícia, há 20 dias já estava sendo investigada a movimentação na propriedade rural, mas a presença do helicóptero chamou a atenção.
O deputado disse que ficou sabendo da apreensão do helicóptero pela imprensa. O piloto foi demitido e, segundo Perrella, será processado por roubo. "O que me foi passado por ele [o piloto] era que a aeronave estaria em revisão durante essa semana. Até por isso eu não fiz uso dela durante o final de semana. E a partir do momento que ele não tem essa autorização pra estar efetuando o voo é considerado um roubo também da aeronave", explicou.
Perrella disse que o piloto foi contratado há cerca de um ano, e parecia uma pessoa de boa índole. A família desconhece que ele tenha problemas anteriores com a polícia ou a Justiça. A família disse que vai colaborar com a Justiça com o necessário.
O advogado da família Perrella, Antônio Castro, e o deputado disseram que agora vão tentar reaver o helicóptero que está com a polícia.
A reportagem não localizou o advogado do piloto.
Fonte: G1

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Polícia apreende pasta de cocaína em hospital de Almenara


A droga se encontrava no Hospital Bem-Vindo Saúde e foi encontrada com o recepcionista Welington dos Santos 43 anos, natural de Almenara.

Foto: DivulgaçãoPolícia apreende pasta de cocaína em hospital de Almenara
Welington dos Santos, 43 anos, foi preso como suspeito
Na noite de segunda-feira, 2 de julho, a Policia Militar de Almenara comandada pelo 1º Tenente Brant, prendeu através de denúncia anônima 100 gramas da basta base da Cocaína e uma  balança de precisão, material utilizado para a prática de tráfico de drogas.

A droga se encontrava no Hospital Bem-Vindo Saúde e foi encontrada com o recepcionista Welington dos Santos 43 anos, natural de Almenara.

O acusado informou que a droga seria de uma terceira pessoa.

O médico, ex-prefeito e proprietário do hospital .Manoel Alves Francisco compareceu no hospital e tomou conhecimento dos fatos, sendo liberado para atender os pacientes que ali se encontravam internados.

Welington dos Santos foi atuado por tráfico de drogas e encaminhado para o presidio de Almenara.
Fonte: Folha dos Vales

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Almenara: Polícia Militar apreende 23 buchas de cocaína com adolescente


Almenara: Polícia Militar apreende 23 
buchas de cocaína com adolescente

Um adolescente foi descoberto pela Polícia Militar com 23 buchas de cocaína na sexta-feira, 03, em 
Almenara, no Baixo Jequitinhonha, nordeste de Minas.
O adolescente confessou ser usuário e estaria vendendo a droga para sustentar o vício. Ele foi 
encontrado  vendendo a droga em um bar no bairro Cidade Nova, durante uma operação da Polícia 
Militar que  abordou  mais de doze bares no município. 
No momento das buscas foram encontradas 3 buchas de cocaína com o adolescente. Após ser 
questionado sobre a origem das drogas, ele confessou o tráfico de cocaína para sustentar o vicio. 
Franqueada a entrada em sua residência pela mãe do jovem, foram encontradas mais 20 buchas de 
cocaína escondidas na casa. O adolescente foi apreendido e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil 
em Almenara.
 Fonte: PMMG, via  Jornal Folha dos Vales