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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

PEDRO MORAIS, VOZ E VIOLÃO, DE VOLTA A CAPELINHA

Show inaugura parceria entre Tadeu Oliveira e Rodrigo Pires na produção de shows e eventos alternativos para os amantes da MPB e artistas ecléticos e à margem dos circuitos midiáticos.
Pedro Morais, formado musicalmente em Minas Novas, é um novo talento da MPB, segundo Milton Nascimento.

O cantor e compositor mineiro Pedro Morais faz show nesta quinta-feira (26.01), às 21 horas, no Garden Pub em Capelinha. 

O show sela a parceria entre o apresentador do Programa Canta Minas Tadeu Oliveira e Rodrigo Pires da R. Pyrez Publicidade e Promoções. A parceria visa ocupar uma cena que anda carente na cidade, que são os shows alternativos para o público que curte MPB e outros gêneros musicais que andam à margem dos circuitos midiáticos.

Pedro Morais já tem uma longa relação e afinidade com o Programa Canta Minas. Foi o primeiro artista a se apresentar ao vivo no programa e abrilhantou a festa de 4 anos do Canta Minas sob a direção de Tadeu Oliveira. Além disso, já se apresentou no Galpão Cultural e na praça do Povo. A sua última apresentação se deu junto ao Cobra Coral em 2012 na Florae, em evento realizado pela CREDICAP.

O primeiro show será com Pedro Morais, dono de uma voz privilegiada, de timbre incomum e uma das grandes revelações da música brasileira na atualidade. Músico desde os sete anos e ganhador de diversos festivais, o artista já emplacou três CDs: Pedro Morais, Sob o Sol e Vertigem.

Nesse show intimista, Morais trará no repertório suas canções de maior sucesso e releituras de canções que marcaram grandes momentos na voz de Cássia Ellen, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Roberto Carlos. Além disso, garante que o repertório será modificado de acordo com o público presente que, inclusive, poderá fazer alguns pedidos musicais.

O evento conta com a apresentação da Auto Escola São Cristóvão, Backup, Café Aranãs e Luana Lima Arquitetura e Interiores, patrocínio da Padaria São Geraldo, Verdura & Cia. E Hotel Aranãs e o apoio da Rádio Aranãs FM e Casa da Cultura de Capelinha.

Quem é Pedro Morais
Expoente do atual cenário musical de Minas Gerais, Pedro Morais, cantor e violonista, vem se consagrando como um cantor original, dono de uma voz privilegiada e como um exímio compositor.

O cantor, que já lançou três CDs, "Pedro Morais", em 2006, “Sob o Sol”, em 2010, e "Vertigem", em 2013. Este último CD é fruto da sua participação no Festival Música Pra Todo Mundo, em 2012, que revelou os novos talentos da MPB. Pedro foi eleito pelos internautas como um grande músico a ser conhecido por todo o mundo. A gravação  deste CD teve o patrocínio da OI e da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro. 

Pedro Morais nasceu em Belo Horizonte, há 35 anos, mas passou a infância e parte da adolescência na cidade de Minas Novas, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais.

Toca bandolim e violão, desde os 7 anos. Fez parte de grupos de seresta e MPB, desde esta época. Era conhecido como grande bandolinista mirim da região. Apresentou-se em Festivais de Música e conviveu com a diversidade musical dos grupos populares do Vale.

Aos 15 anos, decidiu-se mudar para Belo Horizonte, e seguir a carreira de músico. Participou de Bandas de MPB e rock, na capital mineira, se apresentando em vários circuitos.  Estudou no CEFET-MG e formou-se em Licenciatura Musical, na UEMG. Como desejava, é músico 24 horas por dia, em teoria e prática.

Foi eleito melhor intérprete musical no FESTUR de Turmalina, em 1999. Em 2002, aos 20 anos, ganhou o Festival de Música, no FESTIVALE, em Medina. 

Já participou de shows com Milton Nascimento, Lô Borges, Toninho Horta, Beto Guedes, Ed Motta, Ângela Rorô, Jorge Vercilo, Paulinho Moska, Vander Lee, Marina Machado, Tiê e tantos outros. Milton Nascimento o considera como o novo talento da nova geração da MPB.

Participa do quarteto Cobra Coral, grupo musical formado por Pedro, Flávio Henrique, Kadu Viana e Mariana Nunes.  O quarteto gravou dois CDs com músicas próprias e clássicos de Milton Nascimento, Caetano Veloso, Beatles, Tom Jobim e músicas espanholas, apresentando-se em vários estados do Brasil e na América Latina.  

Serviço:
Pedro Morais, voz e violão
Data: 26 de janeiro às 21h
Local: Garden Pub - Capelinha MG
Realização: Programa Canta Minas & R.Pyrez Publicidade e Promoções.
Fonte: Com informações do cantaminas.com.br de Tadeu Oliveira, de Capelinha.

Pedro Morais fará também shows nas cidades de Turmalina e Minas Novas, neste sábado e domingo.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Pedro Morais experimental

PEDROMORAIS
Pedro Morais lança seu novo álbum, ‘Vertigem’
PUBLICADO no Jornal O TEMPO, EM 02/11/13 - 04h00, por  LUNA NORMAND


Trilhando novos caminhos, nos quais sai de cena o violão e entram os ruídos da guitarra, o cantor e compositor mineiro Pedro Morais lança, na próxima terça-feira (05.11), seu mais recente trabalho, “Vertigem”. 
O show faz parte do projeto Mistura Minas, que acontece desde abril no Teatro Bradesco. 
No repertório, estarão as 11 faixas do álbum, entre elas “Bilhete”, além dos primeiros sucessos da carreira, como “Sob o Sol”, do disco de mesmo nome, lançado em 2009, e “A Fúria do Infinito”, do álbum “Pedro Morais”, de 2004. “Como trata-se de um lançamento, é importante manter o repertório na íntegra. Porém, vou balancear o show com antigas canções, que não podem faltar”, antecipa o cantor.
“Vertigem” é o terceiro disco da carreira de Pedro Morais e teve seu ponto de partida na premiação do Festival Música Pra Todo Mundo (MPTM), que ocorreu no ano passado com a proposta de promover os novos músicos independentes do Brasil. 
Pedro foi o segundo mais votado pelo voto popular. “Fui selecionado entre 30 artistas, sendo o único de Minas. Fiz uma grande mobilização na internet, o que resultou em cerca de 6.000 curtidas”, revela. 
Como premiação, além de um contrato com o selo da Oi e a gravação de “Vertigem”, o mineiro se apresentou na casa de shows carioca Circo Voador ao lado de nomes já conhecidos, como Céu e Crioulo. “Foi uma comemoração à vitória”, lembra.
Os frutos da participação no MPTM não param de surgir. Para o ano que vem, o mineiro já planeja shows na Colômbia e Argentina. “O que faz a música fazer sentido é ela mexer com as pessoas. O que os artistas buscam é ser ouvidos e ser bem interpretados,” finaliza.
Pedro Morais – Lançamento do CD “Vertigem” 
Teatro Bradesco (r. da Bahia, n° 2.244). Terça-feira (5), às 20h30. Ingressos a R$ 30 (inteira). Lista amiga com ingressos disponíveis a R$ 20. Informações.: (31) 3516-1027
Para a compra de ingressos, via internet:
http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=30274

Ouça 35 músicas de Pedro Morais.
Algumas tem a letra completa:

http://www.kboing.com.br/pedro-morais/

É amanhã! Só amanhã! Show de lançamento do 3º CD do Pedro Morais, cantor do Vale do Jequitinhonha

Nesta terça-feira, 05.11, às 20:30 horas, no Teatro Bradesco, na Rua da Bahia, 2.244 - Lourdes - em Belo Horizonte.
Ingressos via internet:
http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=30274
Experimente o aperitivo no link abaixo.

Ouça, sinta e se inspire.
E vá ao show. 

http://www.rdio.com/artist/Pedro_Morais/album/Vertigem_1/

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pedro Morais lança seu 3º CD, Vertigem, denso e dançante

Pedro Morais é MPopB contemporânea, diz crítico musical

“Deixa a luz entrar no escuro
Que você vai ver o caos se extinguir
Pense além do próprio muro
Que a vida vai ser muito mais feliz”.

Os primeiros versos proferidos pelo timbre suave, sublinhados por guitarras com leves distorções pontuais, soam mais como convite que música. Essas e as palavras que as sucedem, para o próprio autor e cantor das mesmas, são as contadoras da história do disco para o qual a canção “Para Repetir” faz as vezes de anfitriã. E, apesar do nome “Vertigem”, as 11 faixas que compõe o trabalho de tal nome são o oposto do peso que essa sensação carrega. Permeado por simplicidade e leveza, o terceiro álbum de Pedro Morais traz o cantor e compositor mineiro sem padronizações ou pré-definições. Apenas música brasileira, fruto inegável da MPB, mas que subverte a forma e cria a própria identidade.

Uma característica é o conteúdo denso e dançante. Vertigem provoca uma dança, em balanços mansos, suaves, rodantes em meia-lua, como no reggae. É diferente do bate-estaca que se vê por aí. E provoca reflexões sobre a vida em movimento, a fé, o amor pleno, o passageiro e o eterno, sobre o presente e o futuro. E muita luta como instiga a música "Ê Camarada".

Mas, propõe o amor de mansinho, bem devagarinho, no belo poema de Mário Quintana, Bilhete, musicado de forma magistral e arranjos que completam a obra. Perfeito! diria uma jovem arrepiada.

A história começa com o Festival Música Pra Todo Mundo que, com o crivo do público através de uma votação virtual, escolheu 4 artistas entre 30 para gravarem um disco cada, com direito a toda estrutura de estúdio, distribuição física e digital. De uma forma ou de outra, o sucessor de “Pedro Morais” (2005) e “Sob o Sol” (2010) sairia em breve, mas o gosto de coletividade vindo do apoio de novos e velhos fãs – que surgiram no boca a boca que a internet proporciona, foi melhor do que o esperado.
Capa do CD Vertigem, de Pedro Morais.

Junte isso a parcerias por todos os lados, que se mostraram fundamentais para a concepção de “Vertigem”. Gustavo Ruiz, responsável pela produção, é quem ajudou Pedro a podar quando devia, ao mesmo tempo em que auxiliou a enxergar potencial em fragmentos que ele julgava não possuir força. Esse foi o caso da densa e melancólica “O Grão”, que quase não entrou entre as 11.

Nas composições, o trabalho em conjunto, que aparece em diversas faixas, foi essencial para a prática do desapego e para a construção de composições que buscam gerar imagens através das palavras. Como na faixa-título, cuja força não se exprime apenas na sonoridade, mas também nas simples palavras ditas no refrão – e que, com a devida atenção, são capazes de desenhar com linhas precisas o que é passado ao ouvinte.

Na balança, a outra parte que forma esse manto de bons encontros é a banda que acompanhou Pedro nas gravações ao vivo – formato que, aliás, nunca havia sido experimentado pelo mineiro, e pelo qual tomou gosto. Apesar das diferenças, “Vertigem” possui uma linguagem com um fator em comum do começo ao fim.  E essa linha que se amarra ao longo dos quase 50 minutos de álbum é creditada a cada um dos músicos presentes – além, claro, do próprio Pedro e Gustavo: Dustan Gallas (guitarra), Lucas Martins (baixo), Samuel Fraga (bateria) e André Lima (teclado). 

As harmonias, os arranjos e cada acorde ouvido são frutos de um trabalho coletivo daqueles que dividiram o mesmo teto – no caso, o estúdio, onde tudo foi gravado, e a casa do produtor, onde as músicas foram antes apresentadas aos envolvidos. Assim pode se dizer de “Ê Camarada!”, que vem logo após a faixa densa supracitada, e tem uma cara mais brasileira, flerta com funk-groove e rap, mas não deixa de parecer parte do mesmo conjunto - a música, aliás, ganhou remix, que vem como faixa-bônus. Ou em “Nuvem”, que traz a voz macia da musicista mineira Juliana Perdigão, única participação do disco, cuja melodia etérea também contrasta com algumas das outras composições.

Assim como “Vertigem” foi concebido, Pedro Morais entrou na música de forma orgânica e natural. Sua vivência com o bandolim logo quando criança o levou à descoberta – por insistência do pai – de sua voz, que se somou à experiência, ainda adolescente, tocando na noite de Belo Horizonte. Quando foi perceber, já vivia de música. Decidiu então também se formar academicamente na área e o resto é história.


O ponto é que tudo soa tão bem costurado que, ao final da mesma primeira canção que abre o disco e esse texto, Pedro canta, quase como conselho, quase como previsão: “Ouça a voz que pulsa dentro/ Fique à vontade para repetir”. 

Texto/release para divulgação com algumas alterações.

Quem é Pedro Morais
Pedro Morais nasceu em Belo Horizonte, há 32 anos. Viveu sua infância e parte da adolescência em Minas Novas, no Alto Jequitinhonha, no nordeste de Minas. Cresceu em um ambiente musical, ouvindo, cantando e tocando MPB, músicas de serestas e os sons das congadas da Festa do Rosário ou da banda de taquara. 
Começou a tocar bandolim e depois violão, aos 8 anos. Participou de grupo de chorinho e serestas da cidade, além da participação em festivais
de música pelo Vale do Jequitinhonha afora.

Aos 15 anos, Pedro retornou a Belo Horizonte, determinado a seguir o seu destino de músico inquieto e criativo. E começou a também cantar, descobrindo a sua bela voz. Com novas experiências de bandas de rock e MPB, foi formatando um caminho, criando uma identidade na cena musical mineira. 

Pedro Morais ganhou o Festivale de Medina, em 2001, participou do Festur de Turmalina. Já realizou shows em cidades do Vale do Jequitinhonha como Minas Novas, Turmalina, Capelinha, Carbonita, Virgem da Lapa e Diamantina; e outras diversas cidade de Minas, principalmente em Belo Horizonte. Mas, vem se espalhando pelo Brasil, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife e Fortaleza. 

Elogiado pelos colegas de geração, sempre trabalhando de forma solidária e coletiva, tem aparecido em diversos shows da turma do Clube da Esquina como Lô Borges, Flávio Venturini e o consagrado Milton Nascimento que o apontou como a nova revelação da música mineira e brasileira.   
Forma com os amigos e parceiros Kadu Vianna, Flávio Henrique e a cantora Mariana Nunes, o Quarteto Cobra Coral, grupo afinadíssimo com o que há de melhor na música nacional.

Pedro Morais vem criando um público fiel e presente nos seus shows, sempre lotados, assim como na participação ativa nas redes sociais. Foram justamente os seus fãs que o levaram a ficar em segundo lugar, na votação digital popular, no Festival Música Pra Todo Mundo, promovido pela Oi, em 2012, em uma disputa que participaram 30 artistas da nova música brasileira.

Leiam o que o crítico musical Antônio Carlos Miguel, de O Globo, escreveu sobre a música de Pedro:
Não sei o que isso significa mas a música de Morais é interessante e volta ainda mais nesse “Vertigem”, que foi produzido por Gustavo Ruiz em Sampa, com gente da cena atual que toca com Céu, Arnaldo Antunes e cia: Dustan Gallas (guitarras), Lucas Martins (baixo), Samuel Fraga (bateria) e André Lima (teclados). É MPopB contemporânea e ainda com um frescor que veteranos no setor como Arnaldo Antunes, Lenine e cia há muito perderam. É a impressão que deixaram canções como “O amanhã”, “Vertigem” (ecos psicoBeatles no arranjo e instrumental),  ”Liga”, “Bilhete”, “O grão”… e que continuarão sendo ouvidas. 
Confira a crítica completa clicando aqui:  http://g1.globo.com/musica/antonio-carlos-miguel/platb/

Conheça, ouça e sinta as músicas do novo CD de Pedro Morais:
Serviço:
  • Show musical de Pedro Morais
    Lançamento do CD Vertigem
  • Data: 05.11.13
    Local: Teatro Bradesco                               Rua da Bahia, 2.244 - Lourdes
    Belo Horizonte/MG 
Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: 
Bilheteria Teatro Bradesco.
Horário de Atendimento: 
Domingo a Quinta, das 12 às 20h; Sexta e Sábado, das 12 às 22h.
Preço: R$ 30,00 
Meia Entrada: Menores de 21 anos, Idosos acima de 60 anos e Estudantes, mediante apresentação de documento.

Ingressos, via internet:
 http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=30274

domingo, 7 de abril de 2013

Morre o cantor e compositor mineiro Marku Ribas


Artista criou o movimento poliritmia, tirando sons do próprio corpo


Morreu neste sábado, 06.04,13, por volta das 21h30, o cantor e compositor Marco Antonio Ribas, mais conhecido como Marku Ribas. Natural de Pirapora, Vale do São Francisco, no norte de Minas, ele iria completar 66 anos em maio. 
Há cerca de um ano, descobriu um câncer no pulmão. O avanço da doença foi rápido. O músico permaneceu em casa até quarta-feira, quando foi internado no Hospital Life Center. 


Um comunicado foi publicado na página oficial do artista:
O mestre partiu para fazer parcerias celestes. Agradecemos a força, as orações, parcerias e grandes amizades seladas nesses 65 anos de vida e 50 anos de carreira. Esse legado jamais perecerá.
Trajetória artística
Marku Ribas completou 50 anos de carreira no ano passado. Nascido em Pirapora, interior de Minas Gerais, ele gravou seu primeiro disco, Flamingo, em 1966. Ao todo lançou 12 discos de estúdio.
Ao longo de sua carreira, o compositor e cantor tocou com vários famosos como Djavan, Chico Buarque, João Donato, Tim Maia, Marcelo D2, Emílio Santiago, Nara Leão, entre outros.
Em 1984, recebeu convite de Mick Jagger para participar do videoclipe da canção Just Another Night e ainda tocar ao lado dos Rolling Stones, sendo o único brasileiro que tocou a banda inglesa.
Morou na França, Martinica e Jamaica, onde conviveu com Bob Marley.
Como ator, participou do filme Batismo de Sangue, interpretando o personagem Carlos Marighela, militante político baiano que organizou a luta armada contra a ditadura militar, tendo sido assassinado na luta política.
Nome dos mais importantes do meio musical de Minas, criou uma onda que chamou de polirritmia, em que tirava som do próprio corpo. 

Veja alguns videos do Marku Ribas:


Marku Ribas no programa do Jô - YouTube

www.youtube.com/watch?v=GJlpgBZ4td4Share
Sep 13, 2008 - Uploaded by strombolitic
Zamba Bem novamente, desta vez com um trio. Presença de palco magnética.




Mick Jagger Just Another Night participaçao na bateria Marku Ribas ...

www.youtube.com/watch?v=-4yGr0_zleIShare
Jun 20, 2011 - Uploaded by DJ PENA
Mick Jagger Just Another Night participaçao na bateria Marku Ribas-O 




É lembrado pelos amigos de longa data, como Clarice Libânio, do Favela É Isso Aí, como "uma alma criativa, legítimo representante dos artistas, daqueles que persistem por pura doação, necessidade e missão". Deixa a mulher, a ex-jogadora de vôlei Fatão Ribas, e as filhas Júlia e Lira. 

O velório ocorre às 9 horas da manhã deste domingo, no cemitério e crematório Renascer. Marku Ribas será cremado às 16h no mesmo local.

Conheça mais sobre a arte de Marku Ribas, clicando aqui: