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domingo, 15 de outubro de 2017

Araçuaí: Duas praças e 16 ruas ficarão 5 horas sem energia, nessa terça-feira

A interrupção será de 11 as 16 horas.

Foto: Gazeta de AraçuaiDuas praças e 16 ruas de Araçuai ficarão 5 horas sem energia nesta terça-feira
Apagão vai atingir parte da região central da cidade
 Dois dias após o início do Horário de Verão, a Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig informa que nesta terça-feira(17)) vai realizar obras de melhoria na rede elétrica de Araçuaí, com instalação de religador. Para executar esse trabalho com segurança, será necessário interromper o fornecimento de energia de 11 às 16h,  em diversos endereços, a maioria na região central da cidade.  

Segundo a empresa, os religadores são equipamentos que  aumentam da flexibilidade operativa, o que proporciona redução do número de clientes atingidos nas interrupções e também redução do tempo médio de duração das interrupções. 
Praça Duque de Caxias no centro, será atingida pelo apagão.
Praça Duque de Caxias no centro, será atingida pelo apagão.

 Confira os endereços que serão atingidos

Rua do Cruzeiro, entre números 10 e 291, Centro
 
 Rua Berilo, entre números 65 e 143, Centro 

 Rua Medina, entre números 18 e 164, Centro 

 Rua Dom Serafim, número 291, Centro
 
 Travessa da Paz, entre números 33 e 133, Centro 

 Rua Minas Novas, entre números 2 e 357, Centro
 
 Rua Turmalina, entre números 65 e 98, Centro 

 Rua Santa Isabel, entre números 415 e 474, Centro 

 Rua Quintino Bocaiuva, entre números 23 e 236, Centro
 
 Rua do Rosário, entre números 3 e 110, Centro 

 Travessa Guarani, entre números 31 e 56, Centro 

 Rua Dom Serafim, entre números 15 e  1523, Santa Tereza 

 Rua Pedro Celestino, entre números 12 e 83, Centro 

 Rua Coronel Inácio Murta, entre números 5 e 400, Centro 

 Rua Aimorés, entre números 26 e 136, Centro
 
 Rua Francisco Onnis Piras, número 39, Centro 

 Praça Manuel Fulgêncio, entre números 6 e 296, Centro
 
 Praça Duque de Caxias, entre números 9 e 97, Centro
 

Durante esse período, caso precise executar algum serviço na instalação elétrica interna, o consumidor deverá desligar antes a chave geral (disjuntor) para sua segurança.

Em nota, a Cemig esclarece que em função da complexidade dos serviços a serem executados poderá ocorrer atraso no horário previsto ou cancelamento deste desligamento sem aviso prévio.


Fonte: Gazeta de Araçuaí / CEMIG 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

MEMÓRIA CULTURAL: HISTÓRIA DA VELA

O QUE VOCÊ SABE SOBRE A HISTÓRIA DA VELA?

Um ato comum de muita gente, é acender uma vela, seja por devoção, seja para decorar ou aromatizar um ambiente, existem velas em vários formatos, tamanhos, cores e perfumes, mas a vela  teria surgido no século X antes de Cristo, confeccionadas a partir de juncos, besuntados com sebo (gordura animal), por volta do ano 50.000 a.C. eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas atuais de parafina. A gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido.

Na Idade Média criou-se as velas a partir da cera de abelhas, pois o sebo dos animais causava um odor desagradável, mas utilizavam os dois modos de vela, sendo a segunda vendida por valor alto, devido a necessidade de muita cera, desta forma surge artesãos, especializados nesta fabricação; estes criaram adereços para a colocação das velas como: castiçais de madeira ou de prata, tornando o comércio ainda mais  lucrativo.

Tem-se relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que, se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio.

No século XVI as velas passam a ser vendidas a preços mais populares, criando inclusive suportes mais simples, somente com o surgimento do gás no século XIX as velas começam a ser substituídas, mas nas camadas pobres este tipo de iluminação perdurou por muito tempo. Para proteger a indústria, o governo inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial.

Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável. Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada "Esterine", que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhorias ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje. Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao invés da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.

 Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina se tornou o ingrediente primário nas velas. Em 1854 a parafina e o esterine foram combinados para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje. No ano de 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada por sua queima. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes.

 Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão não é mais utilizado como referência nos dias de hoje, mas as velas ganharam incrementos e continuam com toda sofisticação em lugares profanos, santos ou sem nenhuma designação, pois as velas conservam  a crença da esperança, harmonia e paz aos lugares em que se faz uso de manter vela acesa.

Fonte: http://espacolivre-jopinto.blogspot.com.br/

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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Empresa espanhola assume manutenção da luminação pública em Capelinha e região

 Asolar Energy, que inaugurou ontem sua sede em Montes Claros, terá bases operacionais em Capelinha e Diamantina, no caso do Alto Jequitinhonha.


A Asolar Energy inaugurou na quarta-feira, 04.02, a sua sede em Montes Claros, com as presenças de autoridades políticas. A empresa, de origem espanhola, assume, a manutenção da iluminação pública em todo o Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, alcançando aproximadamente 150 municípios, após vencer as licitações realizadas pelos Consórcios Intermunicipais Multifinalitários dessas duas regiões mineiras. 

A partir de 10 de fevereiro, a empresa começa a executar este serviço, substituindo a Cemig, A Asolar Energy emitiu comunicado onde se compromete a partir de então, dotar estas duas regiões com as mais modernas tecnologias nesta área.

A Asolar Energy é a primeira empresa a assumir a manutenção da iluminação pública em Minas Gerais, após a entrada em vigor da legislação que determina a transferência para os municípios da manutenção dos chamados ativos de iluminação. 

No caso do Alto Jequitinhonha, a Asolar Energy venceu uma licitação compartilhada entre todos os municípios que integram a Amaje (Associação dos Municípios do Alto Jequitinhonha), com exceção de Carbonita. O processo ocorreu via Amaje, em sua sede em Diamantina. 

Para assegurar o pleno atendimento aos municípios consorciados, a Asolar Energy irá implantar duas bases de operações, sendo uma em Diamantina e a outra em Capelinha. Na região, o Consórcio Intermunicipal Multifinalitário é presidido pelo prefeito de Capelinha, Zezinho da Vitalina.

PERFIL DA EMPRESA ASOLAR ENERGY

Segundo comunicado à imprensa, “a Asolar Energy foi fundada como resultado do entusiasmo de um grupo de técnicos espanhois, com ampla experiência profissional, desejosos de oferecer ao setor das energias renováveis, projetos especializados de engenharia, serviços de auditoria, inspeção de alta qualidade, entre outros”. A empresa está presente no mercado solar fotovoltaico desde 1990. “Dedicamo-nos ao desenvolvimento, construção e instalação de projetos de parques fotovoltaicos de diversos formatos tecnológicos, desenvolvimento de projetos de integração arquitetônica, operação e manutenção”, salienta o presidente do Conselho de Administração da Empresa, Carlos Vives.

Um dos desafíos estabelecidos pela empresa espanhola é dotar todos os municipios do Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha com a iluminação led, que dá maior claridade e com isto inibe a ação dos marginais na prática de crimes, além de ser mais económica. 

Os presidentes de Implantação e Contratos, Rodrigo Silva, e do Conselho de Administração, Carlos Vives, acrescenta que a Asolar Energy possui uma equipe de profissionais capacidados para apoiar os municípios na elaboração de projetos de iluminação pública, sejam para eficiência dos sistemas, expansão do parque ou iluminações especiais, realizando analises técnicas, econômicas e financeiras que ajudarão o munícipio nas negociações com as concessionárias de energia elétrica na busca de financiamentos, com modernos softwares de cálculo luminotécnico.

A Asolar Energy é fruto de  consórcio tecnológico da Espanha com um grupo europeu de investidores. O consórcio é formado por quatro empresas: Asolar Energy (construção e instalação de projetos de parques de energia solar fotovoltaica), Leblan (de instalações e tecnologia para setores industriais de concreto, agregados e tratamentos de resíduos); Gestamp Biomassa (operação e geração de energia elétrica oriunda de biomassa); Eco Hispanic (que desenvolve um sistema inovador de tratamento contínuo de resíduos urbanos).

EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL

O presidente de Implantação e Contratos, Rodrigo Silva, e o da Asolar Energy, Rodrigo José Silva, explicam que o plano de cooperação entre a cidade de Rivas-Vaciamadrid e o Norte de Minas/Vale do Jequitinhonha está fundamentada na experiência de sucesso do município espanhol: 
“Rivas-Vaciamadrid foi o berço da guerra civil espanhola e foi totalmente destruída. Reconstruída de forma planejada e sustentável, hoje, a cidade (populosa) já superou o controle de emissão de gases, apresenta resultados eficientes em tratamento de água, saneamento, tratamento e destinação de resíduos”, explicou o empresário brasileiro, que possui cidadania espanhola.

O consórcio espanhol lembrou que a região compreendida pelo Norte de Minas Gerais e o Vale do Jequitinhonha é a de maior potencial para receber investimentos infraestruturais para geração de energia eólica e solar, segundo os atlas solarimétricos e eólicos da Cemig e do Governo do Estado. 

O estudo aponta índices de radiação solar e circulação atmosférica bem acima da média, justificando grandes investimentos em parques híbridos de geração de energia limpa, bem próximo de linhas de transmissão elétrica e centros de consumo. 

“A Asolar Energy está presente no mercado solar fotovoltaico desde 1990, com ampla experiência profissional, oferecendo ao setor das energias renováveis projetos especializados de engenharia, inspeção, projeção e instalação de projetos de parques fotovoltaicos e integração arquitetônica”, disse o empresário espanhol Carlos Vives.

Fonte: Da Redação do Portal de Capelinha/Jornal Acontece

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Cemig transfere pepino da iluminação pública para os municípios mineiros.

A medida da Aneel cumpre uma determinação da Constituição Federal de 1988.

Municípios tentam descascar abacaxi, jogando a conta nos ombros da população que reage e protesta nas Câmaras Municipais. 

Foto: arquivo Cemig transfere ativos de iluminação pública para os municípios mineiros
Já a partir de 1º de janeiro de 2015, por determinação da Aneel, solicitações devem ser feitas às prefeituras ou aos órgãos credenciados
 
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou que o prazo para a transferência dos ativos de iluminação pública para as prefeituras de todo o país se encerrasse, na quarta-feira, 31/12.
 
Para não sofrer as penalidades previstas na legislação, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig)acatou a determinação da Aneel para deixar de ser a responsável pelo serviço em todos os 774 municípios de sua área de concessão. Com isso, as solicitações de serviços relativas à iluminação pública devem ser feitas às prefeituras ou aos órgãos credenciados pelos municípios, por meio de suas próprias centrais telefônicas de atendimento (call center) à população, já a partir da próxima quinta-feira (01/01).

Segundo o superintendente de Relacionamento Comercial com Clientes de Distribuição da Cemig, Carlos Augusto Reis de Oliveira, cerca de 80% dos municípios mineiros optaram pela formação de consórcios que poderão assumir a iluminação, e a manutenção será realizada pelas próprias prefeituras.

A Cemig informa que, desde 2013, junto com o Governo de Minas, por intermédio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), vem orientando os representantes de municípios e associações a respeito da transferência de ativos de iluminação pública para as prefeituras.

Alguns municípios completaram antecipadamente a transferência dos ativos, por meio de licitação para contratação direta ou via consórcio por intermédio das associações de municípios.
 
Em muitos casos, a Cemig prestou orientação quanto à elaboração desses editais, ajudando na formação de consórcios intermunicípios de gestão da iluminação pública. Além disso, foi firmado acordo de cooperação técnica entre a Cemig e o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), com  a participação da Sedru e da Associação Mineira de Municípios (AMM), que trabalharam e construíram, em conjunto, normativas que foram analisadas e aprovadas pelo TCE-MG.

Segundo Carlos Augusto de Oliveira, a Empresa também vem auxiliando os municípios na organização do serviço de manutenção, especificando o material adequado, disponibilizando normas e orientações técnicas e enfatizando os aspectos de segurança necessários.

A medida da Aneel cumpre uma determinação da Constituição Federal de 1988 que, em seu artigo 149-A e conforme Emenda Constitucional nº 39, de 19 de dezembro de 2002, transfere aos municípios a competência para “organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local” e atribui exclusivamente aos municípios a competência para cobrar da população os recursos necessários para o custeio dos serviços de iluminação pública, facultando a arrecadação dessa contribuição por meio da fatura de energia elétrica.

Fonte: Agência Minas 

Comentário do Blog
Este é um dos pepinos que o novo presidente da Cemig, o economista e ex-Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges,  terá que enfrentar. 

Os municípios receberam os ativos da CEMIG sem fazer um diagnóstico de toda a estrutura da iluminação pública. 

Há postes, fios e lâmpadas já deteriorados que terão que ser trocados, em curto prazo.  Os pequenos municípios não tem recursos para investimentos para quase nada.

Não há corpo técnico capacitado para fazer manutenção dos serviços recebidos.
Algumas empresas privadas, espertamente, ajudaram os municípios a montarem consórcios, ficando a administração dos serviços de iluminação pública por sua conta.

Acontece que os altos custos destes serviços cairão nas costas dos municípios. Alguns tentarão aumentar a tarifa de iluminação pública nas Câmara Municipais e provocará uma mobilização popular para evitar o ônus cair sobre os ombros dos cidadãos. Isso já aconteceu em alguns municípíos como Coronel Murta, Minas Novas e outros. Os vereadores votaram contra o aumento de tarifa.

Onde os municípios buscarão recursos para estes serviços?     

Em breve, os prefeitos baterão nas portas da CEMIG, pedindo perdão das dívidas para e não ser considerados inadimplentes e as cidades não ficarem na escuridão com o corte de energia.