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segunda-feira, 19 de março de 2018

Paulinho Pedra Azul faz show "35 anos de carreira", no Teatro Assembléia

Com  Entrada Gratuita, a apresentação vai celebrar os 35 anos de carreira do artista.

Show será nesta quinta-feira (22.03), às 19 horas, no Teatro da Assembléia, à Rua Rodrigues Caldas, 30 - Santo Agostinho.


“Será uma confraternização musical e emocional”. 
Quem anuncia é o poeta, pintor, cantor, instrumentista e compositor Paulinho Pedra Azul, que inaugura a temporada de 2018 do Projeto Zás, nesta quinta-feira (22/3/18), às 19 horas, no Teatro da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). 

A classificação é livre, e a entrada, gratuita.

Paulinho Pedra Azul o show "35 anos de carreira", na estreia de novo dia e horário dos espetáculos do Zás Cultural, da Assembléia. 

A apresentação vai celebrar a carreira do artista ao longo desses anos e trará sucessos como "Jardim da fantasia", mais conhecida como "Bem te vi", "Ave cantadeira", "Voarás", "Cortina de ferro", "Cantar" e "Jequitinhonha".

Essas e outras canções fazem parte da série de álbuns Paulinho Pedra Azul, 35 anos de carreira. 
O primeiro volume é de 2016 e os outros dois têm lançamento marcado para maio e setembro deste ano.

Carreira – O compositor mineiro tem como estilo principal a MPB, mas também é reconhecido e premiado por suas trilhas sonoras, compostas exclusivamente para peças infantis, ao lado do parceiro Geraldinho Alvarenga. 

Natural de Pedra Azul (Vale do Jequitinhonha), o artista iniciou, ainda criança, sua carreira artística com a pintura. Ao longo de sua vida, ampliou sua atuação para literatura, artes visuais e, finalmente, a música. 

Hoje, possui 26 álbuns gravados e 17 livros de poesia infantil, infantojuvenil e adulta.

Histórias das músicas e de Pedra Azul
Há, segundo ele, uma “lenda” de que “Jardim da Fantasia” foi feita para um amor que morreu. Mas não: ela foi composta para uma namorada que ficou para trás quando Paulinho se mudou para Vitória (ES), por volta dos 19 anos de idade.
O artista fala, ainda, da atualidade da música “Cortina de Ferro”, que ele compôs aos 17 anos. Também integram a apresentação alguns causos de Pedra Azul (Vale do Jequitinhonha), terra natal de Paulinho e que virou seu sobrenome. “É a cidade mais linda do mundo, depois de Amsterdam, Paris e Berna”, brinca.
Artista precoce e cheio de novos projetos
Desde criança, nos primeiros anos de estudo, Paulinho esteve ligado às artes. O talento precoce para o desenho e a pintura, o gosto pelo canto e pelo teatro acabaram por levar à formação de uma banda, já no ginásio. “Com a The Giants, comecei a perceber que a música faria parte da minha vida”, relembra. E o outro sonho, o da arquitetura, ficou para trás.
A estreia profissional veio por acaso, quando morava em Vitória. Era uma festa de debutantes em Nova Venécia, também no Espírito Santo, e a cantora adoeceu. Com uma banda formada pelos colegas do pensionato, Paulinho a substituiu. “Eu já tinha várias músicas, inclusive ‘Jardim da Fantasia’, mas achava tudo pequeno para o universo musical da época”, lembra.
Trinta anos depois, ele e os mesmos amigos voltaram à cidade para tocar na festa das filhas daquelas debutantes. Mas o filho famoso de Pedra Azul não vive apenas do passado. Além das coletâneas dos 35 anos de carreira, ele já prepara novo CD com músicas inéditas para 2019.
Também no mundo das ideias está um box com dois livros de poesia, sendo 500 já lançadas e 500 inéditas. Por trás de tanta energia criativa está o apoio da família e um conselho do pai lá atrás, antes do começo de tudo. “Realize seus sonhos e seja fiel e honesto no que você faz”.
Assembleia Cultural – O Zás oferece espetáculos de música, teatro, dança, entre outras manifestações artísticas, agora em novo dia e horário: às quintas-feiras, às 19 horas, no Teatro da Assembleia (Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho, em Belo Horizonte).
A iniciativa integra o Assembleia Cultural, programa que marca a atuação do Parlamento mineiro na promoção das expressões artísticas e no reconhecimento e na valorização da cultura regional.
Fonte: Assembléia Legislativa de Minas Gerais

sábado, 6 de maio de 2017

Paulinho Pedrazul: 35 anos de história pra cantar e contar

Cantor e compositor mineiro, apresenta show que celebra mais de três décadas de carreira neste domingo (07.05) no Museu de Arte da Pampulha em Belo Horizonte.

Foto: arquivoPaulinho Pedrazul:35 anos de história pra contar
Paulinho Pedrazul, é da cidade de Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha
São 35 anos de carreira, 25 álbuns, 17 livros publicados. Uma enxurrada de sucessos gravados por ele mesmo e por outros artistas e amigos. Então, na hora de fazer um show para celebrar todos esses marcos, Paulinho Pedra Azul não teve como escolher um repertório fechado. O plano dele teve que ser outro.

“Eu sei a primeira música que vou cantar. Da segunda para frente, não sei mais. Depende do público”, explica o músico. É essa celebração-surpresa que o público vai poder conferir neste domingo, às 11h, no Museu de Arte da Pampulha.

“Venho fazendo esse show só em voz e violão, então não vai ser nenhuma novidade para mim”, ressalta o cantor e compositor, que vem se apresentando nesse formato há cerca de um ano, quando lançou a coletânea de comemoração dos 35 anos.

Ele abre a performance com “Cais da Esperança”, do amigo Godofredo Guedes, e deixa o restante do repertório para pedidos. Ainda assim, Pedra Azul admite que tenta manter sempre uma média de uma ou duas canções de cada um dos 25 álbuns.
Entre as mais pedidas do público, Pedra Azul destaca as clássicas “Ave Cantadeira”, “Recado para um Amigo Solitário”, “Jardim da Fantasia” e “Bem-te-vi”. “E tem ‘Cantar’, do Godofredo, que se eu não tocar, o povo me mata”, revela o músico. Já sua favorita de tocar ao vivo, ele admite, é “Precisamos de Amores”.

Além de seus sucessos-solo, o show conta ainda com versões de Beatles – como “Something” e “The Long and Winding Road” – Roberto e Erasmo Carlos que o cantor do Vale do Jequitinhonha tocava no início da carreira, no grupo The Giants. “Aviso de cara que é em jequitinglês: é mais focado na pronúncia que na certeza do que estou cantando”, brinca.
 
O que Pedra Azul – que ainda lança uma segunda coletânea de 35 anos de carreira em 2017, antes de voltar para as inéditas em 2018 – tem gostado mais nesse show de mais de três décadas, porém, é prosear com o público. Entre cada canção, ele conta a história da próxima, revelando como e por que ela foi composta. “É uma forma de me mostrar não como cantor, mas como uma pessoa normal, com tudo que atravessou minha vida”, sintetiza.

AGENDA

O quê. Paulinho Pedra Azul

Quando. Domingo (7), às 11h

Onde. Museu de Arte da Pampulha – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.585, em BH.

Quanto. R$ 20 (inteira).
Fon te: OTEMPO

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Paulinho Pedra Azul se apresenta em Diamantina, nesta quinta-feira, 20.08

Paulinho Pedra Azul no Teatro Santa Izabel, em Diamantina.

O poeta, pintor, cantor e compositor Paulinho Pedra Azul comemora 60 anos se apresentando no Teatro Santa Izabel, em Diamantina, no Alto Jequitinhonha, no Teatro Santa Izabel, nesta quinta-feira, 20.08, a partir das 21 horas.

Paulinho é um cantor e compositor de músicas românticas e regionais do Vale do Jequitinhonha, onde nasceu na cidade de Pedra Azul que se transformou em seu sobrenome artístico.

Participou de vários festivais de músicas, sempre se colocando nos primeiros lugares. Ganhou o primeiro FESTIVALE - Festival de Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha, em 1980, em Itaobim, com a música Ave Cantadeira, uma das mais conhecidas. 

Gravou o primeiro disco vinil, em 1982, em São Paulo, com belo arranjos do maestro Wagner Tiso, parceiro e arranjador de Milton Nascimento. Fez sucesso com a música Jardim da Fantasia, conhecida popularmente como Bem-te-vi e muitas outras como Nascente, Cortinas de Ferro.

A partir do final dos anos 1960 participou de festivais regionais de música e de poesia, tendo realizado inúmeros shows em cidades do interior de Minas Gerais. Nos anos 70, mudou-se para São Paulo onde morou por dez anos, período no qual trabalhou com o cantor, humorista e ator Saulo Laranjeira, também oriundo de Pedra Azul. Retornou depois para Minas, se fixando em Belo Horizonte onde até hoje reside.
Durante o tempo em que viveu em São Paulo gravou seus três primeiros discos. O LP de estreia fez grande sucesso com a canção que lhe dá o título: "Jardim da Fantasia", popularmente conhecida como "Bem-te-vi".
Com um estilo que varia do romântico à MPB, fortemente influenciada pelo Clube da Esquina, e com algumas composições de chorinhos, Paulinho Pedra Azul tem 21 discos gravados, a maioria deles independentes, tendo vendido cerca de 500 mil exemplares de toda a sua obra. É também autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros, dentre eles “Delírio Habanero - Pequeno Diário em Cuba”, escrito durante visita à ilha de Fidel Castro.
Apesar de não ser um constante frequentador da mídia de massa, Paulinho Pedra Azul consegue ser conhecido por um segmento específico que envolve principalmente universitários. Pesquisa feita pela AMAR  - Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes, o destacou como o segundo cantor mais conhecido de Minas Gerais, perdendo apenas para Milton Nascimento.
A sua canção mais conhecida é "Jardim da Fantasia", que, segundo o próprio Paulinho, é apelidada de Bem-te-vi. A música teria sido feita para uma noiva falecida do compositor, mas ele nega isto.

domingo, 16 de março de 2014

PAULINHO PEDRA AZUL FAZ SHOWS NO FORMATO VOZ E VIOLÃO PARA COMEMORAR SEUS 60 ANOS

O cantor e compositor vai à luta por patrocínio para lançar DVD gravado no Palácio das Artes.



O show que o cantor e compositor Paulinho Pedra Azul fez, em 12.03.14, no Café do Palácio das Artes, dá início às comemorações de seus 60 anos. O projeto traz o músico em versão bem intimista, relembrando o começo de sua trajetória artística.

“O repertório é muito livre, com cerca de 15 a 20 músicas. É um show de voz e violão. Nos meus 32 anos de carreira, toquei muito sozinho por cerca de duas décadas. Foi quando construí a minha base, o meu público. É muito legal tocar com banda, mas adoro retomar a coisa do olho no olho com o público. As pessoas me cobram cantar e contar causos. Este ano mesmo, 80% dos meus shows terão esse formato”, revela.

Se a agenda do ano está super movimentada com Copa do Mundo e eleições, a de Paulinho mais ainda. Em abril, ele tem shows marcados em BH. Também quer lançar dois sonhados projetos: uma coletânea reunindo seus 15 livros e outra com os 22 discos que gravou.

“São quase 300 músicas em três décadas, quero remasterizar pelo menos 100. Mapear isso é complicado. Ainda estou decidindo se vou fazer uma caixa. Quero muito produzir algo comemorativo”, revela o cantor e compositor. 

Outro projeto é lançar o DVD gravado no Grande Teatro do Palácio das Artes, em 2011, para marcar os seus 30 anos de estrada. Subiram ao palco convidados especiais como Rogério Flausino, padre Fábio de Melo e Célio Balona. “Ainda estamos procurando patrocínio. Foi um show muito importante e legal, seria um presente a mais para mim e para meus fãs”, diz o compositor de 'Jardim da fantasia' e 'Ave cantadeira'.

Agosto A “cereja do bolo” do 60º aniversário será entregue no segundo semestre. Paulinho quer fazer um grande show no Palácio das Artes. Ele ainda não se sabe se o evento vai coincidir com o dia de seu nascimento, 3 de agosto.

“Talvez em setembro ou outubro, certamente vamos fazer algo bem bacana. Não podemos deixar passar em branco”, assegura Paulinho Pedra Azul, que diz não sentir o peso da idade. “Parece que estou completando 30. Está tudo ótimo”, celebra.

PAULINHO PEDRA AZUL

Nesta quarta-feira e dia 19. Café do palácio das Artes. Avenida Afonso Pen, 1537. Centro. Entrada Franca. Informações: (31) 3236-7400.


Fone: Estado de Minas

domingo, 3 de novembro de 2013

Diamantina: Paulinho Pedra Azul faz show no próximo sábado, 08.11

Show de Paulinho Pedra Azul faz parte da  turnê "30 anos de Estrada"  

Será o lançamento do CD "Paulinho Pedra Azul 30 anos" da Som Livre

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