sábado, 21 de março de 2015

São Caetano, planta nativa do Vale, combate câncer e pode substituir quimioterapia



Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes

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O melão de São Caetano é fruta nativa que se reproduz com facilidade à beira dos rios e em terrenos baldios.
Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:

Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
98% de redução de células cancerígenas
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.

Tratamento de diabetes
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios PARA DIABETES. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, DESINTOXICAR, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou COMPRAR online.
O artigo original pode ser conferido aqui.
Fonte: http://www.revistadomeioambiente.org.br/saude-e-meio-ambiente 

Plantas que Curam

MELÃO DE SÃO CAETANO

Momordica charantia

Descrição : Erva da família das cucurbitaceae, tambêm conhecida como erva de São Caetano, fruto de cobra, erva das lavadeira e melãozinho.

Trata-se de um cipó herbácio, de cheiro desagradável, caule sulcado e fino, ramos quadrangulares, folhas palmatífidas, e alternas, flores amarelo-pálidas ou brancas em cachos ou corimbos, solitárias masculino e femininas, e fruto abrindo-se em três válvulas espinhosas, cor-de-ouro, tendo, no interior, as sementes cobertas de um arilo vermelho de 1.6 à 3 centímentros de comprimento.

O fruto é uma cápsula coberta de protuberâncias moles, de constência carnosa, amarelo-avermelhado quando maduros.

As semente são comidas pelas crianças e muito procuradas pelos passarinhos e crianças. Suas folhas clareiam a roupa e tiram machas. Todo o fruto é comestível quando novo.



Origem : Originária da África

Habitat : Encontra-se em áreas tropicais da amazônia, África, Ásia e Caribe. Aparece em quase todo o Brasil em terrenos abandonados.

História : Foi largamente utilizado pela medicina popular e pelas tribos do amazônas. Principalmente pelas lavadeiras para clarear roupas e tirar manchas.

Parte utilizada: Frutos, hastes, folhas e arilo das sementes.

Propriedades : antileucorréico, anticatarral, anti-reumático, bactericida, antivirótico, anticancerígeno, antileucêmico, antitumoral, hipoglecimiante, anti-inflamatório nas colites, purgativo nas constispações com fezes ressecadas, vermífugo e anti-parasitário externo.

Indicações : Inflamações hepáticas, DIABETES, cólicas abdominais, problemas de pele, queimaduras com leucorréias purulentas, furúnculos e hemorróidas, triglicerídios, prisão de ventre, tosse, catarro amarelo, febres intermitentes, gripes, faringites como febrífico, edemas inflamatórios como diurético, Eczemas, nódulos, abcessos como resolutivos e antiinflamatórios, oligomenorréias e dismenorréias, como enemagogo e antiespasmódico. Dores articulares em geral como analgésico.

Principios Ativos : momordicina, momordicripina e ácido momórdico, alcalóides, triterpenos, proteínas, curcubitacina B, esteróides, saponinas esterodais, charantina, peptídeos, insulino-sememlhantes, componentes ativos ativos, charantina, charina, criptoxantina, curcubitacina, curcubitano, cicloartenol, diosgenina, ácido gentisico, goyalglicosídeos, gayasaponinas, inibidorera de guanilato-ciclase, gipsoláurico, ácido linoleico, ácido linolenico, momocharasideo, momocharina, momordenol, multitiflorenol, ácido oxálico, pentedecanos, peptídeos, ácido petroselínico, ácido rosmarínico, rubixantina, spinasterol, glicosídeos esterodais, estigmatadióis, estigmasterol, taraxerol, trehalose, inibidores da tripsina, uracil, vacina, v-insulina, verbascosídeos, zeatina-ribosídeo, zeaxantina e zeinoxantina,

Modo de Usar : infusão de folhas secas, para leucorréia e menstruações difíceis, 10 gramas por litro de água.
Sumo - feito com folhas e misturado com óleo de amêndoas doces, é usado em queimaduras. decocção para diabétes - 5 gramas de folha fresca picadas em 1/4 de litro de água fria. Aquecer e ferver por 1 minuto. Deixar em repouso por 10 minutos e coar. Tomar 1/2 copo pela manhã e 1/2 copo antes do jantar. infusão - 20 gramas de folhas e flores em 1 litro de água. Tomar 1/2 copo de manhã e 1/2 antes dom jantar.
Pomada - raspar e misturar a polpa dos frutos com vaselina, para provocar a supuração nos casos de tumores, furúnculos.
- frutos cozidos: vomitivos e antivenéreos.
- frutos maduros em cataplasmas: hemostáticos.
- suco das folhas: emético, purgante, mordida de serpentes e afecções biliares. - raiz: adstringente. - decocção das folhas: infecções da pele. - infusão das folhas (forte): escabiose, picadas de insetos, malária, pruridos e úlceras malignas - infusão da planta inteira: resfriado - folhas e frutos: gogo das aves - infusão de 10 g de folhas secas por litro de água: leucorréia, menstruações difíceis e cólicas causadas por vermes.
- infusão do fruto: hemorróidas.
- ungüento: arilo contuso misturado com vaselina: tumores, furúnculos e carbúnculos. - suco: machucar as folhas verdes em óleo de amêndoas doces: queimadura. 
- suco puro das folhas: sarna.

Contra-indicações/cuidados: gestantes, nutrizes e crianças; as sementes contém compostos tóxicos e teratogênicos, não devendo ser ingeridas em grandes quantidades, pois tambêm é abortivo e inibidor sa síntese proteíca. Tambêm é contra indiciada para pessoas que querem ter filhos.

As sementes têm compostos tóxicos e não devem ser ingeridas em grandes quantidades. Causa alterações nos testes laboratoriais do sangue - glicosúria falso-negativo em exames que usem fitas oxididantes-reagentes e reagentes de Benedict; embora não tenha efeitos fobre as leveduras e fungos; seu uso prilongado pode prejudicar a flora bacteriana fisiológica levando ao crescimento de certas leveduras oportunistas, como a cândida.

Efeitos colaterais: causa queda drástica da taxa de glicose sangüínea (hipoglicemia) em poucas horas; pode ter ação teratogênica; in vitro, é um inibidor da síntese protéica; pode causar aborto.

Superdosagem : alguns autores afirmam que meia colherada do sumo do fruto maduro pode matar um bezerro grande em 16 horas, depois de apresentar vômitos e diarréia; constatou-se lesões testiculares em cães e alterações sobre os parâmetros sangüineos em suínos.

Posologia :
Adultos - 3 a 6 ml de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água, em uso internos - para todas as indiciações; 3 gramas de planta inteira seca ou 6 gramas de planta inteira fresca ( 1 colher de sobremesa para cada xícara de água ) em decocto ou infuso até 3 vezes ao dia, com interevalos menores que 12 horas em uso interno para todas as indicações; Cápsulas : 1000 mg duas vezes ao dia em todas as indicações. Os frutos maduros vaporizados e transformados em polpa podem ser aplicados sobre e pele em emplastos; O suco de 1 ou 2 frutos pode ser usado em todas as queixas gastrointestinais, nas parasitoses, para reduzir o colesterol e triglicerídeos, 2 vezes ao dia.
Crianças - tomar de 1/6 a 1/2 doses de acordo com a idade.

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Um comentário:

Tânia Maria Lopes disse...

Boa noite! Eu sempre comi essas sementes quando era criança e nunca tive nenhum problema, pelo contrário adorava essas sementes.

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