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domingo, 30 de dezembro de 2018

Video "A facada no Mito" viraliza, pois levanta suspeitas que não foram explicadas

Vídeo organiza imagens do atentado a Bolsonaro e levanta questões sem resposta

Postado há uma semana pelo canal no YouTube "True Or not", documentário começa a ampliar audiência por levantar dúvidas e suspeitas que nem autoridades, nem mídia se empenham em resolver

por Redação RBA publicado 29/12/2018 15h55
Da Rede Brasil Atual – 
O documentário Facada no Mito, postado há uma semana no canal True Or Not, no YouTube, está se espalhando por meio das redes sociais. O trabalho, que não identifica seus autores, praticamente não traz imagens inéditas do episódio que vem sendo tratado como "atentado" contra o então candidato Jair Bolsonaro, em 6 de setembro. Mas traz apontamentos minuciosamente elaborados em torno das cenas que antecederam à facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira.
Mostra o comportamento da equipe de segurança, levanta questões relacionadas à "logística" em torno do autor, relembra dúvidas em torno do atendimento e contradições em torno das reações de pessoas próximas a Bolsnoaro. Adélio agiu sozinho mesmo para organizar e executar o atentado? Por que tinha tantos celulares e laptop se usava lan house? São coincidências as mortes de pessoas ligadas a sua hospedagem? E o fato de o escritório de advocacia que o defende atender também envolvidos em confronto entre policiais de Minas e de São Paulo? São listadas, enfim, muitas perguntas sem respostas, como qual teria sido o desempenho de Bolsonaro se não tivesse ocorrido o crime.
"Não somos direita ou esquerda. Não estamos acima e nem abaixo. Somos nós, somos vocês, somos eles, somos todos... ...e merecemos respostas", dizem os responsáveis pelo canal, que abrem o documentário explicando não se tratar de uma "acusação", mas de levantamento de pontos de vista que permitam "uma narrativa diferente da divulgada".
Os responsáveis observam que até o momento a Polícia Federal apresentou uma conclusão que "deixa de fora muitas questões". "Questões que queremos dividir com o público para que possamos exigir as devidas respostas."
Para eles, o assunto não pode ser tratado como crime comum. "Trata-se de um crime de segurança nacional contra um candidato eleito presidente. Além de, como veremos, pode tratar-se de um crime de falsidade ideológica que poderia levar à cassação do mandato presidencial."
Assista ao filme A Facada no Mito (57 minutos)

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

ATENTADO CONTRA BOLSONARO INAUGURA NOVA ETAPA NA VIOLÊNCIA POLÍTICA DO PAÍS

 jornalista eduardo SAKAMOTO alerta para aprofundamento da violência no país. 

"Como dialogar com quem acha normal matar por ideias? O que fazer quando um ato, que pode ser de loucura, tem origem estrutural? Independentemente da estratégia, ela começa com paciência e vai demandar muita resistência. Porque a barbárie não pode prevalecer", diz o jornalista Leonardo Sakamoto
Publicado no www.brasil247.com, 7 DE SETEMBRO DE 2018 ÀS 13:38        INSCREVA-SE NA TV 247 Youtube
"Com o atentado contra a vida do candidato mais bem colocado na última pesquisa de intenção de voto à Presidência da República, o Brasil assume a barbárie", diz o jornalista Leonardo Sakamoto. "O ataque a Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG), nesta quinta (6), durante um ato de campanha, é o retrato mais bem acabado da perda de crença nas instituições e nas leis e regras que regem a vida cotidiana. É representativo da ausência de fé na arena pública como espaço para construção de saídas coletivas. E é assumir que a aniquilação do outro passa ser um instrumento político válido", acrescenta.
"Quanto tempo um país que executa Marielle Franco (a quinta vereadora mais votada de nossa segunda maior cidade, voz de várias minorias historicamente sub-representadas) e não resolve sua morte levaria para subverter as regras de civilidade política e tentar matar alguém que pode ser nosso próximo presidente?", questiona o jornalista, para em seguida afirmar que, "dado a ultrapolarização de setores da direita à esquerda, não muito".
"A dúvida não era se, mas até quando figuras como Jair Bolsonaro ou Lula poderiam continuar andando a pé nas ruas de um país deflagrado sem que nada acontecesse com eles, seja pela ação de um grupo, seja decisão de um lobo-solitário", continua. "Como dialogar com quem acha normal matar por ideias? O que fazer quando um ato, que pode ser de loucura, tem origem estrutural? Independentemente da estratégia, ela começa com paciência e vai demandar muita resistência. Porque a barbárie não pode prevalecer", diz.
Leia a íntegra no Blog do Sakamoto

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Homem que esfaqueou Bolsonaro diz que estava "em missão divina".

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado na tarde desta quinta-feira (06.09),  em ato de campanha na cidade de Juiz de Fora, na zona da mata de Minas Gerais, segundo a Polícia Militar do estado.
Bolsonaro , quando foi esfaqueado, em Juiz de Fora, nesta quinta-feira, 06.09.
O candidato era carregado por apoiadores na rua Halfeld, centro na cidade, quando foi atingido por um homem com uma faca. Depois do ataque, Bolsonaro foi retirado do local e levado à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, em estado grave.
Segundo apurou a reportagem, Bolsonaro passou por uma laparoscopia que descartou um lesão no fígado do candidato, mas constatou outra cinco lesões: na artéria mesentérica superior (que sai da aorta e irriga o intestino e outros órgão dos abdômen), no intestino grosso e três lesões no intestino delegado.
Todas as lesões foram reparadas com sucesso. No início da noite, Bolsonaro estava estável, com pressão arterial normal, hemorragia controlada e sem risco iminente de morte.
Suspeito de ter esfaqueado Bolsonaro, Adelio Bispo de Oliveira, 40 anos, é servente de pedreiro, natural de Montes Claros. 
Foi filiado ao PSOL de Uberaba (MG) , de 2007 a 2014. Em julho, divulgou em sua página no Facebook que esteve em uma escola especializada no treinamento com arma de fogo, em Santa Catarina. Ele está detido e vai ser ouvido em audiência nesta sexta-feira.
Adélio Bispo de Oliveira
Perfil de autor de atentado tem indícios de uma personagem preocupada com conspirações.
Faz ataques políticos à esquerda e à direita, a todos os representantes políticos.
O suspeito do atauqe a faca contra o candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL), Adelio Bispo de Oliveira, afirmou que executou o ato cumprindo "uma ordem de Deus". 
A informação é do presidente da Federação dos Agentes da Polícia Federal, a Fenapef, Luis Boundens, divulgada pela revista Piauí. "Os colegas disseram que ele imediatamente começou a dizer que estava em missão divina, o que levou o pessoal a temer pela integridade psicológica dele", disse Boudens.
Em um perfil de rede social com o nome de Adélio Bispo de Oliveira e com a foto de alguém com o mesmo rosto do homem acusado de atacar Jair Bolsonaro, os "posts" indicam que o autor é uma personagem preocupada com conspirações de organizações secretas e crítica do candidato do PSL, esfaqueado nesta quinta-feira.
A maioria dos posts deste ano, pelo menos, trata de supostas maquinações da maçonaria, que controlaria empresas e seria representada por vários políticos e organizações de direita no Brasil.
Ataca com frequência Bolsonaro e pelo menos uma vez, seu vice, o general Mourão, outro integrante da maçonaria, afirma. Em uma publicação, mostra foto de dois manifestantes com camisetas de apoio a Lula.
Em maio, quando o PT confirmou a candidatura do ex-presidente, escreveu o seguinte sobre Gleise Hoffman, presidente do PT, que aparecia em um vídeo (o texto é reproduzido com os erros originais:

"Pois é meu bem, mas o pq esta ao lado de um maçon do dem???, e om uma roupa que ilustra em sua gola a estrela invertida, a estrela maçonica,? o penta grama satanico?, ou queda da estrela do pt??

Escreve contra a desnacionalização de empresas. Defende o fim do estado laico e sugere lei que transforme o Brasil em estado cristão; publica textos e imagens desfavoráveis a homossexuais (um contra a Parada Gay, por exemplo).
Em um comentário sobre um texto relativo à implantação de microchips, escreve o seguinte: "Lamentavel, países onde ha um numero expressivo de cristãos, e se tornam pioneiros na implantação do bioa ship, ou marca da besta como esta escrito."
Argumenta ou explica situações com base em números ou algo parecido com numerologia. Discute ou apresenta desenhos animados que teriam mensagens subliminares, terroristas inclusive.

O autor dos posts frequentemente se diz criador de planos que foram apropriados por políticos ("é meu plano de 2015?). Desenvolvo ideias desconexas para a reforma da Previdência ou para a revitalização do São Francisco, entre muitas outras.
Propõe projetos como a da criação de novas cidades racionais no país, que poderiam ser habitadas por solteiros (que, lembra em post de 3 de agosto, seriam a maioria do eleitorado catarinense, perfil de eleitor que não recebe a atenção de candidatos).
Logo depois de ter sido apresentado como o autor do ataque a Bolsonaro, seu perfil no Facebook começou a receber centenas de comentários críticos ou com ameaças. 
O homem que esfaqueou o candidato à Presidência da República (PSL) já havia sido preso em 2013. De acordo com a Polícia Miltiar, ele foi detido pelo crime de lesão corporal na cidade de Montes Claros, no Norte de Minas.
Segundo PMMG, "este cidadão agiu isoladamente".
"O suspeito foi imediatamente contido e preso pela Polícia Federal, que fazia a segurança do candidato. Diante do tumulto, a Polícia Militar ajudou a Polícia Federal e conseguiu arrecadar a faca. O autor foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal", disse o coronel Nocelli, comandante da 4ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais.
A PM informou ainda que, inicialmente, o autor alegou questões pessoais para o ataque, mas as declarações seriam feitas à Polícia Federal, que ainda iria apurar outras possíveis motivações. Também não foi informado se o homem possuiria vínculos com algum partido político.
"A princípio, pelo que apuramos, este cidadão agiu isoladamente", pontuou Nocelli, que não considerou ter ocorrido falha na segurança. "O número de presentes era muito grande. Então, a Polícia Federal teve uma resposta oportuna e rápida."
Fonte: Vinicius Torres Freire e Renato Salles, na Folha de São Paulo.
Candidatos e líderes políticos condenaram atentado
Dilma afirma que plantação do ódio cria comportamentos extremos
'Incentivar o ódio cria esse tipo de atitude', diz ex-presidente Dilma Rousseff
Ao comentar o atentado a faca contra Jair Bolsonaro (PSL), a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) disse que "o ódio, quando você planta, você colhe tempestade".
Candidata ao Senado por Minas, Dilma afirmou achar "lamentável" o ataque, mas emendou: "Agora, incentivar o ódio cria esse tipo de atitude. Você não pode falar que vai matar ninguém, não pode falar isso".
Na segunda (3), seu partido acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) contra Bolsonaro, argumentando que houve injúria eleitoral e incitação ao crime após um vídeo em que o candidato defende "fuzilar a petralhada".
"Agora, quem fez isso não pode ficar impune", disse Dilma após visitar o ex-presidente Lula, preso em Curitiba. "Tem que servir de exemplo pra que ninguém faça isso com um candidato.
Sobre ataque a Bolsonaro, Boulos diz que 'violência não se justifica'
O candidato à Presidência do PSOL, Guilherme Boulos comentou o ataque Jair Bolsonaro em juiz de fora e disse que violência não se justifica. "Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato", declarou. 

Nota do PT condena agrssão a candidato do PSL
A presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffman, afirmou em entrevista, que o partido repudia qualquer forma de violência e condenou o ataque contra o candidato do PSL.
“Acho lamentável. Não podemos incentivar o ódio. Quem fez isso não pode ficar impune. Isso não pode acontecer em um país democrático”, disse a presidenta do PT Gleisi Hoffman
“Nós, democratas, precisamos garantir um processo eleitoral pacífico. Repudiamos qualquer forma de violência”, afirmou o candidato vice-presidente Fernando Haddad.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Ônibus de candidato-cantor é incendiado, em Ribeirão das Neves.

Incêndio criminoso destrói ônibus de cantor sertanejo e candidato a prefeito em Ribeirão das Neves.

Cantor Antônio Carlos lamenta o ocorrido e pede justiça.
Segundo a Polícia Civil, o motorista disse que foi rendido por quatro homens em duas motos quando seguia pela rodovia no sentido centro de Neves, conforme o registro da ocorrência. Os dois garupas sacaram as armas e mandaram ele parar o veículo. A vítima foi obrigada a desembarcar enquanto eles espalhavam líquido inflamável e ateavam fogo ao ônibus. Ele saiu correndo pelas margens da rodovia e o condutor de um ônibus de turismo parou para ajudá-lo. A Polícia Militar (PM) foi chamada. Os autores fugiram. O motorista da dupla disse que eles usavam toucas-ninjas e capacetes.
Nesta quinta-feira, Antonio Carlos contou à reportagem do Estado de Minas que estava em casa quando soube do episódio. Segundo ele, o ônibus da dupla costuma circular pela cidade. Ele e Renato participaram de uma reunião política na noite de ontem na região do Justinópolis e voltaram para casa em veículos separados. O motorista do ônibus não estava na reunião, apenas voltava de um dia de trabalho.
“Falaram que tinham dois caras numa moto, entraram lá dentro. No quebra-molas perto da Polícia Militar, onde tem um batalhão, talvez metros antes, foi onde o cara foi abordado”, explica o candidato. “Ele estava sozinho dentro do ônibus, o cara mostrou a arma do lado direito dele, entrou dento do ônibus, falou ‘perdeu, perdeu, perdeu’, o motorista saiu correndo, eles atearam fogo e em dois minutos a polícia estava lá”, explica.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas as chamas consumiram o veículo. De acordo com Antonio Carlos, o ônibus era um modelo 2010, valia cerca de R$ 200 mil e não tinha seguro total. Foi registrado um boletim de ocorrência do caso e o cantor espera que a polícia consiga identificar os autores por imagens de câmeras de segurança da rodovia.
Ônibus era um modelo 2010, avaliado em cerca de R$ 200 mil (Foto: Divulgação)

Atentados
Esta é a primeira vez em que Antonio Carlos se candidata a um cargo político. Desde então, ele passou a se movimentar acompanhado de seguranças. O sertanejo diz que outros ataques ocorreram desde que entrou na corrida política em Ribeirão das Neves. “Um mês atrás, dois motoqueiros do mesmo jeito, pararam do lado direito do meu carro. Como ando com carro blindado e seguranças, eles perceberam e voltaram na contramão, no Centro de Neves, perto da Apae”, conta.
A segunda ação ocorreu na semana passada, durante a madrugada, perto de uma agência bancária da cidade, segundo o cantor. “Teve moto lá, nós saímos correndo atrás dos caras, (os seguranças) deram uns tiros para cima”, diz. “Isso foi mais tarde, 1h, perto do Bradesco, depois do Epa. Ninguém foi atingido”. O candidato diz que relatou os dois casos à polícia quando registrou a ocorrência do ônibus.
Antonio Carlos acredita que há motivação política nos casos. “Eu tenho só Deus do meu lado e o povo de Neves que quer mudança. Nunca tive problema nenhum, toda vida fui aplaudido de pé, nunca precisei de segurança sendo cantor. Só agora que estou sentindo isso”, enfatiza.
A Polícia Civil informou que a ocorrência foi encerrada por volta das 4h desta quinta. O caso será investigado pela delegada Carla Conceição, de Ribeirão das Neves, que vai apurar as circunstâncias do crime.
Cantor desabafa em vídeo

Fonte: Estado de Minas/Cristiane Silva

Candidato a reeleição, prefeito de Minas Novas sofre atentado à bala

O carro do candidato, conhecido como Gil, foi alvo de vários disparos de arma de fogo.

Foto: reproduçãoCandidato a reeleição, prefeito de Minas Novas sofre atentado à bala
Os eventos do candidato podem ser cancelados, segundo o presidente do partido
prefeito de Minas Novas, na Região do Vale do Jequitinhonha, sofreu um atentado na comunidade do Barreiro, na Zona Rural da cidade, nessa quarta-feira(28).

De acordo com a Polícia Militar (PM), o candidato à releição pelo Partido Popular Socialista (PPS), Gilberto Gomes da Silva, de 37 anos, conhecido como Gil, estava com quatro pessoas em um Fiat Uno usado na sua campanha quando o crime aconteceu. 

Segundo a PM, uma motocicleta com dois homens ultrapassou o veículo do prefeito em alta velocidade e, neste momento, o passageiro da moto fez os disparos contra o carro. O motorista do Fiat tentou atingir a motocicleta, mas o suspeito desviouo veículo, fez novos disparos e fugiu. 

Ainda segundo os militares, os disparos atingiram as portas traseira e dianteira, além do parabrisa do carro. Ninguém ficou ferido e o prefeito se abrigou em um bar da comunidade enquanto a viatura da PM chegava ao local.


carro vai passar por perícia.
O carro vai passar por perícia.
A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso foi encaminhado para a delegacia de Minas Novas e o carro será analisado pela perícia.

A reportagem  entrou em contato com a Prefeitura de Minas Novas e foi informada que a equipe do prefeito estava reunida para decidir as medidas protetivas ao candidato.

Segundo o presidente do partido (PPS), o caso já está sendo investigado pela Polícia Civil da cidade. “Estamos planejando cancelar todos os eventos do prefeito para garantir a sua segurança. Ainda não sabemos a motivação do crime. É prematuro dizer as razões do que aconteceu, pois o candidato não tem problemas com as pessoas. Mas, pode sim ter relação com a campanha eleitoral”, disse.
Fonte: Jornal Estado de Minas