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domingo, 15 de setembro de 2019

Vale do Jequitinhonha: Mineradora quer megabarragem 70 vezes maior que a de Brumadinho.

Mineradora tem projeto de R$ 9,1 bi com mineroduto de 


480 km e megabarragem em Grão Mogol, com 845 milhões 

de metros cúbicos.

Projeto prevê a produção de 27 milhões de toneladas 
de minério de ferro por ano.

Construção de uma das maiores barragens de rejeitos 

do país é condenada por entidades sociais.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Barragem de Mariana: 30% dos atingidos sofrem de depressão

Depressão atinge 28,9% de vítimas de tragédia em Mariana, diz UFMG

  • 13/04/2018 12h38
Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
Mais de dois anos após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG), quase 30% dos atingidos sofrem com depressão. O percentual é cinco vezes superior ao constatado na população do país. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2015, 5,8% dos brasileiros tinham depressão (11,5 milhões de pessoas).

Os dados fazem parte do projeto Prismma, um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sobre a saúde mental da população de Mariana (MG) atingida pelo rompimento da barragem, ocorrido em novembro de 2015.

O transtorno de ansiedade generalizada foi diagnosticado em 32% dos entrevistados, apontando para uma prevalência três vezes maior que a existente na população brasileira.


O estudo foi conduzido em parceria com a Cáritas, entidade escolhida pelos atingidos que moram em Mariana para prestar assessoria técnica no processo de reparação. No total, 64 entrevistadores aplicaram um questionário à população impactada nos dias 15, 16 e 17 de novembro do ano passado. Dos 479 indivíduos abordados, 225 adultos e 46 crianças e adolescentes até 17 anos aceitaram participar da pesquisa. O restante se recusou, alegou medo de assinar documentos ou tinha outra justificativa para não responderem às perguntas.

Além da depressão e do transtorno de ansiedade generalizada, foram avaliados também o transtorno de estresse pós-traumático, o risco de suicídio e os transtornos relacionados ao uso de substâncias psicotrópicas, como álcool, tabaco, maconha, crack, cocaína. "Encontramos uma prevalência aumentada de transtornos psiquiátricos relacionados ao estresse na população atingida quando comparados aos dados descritos na literatura", registra o estudo.

A dependência de álcool foi diagnosticada em 5,8% da população e a de tabaco em 20%, enquanto 0,9% foi considerado dependente de maconha e 0,4% dependente de cocaína ou crack. Já o risco de suicídio foi identificado em 16,4% dos entrevistados. Entre eles, estão pessoas que declararam desejo de morte, relataram ideias suicidas, afirmaram que planejaram se suicidar no último mês ou reconhecerem já ter tentado alguma vez colocar fim à própria vida.

Entre as crianças, o principal achado da pesquisa da UFMG foi a alta frequência de entrevistados que preencheram critérios para transtorno de estresse pós-traumático, superior a 82%. Nos adultos, este diagnóstico envolveu 12% dos atingidos. No recorte por sexo, notou-se que a prevalência nas mulheres, de 13,9%, foi superior em comparação com os homens, que ficou em 8,6%.

https://www.youtube.com/watch?v=cnWREWzPQ7g2 dias atrás ... Mais de dois anos após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana, a depressão entre os atingidos pela lama chamou a atenção dos pesquisadore...

Adoecimento
A tragédia de Mariana provocou a liberação no ambiente de aproximadamente 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos, que causaram devastação da vegetação nativa e poluição de afluentes e do Rio Doce, alcançando até sua foz no Espírito Santo. Dezenove pessoas morreram e comunidades foram destruídas. Em Mariana, os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu foram arrastados pela lama. O episódio é considerado a maior tragédia ambiental do país.
Passados mais de dois anos da tragédia, as indenizações das vítimas ainda estão sendo calculadas e os moradores que perderam suas casas continuam morando em imóveis alugadospela empresa enquanto convivem com atrasos na reconstrução dos distritos destruídos.

Segundo o relatório final da UFMG, o adoecimento da população não é um fato isolado e está conectado com estresses e processos de sofrimento social que as famílias têm vivenciado. "Estudos têm mostrado que as lembranças do ocorrido nas tragédias podem tornar-se profundamente vivas na memória, levando a respostas pós-traumáticas. As doenças físicas crônicas, as preocupações com os meios de subsistência, a perda de emprego, a ruptura de laços sociais e as preocupações com as indenizações também foram associadas a respostas pós-traumáticas", registra.

De acordo com a literatura médica, a percepção dos riscos de danos à saúde e de morte, a perda de moradia e de entes queridos e a consciência da falta de uma satisfatória assistência em saúde são também fatores que podem levar a um diagnóstico de depressão em populações acometidas por desastres. A discriminação também é apontada como um elemento agravante, o que levou a pesquisa da UFMG a identificar se os entrevistados já haviam sido vítimas de atitudes preconceituosas motivadas pela sua condição de atingido.

Os resultados mostraram que 62,7% responderam já ter sofrido algum tipo de discriminação e 27,1% alegaram já ter sofrido algum tipo de discriminação verbal. Em 21,3% desse casos, a ocorrência se deu em lojas, restaurantes ou lanchonetes e em 12,4% em repartições públicas, como Receita Federal, cartório, departamento de trânsito, companhias de água, luz, esgoto e outras. Além disso, 17,3% dos entrevistados descreveram tratamentos diferenciados por colegas de trabalho e 12,9% já se sentiram excluídos em sua vizinhança. Relatos de preconceito foram tema de reportagem da Agência Brasil em novembro do ano passado.

https://www.youtube.com/watch?v=Cgc2UYmvelo6 nov. 2017 ... O maior crime socioambiental do Brasil completa dois anos em 5 de novembro de 2017. 730 dias depois do rompimento da barragem de Fundão, ainda se espera pelo reassentamento, pela indenização, pela limpeza do Rio Doce... uma espera sem prazo pra acabar. Moradores atingidos - e o meio ...

A UFMG colheu ainda indicadores sobre a qualidade do sono. Dificuldades para dormir no último mês foram relatados por 52% dos atingidos. Por outro lado, 53,8% classificaram seu sono como sendo ótimo ou bom, enquanto 26,2% o consideraram regular e 19,6% ruim ou péssimo. O uso de medicamentos para dormir foi constatado em 18,2% da população e de antidepressivos em 16,9%. Em todos os casos, os entrevistados afirmaram que os remédios foram prescritos por médico.

A expectativa dos pesquisadores é de que os dados possam fomentar a discussão sobre políticas públicas e planejamento em saúde, além de permitir uma melhor orientação e alocação de recursos e estabelecer programas adaptados à realidade atual dessa população. Eles também sinalizaram a importância de planos de ação em casos de tragédia para minimizar os transtornos vinculados à saúde mental.

Fundação Renova

A Fundação Renova, instituição criada em acordo entre mineradoras e governos para gerir as ações de reparação da tragédia, informou em nota que também está desenvolvendo pesquisas sobre a saúde mental dos atingidos. "Em parceria com o Instituto Saúde e Sustentabilidade, um estudo que irá avaliar a tendência de aumento de transtornos mentais, de uso de álcool e outras drogas nos moradores das áreas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão". A conclusão da pesquisa está prevista para fevereiro de 2019, mas resultados parciais serão usados para nortear ações da área de saúde.

Na nota, a fundação afirma ainda que não tem poupado esforços para garantir aos atingidos acesso aos cuidados com a saúde. "Todos os estudos e pesquisas que permitam uma melhor compreensão dos efeitos do rompimento da barragem de Fundão sobre a saúde dos atingidos, e que possam contribuir na definição de medidas de prevenção e assistência, são acolhidos com interesse", acrescenta.

* Texto atualizado às 13h56 do dia 13/04/2018 para inclusão da nota Fundação Renova

http://g1.globo.com/minas-gerais/desastre-ambiental-em-mariana/noticia/2016/02/falamansa-e-gabriel-pensador-lancam-musica-sobre-tragedia-em-mariana.html18 fev. 2016 ... Falamansa e Gabriel O Pensador lançam 'Cacimba de Mágoa'; sobre tragédia em Mariana. Renda será revertida para vítimas (Foto: Reprodução/ Youtube). A ideia da música partiu de Tato, vocalista do Falamansa. “Fiz uma base na semana que rompeu a barragem. Estava com isto muito na cabeça e ...

quinta-feira, 22 de março de 2018

Dia Mundial da Água vê protesto contra privatização da água

Água e energia não são mercadoria!
Com gritos de protestos contra as multinacionais da água 
como a Nestlé e a Coca-cola, participantes
do Fórum Mundial Alternativo da Água protestou pelas ruas de
 Brasília.

Milhares de ativistas protestaram hoje nas ruas de Brasília, que acolhe o Fórum Mundial da
 Água, contra a privatização da água, considerado um dos direitos humanos e um bem público 
por parte das Nações Unidas.
A manifestação, que coincide com a celebração do Dia Internacional da Água, começou no 
Parque da Cidade, uma das zonas verdes da capital brasileira que neste momento acolhe 
um fórum alternativo ao Fórum Mundial da Água (FMA). O FMA reúne em Brasília
 delegações oficiais e empresas de 150 países, bem como representantes de organizações 
multilaterais.
Ainda antes do protesto pelas ruas de Brasília, vários outros movimentos sociais 
realizaram uma outra manifestação em frente ao Congresso brasileiro, a exigir a 
inclusão da água numa "agenda estratégica para o desenvolvimento", que garanta o 
"aceso de todos" a este recurso natural.
Ambas as mobilizações decorreram de forma pacífica, ainda que sob forte 
vigilância da polícia, que destacou centenas de agentes, polícia montada e dois 
helicópteros para controlar de cima os protestos.
A questão da água é particularmente sensível no Brasil. Segundo dados apresentados 
no FMA, pelo menos 35 milhões de pessoas no Brasil não têm acesso direto a água 
e outros 60 milhões não dispõem de saneamento básico, com os consequentes impactos 
na saúde pública.
Antes da manifestação, ativistas de diversos movimentos sociais ocuparam - por umas horas - 
as instalações da multinacional Coca-Cola nos arredores de Brasília, tal como já tinham feito 
esta semana com uma fábrica da Nestlé no estado de Minas Gerais.
Os manifestantes, liderado por ativistas do Movimento dos Sem Terra (MST), acusam as duas 
companhias de estarem a negociar com o Governo brasileiro a possível compra de importantes 
aquíferos. A duas empresas, a gigante norte-americana Coca-Cola e a suíça Nestlé, já 
desmentiram essa acusação.
Em todo o mundo, indicam dados apresentados no Fórum, cerca de 2.000 milhões de pessoas 
não têm água nas suas casas e as crianças dos países mais pobres do planeta dedicam 200 
milhões de horas por ano a encontrar e a transportar água em baldes até às suas residências.
Estes dados foram apresentados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a 
Ciência e a Cultura (UNESCO).

Contra a privatização da água

Movimentos sociais se mobilizam no Fórum 
Alternativo Mundial da Água
por Adriana Castro (texto e fotos), especial para os Jornalistas Livres
Durante a abertura do 8º Fórum Mundial da Água, na manhã desta segunda-feira (19/3), Michel
 Temer informou que o governo trabalha em um projeto de lei cujo objetivo é “modernizar” o 
marco regulatório do saneamento básico. Sem mais detalhes, a proposta causou reações 
imediatas.
A informação não é novidade, mas acende o alerta vermelho. Sindicatos ligados à Central 
Única dos Trabalhadores (CUT) adiantam que a proposta temerosa nada mais é do que Medida 
Provisória do Saneamento, que abre as portas do setor para a privatização nos municípios 
superavitários e o sucateamento ainda maior dos municípios deficitários, onde os serviços já 
são ruins. Esse é o futuro “moderno” do saneamento no país, caso seja aprovada a Medida 
Provisória.
Água não é mercadoria
Com visões de mundo diametralmente opostas e divergentes, dois grandes eventos – o 8º 
Fórum Mundial da Água e o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA) – acontecem 
simultaneamente em Brasília. O primeiro, conta com patrocínio da Petrobras e Nestle, do 
combalido Sistema Único da Saúde/Funasa, da Sabesp, da Eletrobras e custo, não confirmado, 
de 120 milhões. De euros… São mais de 40 mil participantes, o que esgotou a capacidade 
da rede hoteleira na cidade. Cada participante tem que desembolsar algo em torno de dois 
mil reais para a inscrição.
Já o FAMA, promovido pelos movimentos sociais, sindicatos e organizações da sociedade se
 pagou por meio de doações, a entrada é gratuita e reúne seis mil participantes no Parque da 
Cidade, com 38 delegações estrangeiras e representantes de todas as regiões brasileiras.
A discussão central é uma só: a privatização da água. “Água é direito não mercadoria” é a 
bandeira do Fórum Alternativo Mundial da Água que até quinta-feira irá debater e propor 
políticas públicas e mobilização nacional contra a privatização da água.
A ideia é enfrentar a onda de privatização empreendida pelo governo golpista, que atualmente 
mira o saneamento básico e os setores de água e energia, este expresso na venda da Eletrobras 
e no desmonte da Petrobras.
Mas os ataques não são apenas do Executivo. Aberto à consulta pública, o projeto de lei 
nº 495/2017, do senador tucano Tasso Jereissati cria “o mercado da água”.
No FAMA há o consenso de lutar por um modelo público e de qualidade. E argumentos não 
faltam para embasar a proposta. Nos últimos anos vários serviços de água foram 
municipalizados. Na França, por exemplo, já são 106 municípios que retomaram da
 iniciativa privada os serviços de abastecimento d’agua. No mundo todo são 267 casos nos 
Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Canadá.
Água para matar a fome
Rosmari Malheiros, diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura 
(Contag), reafirmou a importância da água na produção de alimentos. Levar alimentos a 
mesa dos brasileiros é algo feito por pequenos e médios agricultores, responsáveis por plantar 
em torno de 70% de tudo que comemos.
Ela adiantou que os movimentos sociais do campo e da cidade estão unidos. “Vamos lutar 
ela não-mercantilização da água”, garantiu. Não só os agricultores. Os indígenas, quilombolas, 
comunidades tradicionais, estão representados no FAMA. Nesta terça-feira, por exemplo, os 
jovens Krenak participam de debates sobre o impacto do crime da Samarco na terra indígena
 em Resplendor (Minas Gerais). Passados dois anos do “acidente”, os Krenak dependem de 
caminhões-pipa para o abastecimento. Os peixes do rio Doce desapareceram há dois anos, 
anteriormente base da alimentação da população indígena.
No último final de semana, mais de 200 atividades foram realizadas na Universidade de 
Brasília (UnB). A programação continua até quinta-feira, desta vez no Parque da Cidade. 
Caravanas de todo canto do país ainda estão chegando. Serão mesas de debate, atividades 
culturais e a plenária final com a redação e votação do documento final.
A luta pela água em Correntina, Bahia
Na Bahia, a luta popular contra a privatização da água no município de Correntina, a 
920 km de Salvador, tem sido um dos destaques da atualidade.
O geraizeiro Jamilton Santos de Magalhães, da comunidade Fundo e Fecho de Pasto, 
conhece de perto o drama de quem precisa concorrer com a força política e econômica 
do agronegócio.
Para se ter uma ideia, os ruralistas respondem por cerca de 75% da captação de água de 
toda a Bacia do Rio São Francisco, responsável pelos afluentes que deságuam na região.
 A atividade compromete diretamente o acesso ao recurso por parte dos segmentos populares.
“Todo mundo sabe que, quando o agronegócio chega, muda tudo num local, aí a comunidade 
precisa lutar muito pra poder consumir água e pra manter o cerrado de pé. É uma luta dura, 
mas nós somos guardiões do cerrado e vamos continuar, porque ninguém pode morrer de 
sede estando na margem de um rio”, desabafa o geraizeiro.
A privatização e a contaminação dos recursos hídricos comprometem diretamente a 
manutenção dos biomas. No caso do cerrado, mais de 50% da área já foram destruídos. 
Segundo pesquisadores que atuam na região Centro-Oeste, todos os anos cerca de dez 
córregos ou rios desaparecem por conta do desequilíbrio ambiental. “Se a gente não
aprender a preservar isso, as consequências serão ainda mais graves no futuro”, sublinha 
Isolete Nichinieski.
O bioma tem um valor central para o meio ambiente e é responsável pela distribuição de 
boa parte da água que abastece o Brasil e a América do Sul. É dele que nascem os principais 
rios brasileiros, com destaque para as Bacias Amazônica, do São Francisco e do Prata.
Água pode significar morte!
“Em decorrência do sistema capitalista que exclui a maioria da população do direito
 à cidadania e do acesso às fontes essenciais, o quadro mundial de distribuição do 
consumo de água é aterrador.
De acordo com o Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Fundo das 
Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado em julho de 2017, mais de dois 
bilhões de pessoas, que representa cerca de 30% da população mundial, não têm 
acesso à água potável.
Além disso, mais de 60% não são atendidas por serviços seguros de saneamento – 
dessas, 160 milhões tem como única alternativa o consumo de água não tratada de 
fontes superficiais, como córregos e lagos. Como resultado, 361 mil crianças morrem 
com menos de 5 anos devido à diarreia.
Há também o alarmante número de 263 milhões de pessoas que se deslocam mais de 
30 minutos para ter acesso a uma fonte segura de água. Nesse caso, é importante 
risar a questão de gênero, já que a maioria desse montante é de mulheres, 
historicamente responsabilizadas pelos serviços domésticos e de cuidados. 
São diversos os exemplos ao redor do mundo de mulheres que caminham 
quilômetros com recipientes de água na cabeça para abastecer as necessidades 
para a reprodução da vida.
Precisamos utilizar esta semana para expor todos esses casos de violação dos
direitos fundamentais do ser humano, mas, sobretudo, reunir forças para continuar
 na luta em defesa da água e da vida.”
(Da Assessoria de imprensa / FAMA – http://fama2018.org/2018/03/19/
agua-e-direito-nao-mercadoria/ – por Guilherme Weimann, jornalista e 
militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB);
 integra a equipe de comunicação do FAMA.)
Mídia democrática, plural, em rede, pela diversidade e defesa implacável dos
 direitos humanos.