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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

UFMG: Seminário Visões do Vale recebe propostas de artigo até o dia 05 de outubro

A temática dos trabalhos deve estar, preferencialmente, relacionada ao Vale do Jequitinhonha.

Foto: divulgaçãoSeminário Visões do Vale recebe propostas de artigo até o dia 05 de outubro
O Seminário Visões do Vale faz parte do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha
Durante o 9º  Seminário Visões do Vale haverá apresentações de artigos científicos, nos dias 4 e 5 de novembro em Belo Horizonte.

As inscrições de trabalhos, sob a forma de resumo (até 30 linhas), abrem nesta sexta, dia 5 de setembro, e se encerram no dia 5 de outubro.

Os resumos devem ser enviados para o e-mail polojequitinhonhaufmg@gmail.com.

A divulgação dos trabalhos aprovados será realizada no dia 15 de outubro. Os artigos completos (entre 10 e 15 páginas) devem ser encaminhados até 31 de outubro.

Além do envio de resumo é preciso fazer a inscrição no evento, gratuita, no site do Programa Polo (https://www2.ufmg.br/polojequitinhonha).

Envio de Resumos
- Os interessados deverão enviar, na forma de resumo, sua proposta de comunicação até o dia 5 de outubro de 2014 para o e-mail polojequitinhonhaufmg@gmail.com

- O resumo deverá reunir as seguintes informações: texto com até 30 linhas, contendo título, autor, instituição e palavras-chave (3 a 5).

- A forma de apresentação do resumo deve ser em fonte Times New Roman; corpo 12; espaço entre linhas 1,5; justificado.

- Arquivo salvo no formato .doc (Windows 97–2003)

- Os resumos devem ser enviados por meio do e-mail polojequitinhonhaufmg@gmail.com

- A temática dos trabalhos deve estar, preferencialmente, relacionada à "Vale Jequitinhonha: Direitos humanos e promoção da cidadania".

Também aceitaremos trabalhos com outras temáticas sobre o Vale do Jequitinhonha.

 Fonte: ufmg

segunda-feira, 28 de março de 2011

Infância Perdida

Infância Perdida
Censo da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) acaba de revelar que 70% das crianças e adolescentes que dormem na rua sofreram abusos e/ou violência em sua casa (8,8% sofreram abuso sexual).

A pesquisa revela, ainda, que 30,4% são usuários de drogas e álcool.

São 23.900 crianças e adolescentes em situação de rua em 75 cidades do país (capitais e cidades com mais de 300 mil habitantes), a maioria do sexo masculino (71%) e com idade entre 12 e 15 anos (45%).

79% não concluíram os primeiros quatro anos do ensino fundamental. A maioria pede dinheiro (99%) para viver, vendem balas ou chocolates ou trabalham como flanelinhas.

Publicado no Blog De squerda em Esquerda, do Rudá Ricci

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Brasileiro odeia ateus e usuários de drogas

Intolerância!
Brasileiro odeia ateus e usuários de drogas

O excelente blog do professor Rudá Ricci relembra pesquisa da Fundação Perseu Abramo, do Partido dos Trabalhadores, publicada em julho de 2009, sobre o comportamento do brasileiro em relação a alguns grupos sociais e seus comportamentos diferenciados.

A idéia disseminada que o brasileiro é cordial e tolerante cai por terra.

Há uma rejeição raivosa a modos diferentes de ser, viver e pensar.

Se não for igual ou parecido comigo, odeio.

Em vez de tolerância e respeito, raiva explícita ou contida, rejeição.

Isso é muito perigoso para uma sociedade tão diversificada que tem a pretensão de se construir como democrática, pluralista, soberana, justa e livre.

Se analisarmos os dados com cuidado e sensatez, nota-se que a proporção de repulsa-ódio/antipatia a ateus (42%) é quase igual à simpatia/alegria com gente muito religiosa (35%).

Os radicais religiosos - fundamentalistas - pregam ódio (excomunhão, praga, condenação) a outros indíviduos, grupos sociais ou povos que não seguem sua orientação religiosa.

Os religiosos não deveriam ser os mais tolerantes, amando uns aos outros?

Os usuários de drogas são rejeitados com ódio/antipatia por 41% dos entrevistados.

Esse dado mostra a dificuldade das pessoas em entenderem a questão da drogadicção, de enfrentá-la como problema sócio-afetivo e de saúde.
Talvez seja porque esse grupo é o que mais trabalho dá para as pessoas, famílias, serviços sociais e de saúde.

Muitos dos que rejeitam os "viciados", com certeza, enchem a cara nos botecos e ficam bravos quando alguém diz que ele é também um viciado em drogas.

Para muitos preconceituosos, droga é apenas maconha, cocaína e crack, as drogras ilegais. Álcool, fumo e remédios são vendidos nas boas casas do ramo, sendo, portanto, legais e aceitas socialmente. Assim, seu consumidor se sente normal.

Essa contradição perpassa também à grande rejeição aos garotos de programas, travestis, prostitutas, gays e lésbicas (20 a 26%).

Muitos dos preconceituosos relacionam-se sexualmente, embora de forma esporádica, com estas mesmas pessoas consideradas "anormais".

Nossa sociedade é hipócrita!?